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[SC] Lançamentos do Cinema – 05/10/2017

Olá Galera do SpheraGeek!!!

Para esta semana temos lançamentos que são extremos! Filmes para o público dos 8 aos 80 anos…rsrs

Destaque para Pica Pau e o retorno de Blade Runner e … Bora lá pegar um cineminha?

Blade Runner 2049

 

Chocante (Nacional)

 

My Little Pony: O Filme

 

Pica-Pau: O Filme

 

 

 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 21/09/2017

Temas variados vieram para rechear esta semana nos lançamentos de cinema. Confira a lista!

 

Divórcio (Pedro Amorim, Brasil)

O Assassino – O Primeiro Alvo (American Assassin, Michael Cuesta, EUA)

Mãe! (Mother!, Darren Aronofsky, EUA)

Esta é a Sua Morte (This is your death, Giancarlo Esposito, EUA)

Rodin (Jacques Doillon, França, Bélgica)

Pendular (Julia Murat, Brasil)        

En attendant les hirondelles (Karim Moussaoui, Argélia, França, Alemanha)

Sono Mortal (Dead awake, Phillip Guzman, EUA)

Lançamentos-da-Netflix

[SC] Novidades Netflix Setembro 2017: Lista de estreias e previsões

Enfim chegamos no 9º mês do ano, e além de desejar boas vindas à Setembro, também desejamos que muitas estreias boas cheguem na Netlix. Confira aqui as Novidades Netflix Setembro 2017 e fique por dentro de todas as estreias do mês.

  1. A Cartada Final
  2. A House of Blocks

    Agents of a S.H.I.E.L.D. da Marvel 4ª temporada

    Alias JJ, la celebridad del mal

    All About Love
  3. Amor sem fronteiras
  4. Amor.com
  5. Aquarius Temporada 2
  6. Atividade Paranormal 4
  7. Bizaardvark
  8. Capitalismo – Uma História de Amor
  9. Cara Gente Branca 2ª temporada
  10. Chop Shop
  11. Coconut, o pequeno dragão
  12. Ela quer tudo
  13. Entrando numa fria
  14. Entrando numa fria maior ainda
  15. Era uma vez 6ª temporada
  16. Esperando pelo Super-Homem
  17. Feira das Vaidades
  18. FINAL FANTASY XIV Pai de Luz (série original)
  19. Gotham 3ª temporada
  20. Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina Voltaram
  21. Grey’s Anatomy Temporada 13
  22. Hector e a Procura da Felicidade
  23. Jack e a Mecânica do Coração
  24. Jane the Virgin 2ª temporada
  25. Jimmy Neutron – O Menino Gênio
  26. Knock Knock
  27. LEGO Elves: Segredos de Elvendale (infantil original)
  28. Love Is Now
  29. Monitores do Barulho
  30. Narcos 3ª temporada (série original)
  31. Neve Negra
  32. Nicky e o Feitiço do Dragão
  33. No Estamos Solos
  34. O Franco-Atirador
  35. O Gato
  36. O Massacre da Serra Elétrica 2
  37. O Mistério de Candyman
  38. O Outro Irmão
  39. Oddbods
  40. Offline – Sem Bônus Nessa Vida
  41. Os Opostos se Atraem
  42. Outside Man 2ª temporada
  43. Papéis ao Vento
  44. Penalidade Máxima
  45. Pequeno Demônio (filme original)
  46. Pompeia
  47. Premonição 2
  48. Premonição 3
  49. Premonição
  50. Quantico 2ª temporada
  51. Quanto mais idiota melhor 2
  52. Robocar Poli Temporada 3
  53. Robocar Poli Temporada 4
  54. Surfar por uma Nova Vida (filme original)
  55. The B-Side: Elsa Dorfman’s Portrait Photography
  56. The Catch
  57. The Guardian Brothers
  58. The Wiggles
  59. Tip – O Rato
  60. Tracks
  61. Trapped
  62. Um Golpe à Italiana
  63. Um Novo Começo
  64. Uma Mente Brilhante
  65. Versailles
  66. Voley
  67. West Coast Customs Temporada 5
  68. Who the F**K is that Guy
  69. Yoohoo e Amigos
  70. Zulu

