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[SG] Rogue Snail encerra sua campanha do Kickstarter ultrapassando o objetivo !

Por: Imprensa

Pouso Alegre, Brasil – 7 de novembro de 2017 –

Ontem, a Rogue Snail concluiu sua campanha do Kickstarter acumulando um total de U$55,185. A campanha, ainda, atingiu o objetivo seguinte: “Asteroid Dungeon”, um modo de jogo de desafio sem fim com placares diários e também por temporadas.

Além disso, a Rogue Snail disponibilizou uma demo do modo multiplayer para seus investidores Alpha imediatamente após o final da campanha, permitindo aos fãs sentir um pouco da jogabilidade durante o desenvolvimento do jogo. Agora, o desenvolvimento aberto do jogo começou, com os desenvolvedores compartilhando o planejamento e criando um mural público no Trello para os seus investidores do Kickstarter.

O público geral pode ter acesso ao jogo imediatamente e participar do desenvolvimento fazendo parte do programa de “Founders”, que funciona como um investimento posterior à campanha. Jogadores ainda podem apoiar o desenvolvimento e se juntar à comunidade do Kickstarter.

O programa “Founders” está disponível no site do jogo: www.relichunters.com.br

Descrição do jogo:

Relic Hunters Legend é um jogo de tiro com versão isométrica, que utiliza os dois analógicos do controle, com modo multiplayer cooperativo online, uma inovadora mistura de arte 2D e 3D e os personagens já conhecidos de Relic Hunters Zero. A Rogue Snail está preparando o lançamento da versão Beta do jogo para o final de 2018, com o Early Access esperado para 2019.

 

 

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[SG] Última semana para ajudar o Relic Hunters Legend no Kickstarter

Po: Imprensa
Todos que ajudarem receberão a skin Spooky Jimmy; A demo do jogo será dada a todos que contribuírem como Alpha Backers

Pouso Alegre, Brasil – Para comemorar o Halloween e a última semana da campanha do Kickstarter de Relic Hunters Legend, a Rogue Snail está dando para todos que contribuírem uma skin exclusiva de Spooky Jimmy. E, ainda, todos que contribuírem com a quantia de Alpha Hunter ou quantia maior, receberão uma demo da versão multiplayer do jogo ao final da campanha.

Relic Hunters Legend está com quase 90% do financiamento do Kickstarter completo e faltam apenas 4 dias para terminar o prazo para coletarmos U$50.000. A Rogue Snail está oferecendo aos jogadores a oportunidade de jogar o mais cedo possível quando o game entrar em Early Access, em 2018. Ajudando o projeto agora, os jogadores poderão participar do desenvolvimento e também ganhar itens exclusivos que estarão disponíveis quando o jogo for lançado, em 2019.

Sendo transparentes com a monetização de todo o processo, o criador do jogo, Marcos Venturelli, lançou um manifesto que enfatiza que Relic Hunters Legend nunca terá Pay-Wall ou Pay-to-Win.

Recursos do jogo:

  • Modo história completo com mais conteúdo sendo lançado no formato de Temporadas;
  • Combate avançado de shooters “top-down”, com múltiplos personagens, habilidades, inteligência artificial avançada e ambientes 3D com verticalidade;
  • Multiplayer online cooperativo para até 4 jogadores. Jogue sozinho, com seus amigos ou com outros Hunters!
  • Sem caixas de loot para você comprar os itens que quiser sem medo de recebê-los de forma aleatória;
  • Explore ambientes gerados dinamicamente e descubra tesouros secretos em cada um deles;
  • Dungeons desenhadas à mão trazem muito desafio para grupos coordenados de até 4 jogadores;
  • Profundos sistemas de RPG e sistema de combo que permitem diferentes habilidades, liberando poderosos efeitos elementais. Sistema de amizade, que desbloqueia missões no modo história para seus personagens favoritos. E, sistema de comida, que dá bônus diários para personagens específicos;
  • Otimizado para PC com resolução 4K nativa, frame rate desbloqueado e suporte à proporção 21:9;

Relic Hunters Legend é um jogo de tiro com visão isométrica para ser jogado com dois analógicos, multiplayer cooperativo online, uma inovadora arte que mescla 2D e 3D e repleto de personagens de Relic Hunters Zero. A campanha do Kickstarter acaba no domingo, dia 5 de novembro, às 12h40. Para mais detalhes, você pode acessar a nossa página do Kickstarter em:

www.relichunters.com.br/kickstarter

Sobre a Rogue Snail:

