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[SC] Momento Cuca Fresca| Você conhece o Movimento Maio Amarelo?

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente.

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Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.

Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro.

A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados, sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.

Em conclusão, o MAIO AMARELO quer e espera a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social; razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e fazer do AMARELO, a cor da “atenção pela vida”.

Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

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O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.

As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

fonte: site Maio Amarelo

 

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Momento Cuca Fresca: Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Para o momento cuca fresca de hoje, trago um artigo muito legal que encontrei na super interessante. Também deixo uma lista de filmes que causaram muito medo nos espectadores de cinema

Filmes que deram mais medo no público em geral:

10) Atividade Paranormal (2007)

Os segredo dos sustos de Atividade Paranormal está no fato de que o filme é gravado como se fosse amador, mesmo que tudo seja encenado. Lançado originalmente em 2007, o filme já está na sua quarta continuação. O roteiro, instigante e assustador, aposta no sobrenatural para assustar os espectadores.

9) Poltergeist (1982)

O clássico do terror dos anos 1980 continua assustando através de gerações. É a história de uma família aterrorizada por fantasma, que tem o seu auge quando a filha caçula é sequestrada através do televisor. Misturando elementos da ficção científica, o filme consagrou-se como um dos mais assustadores de todos os tempos.

8) O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Baseado em uma história real, O Exorcismo de Emily Rose garante a sua tensão intercalando a história da garota com julgamento do padre acusado de matá-la (já que Rose morrera durante o exorcismo). Com direito a todos os elementos mais assustadores de filmes de possessões demoníacas, o longa foi responsável por noites aterrorizantes para todo mundo que o assistiu.

7) A Profecia (1976)

Outro clássico do terror, A Profecia traz o imaginário do Anticristo, reencarnado em uma criança que nada se parece com os garotos de sua idade. É que após ver seu filho morrer no parto, a personagem de Gregory Peck sequestra um bebê na maternidade sem saber a sua real identidade.

6) O Orfanato (2007)

A gente tem que admitir: os espanhóis arrasam quando o assunto é filme de terror! Apresentado pelo mestre Guillermo Del Toro, O Orfanato é uma história tão instigante, que mantêm os olhos grudados na tela do começo ao fim. Definitivamente não é para os fracos.

5) O Chamado (2002)

Mesmo que hoje em dia O Chamado tenha virada chavão, é inegável que o filme nos assustou (e muito) quando foi lançado – lá no começo dos anos 2000. É que o filme é baseado em um longa japonês, outros mestres no quesito terror. Se o seu telefone tocou enquanto você estava assistindo, meu caro, você conheceu o que é passar medo de verdade!

4) Horror em Amityville (2005)

Outro filme baseado em fatos reais (isso aumenta a tensão, não é mesmo?), Horror em Amityville deixou todo mundo eletrizado e isso ninguém pode negar. É que a fórmula casa mal-assombrada, por mais clichê que seja, sempre acaba assustando. O filme de 2005 é um remake do clássico de 1979, tão assustador quanto.

3) A Casa (2010)

Completamente independente, este filme uruguaio foi a grande surpresa do Festival de Cannes em 2010. Com um orçamento de apenas $ 6 mil, o longa foi gravado em apenas 4 dias. A Casa foi baseada em um misterioso crime do país e, acreditem, dá muito, muito medo!

2) Invocação do Mal (2013)

Invocação do Mal estreou em 2013 mostrando que Hollywood ainda sabe fazer bons filmes de terror. Invocando todos os elementos clássicos do gênero, o longa não cai em clichês e prende a atenção do começo ao fim. Não precisa nem falar que, também, foi baseado em casos reais.

1) O Iluminado (1980)

No topo da nossa lista não poderia deixar de estar O Iluminado. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa, baseado no livro de Stephen King, mistura elementos do sobrenatural, da loucura e dos filmes de assassinato. Eu que não queria estar naquele hotel sendo perseguido pelo louco do Jack Torrance!

 

Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Diversos fatores neuropsicológicos e culturais (mais presentes em certas pessoas do que noutras) levam-nos a procurarmos o que provoca medo, um impulso que alimenta a indústria do ócio.

O pintor belga René Magritte (1898–1967) afirmou um dia: “A pessoa não pode falar acerca do mistério, ela deve ser cativada por ele.” Ao longo da história da humanidade, milhões de pessoas sucumbiram a um prazer paradoxal: aproximar-se do desconhecido e apreciar o temor que lhes produz. Embora o derradeiro objetivo da sensação de pânico seja o desassossego, muitas pessoas conseguem deleitar-se com o medo desde que o experimentem numa situação controlada.

