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[SL] Rapha Pinheiro: Introdução à Perspectiva | Escrevendo Quadrinhos

Hoje vamos começar a série sobre perspectiva. Antes de começar a desenhar, precisamos conversar sobre alguns conceitos básicos pra estarmos em sintonia na hora de botar a mão na massa.

Se você está começando a estudar perspectiva, esse é o vídeo pra você.
Se você já tem alguma noção de leve, esse também é o lugar pra você.
Se você já domina, talvez esse vídeo seja uma abordagem diferente que pode ser interessante, não custa nada ;)

P.S: Eu upei esse vídeo por engano na semana passada por algumas horas hahahaha Desculpe pela galera que viu a notificação e depois quando foi procurar pra assistir ele não tava mais lá =P

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LINKS DESSE VÍDEO:
SketchUp (Modelagem 3d simples pra treinar a inteligência espacial):
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[SL] O Problema do Quadrinho Independente | Rapha Pinheiro

Hoje falamos do problema que assola o mercado independente e, se possível, propor soluções para ele.

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Aquele abraço!

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 5 – O Lápis | Escrevendo Quadrinhos

Hoje vamos conversar sobre desenhar o lápis de uma página. Falamos de materiais, técnicas e dicas em geral pra garantir a base para a sua arte final.


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Aquele abraço!

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 04/05/2017

Olá Geeks! Vamos renovar os ares desta semana com as estreias de cinema ?

 

Ninguém entra ninguém sai (Hsu Chien, Brasil)

Melhores Amigos (Little Men, Ira Sachs, EUA)

Rock Dog – No faro do sucesso (Rock dog, Ash Brannon, China, EUA)

Mimosas (Oliver Laxe, França, Marrocos, Espanha)

Norman – Confie em Mim (Norman: The Moderate Rise and Tragic Fall of a New York Fixer, Joseph Cedar, EUA)

A Autópsia (The autopsy of Jane Doe, André Øvredal, Reino Unido, EUA)

Sobre Viagens e Amores (L’estate Adosso, Gabriele Muccino, EUA, Itália)

A Filha (The Daughter, Simon Stone, Austrália)

Clash (Eshtebak, Mohamed Diab, Egito, França)

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[SG] SpheraBoards – Jogos Cooperativos

 

Fala pessoas, Laíse do Boards e books (B&B) de volta pra falar mais sobre Jogos de Tabuleiro, e hoje é dia de TOP 5! Muitos conhecem os clássicos jogos de guerra, ou até mesmo os jogos 1X1 como o xadrez e os investigativos detetive e Scotland Yard, todos eles competitivos. Mas claro Laíse, jogos não são feitos para serem competitivos…? Não necessariamente!

Nesse TOP 5 mostrarei para vocês meus boards cooperativos favoritos. Mas antes, vamos a uma resumida explicação do que são os Jogos de Tabuleiro cooperativos. Nestes os jogadores trabalham juntos para atingirem um objetivo em comum, a cooperação toma o lugar da competição e tipicamente os participantes jogam contra o jogo em si ao invés de uns contra os outros…Então, vamos ao Ranking?!!

 

Lugar – Elder Sign

Elder Sing Um jogo da linha especial para os fãs de Lovecraft! É um jogo de dados sobre intrigas sobrenaturais, criado por Richard Launius e Kenvin Wilson, para 1 a 8 jogadores. Os Jogadores assumem o papel de investigadores correndo contra o tempo para evitar o eminente retorno de O Antigo. Os investigadores devem colocar em teste sua sanidade e energia enquanto se aventuram para encontrar os Sinais Antigos (Elder Signs), os símbolos místicos usados para selar O Antigo e ganhar o jogo.

Para localizar os Elder Signs, investigadores devem suportar as aventuras no museu e seus arredores. Uma mecânica de contagem regressiva faz com que O Antigo apareça caso os investigadores não sejam rápidos o suficiente. Se isso acontecer, os investigadores deverão lutar contra O Antigo e não será uma batalha fácil.

