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[ST]KPop – Como cheguei no K-Pop

Como eu fui parar no K-Pop e qual a melhor porta de entrada
Fala Galera,
O Sphera tons traz um estilo que parece viver de internet e nos leva para o outro lado do mundo.  K-Pop é viciante, mas um mundo muito diferente.  Aqui eu vou contando como achei tudo intrigante e interessante em um primeiro momento. Um som  meio confuso e estranho depois… E tem um mês que só escuto K-Pop praticamente.
Acredito que toda a tripulação aqui do Spherageek é parte do meio Podcast.  Grava, ou pelo menos ouve muito, e foi assim que começou esse rolê.
O Imagina Juntas, desfalcado de alguns integrantes, levou a Babi Dewet e a Érica Imenes para conversar sobre o estilo.  O programa fez tudo parecer muito interessante. Tudo realmente é muito interessante, e fiquei curioso.  Falou muito também das pessoas ligadas ao meio e do movimento Hallyu como algo envolvendo todos os meios culturais e artísticos.  Algo responsável por apresentar todo um país ao mundo.  Proposta ousada… e eu gosto da ideia. (Clique aqui e escute)
Comecei a tentar ouvir os grandes nomes do gênero como BTS e EXO, e aí deu problema.  A música toda é muito diferente e de certa forma incômoda.  Com isso, mesmo percebendo como uma boa música, eu não conseguia ouvir por muito tempo.
Foi quando eu recebi a dica de um grupo chamado Mamammo.   Formado por 4 meninas muito talentosas, cantando excepcionalmente bem, é provavelmente a melhor banda como porta de entrada para o K-Pop.  Tudo é ligeiramente diferente do que estamos acostumados, mas tem pontos em comum.  Começando pelo uso do idioma que flutua do coreano para o inglês com alguma frequência, o que leva a algum conforto e familiaridade.  Ainda assim, esse não é o principal ponto a favor da banda como entrada nesse mundo.  My Hometown tem uma levada quase Bossa Nova e as meninas mostrando que conseguem cantar pequenininho e bem suave, o que não deve ser fácil para elas.  Décalcomanie passa de um piano a la Porter / Gershwin para um pop contemporâneo e ocidental.  Acredito ser a música mais ocidental, para mim, que ouvi nos discos elas.  Minha favorita é Mr Ambiguous com uma guitarra bem funkeada tocada por Lee Jong Hyun (vocal e guitarra de uma banda de K-Rock, se é que esse movimento existe, chamada CNBlue).  No entanto todo o catálogo delas é bem acessível, e uma boa preparação para as outras bandas do movimento.

Quem me falou delas foi a Érica Imenes, autora do K-Pop – Manual de Sobrevivência e parte da Chimera Media que está trazendo a banda para cá em Setembro.
Sobre a vinda delas, ainda dá tempo de conhecer, conseguir ingresso e se juntar a festa.  Esse evento é um Fanmeeting.  Tenho visto que é um formato comum no meio.  Consiste em um Pocket Show e interações / brincadeiras com a banda.  Existem várias interações adicionais cobradas a parte como acompanhar a passagem de som ( o que foi bem tentador), autógrafos, fotos com a banda entre outros.  Novos ingressos para essas atividades foram anunciados no dia 26/Ago/18 para os Fanmeetings que ocorrerão em São Paulo e Fortaleza.  Tem uma iniciativa que achei bem interessante, e que acabei usando, de um combo família.  Já que muitos fãs são bem novos, pode-se comprar uma meia e uma inteira com um bom desconto.  Com sorte vejo vocês por lá.
Importante lembrar que fã-clubes estão combinando intervenções e homenagens durante os shows.  O Fandom dessas bandas são muito dedicados e pode se esperar duas noites muito divertidas.
Mamammo BrasilMamamoo
Por hoje é só, mas já tem outro post sendo trabalhado que deve sair ainda essa semana com algumas dicas do que descobri até aqui.
Até mais e não saiam do tom,
 
Rodrigo Fernandes.
Atualização (29/Ago/2018): infelizmenteinf notícias não são boas. A Chimera Media acaba de anunciar o cancelamento do evento de Fortaleza, mas confirmou a apresentação de SP.
Instruções de reembolso e afins se encontram disponíveis nas redes sociais dos organizadores.