No século VIII a.C., encontramos um exemplo precoce do gosto pelo sinistro. Homero relata na Odisseia: “Andavam em grupos por aqui e por acolá, de um e do outro lado do fosso, com um clamor sobrenatural, e a mim afligiu-me o pálido terror.” Depois, surgem os seguintes ingredientes: cabeças que falam quando se aproximam de sangue, mortos-vivos que querem acabar com o seu tormento, o espanto diante da Górgona… A narrativa das andanças de Ulisses foi transmitida por tradição oral: se o texto não foi esquecido, é porque muitos encontraram prazer em recitá-lo.

Desde então, milhares de obras literárias, pictóricas e, nos tempos modernos, cinematográficas exploraram esse prazer paradoxal. A partir do apogeu da literatura gótica, em finais do século XVIII, o terror transformou-se em gênero. Um fato demonstra a sua importância: em todas as épocas posteriores, podemos encontrar alguma narrativa apavorante, transformada em fenômeno de massas. Desde os clássicos Drácula e Frankenstein, há um contínuo que culmina, hoje, no êxito das atuais séries de terror (The Walking Dead, American Horror Story, Penny Dreadful…), e em êxitos de bilheteira como Paranormal altActivity 4, que arrecadou mais de cem milhões de dólares na estreia, apesar de se ter considerado que era uma fórmula esgotada.

Hiperativação física

A pintura, os parques de diversões, a música e a banda desenhada também nos convidam, nestes últimos anos, a sentir arrepios de medo, sabendo que muitos responderão ao seu apelo. Porquê? Como acontece com qualquer fenómeno psicológico de massas, há uma confluência de causas distintas.

Um dos fatores mais referidos está relacionado com a hiperativação física: muitas vezes, as pessoas que gostam destas sensações apenas experimentam uma descarga de adrenalina, e não verdadeiro medo. O nosso mecanismo cerebral de alarme situa-se, principalmente, na amígdala, um centro do sistema límbico encarregado de reagir perante as emoções.

Experiências como as desenvolvidas por Daniel Schacter, professor de psicologia na Universidade de Harvard (Estados Unidos), demonstram que os pacientes com lesões nessa área recordam a associação entre determinados acontecimentos e um estímulo negativo, mas não se produz qualquer efeito emocional. Quando é ativada, gera reações fisiológicas como a subida da pressão arterial e do metabolismo celular. Acarreta também uma libertação de catecolaminas, grupo de neurotransmissores que inclui a adrenalina e a dopamina e que é responsável pela sensação de euforia que sentimos depois de passar um mau bocado.

altNo mesmo sentido, o investigador Jeffrey Goldstein, professor de psicologia social na Universidade de Utrecht (Países Baixos), defende que o gênero de terror proporcionaria uma diversão violenta socialmente aceite. Trata-se, em definitivo, de ativar as hormonas extremas (testosterona, adrenalina, cortisol…), e uma forma de consegui-lo é sentir calafrios e angústia numa situação controlada.

Libertar maus sentimentos

Os partidários desta teoria recordam que as histórias de meter medo permitiram, desde tempos remotos, libertar sentimentos politicamente incorretos incrustados no nosso hardware biológico. Um exemplo é a vingança: a história da vítima que regressa do mundo dos mortos para ajustar contas transformou-se num tópico. Gostamos de sentir a adrenalina de acompanhar o fantasma justiceiro, num campo em que essas paixões negativas são permitidas.

A verdade é que sempre houve diversões arrepiantes para elites cultas. Nos anos 20, havia um lugar na moda em Paris, o teatro Grand Guignol, onde se encenavam pequenas histórias com marionetas que sangravam ou perdiam membros de forma convincente. Os seus mórbidos sofrimentos eram escritos por conhecidos intelectuais da época. O psicólogo Alfred Binet (1857–1911), um dos pais do teste de inteligência, engendrou o seguinte argumento: prestes a abandonar uma instituição de saúde mental, uma jovem é atacada por outras três doentes que acreditam que há um pássaro escondido por detrás dos seus olhos. Para libertá-lo, utilizam uma agulha de tricot

O mais interessante é que esse tipo de atrocidades atraiu líderes nazis, chefes da Resistência francesa e generais das forças aliadas, como George Patton.

Fonte: Super Interessante / site Oba oba

Cinema

[SC] Lançamentos da Semana – 25/05/2017

Uma franquia que conquistou o coração do público volta para arrasar nos lançamentos dessa semana. Fique atento e confira!