O jogo dura de 60 a 120 minutos e é de fácil assimilição, contando com a clássica mecênica geralmente presente nos cooperativos: personagens com habilidades individuais. Não subiu muito no ranking, pois o fator sorte presente na rolagem de dados pode ser um fator determinante para a frustração de alguns jogadores.

 

Lugar Zombicide: Black Plague

 Zombicide Black Plague

Lançado aqui no Brasil em 2016 pela Galápagos Jogos, Zombicide: Black Plague leva o apocalipse zumbi para um cenário medieval! Os poderes arcanos dos Necromantes desencadearam uma invasão de zumbis na idade das espadas e feitiçaria, e cabe ao grupo de sobreviventes ficarem vivos, ter de volta o reino e punir os responsáveis pelo Apocalipse!

Os jogadores podem assumir o controle de paladinos, anões, cavaleiros e magos, empunhando espadas poderosas, bestas e, até mesmo, magias para derrotar as hordas de zumbis e seus senhores Necromantes. Black Plague é uma adaptação do já conhecido Zombicide, porém suas regras clássicas foram renovadas, mantendo a ação ininterrupta, clima tenso e fácil aprendizado.

 

Lugar – Eldritch Horror

Eldrith Horror

Pode parecer redundante, mas sim, sou fã de Lovecraft, e lógico, dos jogos que trazem seus mitos. A linha de jogos inspirados nos mitos de Lovecraft é vasta e nos trazem suas histórias com todo o clima sombrio e estranho, característico do escritor. Eldritch Horror é um irmão moderado do Elder Sing, já mencionado anteriormente, e possui total imersão nos escritos de Lovecraft, as cartas que compõem o jogo contém, muitas vezes, trechos dos próprios contos e mitos. Um universo inspirador que promete muitas horas de diversão. Muito mais desafiador  que o Elder Sing, mas talvez não tão rápido, e não tem a sorte como fator tão determinante.

Lugar – Robinson Crusoé: Adventure on the Cursed Island

Robinson Crusoe

Já mencionei ele em um dos TOP 5 aqui do Sphera, mas preciso falar de novo. Robinson Crusoé: Adventure on the Cursed Island, criado por Ignacy Trzewiczek, transporta os jogadores para uma ilha deserta, onde eles serão os sobreviventes de um naufrágio confrontados por uma aventura extraordinária. Os jogadores serão confrontados com os desafios da construção de um abrigo, encontrar comida, lutar contra animais selvagens, e se proteger das mudanças climáticas. Construção de muros em torno de suas casas, a domesticação de animais, a construção de armas e ferramentas e muito mais esperam por eles na ilha. Os jogadores decidem em qual direção o jogo vai se desenrolar e – depois de várias semanas de muito trabalho no jogo – como será sua adaptação na ilha. Este é um jogo cooperativo de 1 à 4 jogadores. O mais interessante, é que no modo solo o jogador pode controlar o cachorro e o Sexta-Feira, personagens icônicos do livro!

 

Lugar – Pandemic

Pandemic

Lógico, não posso deixar de falar do meu xodó, e colocá-lo em primeiríssimo lugar!!! Em Pandemic, várias doenças virulentas eclodiram simultaneamente em todo o mundo! Os jogadores combatem a doença, assumindo o papel de especialistas cuja missão é tratar os focos enquanto pesquisam a cura para cada uma das quatro pragas.

O tabuleiro do jogo mostra vários grandes centros populacionais na Terra. Em cada turno, um jogador pode utilizar até quatro ações para viajar entre cidades, tratar populações infectadas, descobrir uma cura, ou construir uma estação de pesquisa. Tomando um papel único dentro da equipe, os jogadores devem planejar a sua estratégia para combinar suas forças de especialistas, a fim de curar as doenças. Se uma ou mais doenças se espalha além da recuperação ou se decorrido muito tempo, todos os jogadores perdem. Se curarem as quatro doenças, todos eles ganham! Nunca pensei que um jogo sobre medicina e ciência seria tão divertido, mas não canso de jogar o Pademic…É sempre uma experiência diferente!

