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[SL] Dobradinha Literária: O Xangô de Baker Street | Jô Soares

Rio de Janeiro, 1886. A diva francesa Sarah Bernhardt pela primeira vez se apresenta no Brasil. O público se curva perante o talento de Sarah, incluindo o imperador Dom Pedro II, que lhe conta um segredo: um valioso violino Stradivarius, um presente seu à baronesa Maria Luíza, desaparecera misteriosamente.

Sarah então sugere que o imperador convide o famoso detetive Sherlock Holmes para investigar o caso. Dom Pedro II aceita o conselho e logo o detetive inglês concorda em viajar até o Brasil para desvendar este mistério.

Ao mesmo tempo, um assassinato choca a cidade e deixa em pânico o delegado Mello Pimenta. Uma prostituta fora assassinada e teve suas orelhas decepadas e uma corda de violino estrategicamente colocada em seu corpo pelo assassino. Enquanto o delegado busca pistas, Holmes e Watson desembarcam no Rio de Janeiro sem saber os perigos que os esperam: feijoadas, caipirinhas, vatapás, pais de santo e o poder de sedução das Mulatas locais.

Nesta história, Sherlock Holmes, dr. Watson e o delegado Mello Pimenta vão percorrer as ruas da capital brasileira atrás de informações para descobrir o mistério do violino e encontrar o autor dos crimes que estão chocando a cidade.

A trama ressuscita um Rio de Janeiro de fins do século XIX governado pela monarquia, envolvendo uma nobreza bajuladora e uma turma de boêmios cariocas.

Nesta história o famoso detetive inglês tem suas faculdades analíticas e seu senso de observação afetados pelo calor dos trópicos e por circunstâncias inesperadas. Em uma perseguição ao misterioso assassino, Sherlock tem de parar por causa de um vatapá o qual lhe gerou uma dor de barriga. Este e outros acontecimentos que se seguem tornam o mesmo mais propenso a erros, mais humano.

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[SL] Você conhece a série e os quadrinhos de Lúcifer?

Lúcifer, a série:

Tom Ellis (da série Rush) estrela no papel-título de Lucifer, que, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno, renuncia o seu trono e abandona o seu reino para ir para a cintilante loucura de Los Angeles, onde ele vai ajudar a polícia local a punir os criminosos.

O elenco conta também com Lauren German (de Chicago Fire) como a detetive de homicídios da LAPD Chloe Dancer, que sente tanto repulsa quanto fascínio por Lucifer; Lesley-Ann Brandt (de Spartacus) como Maze, um demônio feroz que toma a forma humana de uma mulher e que é a melhor amiga de Lucifer; Kevin Alejandro (de Arrow) como Dan, um detetive de homicídios da LAPD bastante desconfiado de Lucifer; D.B. Woodside (de 24 Horas) como Amenadiel, um anjo enviado para Los Angeles para convencer Lúcifer a voltar para o Inferno; e Rachael Harris (de Suits) como Linda, a terapeuta de Lucifer.

Lucifer é baseado nos quadrinhos do selo Vertigo (uma divisão da DC Comics). O personagem participa ativamente da narrativa “Estação das Brumas” de Sandman, do escritor Neil Gaiman, na qual ele deixa a chave do Inferno com Sonho dos Perpétuos. A série é uma produção da Warner Bros. TV, DC Comics e Jerry Bruckheimer Television.

Ela foi renovada!!!!!!! Confira o trailer da 3º Temporada

Sobre o quadrinho:

primeira aparição oficial do personagem foi na revistinha Superman’s Pal Jimmy Olsen #65, onde Jimmy Olsen, em um sonho encontra um homem que se intitula Senhor L, quem pensa ser ancestral de Lex Luthor e faz um trato com ele, porém as consequencias são terriveis ao descobrir que o homem é na verdade o anjo caído Lucifer.

