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Momento Cuca Fresca: Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Para o momento cuca fresca de hoje, trago um artigo muito legal que encontrei na super interessante. Também deixo uma lista de filmes que causaram muito medo nos espectadores de cinema

Filmes que deram mais medo no público em geral:

10) Atividade Paranormal (2007)

Os segredo dos sustos de Atividade Paranormal está no fato de que o filme é gravado como se fosse amador, mesmo que tudo seja encenado. Lançado originalmente em 2007, o filme já está na sua quarta continuação. O roteiro, instigante e assustador, aposta no sobrenatural para assustar os espectadores.

9) Poltergeist (1982)

O clássico do terror dos anos 1980 continua assustando através de gerações. É a história de uma família aterrorizada por fantasma, que tem o seu auge quando a filha caçula é sequestrada através do televisor. Misturando elementos da ficção científica, o filme consagrou-se como um dos mais assustadores de todos os tempos.

8) O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Baseado em uma história real, O Exorcismo de Emily Rose garante a sua tensão intercalando a história da garota com julgamento do padre acusado de matá-la (já que Rose morrera durante o exorcismo). Com direito a todos os elementos mais assustadores de filmes de possessões demoníacas, o longa foi responsável por noites aterrorizantes para todo mundo que o assistiu.

7) A Profecia (1976)

Outro clássico do terror, A Profecia traz o imaginário do Anticristo, reencarnado em uma criança que nada se parece com os garotos de sua idade. É que após ver seu filho morrer no parto, a personagem de Gregory Peck sequestra um bebê na maternidade sem saber a sua real identidade.

6) O Orfanato (2007)

A gente tem que admitir: os espanhóis arrasam quando o assunto é filme de terror! Apresentado pelo mestre Guillermo Del Toro, O Orfanato é uma história tão instigante, que mantêm os olhos grudados na tela do começo ao fim. Definitivamente não é para os fracos.

5) O Chamado (2002)

Mesmo que hoje em dia O Chamado tenha virada chavão, é inegável que o filme nos assustou (e muito) quando foi lançado – lá no começo dos anos 2000. É que o filme é baseado em um longa japonês, outros mestres no quesito terror. Se o seu telefone tocou enquanto você estava assistindo, meu caro, você conheceu o que é passar medo de verdade!

4) Horror em Amityville (2005)

Outro filme baseado em fatos reais (isso aumenta a tensão, não é mesmo?), Horror em Amityville deixou todo mundo eletrizado e isso ninguém pode negar. É que a fórmula casa mal-assombrada, por mais clichê que seja, sempre acaba assustando. O filme de 2005 é um remake do clássico de 1979, tão assustador quanto.

3) A Casa (2010)

Completamente independente, este filme uruguaio foi a grande surpresa do Festival de Cannes em 2010. Com um orçamento de apenas $ 6 mil, o longa foi gravado em apenas 4 dias. A Casa foi baseada em um misterioso crime do país e, acreditem, dá muito, muito medo!

2) Invocação do Mal (2013)

Invocação do Mal estreou em 2013 mostrando que Hollywood ainda sabe fazer bons filmes de terror. Invocando todos os elementos clássicos do gênero, o longa não cai em clichês e prende a atenção do começo ao fim. Não precisa nem falar que, também, foi baseado em casos reais.

1) O Iluminado (1980)

No topo da nossa lista não poderia deixar de estar O Iluminado. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa, baseado no livro de Stephen King, mistura elementos do sobrenatural, da loucura e dos filmes de assassinato. Eu que não queria estar naquele hotel sendo perseguido pelo louco do Jack Torrance!

 

Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Diversos fatores neuropsicológicos e culturais (mais presentes em certas pessoas do que noutras) levam-nos a procurarmos o que provoca medo, um impulso que alimenta a indústria do ócio.