Fundada pelo game designer Marcos Venturelli, a Rogue Snail é um coletivo independente com múltiplos colaboradores ao redor do mundo (como o artista Betu Souza, que também é sócio da Behold Studios, e o compositor Raphael Müller, que fez som e trilha para diversos jogos nacionais). Com jogos como Chroma Squad, Dungeonland, Star Vikings Forever e Relic Hunters Zero no currículo, Marcos está transformando a Rogue Snail em um dos mais conhecidos e respeitados estúdios independentes do país. Para mais informações, visite www.roguesnail.com.

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[SL] Rapha Pinheiro: Perspectiva de 1 Ponto de Fuga | Escrevendo Quadrinhos

Hoje começamos a desenhar perspectiva. O vídeo é dividido em duas partes, uma onde eu desenho passo a passo e outra onde eu mostro as diferentes aplicações da técnica num software 3d.

Eu tentei ser o mais breve possível mas tem muita coisa pra ser falada sobre o assunto. Essa série vai ser longa…

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

Meu Site:
https://www.raphapinheiro.com/
Facebook:
https://www.facebook.com/raphacpinhei…
Instagram:
@RaphaCPinheiro
Twitter:
@RaphaCPinheiro

Aquele abraço!

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[SC] Guardiões da Galáxia – Vol. 2 é um filme família

Guardiões da Galáxia possui CINCO cenas pós-crédito!

Pronto, tirada a informação-spoiler que todos os sites já compartilharam, agora é dar algumas impressões sobre o filme.

A primeira história contada sobre esse grupo foi de reunião e como um bando de desajustados viria a salvar a galáxia. O volume dois apresenta uma família, isso é dito no trailer, e é exatamente o que Senhor das Estrelas, Gamorra, Drax, Rocket Racoon e Baby Groot serão durante todo o filme, uma família disfuncional que funciona justo por equilibrar seus defeitos e qualidades.Aliás, não é a toa que muitas das participações especiais no filme possuem uma ligação profunda com os personagens principais. Nisso, até a trilha sonora ajuda! (spoiler evitado)

Se alguém sentir saudade do tipo de humor que o diretor, roteirista, maquiador, músico e menino que levava as pizzas ao set, James Gunn, levou ao gênero de super heróis no cinema, ele está de volta! Para isso, Dave Batista como Drax proporcionam ótimas risadas com a sinceridade do personagem. Sentiu saudade da psicodelia espacial? Ela está de volta! Sentiu saudade da trilha sonora? Ela agora terá 300 músicas! Sentiu saudades das referências, Capitão? Então se prepare, pois elas estão em todo lugar! O único problema disso é serem de uma época bem específica, fazendo que algumas das referências se percam para o público bem mais jovem, afinal, Peter Quill, elas são todas de 1980 para trás.
Agora, muita gente já sabe que o Stalone está no filme, já confirmaram a Miley Cyrus, porém, há algumas participações que (alerta de spoiler), enfim, até o cameo do Stan Lee é de tirar o fôlego!

Agora, preparem lenços de papel, porque não é só de humor que este filme sobrevive!

Guardiões da Galáxia – Volume 2 é um filme recomendadíssimo se você é fã do grupo, se você não é fã do grupo!

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #04 Storyboard | Escrevendo Quadrinhos

Olá amigos do Spherageek! No quarto passo para fazer quadrinhos, conversamos sobre a montagem das páginas.
Essa é a parte mais desafiadora, a parte que vai exigir mais da sua capacidade de trabalhar com arte sequencial. Espero poder ajudar a desbravar essa etapa e enriquecer seu processo.
Nesse vídeo eu uso imagens do storyboard do meu quadrinho Salto que está em desenvolvimento para ilustrar alguns dos pontos.

 

 

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

Meu Site:
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[SC] As 05 melhores despedidas do cinema (prepare as lágrimas)

É muita emoção para um post só! Olá amigos do Sphera eu sou o Cuca Fresca e a pedido da nossa amiga Arita fiz um post mais sensível…kkk para mexer com o coração de vocês.