 

Esse foi nosso terceiro TOP 5! Quem quiser mais, diz ai o que deseja ver por aqui! E não esquece de me acompanhar nas redes sociais, tamo junto!! E vamo que vamo!!

 

Laíse Lima – Boards e books

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #04 Storyboard | Escrevendo Quadrinhos

Olá amigos do Spherageek! No quarto passo para fazer quadrinhos, conversamos sobre a montagem das páginas.
Essa é a parte mais desafiadora, a parte que vai exigir mais da sua capacidade de trabalhar com arte sequencial. Espero poder ajudar a desbravar essa etapa e enriquecer seu processo.
Nesse vídeo eu uso imagens do storyboard do meu quadrinho Salto que está em desenvolvimento para ilustrar alguns dos pontos.

 

 

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[SL] Dobradinha Literária: Boneca de Ossos – Holly Black

 

Sinopse:
POPPY, ZACH E ALICE sempre foram amigos. E desde que se conhecem por gente eles brincam de faz de conta – uma fantasia que se passa num mundo onde existem piratas e ladrões, sereias e guerreiros. Reinando soberana sobre todos esses personagens malucos está a Grande Rainha, uma boneca chinesa feita de ossos que mora em uma cristaleira. Ela costuma jogar uma terrível maldição sobre as pessoas que a contrariam. Só que os três amigos já estão grandinhos, e agora o pai de Zach quer que ele largue o faz de conta e se interesse mais pelo basquete. Como o seu pai o deixa sem escolha, Zach abandona de vez a brincadeira, mas não conta o verdadeiro motivo para as meninas. Parece que a amizade deles acabou mesmo…

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[SC] Zootopia: Essa cidade é o Bicho! #EuNoOscar

Este ano a cerimônia do Oscar deu o que falar com suas trocas de cartões e piadinhas sem sentido. Mas não poderia deixar de parabenizar a academia pela excelente escolha desta fábula sobre a vida moderna que conseguiu desbancar os longas “Moana – Um mar de aventuras” e ” Kubo e as Cordas Mágicas” levando a estatueta de melhor longa de animação de 2016.

Sem dúvidas um prêmio indiscutível!

Sinopse: Judy Hopps é a pequena coelha de uma fazenda isolada, filha de agricultores que plantam cenouras há décadas. Mas ela tem sonhos maiores: pretende se mudar para a cidade grande, Zootopia, onde todas as espécies de animais convivem em harmonia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

Este roteiro não se trata só sobre a temática de acreditar em um sonho. Traz críticas à sociedade, as nossas regras sociais e preconceitos de uma sociedade atual, “antenada”.

Judy, a coelha tinha o sonho de ser uma policial, mas de acordo com as regras deveria seguir sua familia numa vida na fazenda; Nick, a raposa, queria ser escoteiro, mas devido à exclusão e desconfiança que a sociedade impunha à sua “categoria”, sofre por ser fadado ao erro.

O que fazer? Que escolhas tomar? Eis um enredo sobre amizade, ética, e determinação (algo que algumas pessoas insistem em dizer ser demodê) kk

Curiosidades:

  • Em Zootopia, há um cartaz de Operação Big Hero (2014), no qual Baymax e Hiro voam sob os trilhos do trem.
  • A casa do Sr. Big é baseada em O Poderoso Chefão (1972). A entrada é trancada com uma corrente, o domicílio é modelado para parecer com a residência de Vito Corleone, e o escritório assemelha-se ao de Corleone. Os personagens principais, oficial Hopps e Nick, também são apresentados ao Sr. Big no dia do casamento de sua filha, que é como O Poderoso Chefão tem início.
  • Na cena do laboratório, os carneiros que entregam o café são chamados Walter e Jesse, referência aos personagens de Breaking Bad de mesmo nome.
  • O design de Nick Wilde é fortemente baseado na animação da Disney Robin Hood (1973), cujo personagem principal também é uma raposa.

