Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 20/07/2017

A franquia Transformers nos traz a saga do último cavaleiro e nas produções nacionais, os Detetives do Prédio Azul  promete sucesso entre a garotada.

Transformers: o último cavaleiro (Transformers: the last knight, Michael Bay, Estados Unidos)

Detetives do Prédio Azul (André Pellenz, Brasil)

Love Film Festival (Manuela Dias, Brasil)

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[SC] Séries e Livros Impactantes: House of Cards 5º Temporada

Conheça mais a biografia do autor do livro que inspirou esta série que é literalmente um “soco no estômago” para quem gosta de política.
O inglês Michael Dobbs, 64 anos, é o autor do livro House of Cards e produtor executivo da série de mesmo nome, feita para o Netflix, serviço de TV por internet. Fez faculdade de direito e relações internacionais, nos Estados Unidos, voltou para a Inglaterra e fez carreira como político (deputado pelo partido conservador britânico). Antes de se aventurar pela literatura atuou como executivo de publicidade.

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Sinopse do livro: ‘O romance House of Cards, que inspirou a série norte-americana de mesmo nome, é uma verdadeira teia de intrigas pessoais e políticas. A vida privada se confunde com a pública na voz de personagens tão assustadores quanto reais. Francis Urquhart é o líder da bancada governista do Parlamento britânico – posição que exerce com maestria e inteligência. Ele possui informações e muitas vezes evidências que podem incriminar seus colegas políticos, principalmente membros do seu próprio partido.
Sob a ameaça de torná-las públicas, os manipula e influencia para atingir seu objetivo maior: ocupar o cargo de primeiro-ministro. No entanto, Mattie Storin, uma jovem e idealista jornalista, vai cruzar seu caminho e se mostrará disposta a enfrentá-lo para desvendar e revelar a rede de corrupção que ele constrói. Mas o que acontecerá depois que ela descobrir que foi usada por Francis para publicar matérias comprometedoras que serviam para seu plano político?

House of Cards – A Série

DSC04745.ARWRemake de uma série da BBC dos anos 90, House of Cards tem como protagonista Frank Underwood (Kevin Spacey), um político que lidera a bancada majoritária da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e que almeja doentiamente ser Presidente. Ao longo dos episódios, vemos uma escalada desenfreada  de Underwood em conseguir o poder a qualquer custo. Foram poucas as vezes em que pude ver algum ponto fraco ou mesmo algum sentimento que não tivesse uma segunda intenção ou algum interesse direcionado por Frank. A polêmica, os bastidores e aquela olhadela básica para a câmera, nos envolvem como espectadores que anseiam desvendar sempre o próximo passo.

Em 30 de maio deste ano, a Netflix lançou a 5º temporada mostrando mais as rachaduras do  relacionamento de Frank e sua esposa Claire durante a corrida presidencial.  Frank inova a concepção que tínhamos dele, pois muitos ja quase conseguiam advinhar o seu próximo passo. Aqui, ele renova a fase das surpresas e suas técnicas de controle do poder. Entretanto, quando constatamos o que ele representa, o que traz à tona, vemos um sombrio manipulador.

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[SL] Vídeo Resenha: Na Escuridão, Amanhã – Rogério Pereira

Olá amigos, eu sou a Lia do canal Lia o Livro e trouxe uma resenha hoje de um livro nacional.

Título: Na escuridão amanhã
Autor: Rogério Pereira
Editora: Cosac Naify
Ano: 2013
Páginas: 128
Edição: 1

Sinopse:

Ambientada primeiro no campo, no interior de um estado do sul do Brasil, a narrativa desvenda uma roça anti-idílica, sufocante, em que os protagonistas – um casal e seus três filhos – se enredam cada vez mais na ausência de comunicação, perseguidos pela Idea de um Deus sem piedade. Ao migrar para a cidade grande em busca de vida melhor, a família se desgarra e se perde. A escuridão é o fim, o fim dos personagens, dos sonhos, das angústias. Amanhã é a incerteza, a perspectiva de um futuro desconhecido mas certamente ameaçador, pois é impossível que traga algo de bom. Viver é avançar para lugar nenhum. Por mais que invoque a proteção de Deus, não há conforto na experiência amedrontada, desencadeada da vida dos personagens deste livro em que a memória é convocada obsessivamente, como se narrar o que foi vivido pudesse ser uma redenção. O resultado é uma obra surpreendente em sua força claustrofóbica e em sua poesia contundente.

Me acompanhe nas redes por ai..

