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[SL] Rapha Pinheiro: Se adaptando ao Brasil | Vivendo no Rio

VIVENDO NO RIO

Primeiro vídeo da nova série Vivendo no Rio. Vamos trocar uma ideia sobre as diferenças do cotidiano de Angoulême e do Rio.

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[SL] Dobradinha Literária: O Xangô de Baker Street | Jô Soares

Rio de Janeiro, 1886. A diva francesa Sarah Bernhardt pela primeira vez se apresenta no Brasil. O público se curva perante o talento de Sarah, incluindo o imperador Dom Pedro II, que lhe conta um segredo: um valioso violino Stradivarius, um presente seu à baronesa Maria Luíza, desaparecera misteriosamente.

Sarah então sugere que o imperador convide o famoso detetive Sherlock Holmes para investigar o caso. Dom Pedro II aceita o conselho e logo o detetive inglês concorda em viajar até o Brasil para desvendar este mistério.

Ao mesmo tempo, um assassinato choca a cidade e deixa em pânico o delegado Mello Pimenta. Uma prostituta fora assassinada e teve suas orelhas decepadas e uma corda de violino estrategicamente colocada em seu corpo pelo assassino. Enquanto o delegado busca pistas, Holmes e Watson desembarcam no Rio de Janeiro sem saber os perigos que os esperam: feijoadas, caipirinhas, vatapás, pais de santo e o poder de sedução das Mulatas locais.

Nesta história, Sherlock Holmes, dr. Watson e o delegado Mello Pimenta vão percorrer as ruas da capital brasileira atrás de informações para descobrir o mistério do violino e encontrar o autor dos crimes que estão chocando a cidade.

A trama ressuscita um Rio de Janeiro de fins do século XIX governado pela monarquia, envolvendo uma nobreza bajuladora e uma turma de boêmios cariocas.

Nesta história o famoso detetive inglês tem suas faculdades analíticas e seu senso de observação afetados pelo calor dos trópicos e por circunstâncias inesperadas. Em uma perseguição ao misterioso assassino, Sherlock tem de parar por causa de um vatapá o qual lhe gerou uma dor de barriga. Este e outros acontecimentos que se seguem tornam o mesmo mais propenso a erros, mais humano.

Atypical

[SC] Atypical – Nova série da Netflix

Consegui completar minha maratona de séries e Atypical foi minha melhor descoberta. Não tenho especializações sobre educação especial, ou mesmo grandes experiências fora dos portões da Universidade ou dos muros de uma biblioteca. Meu olhar ao falar sobre a série é de uma espectadora comum, que por acaso da vida se aventurou nos rumos da pedagogia e que deseja  aprender mais e mais sempre.

Temas polêmicos tem sido o foco da gigante Netflix ultimamente como suicídio na adolescência com 13 Reasons Why, e uma gama de novos materiais em documentários e filmes sobre violência doméstica, bullying entre outros. Agora, a Netflix volta sua atenção novamente o universo jovem.

Estreiou em 11/8 Atypical, série com oito episódios de 30 minutos, que fala sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA), cujo principal sintoma é a dificuldade de comunicação e interação. No centro da trama está um estudante com certo grau desse distúrbio. Ele quer arrumar uma namorada e ter uma vida social mais organizada, sempre estimulado por sua terapeuta que foca em prepará-lo para o cotidiano da vida. Estratégia que, com leveza, joga luz sobre o preconceito sobre o Espectro Autista.

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O protagonista Sam (Keir Gilchrist), 18 anos, tenta transpor as dificuldades do autismo e, ainda, lidar com a transição para a vida adulta. Vive com a mãe, Elsa (Jennifer Jason Leigh); o pai, Doug (Michael Rapaport) e a irmã, a também adolescente Casey (Brigette Lundy-Paine), em um confortável lar norte-americano. Frequenta o colégio, onde tenta flertar, mas sem levar o menor jeito. Em dado momento, desabafa com os amigos:

– Às vezes, eu queria ser normal. 

Um deles prontamente rebate: 

– Cara, ninguém é normal. 

Está aí outro tema importante que permeia a série e abarca os principais personagens da história: o que significa ser normal? E digo ainda mais: será que a série não deveria trazer personagens que apresentem também outros graus de TEA? Como escrito acima, o personagem vive num confortável lar americano, com pais aparentemente focados e esclarecidos sobre o assunto..Mas e quanto as outras dificuldades comuns vivenciadas pelas famílias? O que fazer?