 

Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (Pirates of the Caribbean: Dead men tell no tales, Joachim Rønning, Espen Sandberg, Estados Unidos

A Vida Após a Vida (Zhang Hanyi, China)

Punhos de sangue (The Bleeder, Philippe Falardeau, EUA)

Faces de Uma Mulher (Orpheline, Arnaud des Pallières, França)

Dégradé (Arab Nasser, Tarzan Nasser, França, Palestina, Qatar)

Real – o plano por trás da história (Rodrigo Bittencourt, Brasil)

Reset (Relève: Histoire d’une création, Thierry Demaizière, Alban Teurlai, França)

Comeback: um matador nunca se aposenta (Erico Rassi, Brasil)

Sem título

[SL] O Problema do Quadrinho Independente | Rapha Pinheiro

Hoje falamos do problema que assola o mercado independente e, se possível, propor soluções para ele.

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

Meu Site: https://www.raphapinheiro.com/

Facebook: https://www.facebook.com/raphacpinhei…

Instagram: @RaphaCPinheiro

Twitter: @RaphaCPinheiro

Aquele abraço!

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[SG] SpheraBoards | Dixit

Dixit

Hello pessoas! Laíse Lima de novo na área com mais um review. Vamos com um Game leve dessa vez, que dá pra jogar com a família e como entrada para um dia de jogatina! Um excelente jogo que é uma porta de entrada para os Board Games Modernos, o que chamamos de gateway. Vamos nessa!

Ficha Técnica:

Edição Brasileira: Galápagos Jogos              Número de Jogadores: 3-6

Tempo de Jogo: 30 minutos em média          Objetivo do Jogo:

Dixit é um jogo do designer Jean-Louis Roubira e da ilustradora Marie Cardouat, publicado pela editora Asmodee, e traduzido para o português pela Galápagos jogos. É um jogo de dedução e criatividade abstrata, no qual vence quem completa 30 pontos primeiro. Veja abaixo como a sequência e a pontuação do jogo acontece.

Regras:

Cada jogador tem um certo número de cartas na mão que só ele tem acesso. A cada rodada, haverá um jogador da vez (chamado de narrador) que colocará uma carta virada pra baixo na mesa e dará uma dica que possa levar pessoas a deduzirem qual será a sua carta. A dica pode ser dada de diversas formas, através de palavras, frases, músicas, poesia, mímica… qualquer coisa, a graça do jogo é explorar a criatividade.

Todos os outros jogadores também jogarão uma carta, com a ilustração virada para baixo. Embaralha-se bem as cartas dos jogadores com a do narrador e serão reveladas e organizadas numa fileira. Todos os jogadores, com exceção do narrador, escolherão secretamente uma carta. Isso é feito através de um marcador individual numerado (no jogo básico, cada jogador tem um marcador ou cartela de sua cor para os números de 1 a 6, dependendo de quantos jogadores estiverem na mesa). Depois que todos fizerem sua votação secreta, revela-se o número que cada um colocou.

Pontuação:

S_829601-MLB20376820903_082015-OComo se ganha pontos em Dixit? O narrador ganha 3 pontos se pelo menos um outro jogador votou na carta que ele escolheu. Cada jogador que acertou a carta certa também ganha três pontos. Obviamente, o jogador da vez não vota. Agora, alguém pode perguntar: Então porque o narrador não apela e dá uma pista óbvia para que alguém acerte com certeza?. Porque se na votação secreta todos os jogadores votarem na carta certa, ao invés dos 3 pontos, todos os jogadores, MENOS o narrador, ganharão 2 pontos. Ou seja, todos se deram bem, menos o narrador.

E por outro lado, alguém pode achar que será uma boa o narrador dar uma pista obscura demais, para evitar que os outros jogadores ganhem pontos facilmente. O problema é que se ninguém acertar a carta certa, novamente todos os jogadores MENOS o narrador, ganharão 2 pontos. Idealmente, o narrador tentará dar uma pista que faça pelo menos um jogador deduzir qual a sua carta, mas que não seja óbvia demais para evitar que todos votem nela.

E quanto às outras cartas dos demais jogadores? Servem só para confundir? Não. Após a votação, se alguém votou na carta de um jogador que não seja a carta do jogador da vez, o dono daquela carta ganha um ponto por voto.

Idealmente, cada jogador tentará jogar uma carta que induza os outros jogadores a votarem na sua carta, ao invés da carta do jogador da vez. Não se pode votar na sua própria carta. E assim termina uma rodada. As cartas usadas são descartadas, todos compram uma nova carta e há um novo narrador. No final de uma rodada, se um ou mais jogadores conseguirem acumular 30+ pontos, ganha quem ficou mais na frente do placar.

download (1)O Dixit conta com 11 expansões que trazem mais cartas e dão uma cara nova ao jogo, algumas dessas expansões já foram trazidas para o Brasil!