Previsões de Lançamentos Netflix em Setembro

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 2

  1. A Boy Name Flora A (7 eps.)
  2. Pokémon: A Série XYZ (24 eps.)
  3. Tip – O Rato (26 eps.)
  4. 360: A Vida é um Círculo Perfeito
  5. A Família Addams
  6. A família Addams 2
  7. A Filha do General
  8. A lenda do cavaleiro sem cabeça
  9. A lula e a baleia
  10. Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu
  11. Apertem os cintos, o piloto sumiu: 2ª parte
  12. As crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian
  13. As Torres gêmeas
  14. Atividade Paranormal 3
  15. Babel
  16. Bola no Asfalto
  17. Bravura Indômita
  18. Caçada Humana
  19. Cloverfield: Monstro
  20. Cowboys & Aliens
  21. Descalços no Parque
  22. Do Fundo do Mar
  23. Dreamgirls – Em busca de um sonho
  24. Eu te amo, cara
  25. G.I. Joe: A Origem De Cobra
  26. Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina Voltaram
  27. Guerra dos mundos
  28. Jimmy Neutron – O Menino Gênio
  29. Jornada nas Estrelas – Generations
  30. Laços de ternura
  31. Lara Croft – Tomb Raider
  32. Linha do tempo
  33. Lunch Time Heroes
  34. Margot e o Casamento
  35. Minority Report – A Nova Lei
  36. Missão impossível
  37. Missão impossível 2
  38. Na teia da aranha
  39. O Afogamento
  40. O Âncora: A lenda de Ron Burgundy
  41. O Fantasma
  42. O homem que fazia chover
  43. O Pagamento
  44. O Último Mestre do Ar
  45. Os fantasmas contra atacam
  46. Os Intocáveis
  47. Risco duplo
  48. Rocco
  49. Sexta-Feira 13 – Parte VII: A Matança Continua
  50. Sob o domínio do mal
  51. Team America: Detonando o mundo
  52. The Last Shaman
  53. Trocando as bolas
  54. Trovão Tropical
  55. Tudo acontece em Elizabethtown
  56. Uma Verdade Inconveniente
  57. Vanilla Sky
  58. When Love Happens
  59. Homens com Missão (30 eps., 3 novos)
  60. Princesinha Sofia (86 eps., 12 novos)

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 3

  1. The Last Witch Hunter
  2. Whitney: Can I Be Me

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 4

  1. A Escolha Perfeita 2
  2. The Duplex
  3. Ted 2
  4. Twin Peaks: The Return
  5. Oggy and the Cockroaches
  6. Gbomo Gbomo Express
  7. Incorruptible
  8. Invasion 1897
  9. Abnormal Summit
  10. Chef & My Fridge
  11. Chelsea
  12. Gotham

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 5

  1. Até o Fundo
  2. Breaking Through
  3. Marc Maron: Too Real (stand-up original)
  4. NatureVision TV 3ª temporada
  5. O Grito: O Começo do Fim
  6. Out of Luck
  7. Homens com Missão

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 6

  1. Busca Sem Limites
  2. Kicking and Screaming
  3. O Atirador

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 7

Chesapeake Shores

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 8

  1. #realityhigh (filme original)
  2. Academia Greenhouse (infantil original)
  3. Apaches (série original)
  4. BoJack Horseman 4ª temporada (série original)
  5. Fabrizio Copano: Solo Pienso En Mi (stand-up original)
  6. Fire Chasers (série original)
  7. Nocturama
  8. Querida, Estiquei o Bebê
  9. Spirit – Cavalgando Livre 2ª temporada (série original)
  10. The Confession Tapes (série documental original)
  11. The Expanse 2ª temporada (série original)
  12. Versões de um Crime

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 10

Amnésia

O Protetor

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 12

  1. Barbie: Feliz Aniversário!
  2. Jeff Dunham: Relative Disaster (stand-up original)
  3. LEGO Ninjago: Mestres do Spinjitzu – Feliz Aniversário!
  4. Miraculous: Ladybug & Cat Noir: Happy Birthday to You!