Novamente um tema importantíssimo sendo abordado de modo superficial…
O protagonista bate ponto no consultório da terapeuta Julia (Amy Okuda). A profissional defende que seu paciente, assim como todos os seres humanos, só quer ser amado e pretende ensinar-lhe estratégias de paquera. A mãe, superprotetora, não aprova:

– E você vai ensinar uma estratégia para curar um coração partido?

O despertar do amadurecimento de Sam promove um verdadeiro rebuliço na família, a começar por Elsa. Até então vivendo muito em função dele, a mãe precisa encontrar um novo significado para a própria existência assim que o jovem começa a evoluir. Então, como Sam, ela embarca em uma jornada de autoconhecimento.

A nova atração do catálogo da Netflix é produzida pela Sony Pictures Television. Tem história e roteiro de Robia Rashid (da festejada How I Met Your Mother). Rashid, Seth Gordon e Mary Rohlich são os produtores-executivos junto com a atriz Jennifer Jason Leigh.

Fonte:ZHora

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 24/08/2017

Corre porque esta semana promete!!!

Doidas e Santas (Paulo Thiago, Brasil)

Bingo – O rei das manhãs (Daniel Rezende, Brasil)  +18 anos

A Torre Negra (The dark tower, Nikolaj Arcel, EUA)

Mimosas (Oliver Laxe, França, Marrocos, Espanha)

Um Filme de Cinema (Walter Carvalho, Brasil)

All Saints (Steve Gomer, EUA)

Bye bye Alemanha (Es war einmal in Deutschland, Sam Garbarski, Alemanha)

Na Mira do Atirador (The Wall, Doug Liman, EUA)

Shivá – Uma Semana e Um Dia (Shavua ve yom, Asaph Polonsky, Israel)

O Castelo de Vidro (The glass castle, Destin Cretton, EUA)

Amor, Paris e Cinema (Paris, Love Cut, Arnaud Viard, França)

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[SL] Você conhece a série e os quadrinhos de Lúcifer?

Lúcifer, a série:

Tom Ellis (da série Rush) estrela no papel-título de Lucifer, que, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno, renuncia o seu trono e abandona o seu reino para ir para a cintilante loucura de Los Angeles, onde ele vai ajudar a polícia local a punir os criminosos.

O elenco conta também com Lauren German (de Chicago Fire) como a detetive de homicídios da LAPD Chloe Dancer, que sente tanto repulsa quanto fascínio por Lucifer; Lesley-Ann Brandt (de Spartacus) como Maze, um demônio feroz que toma a forma humana de uma mulher e que é a melhor amiga de Lucifer; Kevin Alejandro (de Arrow) como Dan, um detetive de homicídios da LAPD bastante desconfiado de Lucifer; D.B. Woodside (de 24 Horas) como Amenadiel, um anjo enviado para Los Angeles para convencer Lúcifer a voltar para o Inferno; e Rachael Harris (de Suits) como Linda, a terapeuta de Lucifer.

Lucifer é baseado nos quadrinhos do selo Vertigo (uma divisão da DC Comics). O personagem participa ativamente da narrativa “Estação das Brumas” de Sandman, do escritor Neil Gaiman, na qual ele deixa a chave do Inferno com Sonho dos Perpétuos. A série é uma produção da Warner Bros. TV, DC Comics e Jerry Bruckheimer Television.

Ela foi renovada!!!!!!! Confira o trailer da 3º Temporada

Sobre o quadrinho:

primeira aparição oficial do personagem foi na revistinha Superman’s Pal Jimmy Olsen #65, onde Jimmy Olsen, em um sonho encontra um homem que se intitula Senhor L, quem pensa ser ancestral de Lex Luthor e faz um trato com ele, porém as consequencias são terriveis ao descobrir que o homem é na verdade o anjo caído Lucifer.

Após isso o personagem foi constantemente modificado, tendo aparecido em Weird Mystery Tales #4, Blue Devil #31, DC Special Series #8, sem falar de várias diferentes versões de Satan que aparecem em diferentes histórias.

Hellblazer

Garth Ennis introduziu um personagem que deveria ser o diabo na série de Constantine, porém com o arco da estação das brumas em Sandman ele teve que remodelar o personagem que passou a ser conhecido como O Primeiro dos Caidos.