Elegi as seis melhores despedidas do cinema. São filmes de gosto geral, com mais apelo ao público feminino. Então vamos lá!! Não me culpem pelas lágrimas.

  1. Marley e Eu – a morte de Marley

2. A despedida entre ET e Elliot, em ET – o extraterrestre, em que o primeiro diz “Vem” e o segundo diz “Fica”

 

3. Despedida de Rosie e Alex – Simplesmente Acontece

4. Lou se despede de Will | Como Eu Era Antes de Você

5. Ghost do outro lado da vida | Sam e Molly

 

Quer se comunicar comigo? Deixa um alô aqui nos recadinhos ok? Abraços..
Cuca Fresca

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[SC] NETFLIX – Os treze porquês [Thirteen reasons why] | #NãoSejaUmPorquê

Os treze porquês [Thirteen reasons why], lançamento recente da Netflix, traz assuntos importantes como bullying, depressão, machismo e suicídio. Sem dúvidas é uma série para ser discutida.
Esse vídeo não contém spoiler.
#NãoSejaUmPorquê

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[SC] Lista de 5 animes para iniciantes

Fui incumbido com a tarefa de escolher 5 séries de anime para quem está começando a apreciar esse formato de animação tão distinto. Escolhi aqueles que talvez tenham ajudado mais a moldar minhas preferências e não necessariamente meus animes favoritos. (Dei uma pequena trapaceada na lista, mas vocês não se importam né?)

 

1 – Dragon Ball

Uma das escolhas mais óbvias está aqui porque é divertido e fácil de acompanhar. Gosto mais da primeira fase da história, focada na busca pelas esferas. É muito mais uma aventura com algumas lutas e várias situações cômicas. Goku criança é muito fofinho e tem o vilão mais estiloso de todos os tempos, Tao Pai Pai. A fase “Z” vai se concentrar nas lutas titânicas e devastadoras e para mim só vale a pena até o encerramento da saga do Cell. Dragon Ball Super? Ugh!

(Se você gostar de Dragon Ball, provavelmente gostará também de Yu Yu Hakusho)

 

2 – Clannad

A primeira temporada é pouco mais do que um draminha escolar com um menino protagonista numa situação de harém. Foi um dos primeiros animes desse gênero que acompanhei, os personagens são cativantes e a história é divertida e melancólica na mesma proporção.

É a segunda temporada que vai fazer você se recordar desse anime. O garoto escolheu a garota e terminou a vida escolar. E agora? Bem, agora vamos ver o casal entrando na vida adulta, passando por fases boas e algumas tragédias. Os personagens secundários fazem algumas participações e também é mostrado como estão se virando com suas vidas. Se você não tiver um coração de pedra, é garantido que vai chorar em algum momento.

(Se você gostar de Clannad, é provável que também vai gostar de Honey and Clover)

 

3 – Fullmetal Alchemist: Brotherhood

A história se passa num mundo governado pela influência do poder da alquimia, que pouco tem a ver com o conceito de alquimia que conhecemos no nosso mundo real. Nesse universo os alquimistas são capazes de feitos e proezas quase divinas. Acompanhamos os irmãos Elric numa jornada de redenção que toma proporções épicas.

Desenvolvimento dos personagens, visual, profundidade de enredo, ritmo da narrativa, praticamente tudo nessa animação é excelente. Também conta com sequências de ação muito bem feitas. No meu coração ele divide lugar com apenas mais uma série no topo.

Existe uma versão mais antiga, que até que é legal em alguns pontos, mas é bem chata e confusa numa grande parte dela.

(Se você gostou de Fullmetal Alchemist: Brotherhood, talvez goste também de Code Geass)

 

4- Parasyte (Kiseiju)

Shinichi é um adolescente japonês comum que vê sua vida virar do avesso depois de ter seu braço direito substituído por uma forma de parasita alienígena inteligente.

Parasyte é um anime muito interessante por tratar  de questões morais, filosóficas e até ecológicas com uma narrativa bastante versátil. A animação consegue equilibrar momentos de tensão e seriedade com outros de leveza e divertimento. É muito satisfatório acompanhar a evolução da relação entre o protagonista e o alienígena que divide o corpo com ele, carinhosamente apelidado de Migi.