Após isso o personagem foi constantemente modificado, tendo aparecido em Weird Mystery Tales #4, Blue Devil #31, DC Special Series #8, sem falar de várias diferentes versões de Satan que aparecem em diferentes histórias.

Hellblazer

Garth Ennis introduziu um personagem que deveria ser o diabo na série de Constantine, porém com o arco da estação das brumas em Sandman ele teve que remodelar o personagem que passou a ser conhecido como O Primeiro dos Caidos.

O próprio Lucifer é mencionado em algumas histórias, como quando é dito que se Lúcifer ainda comandasse o inferno Constantine não precisaria se preocupar, pois ele provavelmente ficaria entediado e deixaria-o ir, mas o Primeiro dos Caidos era extremamente rancoroso, em outro momento é dito que o verdadeiro motivo pelo qual o Primeiro dos Caidos odiava Lucifer era por sempre perder para ele no Xadrez.

Sandman

Lúcifer é mais conhecido por sua aparição no famoso quadrinho de Neil Gaiman, Sandman onde participa do Triunviráto do Inferno, primeiramente aparece no arco “Prelúdios e Noturnos” Depois, em “Estação das Brumas”, ele aparece com mais ênfase. Aborrecido de sua existencia como Senhor do Inferno, Lúcifer expulsa todos os demonios e almas condenadas do Inferno, para depois fechar suas portas e entregar a chave a Sonho dos Perpétuos (personagem protagonista da série Sandman), obviamente prevendo que a possessão da chave iria colocá-lo em maus lençóis. Entrementes, O Inferno acaba nas mãos de dois anjos, Duma (o anjo do silencio) e Remiel, enquanto que Lúcifer se retira para a Terra, onde se torna pianista.

Lucifer the Morning Star

Uma minissérie de três capítulos chama Operação Estrela da Manhã, foi criada onde o céu manda o anjo Amenadiel para fazer um trato com Lucifer, ele precisava se livrar dos antigos deuses sem nome, mas o céu não quer se envolver diretamente, como pagamento Lucifer exige uma carta de Deus.

 

Fontes:  Wikipedia  / Minha Série

Death-Note

[SC] Questão de Opinião: A produção americana de Death Note

Olá amigos do Sphera, eu sou o Douglas Fonseca e fui convidado pela nossa amiga Arita para trazer ao Spherageek um artigo como colunista convidado. Vamos falar hoje sobre Death Note?

Oh, você também foi “embranquecido”?

A mais recente polêmica cinematográfica é o lançamento do novo filme da Netflix, baseado no mangá mundialmente famoso, escrito por Tsugumi Ohba, Death Note. A adaptação será dirigida por Adam Wingard e contará com autores americanos; se passará em Seattle, nos Estados Unidos. O filme conta a história de Light Turner (Nat Wolff), um adolescente que encontra um misterioso caderno — que pertence ao deus da morte, Ryuk (Willem Dafoe) —, no qual o humano cujo nome escrito nele morrerá.

Nos últimos meses, desde o lançamento do primeiro teaser-trailer da adaptação americana de Death Note, alguns fãs do mangá e do anime vêm comentando a questão do embranquecimento (ou, whitewashing, em inglês). Mas, seria mesmo o embranquecimento o verdadeiro problema? Houve, de fato, o embranquecimento na adaptação americana de Death Note produzida pela Netflix? É disso que iremos comentar neste artigo, levando em consideração todo o valor cultural da obra original e da adaptação americana, assim como também entender melhor o termo whitewashing.

Desde já, gostaria de deixar claro que a minha intenção ao escrever este artigo não é de querer ser a voz da razão ou da verdade. Meu intuito é defender a adaptação americana de Death Note e, consequentemente, criticar adaptações que realmente fizeram o embranquecimento em alguns personagens, propositalmente ou não.

  1. Realmente houve “embranquecimento”, Netflix?

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Eu respondo por ela, e minha resposta é não.