O próprio Lucifer é mencionado em algumas histórias, como quando é dito que se Lúcifer ainda comandasse o inferno Constantine não precisaria se preocupar, pois ele provavelmente ficaria entediado e deixaria-o ir, mas o Primeiro dos Caidos era extremamente rancoroso, em outro momento é dito que o verdadeiro motivo pelo qual o Primeiro dos Caidos odiava Lucifer era por sempre perder para ele no Xadrez.

Sandman

Lúcifer é mais conhecido por sua aparição no famoso quadrinho de Neil Gaiman, Sandman onde participa do Triunviráto do Inferno, primeiramente aparece no arco “Prelúdios e Noturnos” Depois, em “Estação das Brumas”, ele aparece com mais ênfase. Aborrecido de sua existencia como Senhor do Inferno, Lúcifer expulsa todos os demonios e almas condenadas do Inferno, para depois fechar suas portas e entregar a chave a Sonho dos Perpétuos (personagem protagonista da série Sandman), obviamente prevendo que a possessão da chave iria colocá-lo em maus lençóis. Entrementes, O Inferno acaba nas mãos de dois anjos, Duma (o anjo do silencio) e Remiel, enquanto que Lúcifer se retira para a Terra, onde se torna pianista.

Lucifer the Morning Star

Uma minissérie de três capítulos chama Operação Estrela da Manhã, foi criada onde o céu manda o anjo Amenadiel para fazer um trato com Lucifer, ele precisava se livrar dos antigos deuses sem nome, mas o céu não quer se envolver diretamente, como pagamento Lucifer exige uma carta de Deus.

 

Fontes:  Wikipedia  / Minha Série

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[SL]Rapha Pinheiro| Visitando a Biblioteca de Quadrinhos de Angoulême

Aproveitei o tempo de almoço de hoje pra visitar a biblioteca de quadrinhos de Angoulême e, é claro, compartilhar essa experiência com vocês!

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Além disso, meu quadrinho está no Catarse! Você pode apoiar o projeto clicando no link abaixo: https://www.catarse.me/os_tomos_de_te…

Aquele abraço!

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[SL] Dobradinha Literária: O Ladrão de Casaca | Maurice Leblanc

Snapchat: aritadepaula

Email: aritadepaula@gmail.com

 

Sinopse: Um dos maiores clássicos da literatura policial e de aventura numa luxuosa edição e com tradução impecável. Brilhante, audacioso, sedutor, mestre do disfarce e do jiu-jítsu, Arsène Lupin é a irônica resposta francesa a Sherlock Holmes: um ladrão refinado e anarquista, espécie de Robin Hood da Belle Époque. Nas nove histórias que compõem essas primeiras aventuras, o irresistível anti-herói atormenta seus oponentes, zomba das convenções estabelecidas, ridiculariza a burguesia e ajuda os mais fracos. E ainda enfrenta um grande detetive inglês, não por acaso chamado Herlock Sholmes. Essa edição traz texto integral, excelente tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, vencedores do Prêmio Jabuti, apresentação de Lacerda, posfácio de Maurice Leblanc e cronologia de vida e obra do autor.

 

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[SC] 45º Festival de Cinema de Gramado

Evento será realizado será realizado entre os dias 17 e 26 de agosto

O Festival de Cinema de Gramado celebrará, de 17 a 26 de agosto, sua 45ª edição ininterrupta com uma promissora seleção de longas-metragens nacionais. E repetirá uma iniciativa que causou certa polêmica em maio passado no Festival de Cannes, mas que mostra-se um incontornável processo de convergência entre diferentes plataformas audiovisuais. Em meio aos sete filmes nacionais na disputa pelos Kikitos, todos eles inéditos no país, está o primeiro longa brasileiro produzido pelo serviço de streaming Netflix: O Matador, produção na pegada de faroeste dirigida por Marcelo Galvão. O Rio Grande do Sul será representado por Bio, filme em que Carlos Gerbase faz experimentações com os registros de ficção e documentário.

O anúncio dos concorrentes foi feito na manhã de ontem por dois dos curadores do festival, Rubens Ewald Filho e Marcos Santuário. A programação de Gramado conta ainda com a mostra de longas estrangeiros, com sete produções de países como Chile, Argentina, Uruguai e Colômbia, e competições nacional e gaúcha de curtas. Os homenageados desta edição serão o animador gaúcho Otto Guerra (troféu Eduardo Abelin), o ator baiano Antonio Pitanga (troféu Cidade de Gramado), a atriz e cantora argentina Soledad Villamil (Kikito de Cristal) e a atriz paraense Dira Paes (troféu Oscarito).