(Se você gostar de Parasyte, talvez acabe gostando também de Ajin)

 

5 – Cowboy Bebop

Lembra quando eu falei sobre um determinado anime que dividia meu coração com Fullmetal Alchemist? Cowboy Bebop foi uma das primeiras séries que conheci no período inicial da popularização dos animes pela internet.

O enredo acompanha um grupo de caçadores de recompensa tentando se virar num universo futurista onde a humanidade já possui uma tecnologia avançada o suficiente para explorar o espaço. A animação mistura elementos sci-fi e noir, e também usa várias referencias cinematográficas e musicais da cultura pop. Todos os personagens da tripulação têm uma vida pregressa da qual estão tentando escapar.
Cowboy Bebop é estiloso e muito bem feito, da trilha sonora até a qualidade visual da animação, que oferece cenas de ação e pancadaria muito boas.

(Se gostar de Cowboy Bebop, provavelmente vai gostar de Samurai Champloo)

 

É isso gente, tentei diversificar o melhor que pude dentro do meu gosto para animes, pois é importante lembrar que a produção é MUITO diversificada. Deixei bastante coisa importante de fora, infelizmente.

Não existe essa coisa de “não gosto de animes”, é apenas uma questão de não perder tempo com coisas que não lhe agradam totalmente. Seu gosto pode evoluir com o tempo, ou você pode muito bem curtir o mesmo nicho para todo o sempre.

Abraços,

Nelson.

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[SE] Festival Internacional de BD de Angoulême – Minhas Impressões por Denis Mello

Minhas impressões sobre o evento que movimentou a cidade de Angoulême, na França,  entre 26 e 29 de Janeiro

por Denis Mello

Sempre ouvi falar, no Brasil, sobre o Festival Internacional de BD de Angoulême, considerado o maior evento de história em quadrinhos da Europa e onde são anunciados os vencedores da maior premiação da área. Mas muito pouco sabia além disso… Até estar presente na última edição, a 44º do evento. Aos desavisados: BD ou bande desinée, que numa tradução literal seria “banda desenhada” é como eles chamam as histórias em quadrinhos por aqui.

Infelizmente perdi o primeiro dia do evento principal pois, para o meu azar, fui agendado para resolver questões de imigração em outra cidade justamente nesse dia e cheguei tarde demais, mas já pude sentir o clima incrível que toma conta de toda a cidade no período de realização da convenção! Angoulême é uma cidade pequena de arquitetura medieval, com cerca de 44.000 habitantes. Já estou aqui a quase dois meses, e posso afirmar que é bem monótona no restante do ano. Linda, porém sem muito pra se fazer. Claro, se você é um fã de quadrinhos, a cidade tem atrativos como o Museu da Banda Desenhada, a estátua de Corto Maltese, personagem que estampa diversos bares  e ônibus por aqui, diversas outras homenagens a autores ou personagens de BD, grafites enormes e lindos em algumas laterais de prédios, mas se você é um turista, em 1 dia você consegue ver tudo o que tem pra ser ver. Entretanto, o Festival mobiliza toda a cidade, desde os comércios até a vida da população em geral. Nesse sentido, o único lugar em que vi algo parecido foi na FLIP em Paraty!

Um detalhe muito importante é que o Festival é focado APENAS em histórias em quadrinhos! Ele acontece em diversos pavilhões espalhados pela cidade. São eles:

-Le Monde des Bulles (esse é dividido em dois): É basicamente aonde estão as grandes editoras, vendendo seus livros e fazendo as seções de autógrafos de seus autores.

-Espace Para BD: Um pavilhão com stands que vendem materiais relacionados a HQ, como quadros, prints, camisetas, estatuetas, canecas entre outros, além de stands de sebos e livrarias menores, onde é possível encontrar materiais publicados a mais tempo e que estão fora do catálogo das editoras atualmente.

-Marché de Droits et Licenses: Basicamente um galpão para tratar sobre direitos de publicação e licenciamento, onde várias editoras e outras empresas fazem contatos e avaliações, mas era um pavilhão de acesso reservado apenas para quem tinha a credencial de profissional, falarei sobre isso adiante.

-Espace BD Alternative / Le Nouveau Monde: O maior pavilhão do evento, que na verdade é a junção de dois. Nele encontramos stands de editoras menores, coletivos, artistas independente e de estrangeiros.