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 13

A Ilha da Imaginação

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 15

  1. American Vandal (série original)
  2. Esperando Acordada
  3. Primeiro, Mataram o Meu Pai (filme original)
  4. Project MC² 5ª temporada (série original)
  5. Strong Island – A Morte do Meu Irmão (documentário original)
  6. Time: The Kalief Browder Story (série original)
  7. VegeContos: Na Cidade 2ª temporada (infantil original)

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 16

  1. How to Get Away with Murder 3ª temporada
  2. My Little Pony: Feliz Aniversário!

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 19

Jerry Before Seinfeld (stand-up original)

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 20

O Tempo entre Costuras

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 21

The Good Place (série original)

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 22

  1. Amizade Desfeita
  2. Fuller House 3ª temporada, parte 1 (série original)
  3. Jack Whitehall: Travels with My Father (série original)

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 25

  1. DC’s Legends of Tomorrow 2ª temporada
  2. Star Trek Discovery (série original)
  3. Supergirl 2ª temporada

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 26

Terrace House: Aloha State 4ª temporada

Novidades Netflix Setembro 2017 – Dia 29

  1. Big Mouth (animação original)
  2. Club de Cuervos 3ª temporada (série original)
  3. Gerald’s Game (filme original)
  4. Nossas Noites (filme original)
  5. Real Rob 2ª temporada (série original)

Fonte: Site Optclean

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 14/09/2017

Olá amigos do Sphera, teremos bons filmes nos lançamentos da semana! Separe a boa e velha pipoca porque serão grandes emoções.

Feito na América (American Made, Doug Liman, EUA)

Amityville: O Despertar (Amityville: The Awakening, Franck Khalfoun, EUA)

O Que Será de Nozes 2 (The Nut Job 2: Nutty by nature, Carl Brunker, Canadá, EUA, Coreia do Sul)

Deserto (Guilherme Weber, Brasil)

Em Defesa de Cristo (The case for Christ, Jon Gunn, EUA)

Glory (Slava, Kristina Grozeva, Petar Valchanov, Hungria)

A Gente (Aly Muritiba, Brasil)

Les grands esprits (Olivier Ayache-Vidal, França)

O Sequestro (Kidnap, Luis Prieto, EUA)

Columbus (Kogonada, EUA)

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 31/08/2017

Bora lá dar boas risadas com os lançamentos dessa semana?

 

Emoji – O Filme (The Emoji Movie: Express Yourself, Anthony Leondis, EUA)

David Lynch: A Vida de Um Artista (David Lynch: The Art Life, Jon Nguyen, Rick Barnes, EUA, Dinamarca)

Os Guardiões (Zashchitniki, Sarik Andreasyan, Rússia)

Dupla Explosiva (The Hitman’s Bodyguard, Patrick Hughes, EUA)

Atômica (Atomic Blonde, David Leitch, EUA)

Como Nossos Pais (Laís Bodanzky, Brasil)

O Acampamento (Killing ground, Damien Power, Austrália)

150 miligramas (La fille de brest, Emmanuelle Bercot, França)

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[SC] Sem Pablo Escobar: O que esperar da 3º temporada de Narcos?

A 3º temporada de Narcos, da Netflix, promete ser muito mais imprevisível.

Segundo Pedro Pascal, em entrevista ao Cinema Blend, a temporada 3 de Narcos será diferente das anteriores. Isso porque há menos informações a respeito do Cartel de Cali, tema da terceira temporada de Narcos. Isso fará com que a série seja mais surpreendente.