Estatísticas do Jogo:

– Apelo a não boardgamers (alto): É um jogo simples, um verdadeiro gateway. Um jogo que estimula a criatividade e interação. E se é jogado num grupo de amigos que se conhecem muito, ele fica ainda mais desafiador, pois as dicas tendem a ser bem mais elaboradas – Complexidade (baixa): As regras são aprendidas extremamente rápido.

– Independente de idioma? Sim. Não tem textos, é só desenho.

– Achado no Brasil (sim): É vendido em livrarias como a cultura, em lojas especializadas e pelo site da Galápagos Jogos. Preço (baixo): 120 reais em média.

Opinião: Independente da pontuação, as pistas e as cartas usadas são a estrela do jogo. Com o grupo certo, que entra no clima da criatividade, os momentos de diversão e muita risada são garantidos!!

Links relacionados ao jogo:

http://en.libellud.com/games/dixit (site oficial do jogo)

https://loja.galapagosjogos.com.br/t/franquia/dixit (venda)

 

Laíse Lima – Boards e books

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[SL] A Guardiã de Muiraquitãs | Gustavo Rosseb

Neste segundo volume da série As Aventuras de Tibor Lobato, Sátir desaparece e seu irmão Tibor Lobato, junto com o amigo Rurique, partem em busca de pistas, numa jornada que envolve viagens subaquáticas, cidades fantasmas, ataques de lobisomens, botos e filhotes de saci.

Quando os garotos pensam que as coisas não podem piorar, recebem um aviso da Guardiã de Muiraquitãs de que o último amuleto, que poderia garantir a vitória sobre a Cuca, foi roubado. Os rumores são de que o suposto ladrão é um forasteiro que ronda a Vila Serena, gerando muitas suspeitas e ainda mais mistérios. É chegada a hora de enfrentar a quaresma mais uma vez onde tentar sair ileso é uma tarefa quase impossível.

Ele deveria ter tomado mais cuidado com seus desejos…

Aventura / Fábula / Fantasia / Ficção / Infantojuvenil
Ano: 2016 / Páginas: 336
Idioma: português
Editora: Jangada

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[SL] Para educar crianças feministas| Chimamanda Ngozi Adichie

Sabe aquele livreto que você deve carregar na bolsa, junto de sua carteira ou mesmo o livro de orações? Chimamanda nos deixa aqui observações aparentemente singelas que podem modificar o mundo com pequenas ações diárias, pequenas mudanças de pensamento que há muito tempo estão enraizados em nossas mentes.

Fui convidada por uma amiga para participar de uma reunião do grupo “Leia Mulheres” que acontece mensalmente aqui em Campinas e em muitas cidades pelo Brasil. O livro escolhido era este pequeno e singelo diamante, que eu de pronto já tinha rotulado de chato e enfadonho porque não gosto de debater sobre feminismo.

A autora recebe uma carta de uma amiga de infância onde a amiga pede conselhos sobre coo criar uma criança feminista. De início, Chimamanda se sente incapaz de responder a esta pergunta, porém desenvolve quinze conselhos para sua amiga Ijewele criar sua filha Chizalum como feminista.

Fiquei envergonhada ao final da leitura. Todos os conselhos são maravilhosos e identifiquei em mim tantas coisas negativas enraizadas devido a criação e vivências que tive, que a primeira reação minha era deixar junto a minha bolsa este livreto  para nunca esquecer destas lições.

Esta palestra foi dada em um evento TEDx local, produzido independentemente das conferências TED.  Nesta palestra sincera e engraçada, Chimamanda Adichie questiona os papéis dos gêneros e sugere uma forma diferente de pensar sobre eles, uma que poderia realmente trazer igualdade.

Título original: DEAR IJEAWELE OR A FEMINIST MANIFESTO
Tradução: Denise Bottmann
Páginas: 96  Lançamento: 24/02/2017
ISBN: 9788535928518    Selo: Companhia das Letras

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 18/05/2017

Filmes de ótima qualidade para esta semana! Aproveitem.

Rei Arthur – A Lenda da Espada (King Arthur, Guy Ritchie, Estados Unidos)

Collide (Eran Creevy, Reino Unido, Alemanha)

O Rastro (J.C. Feyer, Brasil)

A Vida Após a Vida (Zhang Hanyi, China)

Um Casamento (Mônica Simões, Brasil)

Más Notícias Para O Sr. Mars (Des Nouvelles De La Planète Mars, Dominik Moll, França, Bélgica)

Um homem de família (The Headhunter’s Calling, Mark Williams, EUA)

Real – o plano por trás da história (Rodrigo Bittencourt, Brasil)

Corra! (Get Out, Jordan Peele, EUA)

 

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 7 – As Cores | Escrevendo Quadrinhos

Finalmente chegamos ao final da série Fazendo Quadrinhos em 7 Passos! Hoje falamos das cores, como e porque eu mudei a técnica que ia usar e quais os passos para fazer uma boa colorização nas suas páginas.