O evento é fantástico, mas vou começar falando sobre o que me decepcionou um pouco: Eu não soube antes sobre a existência de espaços reservados para artistas credenciados, estava tranquilo com meu passe livre para os 4 dias cedido pela ÉESI, escola na qual estou estudando por aqui. Como perdi o primeiro dia do evento, quando tomei ciência já era tarde pra correr atrás dessa credencial (aparentemente deveria apresentar na prefeitura alguma publicação, Beladona serviria pra isso), então não pude frequentar os espaços onde os editores estariam mais acessíveis e confesso que foi bem frustrante, pois por mais que eu quisesse curtir o festival como um todo, havia me preparado de várias formas para reservar um tempo para fazer contatos e apresentar meus projetos. O networking fora dali era difícil, até mesmo na “nigth” existia uma estrutura temporária de acesso restrito a profissionais que era mais frequentada pelas pessoas já inseridas no mercado, ou seja, mesmo a sorte de esbarrar com alguém no bar certo foi por água abaixo. No pavilhão principal, consegui com muito custo apresentar meu trabalho para um editor que fez uma sessão de avaliação improvisada no chão de um dos corredores, mas no geral quando você falava com alguém nos stands eles diziam que o editor não estava ou não atenderia ninguém ali.

Mas passada a parte chata, vamos ao que interessa: O Festival é gigante e incrível! Nesse pavilhão das editoras grandes, é possível ver como o povo aqui consome quadrinhos, pois todos os stands estavam sempre lotados com muita gente comprando livros e pegando filas enormes para conseguir seus autógrafos (aliás, vale a nota de que as HQs americanas de super-heróis realmente não são o gosto da galera por aqui. No stand da Panini a fila de autógrafos com Chris Claremont era pequenina). Todos os stands tinham seu próprio espaço para autógrafo, colocando cinco ou mais artistas de uma vez (a Delcourt deveria ter uns 15 de uma vez, sem exagero) e, mesmo com todas essas dezenas de seções rolando paralelamente, todas as filas eram cheias ou lotadas. Além disso, fiz um pente fino de estudo do que é publicado por aqui (não comprei nada porque né… To vivendo aqui com dinheiro contadíssimo) e fiquei assombrado com o alto nível dos artistas. As editoras grandes não brincam em serviço, são extremamente criteriosas e mesmo assim é possível encontrar uma vastidão de artistas, todos num nível muito alto. Definitivamente, o mercado editorial por aqui não é para amadores.

No stand de artistas e editoras independentes, um deslumbre visual, desde a concepção do espaço até a pluralidade de publicações em diferentes formatos e estilos. Também bastante lotado, pelo que pude levantar de informação em algumas conversas, o pessoal indie vendeu muito bem por aqui. Sempre que estive no pavilhão ele estava um verdadeiro formigueiro! Nem todos os stands sempre lotados, mas com bastante circulação de pessoas. Quanto ao nível de publicação, posso garantir que, em nível de cenário independente, o abismo não é tão grande (digo como um todo, porque temos muitos artistas num nível já próximo ou superior a muito do que vi, mas a ponto de encher um pavilhão ou artists alley inteiro, a qualidade ainda varia muito em comparação) e se mantivermos a curva de evolução dos últimos anos, chegaremos num lugar bem legal a nível de qualidade, porém cabe aos artistas nacionais terem a gana de evoluir sempre e não se acomodar. Nesse pavilhão vi e conheci gente do mundo todo, aliás no segundo dia do festival um camarada da Dinamarca deu a excelente dica de chegar um pouco antes do fechamento e permanecer por ali, e foi incrível: Vários dos stands de artistas de fora da França recolheram seus quadrinhos e serviram bebidas e comidas típicas! México e Chile representaram de uma maneira muito legal o povo latino americano, alemães ofereceram sanduíches de línguiça e chopp, suecos e escandinavos bebidas quentes e deliciosas, entre outras coisas muito bacanas!