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Cinema Podosfera

[PS-PodoSphera] Andanças na Podosfera e os Filmes de Suspense

Olá Geeks,

Saiu no dia 15 de maio deste ano, a minha participação no podcast Plataforma Drops, onde no seu episódio de número #60 indicamos filmes que nos marcaram do gênero de suspense.

Eu, O  Berg’s e o Eloi do O Filmante, discutimos o que é filme de suspense e iremos de surpreender com nossas escolhas.

Não deixem de ouvir e comentar diretamente no blog de nossos amiguinhos!

Segue o link ou clique escutar:

Comente: Blog

Até a próximo pessoal!!!

 

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[SL] Dobradinha Literária | AS Esganadas – Jô Soares

Rio de Janeiro, 1938.
Um perigoso assassino está solto nas ruas tendo como alvo mulheres jovens bonitas e gordas.

Com requintes de crueldade gastronômica, ele mata sem piedade suas vítimas e depois expõe seus cadáveres escarnecendo as autoridades.

Acompanhe o delegado Noronha, seu ajudante Calixto e o detetive Esteves para desvendar este mistério.

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[SL] Rapha Pinheiro: Introdução à Perspectiva | Escrevendo Quadrinhos

Hoje vamos começar a série sobre perspectiva. Antes de começar a desenhar, precisamos conversar sobre alguns conceitos básicos pra estarmos em sintonia na hora de botar a mão na massa.

Se você está começando a estudar perspectiva, esse é o vídeo pra você.
Se você já tem alguma noção de leve, esse também é o lugar pra você.
Se você já domina, talvez esse vídeo seja uma abordagem diferente que pode ser interessante, não custa nada ;)

P.S: Eu upei esse vídeo por engano na semana passada por algumas horas hahahaha Desculpe pela galera que viu a notificação e depois quando foi procurar pra assistir ele não tava mais lá =P

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LINKS DESSE VÍDEO:
SketchUp (Modelagem 3d simples pra treinar a inteligência espacial):
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Momento Cuca Fresca: Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Para o momento cuca fresca de hoje, trago um artigo muito legal que encontrei na super interessante. Também deixo uma lista de filmes que causaram muito medo nos espectadores de cinema

Filmes que deram mais medo no público em geral:

10) Atividade Paranormal (2007)

Os segredo dos sustos de Atividade Paranormal está no fato de que o filme é gravado como se fosse amador, mesmo que tudo seja encenado. Lançado originalmente em 2007, o filme já está na sua quarta continuação. O roteiro, instigante e assustador, aposta no sobrenatural para assustar os espectadores.

9) Poltergeist (1982)

O clássico do terror dos anos 1980 continua assustando através de gerações. É a história de uma família aterrorizada por fantasma, que tem o seu auge quando a filha caçula é sequestrada através do televisor. Misturando elementos da ficção científica, o filme consagrou-se como um dos mais assustadores de todos os tempos.

8) O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Baseado em uma história real, O Exorcismo de Emily Rose garante a sua tensão intercalando a história da garota com julgamento do padre acusado de matá-la (já que Rose morrera durante o exorcismo). Com direito a todos os elementos mais assustadores de filmes de possessões demoníacas, o longa foi responsável por noites aterrorizantes para todo mundo que o assistiu.

7) A Profecia (1976)

Outro clássico do terror, A Profecia traz o imaginário do Anticristo, reencarnado em uma criança que nada se parece com os garotos de sua idade. É que após ver seu filho morrer no parto, a personagem de Gregory Peck sequestra um bebê na maternidade sem saber a sua real identidade.

6) O Orfanato (2007)

A gente tem que admitir: os espanhóis arrasam quando o assunto é filme de terror! Apresentado pelo mestre Guillermo Del Toro, O Orfanato é uma história tão instigante, que mantêm os olhos grudados na tela do começo ao fim. Definitivamente não é para os fracos.

5) O Chamado (2002)

Mesmo que hoje em dia O Chamado tenha virada chavão, é inegável que o filme nos assustou (e muito) quando foi lançado – lá no começo dos anos 2000. É que o filme é baseado em um longa japonês, outros mestres no quesito terror. Se o seu telefone tocou enquanto você estava assistindo, meu caro, você conheceu o que é passar medo de verdade!

4) Horror em Amityville (2005)

Outro filme baseado em fatos reais (isso aumenta a tensão, não é mesmo?), Horror em Amityville deixou todo mundo eletrizado e isso ninguém pode negar. É que a fórmula casa mal-assombrada, por mais clichê que seja, sempre acaba assustando. O filme de 2005 é um remake do clássico de 1979, tão assustador quanto.