 

 

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[SC] Moana #EuNoOscar

Geeks e Cinéfilos,

Hoje vocês foram escolhidos pelo oceano para adentrarem nessa magnifica animação, que conta muito mais que uma história de uma adolescente que vence as barreiras…

Não podemos deixar de destacar que ela está concorrendo ao Oscar 2017 nas categorias de Melhor animação e Melhor canção original com “How Far I’ll Go”.

Sinopse

Moana Waialiki é uma corajosa jovem filha do chefe de uma tribo na Oceania. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.

Análise

Não poderia deixar de iniciar a nossa conversa falando desse sucesso vertiginoso da Moana, que em sua estreia, alcançou os 80 milhões de doláres só nos EUA.

Poderíamos apontar vários fatores que fazem desse filme um sucesso e entre eles está o cenário lindo, personagens fortes e profundos, trilha tocante, roteiro fluído e uma excelente mensagem que tocará tanto as crianças quanto aos adultos!!!

A direção é assinada pelos já conhecidos John Musker e Ron Clements. Para quem não está recordando os nomes, eles também foram responsáveis por alguns sucessos como: A Pequena Sereia, Aladdin, Hércules e A Princesa e o Sapo. Eles relataram em algumas entrevistas, que a animação sofreu várias intervenções no roteiro depois que eles conheceram as ilhas e um pouco mais sobre suas culturas. Então, além do toque mágico da Disney, temos um roteiro construído a partir de uma cultura pouco explorada pelo ocidente.

Essas viagens impactaram diretamente nos cenários, que são lindos. E com uma animação gráfica encantadora, temos planos de fundo e personagens que nos deixam extasiados.

Só posso falar da trilha se falar da história….Ela impacta diretamente e mostra que a Disney ainda sabe acertar a mão para um bom musical. Do início ao fim, passando pelo ponto auge da nossa personagem principal, está rodeada por elas.

Não revelarei os pontos principais de nossos personagens coadjuvantes e da nossa personagem principal, para vocês terem o gostinho da surpresa, mas posso dizer que ela vem findar  uma nova políticas de princesas da Disney, que vem se construindo nos últimos anos.

De modo geral, trazer uma outra cultura é muito renovador. Mesmo tendo somente pinceladas é muito legal ver a cultura maori, por exemplo, presente no filme. A representação de valores é muito importante para entendermos que há um processo global e que temos que aprender em conjunto.

Mas antes de ir para a nota gostaria de falar um pouco das 3 mensagens principais, para que vocês já trabalhem em suas mentes antes de assistir o filme:

1 – Escolhas: ser aquilo que querem que eu seja ou ser aquilo que eu quero ser?

2 – Fogo do coração / Inquietação: é a velha discussão…sigo a razão ou a emoção do meu coração? O que irá te fazer feliz?

3 – Romper barreiras: Cada dia mais vivemos dentro de um ciclo e tudo nos leva a ficar no seguro e a não ousar.

Pronto para a nota? Então…

07 / 07  Corações de Te Fit

Ou seja, vale apena assistir e re-assistir, para embrenhar-se cada vez mais no sentido que essa animação tem.

A se ela tem chance de Oscar… Pelo jeito ela talvez saia com as duas estatuetas da noite de gala.

Até mais.

#EuNoOscar

“O Oceano é livre, só faz aquilo que lhe convém.”

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[SC] #EuNoOscar : Você conhece as indicadas para melhor atriz?