Agora vou dar uma palavrinha sobre um ponto fortíssimo do festival na minha humilde opinião: As exposições! Em diversos espaços espalhados pela cidade era possível encontrar exposições incríveis da programação oficial do festival, e em diversos espaços alternativos como cafés, bares e pequenas galerias de arte, exposições paralelas. Vou falar sobre o que me tocou mais: as oficiais. Eram cerca de 15 exposições, todas elas muito bem organizadas e com um volume grande de material original dos autores. Destaco a seguir as 4 que mais mexeram comigo: Will Eisner, ídolo supremo, numa exposição que está sendo considerada a maior de sua obra até hoje e que felizmente vou ter a felicidade de visitar diversas vezes pois ela ficará por aqui até Outubro, Kazuo Kamimura, um mangaka extraordinário com um trabalho lindo e sensível que me cativou demais, Hermann, um artista de altíssimo nível, que concorreu por décadas com o próprio Moebius e que também foi bem impactante pra mim a nível pessoal e por fim, Alex Alice e seu magnífico Le Château des Étoiles, uma ficção steampunk de encher os olhos… Sério, me faltam palavras pra definir a dimensão do trabalho desse homem (ao menos nos originais, não peguei um livro na mão).

Posso afirmar com certeza absoluta que não dá pra ser o mesmo depois disso. Eu, como um artista que está buscando especificamente aprimoramento, alcançar um novo patamar pro meu trabalho e subir degraus de qualidade, ter contato com a produção de altíssimo nível das publicações e poder apreciar exposições dessa grandeza foi sensacional… Isso mexeu comigo e me fez ter certeza de que tenho muito arroz e feijão pra comer ainda, mas ao mesmo tempo me deixou faminto e empolgado para correr atrás desse crescimento. Não posso prever o quanto meu trabalho vai melhorar, mas que com certeza me deu outra dimensão de como é importante dar o seu melhor sempre, isso deu. Outra certeza: na produção de BD aqui não cabe preguiça! Dá pra sentir na pele e se arrepiar ao constatar como essa galera ralou para chegar nesse nível, o esmero e suor de cada página. Acho que para muitos artistas do Brasil ainda falta isso, por diversos motivos. Um deles é que quase todo mundo tem que trabalhar com outras mil coisas para garantir o sustento e faz quadrinhos quando pode. Mas seria importante, para quem quer realmente ajudar a construir um mercado mais forte e de alto nível, tomar a consciência de importância de buscar o autoaprimoramento e fazer sacrifícios ainda maiores do que o que todos nós já fazemos. O nosso potencial é gigantesco, temos muito desafios ainda, como o crescimento de publico consumidor e distribuição. Aliás, uma coisa que chamo a atenção é: Na minha avaliação a formatação de mercado daqui dificilmente caberia no Brasil, acho que uma cena independente forte como a que temos, se conscientizando cada vez mais e fortalecendo a relação direta entre público e autor pode ser uma alternativa muito mais interessante, visto que o funcionamento da relação autor/editora/distribuição/livraria no Brasil dificilmente vai ajudá-lo a tirar seu sustento principal.

Por último, vale destacar como as ruas da cidade continuaram super legais depois do fechamento dos pavilhões: Diversos bares e restaurantes, alguns espaços alternativos com festas, enfim, uma vida noturna totalmente atípica pros padrões daqui. Um colega comentou em um soirée (é como eles chamam as festas aqui) que por 3 ou 4 dias ele parecia estar de volta a Paris. Eu particularmente marquei ponto no Spin-Off, um lugar mais underground e cheio de estudantes e alguns artistas indie, onde a cerveja custava um valor que eu finalmente pude pagar, mas confesso que o som por aqui é bem diferente do que costumo curtir, muito eletrônico pro meu gosto, mas deu pra matar a saudade de mexer um pouco o esqueleto e trocar bastante ideia com gente bem diferente. Na noite de domingo as ruas já estavam vazias, os bares fechados e a cidade voltava ao seu estado de apatia tradicional… Felizmente o Spin-Off ainda teve sua saideira.

Não sei se voltaria pro evento alugando stand e tudo o mais, pois imprimir algo pra cá, aluguel do stand, estadia e passagens seriam um custo que eu dificilmente conseguiria cobrir. Os únicos brasileiros que vi em stands foram o Marcelo Quintanilha e a Cynthia Bonacossa, que publicam por editoras do pavilhão alternativo. Mas a experiência de estar no Festival de Angoulême é sem duvida algo que vai ficar marcado. Ainda temos muito chão pela frente, mas se cada um fizer a sua parte com convicção e dando o máximo, vamos encontrar nosso lugar ao sol. Certeza!