Na abertura, será apresentado fora de competição, no dia 18 agosto, no Palácio dos Festivais, João, o Maestro, cinebiografia do pianista brasileiro João Carlos Martins. Estrelado por Alexandre Nero e pelo gaúcho Rodrigo Pandolfo, o longa é dirigido por Mauro Lima (de Tim Maia Meu Nome Não É Johnny).

A seleção de longas brasileiros para o Festival de Gramado (leia mais abaixo) reúne cineastas com destacada trajetória, como Galvão (melhor filme na edição de 2012 com Colegas e premiado em 2014 com A Despedida), Gerbase e Laís Bodanzky, ela concorrendo com Como Nossos Pais. Também marcam  presença diretores que têm um destacado caminho no cinema autoral, a exemplo de Felipe Bragança, com Não Devore Meu Coração!, exibido em competição no Festival de Sundance, e a estreante Caroline Leone, que conquistou o Prêmio da Crítica no Festival de Roterdam 2017 com Pela Janela – o longa foi selecionado também este ano para a mostra Generation do Festival de Berlim.

— Diferentemente de 2016, não temos nenhuma comédia. Foi coincidência isso. Todos os longas brasileiros em competição são inéditos no país, três deles inéditos no mundo — destacou Santuário na entrevista coletiva.

Para Rubens Ewald Filho, a múltipla seleção representa a resposta a um desafio que a curadoria tenta, a cada ano, superar:

— Gramado é uma lenda. E, tornando-se uma lenda, algumas coisas ficam mais fáceis, outras bem mais difíceis, como manter o status de lenda. O festival está sempre em vias de transformação, crescendo e se modificando, mas sempre sem perder as características que o tornaram tão querido.

Em 2017, também completam-se 25 anos da internacionalização do Festival de Gramado, iniciativa que buscou manter o festival em pé quando a produção nacional foi interrompida com a extinção da Embrafilme pelo governo do presidente Fernando Collor. Dez países são representados nos sete filmes da competição internacional: Los Niños (Chile/Colômbia/Holanda/França), de Maite Alberdi, Pinamar (Argentina), de Federico Godfrid, El Sereno (Uruguai), de Oscar Estévez e Joaquín Mauad, Sinfonía para Ana (Argentina), de Virna Molina e Ernesto Ardito, El Sonido de las Cosas (Costa Rica), de Ariel Escalante, La Ultima Tarde (Peru), de Joel Calero, e X500 (Colômbia/Canadá/México), de Juan Andrés Arango.

Com orçamento previsto de R$ 3,6 milhões, o Festival de Gramado firmou uma parceria com o governo do Canadá, que enviará à Serra uma delegação de profissionais para ministrar seminários e workshops. O evento contará ainda com encontros direcionados a profissionais e universitários do segmento audiovisual, nos dias 24 e 25 de agosto.

Longas brasileiros em competição

A Fera na Selva (RJ), de Paulo Betti

Baseado livremente na obra do escritor americano Henry James, o filme estrelado por Paulo Betti e Eliane Giardini narra a história de um homem que vive à espera de que algo extraordinário venha a acontecer em sua vida, o que o torna incapaz de viver o dia a dia e perceber os pequenos prezares e afetos que o cercam.

As Duas Irenes (SP), de Fábio Meira

Menina de 13 anos de uma família tradicional do interior descobre que seu pai tem uma filha de outra mulher, com a mesma idade e o mesmo nome dela. A revelação a faz perceber como se dão as relações sociais e como o universo adulto se constrói com segredos e mentiras. No elenco estão Isabela Torres, Priscila Bittencourt e Marco Ricca.

Bio (RS), de Carlos Gerbase

Ficção realizada no formato de documentário, o longa  tem uma estrutura narrativa em que a história é contada com depoimentos de 39 personagens sobre um protagonista que nunca é visto. Esse sujeito nasceu em 1959 e morreu em 2070 e tinha uma condição biológica que o impedia de mentir. No elenco estão, entre outros, Maria Fernanda Cândido, Rosanne Mulholland e Bruno Torres.