O pintor belga René Magritte (1898–1967) afirmou um dia: “A pessoa não pode falar acerca do mistério, ela deve ser cativada por ele.” Ao longo da história da humanidade, milhões de pessoas sucumbiram a um prazer paradoxal: aproximar-se do desconhecido e apreciar o temor que lhes produz. Embora o derradeiro objetivo da sensação de pânico seja o desassossego, muitas pessoas conseguem deleitar-se com o medo desde que o experimentem numa situação controlada.

No século VIII a.C., encontramos um exemplo precoce do gosto pelo sinistro. Homero relata na Odisseia: “Andavam em grupos por aqui e por acolá, de um e do outro lado do fosso, com um clamor sobrenatural, e a mim afligiu-me o pálido terror.” Depois, surgem os seguintes ingredientes: cabeças que falam quando se aproximam de sangue, mortos-vivos que querem acabar com o seu tormento, o espanto diante da Górgona… A narrativa das andanças de Ulisses foi transmitida por tradição oral: se o texto não foi esquecido, é porque muitos encontraram prazer em recitá-lo.

Desde então, milhares de obras literárias, pictóricas e, nos tempos modernos, cinematográficas exploraram esse prazer paradoxal. A partir do apogeu da literatura gótica, em finais do século XVIII, o terror transformou-se em gênero. Um fato demonstra a sua importância: em todas as épocas posteriores, podemos encontrar alguma narrativa apavorante, transformada em fenômeno de massas. Desde os clássicos Drácula e Frankenstein, há um contínuo que culmina, hoje, no êxito das atuais séries de terror (The Walking Dead, American Horror Story, Penny Dreadful…), e em êxitos de bilheteira como Paranormal altActivity 4, que arrecadou mais de cem milhões de dólares na estreia, apesar de se ter considerado que era uma fórmula esgotada.

Hiperativação física

A pintura, os parques de diversões, a música e a banda desenhada também nos convidam, nestes últimos anos, a sentir arrepios de medo, sabendo que muitos responderão ao seu apelo. Porquê? Como acontece com qualquer fenómeno psicológico de massas, há uma confluência de causas distintas.

Um dos fatores mais referidos está relacionado com a hiperativação física: muitas vezes, as pessoas que gostam destas sensações apenas experimentam uma descarga de adrenalina, e não verdadeiro medo. O nosso mecanismo cerebral de alarme situa-se, principalmente, na amígdala, um centro do sistema límbico encarregado de reagir perante as emoções.

Experiências como as desenvolvidas por Daniel Schacter, professor de psicologia na Universidade de Harvard (Estados Unidos), demonstram que os pacientes com lesões nessa área recordam a associação entre determinados acontecimentos e um estímulo negativo, mas não se produz qualquer efeito emocional. Quando é ativada, gera reações fisiológicas como a subida da pressão arterial e do metabolismo celular. Acarreta também uma libertação de catecolaminas, grupo de neurotransmissores que inclui a adrenalina e a dopamina e que é responsável pela sensação de euforia que sentimos depois de passar um mau bocado.

altNo mesmo sentido, o investigador Jeffrey Goldstein, professor de psicologia social na Universidade de Utrecht (Países Baixos), defende que o gênero de terror proporcionaria uma diversão violenta socialmente aceite. Trata-se, em definitivo, de ativar as hormonas extremas (testosterona, adrenalina, cortisol…), e uma forma de consegui-lo é sentir calafrios e angústia numa situação controlada.

Libertar maus sentimentos

Os partidários desta teoria recordam que as histórias de meter medo permitiram, desde tempos remotos, libertar sentimentos politicamente incorretos incrustados no nosso hardware biológico. Um exemplo é a vingança: a história da vítima que regressa do mundo dos mortos para ajustar contas transformou-se num tópico. Gostamos de sentir a adrenalina de acompanhar o fantasma justiceiro, num campo em que essas paixões negativas são permitidas.