3) A Casa (2010)

Completamente independente, este filme uruguaio foi a grande surpresa do Festival de Cannes em 2010. Com um orçamento de apenas $ 6 mil, o longa foi gravado em apenas 4 dias. A Casa foi baseada em um misterioso crime do país e, acreditem, dá muito, muito medo!

2) Invocação do Mal (2013)

Invocação do Mal estreou em 2013 mostrando que Hollywood ainda sabe fazer bons filmes de terror. Invocando todos os elementos clássicos do gênero, o longa não cai em clichês e prende a atenção do começo ao fim. Não precisa nem falar que, também, foi baseado em casos reais.

1) O Iluminado (1980)

No topo da nossa lista não poderia deixar de estar O Iluminado. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa, baseado no livro de Stephen King, mistura elementos do sobrenatural, da loucura e dos filmes de assassinato. Eu que não queria estar naquele hotel sendo perseguido pelo louco do Jack Torrance!

 

Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Diversos fatores neuropsicológicos e culturais (mais presentes em certas pessoas do que noutras) levam-nos a procurarmos o que provoca medo, um impulso que alimenta a indústria do ócio.

O pintor belga René Magritte (1898–1967) afirmou um dia: “A pessoa não pode falar acerca do mistério, ela deve ser cativada por ele.” Ao longo da história da humanidade, milhões de pessoas sucumbiram a um prazer paradoxal: aproximar-se do desconhecido e apreciar o temor que lhes produz. Embora o derradeiro objetivo da sensação de pânico seja o desassossego, muitas pessoas conseguem deleitar-se com o medo desde que o experimentem numa situação controlada.

No século VIII a.C., encontramos um exemplo precoce do gosto pelo sinistro. Homero relata na Odisseia: “Andavam em grupos por aqui e por acolá, de um e do outro lado do fosso, com um clamor sobrenatural, e a mim afligiu-me o pálido terror.” Depois, surgem os seguintes ingredientes: cabeças que falam quando se aproximam de sangue, mortos-vivos que querem acabar com o seu tormento, o espanto diante da Górgona… A narrativa das andanças de Ulisses foi transmitida por tradição oral: se o texto não foi esquecido, é porque muitos encontraram prazer em recitá-lo.

Desde então, milhares de obras literárias, pictóricas e, nos tempos modernos, cinematográficas exploraram esse prazer paradoxal. A partir do apogeu da literatura gótica, em finais do século XVIII, o terror transformou-se em gênero. Um fato demonstra a sua importância: em todas as épocas posteriores, podemos encontrar alguma narrativa apavorante, transformada em fenômeno de massas. Desde os clássicos Drácula e Frankenstein, há um contínuo que culmina, hoje, no êxito das atuais séries de terror (The Walking Dead, American Horror Story, Penny Dreadful…), e em êxitos de bilheteira como Paranormal altActivity 4, que arrecadou mais de cem milhões de dólares na estreia, apesar de se ter considerado que era uma fórmula esgotada.

Hiperativação física

A pintura, os parques de diversões, a música e a banda desenhada também nos convidam, nestes últimos anos, a sentir arrepios de medo, sabendo que muitos responderão ao seu apelo. Porquê? Como acontece com qualquer fenómeno psicológico de massas, há uma confluência de causas distintas.

Um dos fatores mais referidos está relacionado com a hiperativação física: muitas vezes, as pessoas que gostam destas sensações apenas experimentam uma descarga de adrenalina, e não verdadeiro medo. O nosso mecanismo cerebral de alarme situa-se, principalmente, na amígdala, um centro do sistema límbico encarregado de reagir perante as emoções.

Experiências como as desenvolvidas por Daniel Schacter, professor de psicologia na Universidade de Harvard (Estados Unidos), demonstram que os pacientes com lesões nessa área recordam a associação entre determinados acontecimentos e um estímulo negativo, mas não se produz qualquer efeito emocional. Quando é ativada, gera reações fisiológicas como a subida da pressão arterial e do metabolismo celular. Acarreta também uma libertação de catecolaminas, grupo de neurotransmissores que inclui a adrenalina e a dopamina e que é responsável pela sensação de euforia que sentimos depois de passar um mau bocado.

altNo mesmo sentido, o investigador Jeffrey Goldstein, professor de psicologia social na Universidade de Utrecht (Países Baixos), defende que o gênero de terror proporcionaria uma diversão violenta socialmente aceite. Trata-se, em definitivo, de ativar as hormonas extremas (testosterona, adrenalina, cortisol…), e uma forma de consegui-lo é sentir calafrios e angústia numa situação controlada.