“As pessoas realmente assistiam a série como se não pudessem encontrar a história no Google. Você basicamente pode procurar tudo o que aconteceu. Com o Cartel de Cali é um pouco diferente, porque você tem que se esforçar mais. Procurar coisas sobre Pablo Escobar é trabalhar com um foco específico, você está olhando para o rei. Com Cali é diferente, nem todo mundo sabe quem eram eles ou quantos eles eram. Porque mesmo baseado em fatos, você não consegue prever o que acontecerá. É uma experiência imprevisível assistir à terceira temporada que não tivemos na primeira e na segunda.”

A série que retornará no dia 1° de setembro terá a ausência do protagonista Pablo Escobar, por motivos óbvios, das duas primeiras temporadas.

A trama não terá um protagonista de destaque, o que deve gerar o aumento da dimensão humana da trama, explorando dilemas morais de um delator. O agente Murphy também não estará na terceira temprada e será narrada pelo agente Javier Peña, que é vivido pelo próprio Pedro Pascal.

Os chefões do Cartel de Cali preenchem o espaço deixado por Wagner Moura na série. O Cartel colombiano tomou conta do narcotráfico no país, após a morte do maior traficante da história.

Parece que Wagner Moura estava certo, e a Netflix lança teaser confirmando 3ª e 4ª temporada de Narcos. Pois é, parece que Narcos não se acaba com a morte de Pablo Escobar, afinal, o tráfico de drogas tem muita história pra contar. O teaser lançado nesta terça-feira (06) mostra Pablo Escobar (Wagner Moura), e depois um dos chefões do Cartel de Cali.

Os grandes inimigos de Pablo Escobar foram os irmãos Orijuela, e o sócio Pacho Herrera, que juntos comandaram o Cartel e foram responsáveis pela queda fatal dos grandes traficantes de cocaína da Colômbia.

Neste teaser, um trocadilho anuncia a continuidade da história: “A carreira tem que continuar”. No final do vídeo, aparece Gilberto Rodriguez Orijuela (Damián Alcazar). A produção da série continua sob a responsabilidade de José Padilha e Eric Newman.

Ainda não se sabe se os policiais da DEA Javier Peña e Steve Murphy vão voltar à trama. A Netflix também afirmou que, além da terceira temporada em 2017, haverá uma quarta temporada, que continuará mostrando a expansão da cocaína pelo mundo e o enriquecimento desenfreado dos Narcos, além da morte de milhares de pessoas.

Fonte: Optclean 

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[SC] 45º Festival de Cinema de Gramado

Evento será realizado será realizado entre os dias 17 e 26 de agosto

O Festival de Cinema de Gramado celebrará, de 17 a 26 de agosto, sua 45ª edição ininterrupta com uma promissora seleção de longas-metragens nacionais. E repetirá uma iniciativa que causou certa polêmica em maio passado no Festival de Cannes, mas que mostra-se um incontornável processo de convergência entre diferentes plataformas audiovisuais. Em meio aos sete filmes nacionais na disputa pelos Kikitos, todos eles inéditos no país, está o primeiro longa brasileiro produzido pelo serviço de streaming Netflix: O Matador, produção na pegada de faroeste dirigida por Marcelo Galvão. O Rio Grande do Sul será representado por Bio, filme em que Carlos Gerbase faz experimentações com os registros de ficção e documentário.

O anúncio dos concorrentes foi feito na manhã de ontem por dois dos curadores do festival, Rubens Ewald Filho e Marcos Santuário. A programação de Gramado conta ainda com a mostra de longas estrangeiros, com sete produções de países como Chile, Argentina, Uruguai e Colômbia, e competições nacional e gaúcha de curtas. Os homenageados desta edição serão o animador gaúcho Otto Guerra (troféu Eduardo Abelin), o ator baiano Antonio Pitanga (troféu Cidade de Gramado), a atriz e cantora argentina Soledad Villamil (Kikito de Cristal) e a atriz paraense Dira Paes (troféu Oscarito).

Na abertura, será apresentado fora de competição, no dia 18 agosto, no Palácio dos Festivais, João, o Maestro, cinebiografia do pianista brasileiro João Carlos Martins. Estrelado por Alexandre Nero e pelo gaúcho Rodrigo Pandolfo, o longa é dirigido por Mauro Lima (de Tim Maia Meu Nome Não É Johnny).