As críticas hostis que o maior serviço em streaming do mundo vem sofrendo é demasiado desnecessário. Por quê? Ora, essa pergunta é fácil: a verdade é que a questão do embranquecimento, hoje em dia, se tornou uma discussão cheia de falácias, ou seja, um argumento que tenta ser convincente quando, na verdade, é inconsistente.

Para entendermos melhor se houve ou não o embranquecimento na adaptação americana de Death Note, devemos primeiro entender esse termo. O termo whitewashing começou a ser usado nos Estados Unidos quando os americanos perceberam que a empresa cinematográfica Hollywood começou a usar pessoas brancas para interpretar personagens de etnias diferentes em seus filmes, excluindo assim toda uma cultura e diminuindo a diversidade no cinema. Portanto, se entende de whitewashing cinematográfica quando uma personagem de uma determinada etnia (africana, asiática, indiana etc) é excluída de seu próprio meio social, sendo substituído por uma personagem de pele branca.

Sendo assim, não houve embranquecimento na adaptação americana de Death Note. Ainda não concorda? Então, pensa com a gente. A história dessa adaptação se passa nos Estados Unidos, diferente da história original que se passa no Japão. Faria sentido se houvesse apenas japoneses no filme, sendo que toda a drama acontece em solo americano? Acho que não. Entendemos de embranquecimento quando, por exemplo, um nativo americano afrodescendente é embranquecido numa adaptação. O embranquecimento, no entanto, acontecerá apenas quando uma pessoa de uma determinada etnia for excluída de sua determinada nação. Para melhor explicar isso, mais à frente, usarei como exemplo um dos últimos papéis da Rooney Mara nos cinemas.

Assim, o filme americano de Death Note se passa apenas de uma adaptação, e não de um embranquecimento. Mudanças serão necessárias, no entanto. Não se trata também da exclusão da cultura oriental, pois vemos no trailer que aparece um shinigami. Essas criaturas são entidades sobrenaturais presentes na mitologia japonesa que conduzem os humanos à morte. Ok, o termo shinigami não é citado durante o trailer, mas traduzimos ele como “deus da morte” que é o mesmo significado. Porém, mesmo que o termo shinigami não seja usado, percebemos no trailer as referências a ele (imagem abaixo). Então, parte da cultura oriental aparentemente não será excluída dessa adaptação americana.

  1. O verdadeiro embranquecimento cinematográfico.

A Princesa Tigrinha (ou, no original, Princess Tiger Lilly) é uma personagem do livro Peter Pan and Wendy, escrito por J. M. Barrie. Para quem não sabe, antes de se tornar Pan na Terra do Nunca, Peter cresceu no parque londrino Kensington Gardens. O garoto, conhecido como “aquele que nunca cresce”, foi criado pelas fadas. Peter in Kensington Gardens foi o primeiro livro escrito por J. M. Barrie, desconhecido por muitos, no qual conta a verdadeira origem de Peter pela primeira vez. A Princesa Tigrinha só aparece no livro Peter Pan and Wendy, quando é capturada pelo Capitão Gancho.

Ela é uma princesa indígena que representa os nativos americanos. Se você não conhece a história dos índios americanos, tente pesquisar um pouco sobre a verdadeira história de Pocahontas (e quando digo “a verdadeira história”, não estou falando da animação da Disney, embora seja uma ótima animação). A história de Pocahontas é um ótimo começo para quem tem interesse em saber um pouco sobre os povos ameríndios. Além disso, Tigrinha e Pocahontas têm algo em comum: são filhas de um chefe indígena.

1Dito isso, em 2015, a Warner Bros. anunciou uma nova adaptação de Peter Pan. Nela, estaria a Rooney Mara como Princesa Tigrinha. Nessa adaptação, no entanto, podemos sim dizer que houve o embranquecimento da personagem, por se tratar de uma índia nativa da América. Para ajudar visualmente, abaixo deixarei duas imagens comparando a verdadeira Princesa Tigrinha com a da Rooney Mara interpretada por ela em 2015. É bom lembrar também que não sabemos se a intenção do diretor (Joe Wright) era, de fato, embranquecer a personagem (mas que ele sabia que Tigrinha era uma índia americana, isso com certeza ele sabia).