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

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Twitter: @RaphaCPinheiro

Aquele abraço!

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[SL] TAG | Uma editora, um livro – Boards e Books

Hoje é dia de TAG!! Gostou do vídeo? Deixe seu joinha e se inscreve la no meu canal!

PERGUNTAS:

01. Galera Record: Um livro que você indica para toda a galera.

02. Intrínseca: Uma leitura que foi seca, ou seja, faltou alguma coisa.

03. Universo dos Livros: Um livro que te levou para outro universo.

04. Novo Século: Um livro que te levou para outra época.

05. Rocco: Um livro que você gritou, chorou, até ficar rouco.

06. Seguinte: A continuação de um livro, ou um livro que precise de continuação.

07. Novo Conceito: Um livro com uma premissa nova.

08. Leya : Sua leitura atual ou um livro que você acabou de ler.

09. Arqueiro: Um livro que atinge todos os leitores.

10. Única: Seu livro único preferido.

11. Paralela: Livro paralelo de uma série.

12. Darkside: Um livro que te deu medo.

 

Acompanhe pelas redes sociais:

turismo

[SC] Questão de opinião: Microfranquia de turismo é opção para investir gastando menos?

A microfranquia, que tem limite de investimento inicial de R$ 85 mil”, explica José Rubens Rodrigues, diretor de microfranquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF). No caso da franquia da Patrícia de Paula, a Clube Turismo, o investimento para abrir seu escritório em casa não chega a R$ 4 mil, mas é possível encontrar no site da ABF franquias com investimento de até R$ 10 mil nas áreas de estética e informática. “Mas o franqueado precisa fazer a sua parte, pois nem as franquias estão livres de riscos”, alerta José.

Cuidados ao investir no setor de turismo

 aeroporto-de-dourados-ms2Com o aumento do dólar e a incerteza na política do país, a tendência é que os gastos com viagens diminuam neste ano. Mas, se você pretende abrir uma franquia nesse ramo, existem maneiras de contornar esse quadro. “Antes de fazer o investimento, procure ter dinheiro para o capital de giro, que são os gastos necessários para manter o negócio rodando mesmo se você não fizer nenhuma venda. Essa quantia deve ser suficiente para bancar os custos de, no mínimo, três meses”, explica Marcelo Sinelli, consultor do Sebrae-SP. Isso significa que, na hora de comprar a franquia, é preciso levar em conta o investimento inicial e o dinheiro que você deverá usar para bancar os custos mesmo sem faturamento nenhum.

Quem vai trabalhar em casa deve considerar as contas que precisam ser pagas no final do mês, como o aumento do uso de telefone e internet, e a comissão cobrada mensalmente pela franqueadora. Além disso, prepare-se para ter um retorno do investimento em um prazo maior do que o prometido pela franqueadora, “pois o lucro deverá diminuir por conta do cenário financeiro atual”, alerta Marcelo.

Você tem perfil pra ser um franqueado?

O que devo me perguntar?

Quanto tempo posso dedicar ao negócio?
“Os primeiros dois ou três anos exigem muita dedicação do dono para que a franquia dê resultado. É preciso estar presente o tempo todo”, explica Marcelo Sinelli, do Sebrae-SP

Quanto dinheiro vou investir?
Não leve em conta somente o valor inicial. Coloque no papel outros custos, como as contas a ser pagas e as comissões cobradas pela franqueadora.

Eu tenho postura de empreendedor?
Isso significa ter autoconfiança, persistência e organização, além de flexibilidade para aceitar as regras impostas pela franqueadora. “Você não pode mudar o que quiser. Existe um padrão que todo franqueado deve seguir, concordando com ele ou não”, lembra Marcelo.

Fonte: Revista Sou mais eu

 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 11/05/2017

Vamos as novidades da semana?

Alien: Covenant (Ridley Scott, Estados Unidos)

O Dia do Atentado (Patriots day, Peter Berg, EUA)

Faces de Uma Mulher (Orpheline, Arnaud des Pallières, França)

Taego Ãwa, Henrique Borela, Marcela Borela, Brasil)

Crônica da Demolição (Eduardo Ades, Brasil)

O Cidadão Ilustre (El Ciudadano Ilustre, Gastón Duprat, Argentina)