A verdade é que sempre houve diversões arrepiantes para elites cultas. Nos anos 20, havia um lugar na moda em Paris, o teatro Grand Guignol, onde se encenavam pequenas histórias com marionetas que sangravam ou perdiam membros de forma convincente. Os seus mórbidos sofrimentos eram escritos por conhecidos intelectuais da época. O psicólogo Alfred Binet (1857–1911), um dos pais do teste de inteligência, engendrou o seguinte argumento: prestes a abandonar uma instituição de saúde mental, uma jovem é atacada por outras três doentes que acreditam que há um pássaro escondido por detrás dos seus olhos. Para libertá-lo, utilizam uma agulha de tricot

O mais interessante é que esse tipo de atrocidades atraiu líderes nazis, chefes da Resistência francesa e generais das forças aliadas, como George Patton.

Fonte: Super Interessante / site Oba oba

Sem título

[SL] O Problema do Quadrinho Independente | Rapha Pinheiro

Hoje falamos do problema que assola o mercado independente e, se possível, propor soluções para ele.

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[SG] SpheraBoards | Dixit

Dixit

Hello pessoas! Laíse Lima de novo na área com mais um review. Vamos com um Game leve dessa vez, que dá pra jogar com a família e como entrada para um dia de jogatina! Um excelente jogo que é uma porta de entrada para os Board Games Modernos, o que chamamos de gateway. Vamos nessa!

Ficha Técnica:

Edição Brasileira: Galápagos Jogos              Número de Jogadores: 3-6

Tempo de Jogo: 30 minutos em média          Objetivo do Jogo:

Dixit é um jogo do designer Jean-Louis Roubira e da ilustradora Marie Cardouat, publicado pela editora Asmodee, e traduzido para o português pela Galápagos jogos. É um jogo de dedução e criatividade abstrata, no qual vence quem completa 30 pontos primeiro. Veja abaixo como a sequência e a pontuação do jogo acontece.

Regras:

Cada jogador tem um certo número de cartas na mão que só ele tem acesso. A cada rodada, haverá um jogador da vez (chamado de narrador) que colocará uma carta virada pra baixo na mesa e dará uma dica que possa levar pessoas a deduzirem qual será a sua carta. A dica pode ser dada de diversas formas, através de palavras, frases, músicas, poesia, mímica… qualquer coisa, a graça do jogo é explorar a criatividade.

Todos os outros jogadores também jogarão uma carta, com a ilustração virada para baixo. Embaralha-se bem as cartas dos jogadores com a do narrador e serão reveladas e organizadas numa fileira. Todos os jogadores, com exceção do narrador, escolherão secretamente uma carta. Isso é feito através de um marcador individual numerado (no jogo básico, cada jogador tem um marcador ou cartela de sua cor para os números de 1 a 6, dependendo de quantos jogadores estiverem na mesa). Depois que todos fizerem sua votação secreta, revela-se o número que cada um colocou.

Pontuação:

S_829601-MLB20376820903_082015-OComo se ganha pontos em Dixit? O narrador ganha 3 pontos se pelo menos um outro jogador votou na carta que ele escolheu. Cada jogador que acertou a carta certa também ganha três pontos. Obviamente, o jogador da vez não vota. Agora, alguém pode perguntar: Então porque o narrador não apela e dá uma pista óbvia para que alguém acerte com certeza?. Porque se na votação secreta todos os jogadores votarem na carta certa, ao invés dos 3 pontos, todos os jogadores, MENOS o narrador, ganharão 2 pontos. Ou seja, todos se deram bem, menos o narrador.

E por outro lado, alguém pode achar que será uma boa o narrador dar uma pista obscura demais, para evitar que os outros jogadores ganhem pontos facilmente. O problema é que se ninguém acertar a carta certa, novamente todos os jogadores MENOS o narrador, ganharão 2 pontos. Idealmente, o narrador tentará dar uma pista que faça pelo menos um jogador deduzir qual a sua carta, mas que não seja óbvia demais para evitar que todos votem nela.

E quanto às outras cartas dos demais jogadores? Servem só para confundir? Não. Após a votação, se alguém votou na carta de um jogador que não seja a carta do jogador da vez, o dono daquela carta ganha um ponto por voto.