O filme Deuses do Egito também sofreu o embranquecimento por conter apenas personagens brancos, quando na verdade os deuses egípcios são negros justamente por serem egípcios e a história toda se passar em terras egípcias! O mesmo acontece na religião cristã, com Jesus (podemos citar a novela Os Dez Mandamentos, da Rede Record, na qual embranqueceu vários personagens egípcios e árabes). Em O Último Mestre do Ar, live-action de Avatar: A Lenda de Aang, houve o embranquecimento de nativos asiáticos por pessoas brancas. Em outro caso, este bem polêmico aqui no Brasil, foi quando o autor Machado de Assis foi representado por um branco no comercial da Caixa Eletrônica. Ora, sabemos que o canônico autor brasileiro era, na verdade, negro. Contudo, na época, o comercial levou tantas críticas que precisou ser retirado da televisão. Há também a novela Caminho das Índias, produzida pela Globo, na qual se passa em solo indiano, mas não há um personagem nativo da Índia sequer como protagonista. Então, se a adaptação americana de Death Note se passa em solo americano, os personagens também serem americanos nativos (brancos ou negros) não quer dizer que foram embranquecidos. Caso a história se passasse no Japão, como na obra original, mas houvesse apenas pessoas brancas americanas, então sim poderíamos dizer que houve o embranquecimento nos personagens.

Deu para entender um pouco melhor a questão do embranquecimento? Se não, eu sinto muito mas acho que você tem sérios problemas em conseguir dividir algumas coisas. Se sim, não me venha com “ah, mas então tudo precisa ser americanizado para ficar bom?”. É preciso ter cuidado! O mesmo que marginaliza, é o mesmo que consome. Digo isso porque consumimos mais filmes hollywoodianos do que filmes bollywoodianos (por exemplo), de Bollywood, uma das maiores empresas cinematográficas do mundo, localizada em Mumbai e desconhecida pela maior parte da população mundial. Acredita-se que cinco a sete por cento de filmes vistos no mundo, são produzidos pela indústria Bollywood.

III. Mas, então, o que seria a adaptação americana de Death Note?

Ora, nada mais do que uma adaptação americana. O que você entende de adaptação? Quando falamos de adaptação, a entendemos como algo que é baseado no original. Uma adaptação nunca será como o original. Quando se traduz uma obra para outra, algumas mudanças são necessárias. Primeiro tivemos o gênero mangá evocando Death Note, após isso surgiu o anime e, em seguida, um par de live-action. Agora, a Netflix investe numa adaptação dessa mesma obra em um único filme. Em todos os casos, o que menos sofreu alterações do original foi o anime, por ser um gênero mais fiel à obra original e mais longa também, dando assim a oportunidade de criar uma adaptação mais desenvolvida.

Ok, aceito isso… Mas, Netflix, cadê a essência dos personagens principais?”. Meu caro, não se trata de essência. Lembra quando eu disse que mudanças precisam ser feitas quando se traduz uma obra para outra? Então.

O que quero dizer é que quando se tira uma essência, outra é criada. Não ficou convencido? Tudo bem, mas quero só ver você dizendo que odeia a franquia americana Power Rangers. A série, que ficou famosa pelo mundo inteiro e que recentemente ganhou uma nova adaptação cinematográfica pela Lionsgate, foi baseada e inspirada na franquia japonesa Super Sentai, produzida pela Toei Company. Essa franquia é uma série, e todo ano — até nos dias de hoje — é lançado uma nova temporada. É com muito prazer que apresento para vocês o Esquadrão Secreto Gorenger! (ou, no original, Himitsu Sentai Gorenger), a primeira temporada de Super Sentai, escrita pelo mangaka Shôtarô Ishinomori:

