[SC] Rogue One ou Uma História de Saudade

 

Fala Spheraiada do meu Brasil! Olha nóis aí outra vez!

Hoje viemos falar de um filme icônico: Rogue OneUma História Star Wars! Mas ATENÇÃO, pode conter um spoiler ou outro na análise.

Confesso não ser aquele fã mais dedicado da série. Ainda mais por não participar da “crise infinita na guerra do Sci-Fi” Star Wars x Star Trek. Gosto tanto de uma franquia quanto da outra. Mas qual a causa, motivo, razão ou circunstância?! Simples: gosto de apreciar as boas obras.

Porém, desde que os Estúdios do Ratinho Orelhudo comprou a franquia eu fiquei um tanto quanto preocupado de tudo caminhar para o precipício. Dei o braço a torcer e lá fui eu assistir o episódio VII. Sinceramente, gostei do filme. Não se descabele, meu querido leitor, lembre que sou fã moderado da franquia. E como tal, vim falar de Rogue One.

Eu, meu chefinho Thiago Simão e o professor Charles “Xavier” de Freitas fomos ao Cine Odeon no Centro do Rio de Janeiro para assistir e fazer o unboxing da promoção #MeuPodcasterSecreto, onde vários de nós, podcasters amantes da literatura, resolvemos fazer um mega amigo secreto. Foi muito divertido e você pode conferir o link clicando aqui. Lembrando que o Cine Odeon é um dos mais antigos cinemas de rua do Rio de Janeiro ainda em atividade, pois a grande maioria foi desativada ou virou templo religioso.

O filme Rogue One tem um misto de saudosismo e apresentação de personagens. Este belo Spin-Off, dirigido por Gareth Edwards esteve livre para explorar uma parte maior do universo da franquia, deixando o fã conhecer novas partes do universo, ver novas criatura com a bênção da tecnologia gráfica e ver até novos troopers – que acertam os alvos!

A história é bem fechada em si mesma, mas contamos com alguns medalhões como Darth Vader, C3PO, R2D2 e a nossa saudosa Princesa Leia. Cada aparição foi meticulosamente calculada para que nenhum excesso fosse cometido. Foi incrível. Foi uma bela interconexão com o Episódio IV, até porque, todos sabem que esse filme foi feito para preencher essa lacuna de “como achamos a planta da Estrela da Morte”.

Sinceramente, apesar da Força estar sempre presente e atuante, no desenrolar do filme, acabou que não sentimos falta de ter Cavaleiros Jedi e lutas com sabres de luz por aí. Foi muito bem dosada esta questão e, pasmem, no final acontece uma baita emenda entre o Spin-Off e o Cânone. Porém, essa é só uma parte do final. A outra parte eu sinceramente não curti. Tudo bem, curti. Foi necessário que acontecesse pois justamente não teria como se desenvolver tantas histórias paralelas assim.

Minha nota é 6,8/7. Querendo muito dar 7, mas tem uns vacilos e barrigas no roteiro. Mas, a palavra final é: assitam!