Olá amigos cinéfilos, eu sou Arita Souza e estou aqui para deixar uma palinha das indicadas para a categoria de melhor atris nesta 89º Cerimônia do Oscar de 2017.
Além de conhecer o nome dessas princesas da telona, deixo também algumas informações sobre as premiações de cada uma em suas carreiras.
Imagem Ruth Negga    “Loving”
Ruth Negga nasceu em Adis Abeba, capital da Etiópia, mas cresceu em Limerick, Irlanda. É filha de pai etíope e mãe irlandesa.  Sua carreira começou em 2004 com o filme “Capital Letters”. Depois participou de filmes como: “Jogos Do Crime” (2012); “Guerra Mundial Z” (2013) e “Noble” (2014). Ruth conquistou seu espaço com repercussão internacional pelo filme “Loving”, em 2016, sendo indicada ao Oscar De Melhor Atriz.
Além de filmes, a atriz já teve participações em séries, como: “Criminal Justice” (2008); “Love/Hate” (2010); “Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.” (2013) e “Preacher” (2016.
Imagem Emma Stone “La La Land: Cantando Estações”
É atriz, dubladora e modelo americana. Stone começou sua carreira como atriz mirim atuando em peças teatrais até ganhar reconhecimento pelo seus desempenhos em Superbad (2007) e Zumbilândia (2009). Recebeu aclamação da crítica pelo seu papel na comédia Easy A (2010) que a fez tornar uma das mais promissoras atrizes em Hollywood. Ganhou notoriedade também pelo seus desempenhos na comédia romântica Crazy Stupid Love (2012), e pelo drama aclamado pela critica The Help (2011). Seu maior sucesso comercial no entanto veio interpretando Gwen Stacy nos filmes de super-herói da Sony The Amazing Spider Man (2012) e The Amazing Spider Man 2 (2014) que faturaram juntos mais de 1 bilhão mundialmente.
Foi indicada ao Globo de Ouro, SAG, Critics’ Choice, BAFTA e Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo seu papel no filme Birdman (2014), de Alejandro González Iñárritu. Foi mais duas vezes indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical por Easy A (2010) e pelo musical La La Land (2016), vencendo pelo segundo. Ainda por La La Land recebeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz e venceu o BAFTA de Melhor Atriz, o Screen Actors Guild de Melhor Atriz Principal (Cinema) e o Coppa Volpi de Melhor Atriz no Festival de Veneza.
Imagem Natalie Portman “Jackie”
Vimos Natalie crescer diante das telas, não somente em estatura, sobretudo em talento. Com apenas 35 anos soma na carreira um Oscar por “Cisne Negro” em três indicações, além de dois Globos de Ouro, ainda carrega a alcunha de ser uma das melhores de sua geração. Este título não é um exagero, pois uma simples lembrança de suas atuações em “Cisne Negro”, “Closer” e “V de Vingança”, por exemplo, deixam as plateias mais exigentes assombradas com seu talento. Desta vez, ela está no que muitos apontam como o “papel de sua carreira”, interpretando a icônica ex-primeira dama Jackeline Kennedy em “Jackie”. Natalie pode estar a vias de sua segunda estatueta.
Imagem      Isabelle Huppert  “Elle”
Os artistas franceses sempre exerceram fascínio nos cinéfilos mais dedicados. Marion Cotillard, Juliette Binoche, Julie Delpy e Audrey Tatou são somente alguns exemplos recentes de atrizes premiadas e festejadas em todo mundo. Este ano é o ano de Isabelle Huppert! Desde Cannes, quando “Elle” estreou, toda a crítica caiu em encantamento por sua atuação. Descrita como forte, intensa e inteligente, Huppert construiu o caminho que a trouxe para um prêmio Globo de Ouro e a sonhada indicação ao Oscar. A categoria de Melhor Atriz nesta edição está disputadíssima, contudo o brilho da francesa é contagiante e a coloca em mais destaque dentre as demais.
Imagem  Meryl Streep “Florence: que Mulher é essa?”
Não há palavras que possam ser acrescentadas para descrever Meryl Streep, seu talento e a sua importância para o cinema. A maior atriz de nosso tempo, aquela que está no panteão mais dourado do cinema, quebra mais um recorde: com “Florence: Quem é Essa Mulher?”, ela chega a sua vigésima indicação. Ela está sensacional, engraçada e emotiva no longa, sua nomeação não é um acaso, está porque merece. Contudo, ademais de seu talento, há uma questão política que não pode ser descartada. Ela e o presidente Donald Trump tem trocado farpas ultimamente, inflamando Hollywood a estar do seu lado.
*A contagem das indicações e Oscars são em relação do  candidato com a categoria, e não o total da carreira.
HISTÓRICO DE INDICAÇÕES E VITÓRIAS