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Os Super Sentais eram interpretados por japoneses nativos. Quando a empresa Saban Entertainment criou Power Rangers, ela acabou mudando algumas coisas, como por exemplo a etnia dos personagens. Claro, a adaptação americana de Super Sentai aconteceria em solo americano, então isso não teria problema. Houve também a troca de gênero: todos os Sentais Amarelos foram homens, enquanto os Rangers dessa mesma cor eram mulheres. Essa mudança foi criada para diminuir a proporção de diferença de gênero entre os heróis e as heroínas (viu como os americanos nem sempre são malvados?).

Mesmo assim, você — meu leitor — deve estar me criticando dizendo: “bléh! Os americanos adaptaram e até mudaram o nome de Power Rangers, mas nunca a caracterização dos personagens… Então, a essência continua!”. Sim, concordo. Mas, assim como concordo com você, meu leitor, você também deveria concordar que na adaptação americana de Death Note a essência continua a mesma! Os personagens foram trocados, mas ainda temos um caderno da morte, um shinigami e os mesmos personagens que na obra original. A única coisa que mudou foi a personalidade e a caracterização desses personagens. Lawliet se tornou negro (talvez, se importando com a questão de inclusão de diversidade) e “cabeça quente”, entretanto seu papel na história continua a mesma: de ser o antagonista de “Kira”, pois suas ações contradiz os planos de Light. Então, ele realmente perdeu a total essência? Acho que não.

Mas não era possível a Netflix criar algo original, mudando assim o nome da adaptação e tornar isso somente deles? Primeiramente, essa adaptação já pertence somente à Netflix. E não, não seria possível fazer isso por causa da possibilidade de apontamento de plágio. Na linguística textual, chamamos essas alusões a outras obras de intertextualidade. Tudo que existe no mundo remete a algo que já existe. Porém, é preciso apontar a intertextualidade no determinado texto, reconhecer e argumentar as diferenças. É claro que o que entendemos de texto é tudo aquilo que tem textura, por isso chamamos de texto. Na adaptação americana de Death Note, por exemplo, caso essa intertextualidade não fosse apontada, chamaríamos de intertextualidade implícita, que é quando a fonte não é mencionada. Muitos consideram isso como plágio; então, todo o cuidado antes de criar algo “original”, usando referências de outras obras, é pouco. É por isso que em uma adaptação sempre terá a frase “baseado em tal obra”. Como sabemos, a ideia de um caderno da morte é bem única de Death Note; seria estranho caso aparecesse algo bem semelhante na Netflix, não é mesmo?

Mas está parecendo um filme de ação! Death Note é uma obra de suspense e investigação.”  Essa foi uma das primeiras críticas ao primeiro trailer oficial, quando lançou há alguns dias atrás, por conter cenas de ações como bombardeios, prédios sendo demolidos, armas, confusão em uma roda gigante etc. No entanto, já parou para pensar se aquelas cenas não seriam cenas de ataques terroristas ou de bandidos sendo capturados os quais Light Turner mais tarde os mataria com seu caderno da morte? Além disso, tanto no anime quanto no mangá existem sim cenas de ações. É algo a se considerar, levando em conta que o filme ainda nem foi lançado e que é muito cedo para tirar conclusões… Até mesmo essas, que acabei de fazer vocês lerem.

De fato, ainda é cedo para tirar conclusões. Entretanto, uma adaptação americana de Death Note não quer dizer que excluirá a obra original como um todo. Ela continuará existindo e sendo a melhor, justamente por ser a original. Devemos considerar também que é uma adaptação (americana da Netflix) de um mangá com doze volumes; é quase impossível fazer que a drama se desenvolva da mesma maneira que se desenvolveu no mangá ou no anime. O tão difícil deve fazer isso? Uma produção cinematográfica não é nada fácil, acredite. Por fim, não é porque que haverá mudanças na adaptação americana que ela deixará de ser ruim. Mudanças, às vezes, podem ser positivas e não necessariamente estragará a adaptação propriamente dita ou a obra original.