OBS: Desculpem pela ausência de fotos. Sou péssimo nisso e acabo vivendo as coisas sem esquentar pra tirar foto, guardo tudo na memória e no coração, o que não ajuda muito na hora de fazer uma postagem dessas né?!

O meu camarada Rapha Pinheiro, que também está estudando por aqui fez um vídeo legal com as impressões dele sobre o Festival:

Ele também não colocou imagens do Festival, mas gravou alguns vídeos durante o Festival que em breve devem pintar no canal dele, apresentando os pavilhões e mais algumas outras coisas bem legais.

 

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[SG] A Maravilhosa Mente de Jack: A Evolução Em Uma Casaca de Noz – Spore

Olá,

Para você que não me conhece, eu sou o Jack e sim! Sou viciado em games. O jogo que irei analisar hoje é o conhecido Spore. Desenvolvido pela Maxis Studios e distribuído pela EA Eletronics, foi lançado em 2008. É um jogo que simula a evolução de uma espécie e a sua interação  com o seu meio.

Vamos ao enredo:

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Como era de se esperar, não existe um enredo propriamente dito, visto que quem cria a história é você. O máximo que temos no jogo é um motivo para que haja vida no planeta que você escolheu. Quando o jogo se inicia, você precisa escolher um planeta. Nele vai cair um meteoro que abriga microbactérias. Só então o jogo começa.

Spore é baseado na teoria Darwinista sobre a evolução dos seres. Logo, você começa como uma simples célula e posteriormente se torna uma civilização. O jogo contém 5 fases de “evolução”.

A 1ª fase é a celular (com um gameplay inspirado em pac-man): nessa fase você é a mais simples criatura em um enorme mundo (poético, não?) nesse momento, você cria sua célula e define se ela é carnívora, herbívora ou onívora. As características que você define na fase celular vão acompanhar você pelas fases posteriores. Por exemplo: Se você coloca espinhos como forma de defesa para sua criatura, ela terá espinhos até a sua ultima fase. Toda fase de evolução tem uma barra que indica o quanto você precisa comer outra células (no sentido gastronômico), até sua barra de evolução atingir o máximo (isso se mantém nas outras fases). Ao evoluir, a sua célula passa para a fase “Criatura”.

A 2ª fase (criatura) tem um gameplay em mundo aberto, estilo MMORPG. Nele você não simplesmente come e cresce como era na fase celular. Você também pode interagir com outras criaturas, porém pode ser de forma boa ou ruim. Isso será definido pelo seu modo de jogo. SporeMeio
Exemplo: Se você for carnívoro, provavelmente não conseguirá ser tão amigável com outras espécies, podendo gerar inimigos que te acompanharão pelo resto do gameplay. Já se você for herbívoro, as chances de fazer amizade com outras espécies é maior, essas que serão seus aliados pelo resto do game. Tudo nessa fase pode influenciar o gameplay. Você pode criar inimigos pela vida toda, extinguir vilas, conseguir aliados leais… A gama de possibilidades é quase infinita. Nesse modo temos 2 tipos de criaturas “especiais”. Os Épicos e os Ladrões. Os épicos são monstros gigantes com HP enorme e difíceis de matar, já os ladrões, aparecem para matar você, nada mais. Ao final dessa fase, que é bem demorada, você evolui para a fase tribal. No decorrer dela, você precisa aumentar sua tribo, seja com semelhantes seus (reproduzindo com uma dança do acasalamento), ou agregando novas criaturas a seu bando.
A fase tribal adquire um gameplay similar a Age Of Empires. O jogo muda de MMORPG para RTS. Você precisa basicamente evoluir, construir suas coisas e como Darwin dizia, adaptar-se para perpetuar sua espécie.
Após isso, evolui para a fase da Civilização.

Essa fase adquire um gameplay semelhante a SimCity, administrando uma cidade e fazendo-a evoluir. Você pode controlar a cidade de 2 formas. Se você for agressivo (carnívoro) o controle será militar, se você for mais sociável (herbívoro) o controle será por meio da religião. Após esse estágio, você alcança o ultimo estágio, o espacial.
O jogo basicamente se torna de exploração espacial, você pode visitar planetas e até mesmo abduzir espécies para ajudar a sua raça.