Idealmente, cada jogador tentará jogar uma carta que induza os outros jogadores a votarem na sua carta, ao invés da carta do jogador da vez. Não se pode votar na sua própria carta. E assim termina uma rodada. As cartas usadas são descartadas, todos compram uma nova carta e há um novo narrador. No final de uma rodada, se um ou mais jogadores conseguirem acumular 30+ pontos, ganha quem ficou mais na frente do placar.

download (1)O Dixit conta com 11 expansões que trazem mais cartas e dão uma cara nova ao jogo, algumas dessas expansões já foram trazidas para o Brasil!

Estatísticas do Jogo:

– Apelo a não boardgamers (alto): É um jogo simples, um verdadeiro gateway. Um jogo que estimula a criatividade e interação. E se é jogado num grupo de amigos que se conhecem muito, ele fica ainda mais desafiador, pois as dicas tendem a ser bem mais elaboradas – Complexidade (baixa): As regras são aprendidas extremamente rápido.

– Independente de idioma? Sim. Não tem textos, é só desenho.

– Achado no Brasil (sim): É vendido em livrarias como a cultura, em lojas especializadas e pelo site da Galápagos Jogos. Preço (baixo): 120 reais em média.

Opinião: Independente da pontuação, as pistas e as cartas usadas são a estrela do jogo. Com o grupo certo, que entra no clima da criatividade, os momentos de diversão e muita risada são garantidos!!

Links relacionados ao jogo:

http://en.libellud.com/games/dixit (site oficial do jogo)

https://loja.galapagosjogos.com.br/t/franquia/dixit (venda)

 

Laíse Lima – Boards e books

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 7 – As Cores | Escrevendo Quadrinhos

Finalmente chegamos ao final da série Fazendo Quadrinhos em 7 Passos! Hoje falamos das cores, como e porque eu mudei a técnica que ia usar e quais os passos para fazer uma boa colorização nas suas páginas.

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Aquele abraço!

turismo

[SC] Questão de opinião: Microfranquia de turismo é opção para investir gastando menos?

A microfranquia, que tem limite de investimento inicial de R$ 85 mil”, explica José Rubens Rodrigues, diretor de microfranquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF). No caso da franquia da Patrícia de Paula, a Clube Turismo, o investimento para abrir seu escritório em casa não chega a R$ 4 mil, mas é possível encontrar no site da ABF franquias com investimento de até R$ 10 mil nas áreas de estética e informática. “Mas o franqueado precisa fazer a sua parte, pois nem as franquias estão livres de riscos”, alerta José.

Cuidados ao investir no setor de turismo

 aeroporto-de-dourados-ms2Com o aumento do dólar e a incerteza na política do país, a tendência é que os gastos com viagens diminuam neste ano. Mas, se você pretende abrir uma franquia nesse ramo, existem maneiras de contornar esse quadro. “Antes de fazer o investimento, procure ter dinheiro para o capital de giro, que são os gastos necessários para manter o negócio rodando mesmo se você não fizer nenhuma venda. Essa quantia deve ser suficiente para bancar os custos de, no mínimo, três meses”, explica Marcelo Sinelli, consultor do Sebrae-SP. Isso significa que, na hora de comprar a franquia, é preciso levar em conta o investimento inicial e o dinheiro que você deverá usar para bancar os custos mesmo sem faturamento nenhum.

Quem vai trabalhar em casa deve considerar as contas que precisam ser pagas no final do mês, como o aumento do uso de telefone e internet, e a comissão cobrada mensalmente pela franqueadora. Além disso, prepare-se para ter um retorno do investimento em um prazo maior do que o prometido pela franqueadora, “pois o lucro deverá diminuir por conta do cenário financeiro atual”, alerta Marcelo.

Você tem perfil pra ser um franqueado?

O que devo me perguntar?

Quanto tempo posso dedicar ao negócio?
“Os primeiros dois ou três anos exigem muita dedicação do dono para que a franquia dê resultado. É preciso estar presente o tempo todo”, explica Marcelo Sinelli, do Sebrae-SP

Quanto dinheiro vou investir?
Não leve em conta somente o valor inicial. Coloque no papel outros custos, como as contas a ser pagas e as comissões cobradas pela franqueadora.