A seleção de longas brasileiros para o Festival de Gramado (leia mais abaixo) reúne cineastas com destacada trajetória, como Galvão (melhor filme na edição de 2012 com Colegas e premiado em 2014 com A Despedida), Gerbase e Laís Bodanzky, ela concorrendo com Como Nossos Pais. Também marcam  presença diretores que têm um destacado caminho no cinema autoral, a exemplo de Felipe Bragança, com Não Devore Meu Coração!, exibido em competição no Festival de Sundance, e a estreante Caroline Leone, que conquistou o Prêmio da Crítica no Festival de Roterdam 2017 com Pela Janela – o longa foi selecionado também este ano para a mostra Generation do Festival de Berlim.

— Diferentemente de 2016, não temos nenhuma comédia. Foi coincidência isso. Todos os longas brasileiros em competição são inéditos no país, três deles inéditos no mundo — destacou Santuário na entrevista coletiva.

Para Rubens Ewald Filho, a múltipla seleção representa a resposta a um desafio que a curadoria tenta, a cada ano, superar:

— Gramado é uma lenda. E, tornando-se uma lenda, algumas coisas ficam mais fáceis, outras bem mais difíceis, como manter o status de lenda. O festival está sempre em vias de transformação, crescendo e se modificando, mas sempre sem perder as características que o tornaram tão querido.

Em 2017, também completam-se 25 anos da internacionalização do Festival de Gramado, iniciativa que buscou manter o festival em pé quando a produção nacional foi interrompida com a extinção da Embrafilme pelo governo do presidente Fernando Collor. Dez países são representados nos sete filmes da competição internacional: Los Niños (Chile/Colômbia/Holanda/França), de Maite Alberdi, Pinamar (Argentina), de Federico Godfrid, El Sereno (Uruguai), de Oscar Estévez e Joaquín Mauad, Sinfonía para Ana (Argentina), de Virna Molina e Ernesto Ardito, El Sonido de las Cosas (Costa Rica), de Ariel Escalante, La Ultima Tarde (Peru), de Joel Calero, e X500 (Colômbia/Canadá/México), de Juan Andrés Arango.

Com orçamento previsto de R$ 3,6 milhões, o Festival de Gramado firmou uma parceria com o governo do Canadá, que enviará à Serra uma delegação de profissionais para ministrar seminários e workshops. O evento contará ainda com encontros direcionados a profissionais e universitários do segmento audiovisual, nos dias 24 e 25 de agosto.

Longas brasileiros em competição

A Fera na Selva (RJ), de Paulo Betti

Baseado livremente na obra do escritor americano Henry James, o filme estrelado por Paulo Betti e Eliane Giardini narra a história de um homem que vive à espera de que algo extraordinário venha a acontecer em sua vida, o que o torna incapaz de viver o dia a dia e perceber os pequenos prezares e afetos que o cercam.

As Duas Irenes (SP), de Fábio Meira

Menina de 13 anos de uma família tradicional do interior descobre que seu pai tem uma filha de outra mulher, com a mesma idade e o mesmo nome dela. A revelação a faz perceber como se dão as relações sociais e como o universo adulto se constrói com segredos e mentiras. No elenco estão Isabela Torres, Priscila Bittencourt e Marco Ricca.

Bio (RS), de Carlos Gerbase

Ficção realizada no formato de documentário, o longa  tem uma estrutura narrativa em que a história é contada com depoimentos de 39 personagens sobre um protagonista que nunca é visto. Esse sujeito nasceu em 1959 e morreu em 2070 e tinha uma condição biológica que o impedia de mentir. No elenco estão, entre outros, Maria Fernanda Cândido, Rosanne Mulholland e Bruno Torres.

Como Nossos Pais (SP), de Laís Bodanzky

Maria Ribeiro vive uma mulher que se encontra em uma fase de conflitos pessoais e geracionais. Sente-se pressionada por um casamento em crise, a criação de duas filhas, suas ambições profissionais e os conflitos que vivencia com sua própria mãe.