Como Nossos Pais (SP), de Laís Bodanzky

Maria Ribeiro vive uma mulher que se encontra em uma fase de conflitos pessoais e geracionais. Sente-se pressionada por um casamento em crise, a criação de duas filhas, suas ambições profissionais e os conflitos que vivencia com sua própria mãe.

O Matador (PE), de Marcelo Galvão

Foto: Pedro Saad / Pedro Saad / Netflix

Em clima de faroeste ambientado no interior de Pernambuco entre os anos 1910 e 1940, um temido matador (Diogo Morgado) segue os passos do homem que o criou e desapareceu a mando de um poderoso fazendeiro, com quem o protagonista irá acertar contas.

Não Devore Meu Coração! (RJ), de Felipe Bragança

Roteiro inspirado em contos do escritor Joca Reiners Terron, tem como personagens um menino brasileiro e uma menina indígena paraguaia que vivem na fronteira entre os dois países. A paixão que brota entre os jovens terá como barreiras memórias da Guerra do Paraguai e segredos de família. Cauã Reymond é destaque no elenco.

Pela Janela (Brasil/Argentina), de Caroline Leone

Magali Biff vive uma operária de 65 anos que entra em depressão ao ser demitida da fábrica em que trabalhava na periferia de São Paulo. Ao aceitar viajar de carro para Buenos Aires com seu irmão, ela viverá uma experiência transformadora.

Veja a lista dos curtas nacionais em competição:

#feique, de Alexandre Mandarino (RJ)
A Gis, de Thiago Carvalhaes (SP)
Cabelo Bom, de Swahili Vidal (RJ)
Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo (SP)
Mãe dos Monstros, de Julia Zanin de Paula (RS)
Médico de Monstro, de Gustavo Teixeira (SP)
O Espírito do Bosque, de Carla Saavedra Brychcy (SP)
O Quebra-Cabeça de Sara, de Allan Ribeiro (RJ)
O Violeiro Fantasma, de Wesley Rodrigues (GO)
Objeto/Sujeito, de Bruno Autran (SP)
Postergados, de Carolina Markowicz (SP)
Sal, de Diego Freitas (SP)
Tailor, de Calí dos Anjos (RJ)
Telentrega, de Roberto Burd (RS)

Fonte: Zero Hora

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema | 17/08/2017

Temos boas promessas para esta semana…!

Annabelle 2 (David F. Sandberg, Estados Unidos)

João: O Maestro (Mauro Lima, Brasil)

O Jantar (The Dinner, Oren Moverman, EUA)

Uma Família Feliz (Happy Family, Holger Tappe, Alemanha)

Corpo elétrico (Marcelo Caetano, Brasil)

The Paris Opera (L’Ópera, Jean-Stéphane Bron, França)

Glory (Slava, Kristina Grozeva, Petar Valchanov, Hungria)

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[SL] Revista Time revela segredos da 7 Temporada de Game of Thrones

A nova edição de revista TIME é dedicada a discutir o fenômeno de Game of Thrones da HBO, e as expectativas ao redor do lançamento da 7ª temporada da série. A matéria é assinada por Daniel D’Addario, com fotos de Miles Aldridge.

Daniel produziu a matéria em Belfast, onde acompanhou de perto a gravação de algumas das cenas dentro do Titanic Studios, e em Los Angeles, e conversou com os showrunners. O texto fala bastante sobre essa era de televisão em que temos muitas séries de prestígio sendo exibidas simultaneamente, e como Game of Thrones se destaca com seus temas espinhosos, fazendo “A Guerra das Rosas parecer Family Feud“.

No texto, D’Addario revelou curiosidades de bastidores e alguns segredos interessantes sobre a nova temporada. Se você não tem interesse em saber mais sobre o enredo da nova temporada de Game of Thrones, pare de ler a partir do aviso.

“No início, tínhamos temporadas com apenas um evento grande, e então as temporadas passaram a ter dois grandes eventos, agora temos essa temporada em que cada episódio é um grande evento”, conta Joe Bauer, supervisor de VFX da série. Ao lado do produtor Steve Kullback, Bauer supervisiona um grupo de 14 unidades de pós produção na Nova Zelândia e Alemanha, que trabalham na série quase que continuamente.