Eu tenho postura de empreendedor?
Isso significa ter autoconfiança, persistência e organização, além de flexibilidade para aceitar as regras impostas pela franqueadora. “Você não pode mudar o que quiser. Existe um padrão que todo franqueado deve seguir, concordando com ele ou não”, lembra Marcelo.

Fonte: Revista Sou mais eu

 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 11/05/2017

Vamos as novidades da semana?

Alien: Covenant (Ridley Scott, Estados Unidos)

O Dia do Atentado (Patriots day, Peter Berg, EUA)

Faces de Uma Mulher (Orpheline, Arnaud des Pallières, França)

Taego Ãwa, Henrique Borela, Marcela Borela, Brasil)

Crônica da Demolição (Eduardo Ades, Brasil)

O Cidadão Ilustre (El Ciudadano Ilustre, Gastón Duprat, Argentina)

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[SC] A Dona da Poltrona – Top 5 Filmes da Marvel

Olá, geeks!

A Dona da Poltrona voltou com força total agora! Sentiram minha falta? Na coluna desse domingo, vamos falar dos filmes da Marvel que têm arrebentado no cinema e faremos um Top 5 dos melhores! Querem saber a minha opinião? não sou tão Malvelmaníaca como o Thiago Simão, o Supremo Geek, mas vamos lá!
5- Capitão América, o primeiro vingador
Não sou americanófila, mas por ser o Capitão América tão próximo do que é ser humano, esse filme me toca. Mesmo eu odiando filme de guerra e aquele sentimento imperialista de que os ianques são os salvadores da Pátria. A questão do não-envelhecimento do capitão me comove porque me interesso por cirurgia plástica, é a minha primeira formação antes de ser jornalista. E é impossível não se apaixonar por Chris Evans, mesmo ele sendo baixinho para os meus padrões! Há romance no ar e o filme vale a pena ser visto e revisto. Sempre passa nos Canais Telecine, da NET. O filme é de 2011.
Sinopse: 2ª Guerra Mundial. Steve Rogers (Chris Evans) é um jovem que aceitou ser voluntário em uma série de experiências que visam criar o supersoldado americano. Os militares conseguem transformá-lo em uma arma humana, mas logo percebem que o supersoldado é valioso demais para pôr em risco na luta contra os nazistas. Desta forma, Rogers é usado como uma celebridade do exército, marcando presença em paradas realizadas pela Europa no intuito de levantar a estima dos combatentes. Para tanto passa a usar uma vestimenta com as cores da bandeira dos Estados Unidos, azul, branca e vermelha. Só que um plano nazista faz com que Rogers entre em ação e assuma a alcunha de Capitão América, usando seus dons para combatê-los em plenas trincheiras da guerra.

 
4- o Homem de Ferro
 
De todos os vingadores, é o meu predileto. Amo Tony Stark. Seu jeito egocêntrico e capaz das maiores peripécias possíveis e imagináveis! O filme é dinâmico e envolvente. Vale a pena ver todos e ir descobrindo em cada um uma coisa inesperada do bilionário excêntrico, Tony. O filme é de 2008.
 
Sinopse: Tony Stark (Robert Downey Jr.) é um industrial bilionário, que também é um brilhante inventor. Ao ser sequestrado ele é obrigado por terroristas a construir uma arma devastadora mas, ao invés disto, constrói uma armadura de alta tecnologia que permite que fuja de seu cativeiro. A partir de então ele passa a usá-la para combater o crime, sob o alter-ego do Homem de Ferro.