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Os gráficos de Spore são cartunizados, o que torna o jogo extremamente bonito até os dias de hoje. A ambientação é muito boa, mesmo variando de planeta para planeta.  A trilha sonora também é muito boa, dando uma ótima imersão, principalmente na fase espacial.
Spore é um ótimo jogo para Gamers Casuais, ou até mesmo para ser jogado de forma didática em escolas, despertando interesse em evolução nos alunos, que provavelmente não teriam esse tipo de interesse só assistindo aulas.
Eu daria a Spore a nota de 4.2, por ele poder ser usado de forma didática, fazendo com que as pessoas se interessem pela ciência.

Enfim, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre o jogo.
Criticas, dúvidas, correções e até mesmo sugestões você pode enviar para meu e-mail:
jackspherageek@gmail.com

Um abraço e vida longa e prospera,
Jack

 

 

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[SC] Triplo X – Reativado

Olá,

A saga de filmes Triplo X está de volta as telonas e com ela o ator Vin Diesel no papel de Xander Cage, a franquia. A história se passa 11 anos após o segundo filme e Xander em seu exílio se encontra novamente obrigado a entrar na equipe triplo x para recuperar uma arma letal com o codinome Caixa de Pandora. Xander tem que reunir uma equipe tão louca por emoção quanto ele, para ir atrás do grupo que roubou a arma e combater uma conspiração com os mais altos níveis governamentais do mundo.

Com o terceiro filme, Vin Diesel retorna para salvar a franquia que não foi muito bem sucedida no último filme em que ele não estrelou tendo como substituto o ator Ice Cube. O mesmo aconteceu com a franquia Velozes e Furiosos 2 e 3 em que não participou também. O filme conta com o retorno de atores conhecidos como Samuel L. Jackson, no papel de Gibson, que retorna mais uma vez a franquia, Donnie Yen ( o Grande Mestre e Rogue One ) e Toni Collette ( O Sexto Sentido ) ao seu elenco, além de vários outros atores e atrizes em crescimento e até uma participação especial do jogador de futebol Neymar dirigido por D.J. Caruso ( Eu sou o Número Quatro ). O filme conta com grandes cenas de ação com muitas explosões e acrobacias em esportes radicais para animar o público, mas claro que com Donnie Yen no elenco não poderia ficar de fora as grandes cenas de lutas protagonizadas pelo ator. O filme, apesar do seu enredo cliché, cumpre com o seu papel trazendo aquilo o que o público esperar ver: muita ação, esportes radicais e um pouco de comédia para divertir a todos.

Renaldo Freitas (Kaká)

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[SC] A Chegada

Quando misteriosas naves espaciais aterrissam em todo o mundo, uma equipe de elite – liderada pela linguista Louise Banks – é reunida para investigar. Enquanto a humanidade hesita à beira de uma guerra mundial, Banks e sua equipe correm contra o tempo em busca de respostas – e para encontrá-las, ela terá de se arriscar colocando em perigo a própria vida e, muito possivelmente, a do resto da humanidade.

Baseado no conto “The Story Of Your Life”, de Ted Chiang, o filme segue a batuta do diretor Denis Villeneuve (Os SuspeitosSicário – Terra de Ninguém) que trabalha toda uma esfera de suspense (mesmo o filme sendo classificado como ficção científica, o que gera uma curiosidade a mais e nos dá um gostinho de quero mais). A direção do longa deixa bem claro que a história do filme traz uma interação social entre humanos e extraterrestres e sobre como poderíamos lidar com esta situação.

Vários conceitos de filmes de ficção científica são empregados no filme como desdobramentos de tempo, viagens espaciais, contato com outra uma espécie, conceitos sobre a gravidade lembrando filmes como por exemplo Interstellar e Contato.

No elenco temos grandes celebridades como Amy Adams (Dra. Louise Banks),  Jeremy Renner (matemático Ian Donnelly) e o ator Forest Whitaker (Coronel Weber).   A história parece ser bem confusa e misteriosa com várias hipóteses sendo criadas pelo público até o clímax no final, aonde todas aquelas pontas soltas que vimos durante o decorrer da história terminam bem amarradas, gerando im “grand finale” ao filme.

A Chegada tem um impacto certo junto ao grande público com uma fotografia primorosa de Bradford Young (O Ano Mais Violento) e Jóhann Jóhannsson, um ambiente certo para deixar o público tenso e curioso do começo ao fim.