Sphera Games #08 – Lendas Não Queimam Vilas: The Elder Scroll V – Skyrim

Olá, para você que não me conhece eu sou o Jack e sim!!  Sou viciado em games.
Hoje irei dar dicas sobre o jogo da franquia The Elder Scrolls – Skyrim, lançado pela poderosa Bethesda (mesma criadora de Fallout) no dia 11 de novembro de 2011. É um jogo de estilo RPG, fantasia e aventura.
Então empunhe sua espada, prepare seu arco e cuidado para não levar uma flechada no joelho!
Vamos ao jogo.

A história de Skyrim é ambientada no continente que nomeia o jogo e se inicia passandos 200 anos após os acontecimentos de Oblivion. Nesse tempo, o High King de Skyrim é assassinado por Ulfric Stormcloack. Logo, uma guerra civil seria iminente.
O atual governo de Skyrim não deixaria que tal audacioso ato ficasse impune.

De um lado temos os Stormcloacks (que segue a ideologia nórdica de Ulfric) e do outro temos os Imperiais. Ocorreram também um encontro com guildas diversas durante o game, mas isso será esclarecido no decorrer da resenha.
E é neste rico universo que nosso personagem é apresentado como um prisioneiro capturado pela Legião Imperial por ter tentado fugir do continente de Skyrim. Nesse momento, você é introduzido a escolha opcional dessas duas facções, já que junto com você é aprisionado Ulfric.

Questionado sobre a possibilidade do dragão ser “A lenda” que ouviram falar quando crianças, Ulfric responde: “Lendas não queimam vilarejos!”.

Quando chega sua vez de ser executado, surge um imenso dragão chamado Alduin (o Devorador De Mundos), que tecnicamente salva seu personagem. Mas tarde temos a revelação que nosso personagem é Dovahkiin (Dragonborn em inglês)e possui o único dever de impedir Alduin.

Um Dragonbrorn tem a habilidade de falar o Thu’um ou Língua Dos Dragões. Essas línguas ao serem pronunciadas desencadeiam poderosos ataques/poderes. Durante o gameplay, você lidará com diversas questões éticas e morais envolvendo essas duas facções e até mesmo envolvendo criaturas do jogo (não irei dar spoilers, mas é uma passagem incrível do jogo).

Nessa questão de múltipla escolha, que vemos logo no inicio do jogo para customizar seu personagem, você terá a opção de 10 raças (que serão melhor explicadas durante esta resenha) e cada uma gera diálogos próprios.
Skyrim tem uma quantidade ABSURDA de histórias e mini histórias dentro deles. Até as side quests mais superficiais tem uma
história (acho que só The Witcher 3 tem mais conteúdo e gera mais horas de gameplay e pode durar de 7 a 10 horas na Main Quest).

Mas, como diria Jack o Estripador vamos por partes.
O Sistema de Customização de personagens é um mar de rosas com espinhos. Mas por quê? Simples! Existem raças variadas para a sua personagem e cada uma com uma vantagem e uma desvantagem. O sistema em sua aparência é uma droga. É como um Fallout, se você for homem, não consegue fazer um personagem igual você, não dá!! (isso não se aplica as personagens femininas, que são todas lindas).

Se você conseguir tornar-se um Skyrim terei péssimas noticias para lhe dar.
Já adianto as dicas do jogo, a dificuldade em Skyrim não é alta. Se você está tendo dificuldades é porquê você está investindo errado em seu personagem. Por exemplo, eu escolhi a raça Nórdica e fiz um personagem parecido com Conan, o bárbaro. Nórdicos tem
tendências a serem guerreiros, logo, por que raios você vai fazer um nórdico e investir em magia? Não faz muito sentido.
É como pegar um High Elf e investir em brutalidade.

Os gráficos de Skyrim são belíssimos para os padrões de sua época e até hoje se jogado em um PC mantém sua beleza clássica.
A jogabilidade varia da 1º a 3º pessoa, e como todo jogo da Bethesda, a movimentação em 3º pessoa é esteticamente mais feia, porém com nada que comprometa seriamente seu gameplay.

A trilha sonora é incrível! Desde a música da tela inicial, até as que tocam no jogo são de tirar o folego. As melhores
músicas da trilha de Skyrim são sem dúvidas as que tocam nas tavernas. Se você nunca ouviu nenhuma dessas músicas, deveria ouvir pois todas tem um quê medieval.

O jogo ganhou diversos Prêmios no ano de lançamento, como o cobiçado prêmio de GOTY (Game of The Year) da VGA (Video Game Awards) como algo similar a um grammy.

Vamos as dicas, curiosidades e Easter Eggs.

downloadSkyrim tem como todo jogo de RPG, um sistema de Perk que funciona da seguinte maneira:
Ao subir de nível, você ganha um Perk que pode ser distribuído entre três áreas chamadas Força, Magia e Stealh. Você deve investir esses perks de acordo com a Classe que você vai ser.
Por exemplo, se você for um Berserker, você vai usar Heavy Armor e duas armas de uma mão. Então, terá que investir em Heavy Armor e One Handed Weapon e assim por diante.

Quando você sobe de nível também ganha a oportunidade de aumentar em 10 pontos um dos três Stats: Mana, Vida e Stamina. Quer um conselho? Invista em vidas! Até o nível 10 ou 15 invista em vidas. Se você seguir está linha, no nível 15 você matará dragões em menos de 5 minutos, sem exagero. Se eu fosse falar de toda a Lore de Skyrim, daria um mini livro, então vou fazer alguns comentários sobre algumas coisas que eu gostei no jogo.

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Você pode ser Vampiro ou Lobisomen no jogo(sem ser os da dlc Dawnstar), para ser um Licantropo (Lobisomen) é só você se associar aos Companions em Whiterun e seguir a Quest Line deles. Para ser vampiro você só precisa achar um Vampire Master e receber golpe de drenagem de vida de um deles. Espere durante três dias no jogo, então você pega a doença.
Não recomendo você fazer isso, pois existe uma série de desvantagens que podem atrapalhar seu gameplay.

Eu daria para Skyrim 4/5, por conta de que, mesmo sendo meu jogo favorito peca em vários aspectos. Como todo jogo da Bethesda ele tem o problema dos Bugs e isso é muito chato. Desde pessoas brotando até Dragões que giram tal qual uma beyblade na tela, sem falar dos que podem dar em missões fazendo você ter que voltar um save antigo para conseguir completar uma missão.

Algo que o jogo peca também é na expressão dos personagens que são praticamente robôs sem emoção. Até o seu personagem em 3º pessoa tem uma movimentação muito estranha.

Essa foi minha resenha de The Elder Scrolls V – Skyrim. Espero que tenham gostado e aproveitado as dicas que dei do jogo.

Vida longa e prospera e até mais.

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