3- Os Vingadores
Adoro esse filme porque reúne todos os super-heróis, cada um com a sua particularidade e acabo por adorar ver o Hulk, de Mark Ruffalo, um de meus atores favoritos. Não dá para cansar de ver tanto heroi reunido!!! Como gosto de mitologia nórdica, adoro ver Thor e seu irmão vilão Loki. O filme é de 2012.
Sinopse: Loki (Tom Hiddleston) retorna à Terra enviado pelos chitauri, uma raça alienígena que pretende dominar os humanos. Com a promessa de que será o soberano do planeta, ele rouba o cubo cósmico dentro de instalações da S.H.I.E.L.D. e, com isso, adquire grandes poderes. Loki os usa para controlar o dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard) e Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), que passam a trabalhar para ele. No intuito de contê-los, Nick Fury (Samuel L. Jackson) convoca um grupo de pessoas com grandes habilidades, mas que jamais haviam trabalhado juntas: Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson). Só que, apesar do grande perigo que a Terra corre, não é tão simples assim conter o ego e os interesses de cada um deles para que possam agir em grupo.

2- Os Guardiões da Galáxia – Volume 2
É reunião dos anti-heróis mais interessantes de toda a galáxia. Impossível não se deliciar com as intrépidas aventuras de Peter Quill, seu walkman, as referências às músicas dos anos 80, em que vivi plenamente a minha adolescência. O filme te coloca o gostinho de querer sempre mais. E olha que nem vi o primeiro. Repararei essa falha em breve! É bacana ver como eles se tratam: uma família de verdade e ver o amor velado de Peter e Gamora!! Ela nunca dando o braço a torcer! O filme é de 2017.
Sinopse:Agora já conhecidos como os Guardiões da Galáxia, os guerreiros viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família unida. Enquanto isso tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill (Chris Pratt).

1- Doutor Estranho
Meu interesse por Medicina é óbvio, mas a meu ver esse ainda é disparado o melhor filme da franquia Marvel. Benedict arrebenta e a história é bem engendrada com a ação Marvel costumeira, mas com altas doses de reflexão. Nitroglicerina pura!!! O filme é de 2016!
Sinopse: Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

 

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 5 – O Lápis | Escrevendo Quadrinhos

Hoje vamos conversar sobre desenhar o lápis de uma página. Falamos de materiais, técnicas e dicas em geral pra garantir a base para a sua arte final.


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Aquele abraço!

paris

[SL]Clube de Leitura e Escrita – Abril: Paris é uma festa – Ernest Hemingway

Oi gente!!

Encerramos no mês de abril a leitura de Paris é uma festa. Foi muito gratificante a companhia de vocês e todas as dicas que recebemos para nosso clube de leitura. O livro escolhido para o mês de maio é O Corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo.

Dando continuidade à renovação da identidade visual das obras de Ernest Hemingway, o livro Paris é uma festa é relançado no Brasil, um dos principais livros de sua carreira. Segundo título mais vendido do autor no Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1964. O livro revela um Hemingway diferente. Em Paris, aos 22 anos, ele lê, pela primeira vez, clássicos como Tolstói, Dostoievski e Stendhal. Convive com Gertrude Stein, James Joyce, Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald, figuras polêmicas e encantadoras para o jovem autor. A cidade e esses “companheiros de viagem” deram-lhe nova dimensão do humano e maior sensibilidade para alcançar os seus dois objetivos primordiais na vida: ser um bom escritor e viver em absoluta fidelidade consigo próprio. Há, em Paris é uma festa, momentos de suave melancolia, alternados com outros de cortante, quase selvagem crueldade.

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[SG] SpheraBoards – Jogos Cooperativos

 

Fala pessoas, Laíse do Boards e books (B&B) de volta pra falar mais sobre Jogos de Tabuleiro, e hoje é dia de TOP 5! Muitos conhecem os clássicos jogos de guerra, ou até mesmo os jogos 1X1 como o xadrez e os investigativos detetive e Scotland Yard, todos eles competitivos. Mas claro Laíse, jogos não são feitos para serem competitivos…? Não necessariamente!

Nesse TOP 5 mostrarei para vocês meus boards cooperativos favoritos. Mas antes, vamos a uma resumida explicação do que são os Jogos de Tabuleiro cooperativos. Nestes os jogadores trabalham juntos para atingirem um objetivo em comum, a cooperação toma o lugar da competição e tipicamente os participantes jogam contra o jogo em si ao invés de uns contra os outros…Então, vamos ao Ranking?!!