Libertar maus sentimentos

Os partidários desta teoria recordam que as histórias de meter medo permitiram, desde tempos remotos, libertar sentimentos politicamente incorretos incrustados no nosso hardware biológico. Um exemplo é a vingança: a história da vítima que regressa do mundo dos mortos para ajustar contas transformou-se num tópico. Gostamos de sentir a adrenalina de acompanhar o fantasma justiceiro, num campo em que essas paixões negativas são permitidas.

A verdade é que sempre houve diversões arrepiantes para elites cultas. Nos anos 20, havia um lugar na moda em Paris, o teatro Grand Guignol, onde se encenavam pequenas histórias com marionetas que sangravam ou perdiam membros de forma convincente. Os seus mórbidos sofrimentos eram escritos por conhecidos intelectuais da época. O psicólogo Alfred Binet (1857–1911), um dos pais do teste de inteligência, engendrou o seguinte argumento: prestes a abandonar uma instituição de saúde mental, uma jovem é atacada por outras três doentes que acreditam que há um pássaro escondido por detrás dos seus olhos. Para libertá-lo, utilizam uma agulha de tricot

O mais interessante é que esse tipo de atrocidades atraiu líderes nazis, chefes da Resistência francesa e generais das forças aliadas, como George Patton.

Fonte: Super Interessante / site Oba oba

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[SL] O Problema do Quadrinho Independente | Rapha Pinheiro

Hoje falamos do problema que assola o mercado independente e, se possível, propor soluções para ele.

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Aquele abraço!

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[SG] SpheraBoards | Dixit

Dixit

Hello pessoas! Laíse Lima de novo na área com mais um review. Vamos com um Game leve dessa vez, que dá pra jogar com a família e como entrada para um dia de jogatina! Um excelente jogo que é uma porta de entrada para os Board Games Modernos, o que chamamos de gateway. Vamos nessa!

Ficha Técnica:

Edição Brasileira: Galápagos Jogos              Número de Jogadores: 3-6

Tempo de Jogo: 30 minutos em média          Objetivo do Jogo:

Dixit é um jogo do designer Jean-Louis Roubira e da ilustradora Marie Cardouat, publicado pela editora Asmodee, e traduzido para o português pela Galápagos jogos. É um jogo de dedução e criatividade abstrata, no qual vence quem completa 30 pontos primeiro. Veja abaixo como a sequência e a pontuação do jogo acontece.

Regras:

Cada jogador tem um certo número de cartas na mão que só ele tem acesso. A cada rodada, haverá um jogador da vez (chamado de narrador) que colocará uma carta virada pra baixo na mesa e dará uma dica que possa levar pessoas a deduzirem qual será a sua carta. A dica pode ser dada de diversas formas, através de palavras, frases, músicas, poesia, mímica… qualquer coisa, a graça do jogo é explorar a criatividade.

Todos os outros jogadores também jogarão uma carta, com a ilustração virada para baixo. Embaralha-se bem as cartas dos jogadores com a do narrador e serão reveladas e organizadas numa fileira. Todos os jogadores, com exceção do narrador, escolherão secretamente uma carta. Isso é feito através de um marcador individual numerado (no jogo básico, cada jogador tem um marcador ou cartela de sua cor para os números de 1 a 6, dependendo de quantos jogadores estiverem na mesa). Depois que todos fizerem sua votação secreta, revela-se o número que cada um colocou.

Pontuação:

S_829601-MLB20376820903_082015-OComo se ganha pontos em Dixit? O narrador ganha 3 pontos se pelo menos um outro jogador votou na carta que ele escolheu. Cada jogador que acertou a carta certa também ganha três pontos. Obviamente, o jogador da vez não vota. Agora, alguém pode perguntar: Então porque o narrador não apela e dá uma pista óbvia para que alguém acerte com certeza?. Porque se na votação secreta todos os jogadores votarem na carta certa, ao invés dos 3 pontos, todos os jogadores, MENOS o narrador, ganharão 2 pontos. Ou seja, todos se deram bem, menos o narrador.

E por outro lado, alguém pode achar que será uma boa o narrador dar uma pista obscura demais, para evitar que os outros jogadores ganhem pontos facilmente. O problema é que se ninguém acertar a carta certa, novamente todos os jogadores MENOS o narrador, ganharão 2 pontos. Idealmente, o narrador tentará dar uma pista que faça pelo menos um jogador deduzir qual a sua carta, mas que não seja óbvia demais para evitar que todos votem nela.

E quanto às outras cartas dos demais jogadores? Servem só para confundir? Não. Após a votação, se alguém votou na carta de um jogador que não seja a carta do jogador da vez, o dono daquela carta ganha um ponto por voto.