 Emma Stone – La La Land: Cantando Estações
- Vencedora de Melhor Atriz em Comédia ou Musical no Globo de Ouro
- Vencedora de Melhor Atriz no Bafta
– Indicada à Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Chicago Film Critics Association Awards
– Indicada à Melhor Atriz no London Critics Circle Film Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Satellite Awards
- Vencedora de Melhor Atriz no Screen Actors Guild
– Vencedora de Melhor Atriz no Festival de Veneza

Ruth Negga – Loving

– Indicada à Melhor Atriz em Ascenção no Bafta
– Indicada à Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro
– Indicada à Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Gotham Awards
– Indicada à Melhor Atriz Britânica no London Critics Circle Film Awards
- Vencedora de Melhor Atriz no Satellite Awards

Meryl Streep – Florence: Quem é essa mulher?

– Indicada à Melhor Atriz em Comédia ou Musical no Globo de Ouro
– Indicada à Melhor Atriz no Bafta
- Vencedora de Melhor Atriz em Comédia no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Satellite Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Screen Actors Guild

Isabelle Huppert – Elle

- Vencedora de Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro
– Vencedora de Melhor Atriz no Boston Society of Film Critics Awards

– Indicada à Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Chicago Film Critics Association Awards
- Vencedora de Melhor Atriz no Gotham Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Independent Spirit Awards
- Vencedora de Melhor Atriz no Los Angeles Film Critics Association Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no National Society of Film Critics Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no New York Film Critics Circle Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Satellite Awards

Natalie Portman – Jackie

– Indicada à Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro
– Indicada à Melhor Atriz no Bafta
– Indicada à Melhor Atriz no Boston Society of Film Critics Awards
- Vencedora de Melhor Atriz no Critics’ Choice Movie Awards
– Vencedora de Melhor Atriz no Chicago Film Critics Association Awards

– Indicada à Melhor Atriz no Gotham Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Satellite Awards
– Indicada à Melhor Atriz no Screen Actors Guild

Fonte: Termômetro Oscar

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[SC] Lista de 5 animes para iniciantes

Fui incumbido com a tarefa de escolher 5 séries de anime para quem está começando a apreciar esse formato de animação tão distinto. Escolhi aqueles que talvez tenham ajudado mais a moldar minhas preferências e não necessariamente meus animes favoritos. (Dei uma pequena trapaceada na lista, mas vocês não se importam né?)

 

1 – Dragon Ball

Uma das escolhas mais óbvias está aqui porque é divertido e fácil de acompanhar. Gosto mais da primeira fase da história, focada na busca pelas esferas. É muito mais uma aventura com algumas lutas e várias situações cômicas. Goku criança é muito fofinho e tem o vilão mais estiloso de todos os tempos, Tao Pai Pai. A fase “Z” vai se concentrar nas lutas titânicas e devastadoras e para mim só vale a pena até o encerramento da saga do Cell. Dragon Ball Super? Ugh!

(Se você gostar de Dragon Ball, provavelmente gostará também de Yu Yu Hakusho)

 

2 – Clannad

A primeira temporada é pouco mais do que um draminha escolar com um menino protagonista numa situação de harém. Foi um dos primeiros animes desse gênero que acompanhei, os personagens são cativantes e a história é divertida e melancólica na mesma proporção.