 

Lugar – Elder Sign

Elder Sing Um jogo da linha especial para os fãs de Lovecraft! É um jogo de dados sobre intrigas sobrenaturais, criado por Richard Launius e Kenvin Wilson, para 1 a 8 jogadores. Os Jogadores assumem o papel de investigadores correndo contra o tempo para evitar o eminente retorno de O Antigo. Os investigadores devem colocar em teste sua sanidade e energia enquanto se aventuram para encontrar os Sinais Antigos (Elder Signs), os símbolos místicos usados para selar O Antigo e ganhar o jogo.

Para localizar os Elder Signs, investigadores devem suportar as aventuras no museu e seus arredores. Uma mecânica de contagem regressiva faz com que O Antigo apareça caso os investigadores não sejam rápidos o suficiente. Se isso acontecer, os investigadores deverão lutar contra O Antigo e não será uma batalha fácil.

O jogo dura de 60 a 120 minutos e é de fácil assimilição, contando com a clássica mecênica geralmente presente nos cooperativos: personagens com habilidades individuais. Não subiu muito no ranking, pois o fator sorte presente na rolagem de dados pode ser um fator determinante para a frustração de alguns jogadores.

 

Lugar Zombicide: Black Plague

 Zombicide Black Plague

Lançado aqui no Brasil em 2016 pela Galápagos Jogos, Zombicide: Black Plague leva o apocalipse zumbi para um cenário medieval! Os poderes arcanos dos Necromantes desencadearam uma invasão de zumbis na idade das espadas e feitiçaria, e cabe ao grupo de sobreviventes ficarem vivos, ter de volta o reino e punir os responsáveis pelo Apocalipse!

Os jogadores podem assumir o controle de paladinos, anões, cavaleiros e magos, empunhando espadas poderosas, bestas e, até mesmo, magias para derrotar as hordas de zumbis e seus senhores Necromantes. Black Plague é uma adaptação do já conhecido Zombicide, porém suas regras clássicas foram renovadas, mantendo a ação ininterrupta, clima tenso e fácil aprendizado.

 

Lugar – Eldritch Horror

Eldrith Horror

Pode parecer redundante, mas sim, sou fã de Lovecraft, e lógico, dos jogos que trazem seus mitos. A linha de jogos inspirados nos mitos de Lovecraft é vasta e nos trazem suas histórias com todo o clima sombrio e estranho, característico do escritor. Eldritch Horror é um irmão moderado do Elder Sing, já mencionado anteriormente, e possui total imersão nos escritos de Lovecraft, as cartas que compõem o jogo contém, muitas vezes, trechos dos próprios contos e mitos. Um universo inspirador que promete muitas horas de diversão. Muito mais desafiador  que o Elder Sing, mas talvez não tão rápido, e não tem a sorte como fator tão determinante.

Lugar – Robinson Crusoé: Adventure on the Cursed Island

Robinson Crusoe

Já mencionei ele em um dos TOP 5 aqui do Sphera, mas preciso falar de novo. Robinson Crusoé: Adventure on the Cursed Island, criado por Ignacy Trzewiczek, transporta os jogadores para uma ilha deserta, onde eles serão os sobreviventes de um naufrágio confrontados por uma aventura extraordinária. Os jogadores serão confrontados com os desafios da construção de um abrigo, encontrar comida, lutar contra animais selvagens, e se proteger das mudanças climáticas. Construção de muros em torno de suas casas, a domesticação de animais, a construção de armas e ferramentas e muito mais esperam por eles na ilha. Os jogadores decidem em qual direção o jogo vai se desenrolar e – depois de várias semanas de muito trabalho no jogo – como será sua adaptação na ilha. Este é um jogo cooperativo de 1 à 4 jogadores. O mais interessante, é que no modo solo o jogador pode controlar o cachorro e o Sexta-Feira, personagens icônicos do livro!