É possível gostar das duas coisas: da obra original e da obra adaptada. É possível sim reconhecer que ambas podem ser boas, em níveis diferentes. O que não é possível é confundir a questão de embranquecimento com adaptação. Não houve embranquecimento no Death Note da Netflix. Mas, então, por que a Netflix não fez um filme em solo oriental? É o que os americanos fazem, afinal. Eles trazem tudo para o solo deles. Mas o que podemos fazer se nós colaboramos para com isso, consumindo muito mais coisas feitas nos Estados Unidos do que em qualquer outra nação? Como eu disse, o mesmo que criminaliza, é o mesmo que consome. Antes de tudo, deveríamos nos culpar por isso.

 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 20/07/2017

A franquia Transformers nos traz a saga do último cavaleiro e nas produções nacionais, os Detetives do Prédio Azul  promete sucesso entre a garotada.

Transformers: o último cavaleiro (Transformers: the last knight, Michael Bay, Estados Unidos)

Detetives do Prédio Azul (André Pellenz, Brasil)

Love Film Festival (Manuela Dias, Brasil)

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 13/07/2017

Carros 3 volta às telonas neste mês. Esta é uma boa dica para levar as crianças ao cinema.

Fique atento e aproveite suas férias!!

 

Carros 3 (Cars 3, Estados Unidos)

A luta de Steve (Gleason, J. Clay Tweel, EUA)

7 Desejos (Wish Upon, John R. Leonetti, EUA)

O Futuro Perfeito (El futuro perfecto, Nele Wohlatz, Argentina)

Fala comigo (Felipe Sholl, Brasil)

Cartas da Guerra (Felipe Sholl, Brasil)

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[SL] Séries e Livros Impactantes: Big Little Lies (HBO)

Dia 19 de fevereiro desse ano, A HBO estreou a tão aguardada série baseada na obra de Liane Moriarty. “Big Little Lies” que é estrelada por Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley, que interpretam, respectivamente, Madeline, Celeste e Jane. 

Conheça um pouco mais sobre o livro que inspirou a série:

Liane Moriarty é uma escritora australiana, nascida em 1966 em Sydney. Antes de se tornar escritora, Moriarty trabalhou no departamento de propaganda e marketing de uma editora de livros jurídicos e como escritora freelancer. Sua primeira obra publicada foi Three Wishes (2004), como parte de sua dissertação de mestrado na Macquarie University. Após sua estréia literária, publicou outras cinco obras: The Last Anniversary (2006), What Alice Forgot (2010), The Hypnotist’s Love Story (2011), The Husband’s Secret (2013) e Big Little Lies (2014).

Sinopse do Livro:

download (2)Com muita bebida e pouca comida, o encontro de pais dos alunos da Escola Pirriwee tem tudo para dar errado. Fantasiados de Audrey Hepburn e Elvis, os adultos começam a discutir já no portão de entrada, e, da varanda onde um pequeno grupo se juntou, alguém cai e morre. Quem morreu? Foi acidente? Se foi homicídio, quem matou?
Pequenas grandes mentiras conta a história de três mulheres, cada uma delas diante de uma encruzilhada.
Madeline é forte e decidida. No segundo casamento, está muito chateada porque a filha do primeiro relacionamento quer morar com o pai e a jovem madrasta. Não bastasse isso, Skye, a filha do ex-marido com a nova mulher, está matriculada no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline.