É a segunda temporada que vai fazer você se recordar desse anime. O garoto escolheu a garota e terminou a vida escolar. E agora? Bem, agora vamos ver o casal entrando na vida adulta, passando por fases boas e algumas tragédias. Os personagens secundários fazem algumas participações e também é mostrado como estão se virando com suas vidas. Se você não tiver um coração de pedra, é garantido que vai chorar em algum momento.

(Se você gostar de Clannad, é provável que também vai gostar de Honey and Clover)

 

3 – Fullmetal Alchemist: Brotherhood

A história se passa num mundo governado pela influência do poder da alquimia, que pouco tem a ver com o conceito de alquimia que conhecemos no nosso mundo real. Nesse universo os alquimistas são capazes de feitos e proezas quase divinas. Acompanhamos os irmãos Elric numa jornada de redenção que toma proporções épicas.

Desenvolvimento dos personagens, visual, profundidade de enredo, ritmo da narrativa, praticamente tudo nessa animação é excelente. Também conta com sequências de ação muito bem feitas. No meu coração ele divide lugar com apenas mais uma série no topo.

Existe uma versão mais antiga, que até que é legal em alguns pontos, mas é bem chata e confusa numa grande parte dela.

(Se você gostou de Fullmetal Alchemist: Brotherhood, talvez goste também de Code Geass)

 

4- Parasyte (Kiseiju)

Shinichi é um adolescente japonês comum que vê sua vida virar do avesso depois de ter seu braço direito substituído por uma forma de parasita alienígena inteligente.

Parasyte é um anime muito interessante por tratar  de questões morais, filosóficas e até ecológicas com uma narrativa bastante versátil. A animação consegue equilibrar momentos de tensão e seriedade com outros de leveza e divertimento. É muito satisfatório acompanhar a evolução da relação entre o protagonista e o alienígena que divide o corpo com ele, carinhosamente apelidado de Migi.

(Se você gostar de Parasyte, talvez acabe gostando também de Ajin)

 

5 – Cowboy Bebop

Lembra quando eu falei sobre um determinado anime que dividia meu coração com Fullmetal Alchemist? Cowboy Bebop foi uma das primeiras séries que conheci no período inicial da popularização dos animes pela internet.

O enredo acompanha um grupo de caçadores de recompensa tentando se virar num universo futurista onde a humanidade já possui uma tecnologia avançada o suficiente para explorar o espaço. A animação mistura elementos sci-fi e noir, e também usa várias referencias cinematográficas e musicais da cultura pop. Todos os personagens da tripulação têm uma vida pregressa da qual estão tentando escapar.
Cowboy Bebop é estiloso e muito bem feito, da trilha sonora até a qualidade visual da animação, que oferece cenas de ação e pancadaria muito boas.

(Se gostar de Cowboy Bebop, provavelmente vai gostar de Samurai Champloo)

 

É isso gente, tentei diversificar o melhor que pude dentro do meu gosto para animes, pois é importante lembrar que a produção é MUITO diversificada. Deixei bastante coisa importante de fora, infelizmente.

Não existe essa coisa de “não gosto de animes”, é apenas uma questão de não perder tempo com coisas que não lhe agradam totalmente. Seu gosto pode evoluir com o tempo, ou você pode muito bem curtir o mesmo nicho para todo o sempre.

Abraços,

Nelson.

CapaSpore

[SG] A Maravilhosa Mente de Jack: A Evolução Em Uma Casaca de Noz – Spore

Olá,

Para você que não me conhece, eu sou o Jack e sim! Sou viciado em games. O jogo que irei analisar hoje é o conhecido Spore. Desenvolvido pela Maxis Studios e distribuído pela EA Eletronics, foi lançado em 2008. É um jogo que simula a evolução de uma espécie e a sua interação  com o seu meio.