Um dos grandes eventos desta temporada será uma batalha cujo alcance, mesmo antes de ser editada, me deslumbrou. Para entrar no set, concordei em não divulgar os personagens envolvidos ou o que estará em jogo. (Game of Thrones tem prometido este embate há muito tempo, e quando chegar a hora, a internet derreterá). Será ainda mais impressionante sabendo que o elenco e a equipe gravaram esta sequência com uma intensa ventania fria vinda do Atlântico Norte, que chicoteou a todos durante a filmagem, e que os fazia correr para o carrinho do café durante as pausas. (Um artista de próteses me contou que o frio pelo menos é bom para manter a maquiagem.)

O cenário será tão grande quanto a ação. A batalha foi filmada no local que costumava ser uma pedreira de Belfast, agora drenada, com 11 mil metros quadrados de concreto – tudo isso levou seis meses e exigiu pesquisas ecológicas específicas. (…)

A matéria também conta com um perfil curioso dos showrunners David Benioff e Dan Weiss. Segundo ele, a dupla passa geralmente cerca de seis meses do ano em Belfast. Mas onde quer que eles estejam no mundo, David e Dan recebem vídeos diários das filmagens em fluxo interminável de e-mails da equipe.

Quando Benioff e Weiss não estão filmando, estão escrevendo. E quando eles não estão filmando ou escrevendo – o que acontece raramente – eles estão promovendo a série.

Benioff e Weiss afirmam ter prometido não ler comentários sobre a série, bons ou ruins. Quando os visitei em Los Angeles em março, eles estavam escrevendo a próxima e última temporada. (…) Eles tinham um esboço completo dos seis episódios finais. Na verdade, eles estão trabalhando no último episódio, possivelmente o final mais esperado desde que Hawkeye deixou a Coréia. “Nós sabemos o que acontece em cada cena”, disse Weiss.

(…)

Benioff e Weiss sempre souberam que isso [atraso dos livros] aconteceria. Então, eles se encontraram com o escritor [George R. R. Martin] em 2013, entre as temporadas 2 e 3, para esboçar o que Martin chama de “desenvolvimentos finais”. O resultado, dizem eles, é que livros e série podem coexistir. “Certas coisas que George Martin revelou na reunião irão acontecer na série, mas outras coisas não”, diz Benioff. “E há certas coisas que George ainda não sabia como acabariam, então vamos descobrir só quando ele publicar”.

Sobre os vazamentos do enredo, incluindo informações postadas em fóruns e fotos de bastidores que sempre revelam muito mais do que deveriam:

“Veja como é difícil é proteger a informação nessa era”, diz Benioff. “A CIA não consegue. A NSA não consegue. Que chance temos?”

Nikolaj, que interpreta Jaime Lannister, conta que Benioff e Weiss se tornaram muito mais possessivos sobre a história e o roteiro, conforme a história se distancia dos livros.

Eu acho que eles sentem que a série é verdadeiramente deles agora, e não pode ser adulterada. Senti nesta última temporada que este é o bebê deles: “Apenas diga as palavras como estão escritas e cale a boca”.

Fonte: Game of Thrones br

 

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[SL] Rapha Pinheiro: Visitando Angoulême | Vivendo na França

VIVENDO NA FRANÇA

Último vídeo do quadro Vivendo na França. Não podia deixar de fazer um vídeo sobre a cidade onde aprendi tanto. Foi um prazer inenarrável e até a próxima!

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[SL] Dobradinha Literária| A Menina da Neve – Eowyn Ivey

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Alasca, 1920: Um lugar especialmente difícil para os recém-chegados Jack e Mabel. Sem filhos, eles estão se afastando um do outro cada vez mais – ele, no duro trabalho da fazenda, ela, se perdendo na solidão e no desespero. Em um dos raros momentos juntos durante a primeira nevasca da temporada, eles fazem uma criança de neve. Na manhã seguinte, ela simplesmente desaparece. Jack e Mabel avistam uma menina loira correndo por entre as árvores, mas a criança não é comum. Ela caça com uma raposa-vermelha ao lado e, de alguma forma, consegue sobreviver sozinha no rigoroso inverno do Alasca. Enquanto o casal se esforça para entendê-la – uma criança que poderia ter saído das páginas de um conto de fadas -, eles começam a amá-la como se ela fosse filha deles. No entanto, nesse lugar bonito e sombrio, as coisas raramente são como aparentam ser, e o que aprendem sobre essa misteriosa menina vai transformar a vida de todos eles.

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