Celeste, mãe dos gêmeos Max e Josh, é uma mulher invejável. É magra, rica e bonita, e seu casamento com Perry parece perfeito demais para ser verdade.
Celeste e Madeleine ficam amigas de Jane, a jovem mãe solteira que se mudou para a cidade com o filho, Ziggy, fruto de uma noite malsucedida. Quando Ziggy é acusado de bullying, as opiniões dos pais se dividem. As tensões nos pequenos grupos de mães vão aumentando até o fatídico dia em que alguém cai da varanda da escola e morre. Pais e professores têm impressões frequentemente contraditórias e a verdade fica difícil de ser alcançada.
Ao colocar em cena ex-maridos e segundas esposas, mãe e filhas, violência e escândalos familiares, Liane Moriarty escreveu um livro viciante, inteligente e bem-humorado, com observações perspicazes sobre a natureza humana.

Big Little Lies – A Série

Dividida em sete episódios ( que em minha opinião poderiam ser quatro bem compactos e amarradinhos), “Big little lies” é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty e sua trama faz jus ao título. Acompanhamos a vida de três mulheres, cujos filhos ingressam no primeiro ano de um colégio em Monterey, na Califórnia. A vida dessas mulheres tem nuances muito interessantes de serem analisadas e podem a princípio ser mal entendidas, confundidas e embasadas numa futilidade aparente porém não existente, nesse leva e busca de crianças e as demais tarefas domésticas.

Só que não. Competição, frustrações, conflitos conjugais — as tais grandes e pequenas mentiras do nome da minissérie — estão por trás da trama de suspense que abraça o enredo.

Seguimos a rotina das personagens. A medida em que os capítulos avançam, vamos desmascarando as emoções e intenções apresentadas e sentimos literalmente na pele, as crises íntimas dessas mulheres. Todas as personagens são construções sólidas, figuras alusivas a pessoas reais, com dramas cheios de credibilidade.

Somos informados, de que elas estão ligadas ao crime. Quem morreu ?  E o assassino? Surpresas e problemáticas recheiam de originalidade mais um clássico da HBO.

 

 

Cinema Cinema

[SC] Lançamento de Cinema – 29/06/2017

Olá Geek´s..vamos aos lançamentos desta última semana de junho? Este mês tivemos muitos lançamentos importantes que marcaram a presença de remakes e dos quadrinhos nas telonas.

Um Instante de Amor (Mal de Pierres, Nicole Garcia, França)

Meu Malvado Favorito 3 (Despicable Me 3, Kyle Balda, Pierre Coffin, EUA)

Introdução à música do sangue (Luiz Carlos Lacerda, Brasil)

Uma família de dois (Demain tout commence, Hugo Gélin, França, Reino Unido)

Deserto (Guilherme Weber, Brasil)

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[SC] Revelados novos detalhes sobre a série live-action de Os Jovens Titãs

Depois de muitos problemas e negociações, parece que a série live-action sobre Os Jovens Titãs finalmente está saindo do papel! E as primeiras informações sobre a escalação do elenco, divulgadas pelo That Hashtag Show, revelam detalhes sobre os protagonistas.

Obviamente, os nomes verdadeiros dos personagens não são revelados, mas, mesmo com os codinomes, fãs dos quadrinhos conseguiram reconhecer que as descrições são de Dick Grayson/Asa Noturna, Ravena, Estelar e Mutano, respectivamente. Confira abaixo:

– “John Crossland” (cotado Asa Noturna) é um policial (por volta dos 30 anos) charmoso e distante, dono de belo sorriso, mas com olhos cansados. Traumatizado pela morte da família e cheio de cicatrizes, ele é um vigilante das sombras “com a convicção de um artista e a graça brutal de um dançarino”.

 – “Sarah” (cotada Ravena) é uma adolescente solitária, se sentindo mais confortável dentro de seu capuz do que tentando fazer amigos. Atormentada por uma força obscura dentro de si, ela experimenta grandes episódios violentos que não consegue explicar. A jovem também sofre de pesadelos e busca ajuda.

– “Casey” (cotada Estelar) é dona de uma beleza fora dos padrões humanos. Elegante, misteriosa e fatal, está tentando descobrir quem está tentando matá-la.