Vamos ao enredo:

SporeInicio
Como era de se esperar, não existe um enredo propriamente dito, visto que quem cria a história é você. O máximo que temos no jogo é um motivo para que haja vida no planeta que você escolheu. Quando o jogo se inicia, você precisa escolher um planeta. Nele vai cair um meteoro que abriga microbactérias. Só então o jogo começa.

Spore é baseado na teoria Darwinista sobre a evolução dos seres. Logo, você começa como uma simples célula e posteriormente se torna uma civilização. O jogo contém 5 fases de “evolução”.

A 1ª fase é a celular (com um gameplay inspirado em pac-man): nessa fase você é a mais simples criatura em um enorme mundo (poético, não?) nesse momento, você cria sua célula e define se ela é carnívora, herbívora ou onívora. As características que você define na fase celular vão acompanhar você pelas fases posteriores. Por exemplo: Se você coloca espinhos como forma de defesa para sua criatura, ela terá espinhos até a sua ultima fase. Toda fase de evolução tem uma barra que indica o quanto você precisa comer outra células (no sentido gastronômico), até sua barra de evolução atingir o máximo (isso se mantém nas outras fases). Ao evoluir, a sua célula passa para a fase “Criatura”.

A 2ª fase (criatura) tem um gameplay em mundo aberto, estilo MMORPG. Nele você não simplesmente come e cresce como era na fase celular. Você também pode interagir com outras criaturas, porém pode ser de forma boa ou ruim. Isso será definido pelo seu modo de jogo. SporeMeio
Exemplo: Se você for carnívoro, provavelmente não conseguirá ser tão amigável com outras espécies, podendo gerar inimigos que te acompanharão pelo resto do gameplay. Já se você for herbívoro, as chances de fazer amizade com outras espécies é maior, essas que serão seus aliados pelo resto do game. Tudo nessa fase pode influenciar o gameplay. Você pode criar inimigos pela vida toda, extinguir vilas, conseguir aliados leais… A gama de possibilidades é quase infinita. Nesse modo temos 2 tipos de criaturas “especiais”. Os Épicos e os Ladrões. Os épicos são monstros gigantes com HP enorme e difíceis de matar, já os ladrões, aparecem para matar você, nada mais. Ao final dessa fase, que é bem demorada, você evolui para a fase tribal. No decorrer dela, você precisa aumentar sua tribo, seja com semelhantes seus (reproduzindo com uma dança do acasalamento), ou agregando novas criaturas a seu bando.
A fase tribal adquire um gameplay similar a Age Of Empires. O jogo muda de MMORPG para RTS. Você precisa basicamente evoluir, construir suas coisas e como Darwin dizia, adaptar-se para perpetuar sua espécie.
Após isso, evolui para a fase da Civilização.

Essa fase adquire um gameplay semelhante a SimCity, administrando uma cidade e fazendo-a evoluir. Você pode controlar a cidade de 2 formas. Se você for agressivo (carnívoro) o controle será militar, se você for mais sociável (herbívoro) o controle será por meio da religião. Após esse estágio, você alcança o ultimo estágio, o espacial.
O jogo basicamente se torna de exploração espacial, você pode visitar planetas e até mesmo abduzir espécies para ajudar a sua raça.

SporeFim

Os gráficos de Spore são cartunizados, o que torna o jogo extremamente bonito até os dias de hoje. A ambientação é muito boa, mesmo variando de planeta para planeta.  A trilha sonora também é muito boa, dando uma ótima imersão, principalmente na fase espacial.
Spore é um ótimo jogo para Gamers Casuais, ou até mesmo para ser jogado de forma didática em escolas, despertando interesse em evolução nos alunos, que provavelmente não teriam esse tipo de interesse só assistindo aulas.
Eu daria a Spore a nota de 4.2, por ele poder ser usado de forma didática, fazendo com que as pessoas se interessem pela ciência.

Enfim, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre o jogo.
Criticas, dúvidas, correções e até mesmo sugestões você pode enviar para meu e-mail:
jackspherageek@gmail.com

Um abraço e vida longa e prospera,
Jack