O Matador (PE), de Marcelo Galvão

Foto: Pedro Saad / Pedro Saad / Netflix

Em clima de faroeste ambientado no interior de Pernambuco entre os anos 1910 e 1940, um temido matador (Diogo Morgado) segue os passos do homem que o criou e desapareceu a mando de um poderoso fazendeiro, com quem o protagonista irá acertar contas.

Não Devore Meu Coração! (RJ), de Felipe Bragança

Roteiro inspirado em contos do escritor Joca Reiners Terron, tem como personagens um menino brasileiro e uma menina indígena paraguaia que vivem na fronteira entre os dois países. A paixão que brota entre os jovens terá como barreiras memórias da Guerra do Paraguai e segredos de família. Cauã Reymond é destaque no elenco.

Pela Janela (Brasil/Argentina), de Caroline Leone

Magali Biff vive uma operária de 65 anos que entra em depressão ao ser demitida da fábrica em que trabalhava na periferia de São Paulo. Ao aceitar viajar de carro para Buenos Aires com seu irmão, ela viverá uma experiência transformadora.

Veja a lista dos curtas nacionais em competição:

#feique, de Alexandre Mandarino (RJ)
A Gis, de Thiago Carvalhaes (SP)
Cabelo Bom, de Swahili Vidal (RJ)
Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo (SP)
Mãe dos Monstros, de Julia Zanin de Paula (RS)
Médico de Monstro, de Gustavo Teixeira (SP)
O Espírito do Bosque, de Carla Saavedra Brychcy (SP)
O Quebra-Cabeça de Sara, de Allan Ribeiro (RJ)
O Violeiro Fantasma, de Wesley Rodrigues (GO)
Objeto/Sujeito, de Bruno Autran (SP)
Postergados, de Carolina Markowicz (SP)
Sal, de Diego Freitas (SP)
Tailor, de Calí dos Anjos (RJ)
Telentrega, de Roberto Burd (RS)

Fonte: Zero Hora

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[SL] Dobradinha Literária| A Menina da Neve – Eowyn Ivey

Snapchat: aritadepaula
email: aritadepaula@gmail.com

Alasca, 1920: Um lugar especialmente difícil para os recém-chegados Jack e Mabel. Sem filhos, eles estão se afastando um do outro cada vez mais – ele, no duro trabalho da fazenda, ela, se perdendo na solidão e no desespero. Em um dos raros momentos juntos durante a primeira nevasca da temporada, eles fazem uma criança de neve. Na manhã seguinte, ela simplesmente desaparece. Jack e Mabel avistam uma menina loira correndo por entre as árvores, mas a criança não é comum. Ela caça com uma raposa-vermelha ao lado e, de alguma forma, consegue sobreviver sozinha no rigoroso inverno do Alasca. Enquanto o casal se esforça para entendê-la – uma criança que poderia ter saído das páginas de um conto de fadas -, eles começam a amá-la como se ela fosse filha deles. No entanto, nesse lugar bonito e sombrio, as coisas raramente são como aparentam ser, e o que aprendem sobre essa misteriosa menina vai transformar a vida de todos eles.

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Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 27/07/2017

Olá amigos, encerramos o mês de férias com suaves estreias nas telonas. Destaque para o cinema argentino, que tem tomado forma e conquistado os corações brasileiros.

Dunkirk (Christopher Nolan, Estados Unidos, Reino Unido, França)

Em Ritmo de Fuga (Baby driver, Edgar Wright, EUA)

Como se tornar um conquistador (How To Be A Latin Lover, Ken Marino, EUA)

O Reencontro (Sage-femme, Martin Provost, França)

Em Defesa de Cristo (The case for Christ, Jon Gunn, EUA)

Eva Não Dorme (Eva no duerme, Pablo Aguero, Argentina, França)

Death-Note

[SC] Questão de Opinião: A produção americana de Death Note

Olá amigos do Sphera, eu sou o Douglas Fonseca e fui convidado pela nossa amiga Arita para trazer ao Spherageek um artigo como colunista convidado. Vamos falar hoje sobre Death Note?