– “Jax” (cotado Mutano) é um jovem engraçado e charmoso, que esconde suas inseguranças e dores. Ladrão amador, ele teve que aprender a sobreviver nas ruas com pensamentos rápidos e sagacidade.

Com produção executiva de Akiva Goldsman, Geoff Johns, Greg Berlanti e Sarah Schechter, as filmagens de Titans devem começar em setembro. Ainda não há previsão de estreia, mas a série vai ser exibida em um canal de streaming da própria DC Comics.

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Fonte Adoro Cinema

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[SC] Disney divulga calendário com lançamentos até 2021

Mulan”, “Mary Poppins”, “O Rei Leão”, “Indiana Jones”…  Em que ano estamos mesmo? A verdade é que, de olho num público cada vez mais nostálgico, a Walt Disney vem investindo em remakes e sequências de seus antigos sucessos e divulgou nesta sexta-feira (19) uma lista com todos os seus lançamentos planejados para os cinemas até 2021.

Até lá, podemos esperar por novos títulos da Marvel (como “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”) e da LucasFilm (“Han Solo” e “Star Wars Ep. IX”), além de versões em live action dos clássicos animados da marca (“Mulan” e “O Rei Leão”), entre outras novidades mais interessantes (como a adaptação de “A Wrinkle in Time” por Ava DuVernay ou a animação original “Gigantic”).

Confira a lista completa e prepare-se para uma invasão Disney nos cinemas:

2017

  • Piratas Do Caribe: A Vingança De Salazar -25/05
  • Filhos De Bach- 08/06
  • Carros 3- 13/07
  • Thor: Ragnarok- 26/10
  • Star Wars The Last Jedi- 14/12

2018

  • Viva – A Vida É Uma Festa -04/01
  • Pantera Negra- 15/02
  • A Wrinkle In Time- 29/03
  • Magic Camp- 12/04
  • Avengers: Infinity War Part I- 26/04
  • Han Solo- 24/05
  • Os Incríveis 2- 24/05
  • Homem Formiga E A Vespa- 05/07
  • Mulan- 01/11
  • Mary Poppins Returns- 28/12

2019

  • Detona Ralph 2 -03/01
  • Captain Marvel- 28/02
  • Star Wars: Episode Ix- 23/05
  • The Lion King Live Action- 18/07

2020

  • Frozen 2 -02/01
  • Indiana Jones 5- 09/07

2021

  • Gigantic -07/01

 

Fonte: site Guia da Semana

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[SC] Confira os trailers que mais estão bombando por aí

Olá amigos do sphera, eu sou o Sr. Cuca Fresca e hoje trouxe alguns trailers de futuros lançamentos  que estão bombando por aí. Estou ansioso para conferir especialmente a Torre Negra e os Defensores. Não podemos esquecer também das séries temáticas como House of Cards. Confere aí e deixe nos comentários sua sugestão ok?

A Torre Negra

Sinopse: Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Título original: The Dark Tower
Elenco: Idris Elba, Matthew McConaughey, Tom Taylor (IV)
Lançamento previsto: 27 de julho

Os Defensores – Marvel

Sinopse: A série Marvel – Os Defensores reúne Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones). Quatro heróis extraordinários com um objetivo comum – salvar Nova York. A saga de personagens solitários atormentados por angústias particulares, mas que percebem como podem ser mais poderosos quando lutam juntos. A série original da Netflix tem estreia mundial em 18 de agosto.

Título original: The Defenders
Elenco: Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter
Lançamento previsto: 2017

It a Coisa

Sinopse: Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do “Losers Club” acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

Elenco: Bill Skarsgård, Jaeden Lieberher, Finn Wolfhard
Lançamento: 2017

 

House of Cards | 5 Temporada

O vídeo apresenta uma série de cenas de impacto, revelando a maneira como Frank Underwood (Kevin Spacey) e Claire Underwood (Robin Wright) mostram-se unidos publicamente, apesar de o casal enfrentar uma crise nos bastidores. A intenção é se manter no poder, o máximo possível.