 

Lugar – Pandemic

Pandemic

Lógico, não posso deixar de falar do meu xodó, e colocá-lo em primeiríssimo lugar!!! Em Pandemic, várias doenças virulentas eclodiram simultaneamente em todo o mundo! Os jogadores combatem a doença, assumindo o papel de especialistas cuja missão é tratar os focos enquanto pesquisam a cura para cada uma das quatro pragas.

O tabuleiro do jogo mostra vários grandes centros populacionais na Terra. Em cada turno, um jogador pode utilizar até quatro ações para viajar entre cidades, tratar populações infectadas, descobrir uma cura, ou construir uma estação de pesquisa. Tomando um papel único dentro da equipe, os jogadores devem planejar a sua estratégia para combinar suas forças de especialistas, a fim de curar as doenças. Se uma ou mais doenças se espalha além da recuperação ou se decorrido muito tempo, todos os jogadores perdem. Se curarem as quatro doenças, todos eles ganham! Nunca pensei que um jogo sobre medicina e ciência seria tão divertido, mas não canso de jogar o Pademic…É sempre uma experiência diferente!

 

Esse foi nosso terceiro TOP 5! Quem quiser mais, diz ai o que deseja ver por aqui! E não esquece de me acompanhar nas redes sociais, tamo junto!! E vamo que vamo!!

 

Laíse Lima – Boards e books

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Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 20/04/2017

Olá Geeks! Eis os lançamentos da 7º arte para esta semana.

 

Gostosas, lindas e sexies (Ernani Nunes, Brasil)

Paixão Obsessiva (Unforgettable, Denise Di Novi, EUA)

Vida (Life, Daniel Espinosa, EUA)

Paterson (Jim Jarmusch, EUA)

O Sonho de Greta (Girl Asleep, Rosemary Myers, Austrália)

Joaquim (Marcelo Gomes, Brasil, Portugal)

O Profeta das Águas (Leopoldo Nunes, Brasil)

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[SL] A marca de uma lágrima – Pedro Bandeira

Isabel é uma protagonista que se pareceu muito comigo aos 14 anos. Gordinha, que não era feliz com o que via no espelho.

Aqui temos uma narrativa bem tranquila, bem  linear e contínua, sem reviravoltas imprevisíveis.

Alguns temas são abordados de modo especial como amor não correspondido, ciúmes e a amizade. O narrador é onisciente, conhece tudo o que se passa com os personagens.

Eis o grande desafio de Isabel, vencer seus medos. Ela se vê embaraçada por apresentar sua melhor amiga Rosana à seu primo Cristiano, pois além de primo é também sua grande paixão. Sem confiança, Isabel sofre ao ver Rosana se derramar em amores por ele.

* Pena que ela não reconheça que o amor pode estar bem ao seu lado!
Já não bastam todos os problemas amorosos para deixar a vida da protagonista confusa, Isabel se vê como testemunha de um crime que somente ela poderá solucionar.
Senti muito carisma por todos os personagens. Muito da narrativa me trouxe lembranças da adolescência.

Acompanhe um pequeno mapa dos personagens e suas características.

  • Cristiano: Primo e grande amor de Isabel
  • Rosana: A melhor amiga de Isabel
  • Fernando: Um amigo de Isabel que tem uma queda por ela.
  • Dona Albertina: A diretora obesa que dirige a escola de Isabel. Ela diz que está fazendo um regime, mas ela come doces escondida.
  • Adelaide: É a tia de Isabel e a mãe de Cristiano.
  • Professora Olga: É uma a professora de filosofia de Isabel. Ela gosta de discutir sua matéria com os alunos.
  • Virgínia: A vice diretora

14500715_1093363834111894_8962443100459761967_oPedro  Bandeira, é Pedro Bandeira! Tive a oportunidade de conhecê-lo em um evento da Editora Melhoramentos em Campinas.  Já li vários de livros de sua autoria, como a série dos Karas, um dos muitos títulos que marcaram minha adolescência.