Idealmente, cada jogador tentará jogar uma carta que induza os outros jogadores a votarem na sua carta, ao invés da carta do jogador da vez. Não se pode votar na sua própria carta. E assim termina uma rodada. As cartas usadas são descartadas, todos compram uma nova carta e há um novo narrador. No final de uma rodada, se um ou mais jogadores conseguirem acumular 30+ pontos, ganha quem ficou mais na frente do placar.

download (1)O Dixit conta com 11 expansões que trazem mais cartas e dão uma cara nova ao jogo, algumas dessas expansões já foram trazidas para o Brasil!

Estatísticas do Jogo:

– Apelo a não boardgamers (alto): É um jogo simples, um verdadeiro gateway. Um jogo que estimula a criatividade e interação. E se é jogado num grupo de amigos que se conhecem muito, ele fica ainda mais desafiador, pois as dicas tendem a ser bem mais elaboradas – Complexidade (baixa): As regras são aprendidas extremamente rápido.

– Independente de idioma? Sim. Não tem textos, é só desenho.

– Achado no Brasil (sim): É vendido em livrarias como a cultura, em lojas especializadas e pelo site da Galápagos Jogos. Preço (baixo): 120 reais em média.

Opinião: Independente da pontuação, as pistas e as cartas usadas são a estrela do jogo. Com o grupo certo, que entra no clima da criatividade, os momentos de diversão e muita risada são garantidos!!

Links relacionados ao jogo:

http://en.libellud.com/games/dixit (site oficial do jogo)

https://loja.galapagosjogos.com.br/t/franquia/dixit (venda)

 

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 7 – As Cores | Escrevendo Quadrinhos

Finalmente chegamos ao final da série Fazendo Quadrinhos em 7 Passos! Hoje falamos das cores, como e porque eu mudei a técnica que ia usar e quais os passos para fazer uma boa colorização nas suas páginas.

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Aquele abraço!

turismo

[SC] Questão de opinião: Microfranquia de turismo é opção para investir gastando menos?

A microfranquia, que tem limite de investimento inicial de R$ 85 mil”, explica José Rubens Rodrigues, diretor de microfranquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF). No caso da franquia da Patrícia de Paula, a Clube Turismo, o investimento para abrir seu escritório em casa não chega a R$ 4 mil, mas é possível encontrar no site da ABF franquias com investimento de até R$ 10 mil nas áreas de estética e informática. “Mas o franqueado precisa fazer a sua parte, pois nem as franquias estão livres de riscos”, alerta José.

Cuidados ao investir no setor de turismo

 aeroporto-de-dourados-ms2Com o aumento do dólar e a incerteza na política do país, a tendência é que os gastos com viagens diminuam neste ano. Mas, se você pretende abrir uma franquia nesse ramo, existem maneiras de contornar esse quadro. “Antes de fazer o investimento, procure ter dinheiro para o capital de giro, que são os gastos necessários para manter o negócio rodando mesmo se você não fizer nenhuma venda. Essa quantia deve ser suficiente para bancar os custos de, no mínimo, três meses”, explica Marcelo Sinelli, consultor do Sebrae-SP. Isso significa que, na hora de comprar a franquia, é preciso levar em conta o investimento inicial e o dinheiro que você deverá usar para bancar os custos mesmo sem faturamento nenhum.

Quem vai trabalhar em casa deve considerar as contas que precisam ser pagas no final do mês, como o aumento do uso de telefone e internet, e a comissão cobrada mensalmente pela franqueadora. Além disso, prepare-se para ter um retorno do investimento em um prazo maior do que o prometido pela franqueadora, “pois o lucro deverá diminuir por conta do cenário financeiro atual”, alerta Marcelo.

Você tem perfil pra ser um franqueado?

O que devo me perguntar?

Quanto tempo posso dedicar ao negócio?
“Os primeiros dois ou três anos exigem muita dedicação do dono para que a franquia dê resultado. É preciso estar presente o tempo todo”, explica Marcelo Sinelli, do Sebrae-SP

Quanto dinheiro vou investir?
Não leve em conta somente o valor inicial. Coloque no papel outros custos, como as contas a ser pagas e as comissões cobradas pela franqueadora.

Eu tenho postura de empreendedor?
Isso significa ter autoconfiança, persistência e organização, além de flexibilidade para aceitar as regras impostas pela franqueadora. “Você não pode mudar o que quiser. Existe um padrão que todo franqueado deve seguir, concordando com ele ou não”, lembra Marcelo.

Fonte: Revista Sou mais eu