Oh, você também foi “embranquecido”?

A mais recente polêmica cinematográfica é o lançamento do novo filme da Netflix, baseado no mangá mundialmente famoso, escrito por Tsugumi Ohba, Death Note. A adaptação será dirigida por Adam Wingard e contará com autores americanos; se passará em Seattle, nos Estados Unidos. O filme conta a história de Light Turner (Nat Wolff), um adolescente que encontra um misterioso caderno — que pertence ao deus da morte, Ryuk (Willem Dafoe) —, no qual o humano cujo nome escrito nele morrerá.

Nos últimos meses, desde o lançamento do primeiro teaser-trailer da adaptação americana de Death Note, alguns fãs do mangá e do anime vêm comentando a questão do embranquecimento (ou, whitewashing, em inglês). Mas, seria mesmo o embranquecimento o verdadeiro problema? Houve, de fato, o embranquecimento na adaptação americana de Death Note produzida pela Netflix? É disso que iremos comentar neste artigo, levando em consideração todo o valor cultural da obra original e da adaptação americana, assim como também entender melhor o termo whitewashing.

Desde já, gostaria de deixar claro que a minha intenção ao escrever este artigo não é de querer ser a voz da razão ou da verdade. Meu intuito é defender a adaptação americana de Death Note e, consequentemente, criticar adaptações que realmente fizeram o embranquecimento em alguns personagens, propositalmente ou não.

  1. Realmente houve “embranquecimento”, Netflix?

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Eu respondo por ela, e minha resposta é não.

As críticas hostis que o maior serviço em streaming do mundo vem sofrendo é demasiado desnecessário. Por quê? Ora, essa pergunta é fácil: a verdade é que a questão do embranquecimento, hoje em dia, se tornou uma discussão cheia de falácias, ou seja, um argumento que tenta ser convincente quando, na verdade, é inconsistente.

Para entendermos melhor se houve ou não o embranquecimento na adaptação americana de Death Note, devemos primeiro entender esse termo. O termo whitewashing começou a ser usado nos Estados Unidos quando os americanos perceberam que a empresa cinematográfica Hollywood começou a usar pessoas brancas para interpretar personagens de etnias diferentes em seus filmes, excluindo assim toda uma cultura e diminuindo a diversidade no cinema. Portanto, se entende de whitewashing cinematográfica quando uma personagem de uma determinada etnia (africana, asiática, indiana etc) é excluída de seu próprio meio social, sendo substituído por uma personagem de pele branca.

Sendo assim, não houve embranquecimento na adaptação americana de Death Note. Ainda não concorda? Então, pensa com a gente. A história dessa adaptação se passa nos Estados Unidos, diferente da história original que se passa no Japão. Faria sentido se houvesse apenas japoneses no filme, sendo que toda a drama acontece em solo americano? Acho que não. Entendemos de embranquecimento quando, por exemplo, um nativo americano afrodescendente é embranquecido numa adaptação. O embranquecimento, no entanto, acontecerá apenas quando uma pessoa de uma determinada etnia for excluída de sua determinada nação. Para melhor explicar isso, mais à frente, usarei como exemplo um dos últimos papéis da Rooney Mara nos cinemas.

Assim, o filme americano de Death Note se passa apenas de uma adaptação, e não de um embranquecimento. Mudanças serão necessárias, no entanto. Não se trata também da exclusão da cultura oriental, pois vemos no trailer que aparece um shinigami. Essas criaturas são entidades sobrenaturais presentes na mitologia japonesa que conduzem os humanos à morte. Ok, o termo shinigami não é citado durante o trailer, mas traduzimos ele como “deus da morte” que é o mesmo significado. Porém, mesmo que o termo shinigami não seja usado, percebemos no trailer as referências a ele (imagem abaixo). Então, parte da cultura oriental aparentemente não será excluída dessa adaptação americana.

  1. O verdadeiro embranquecimento cinematográfico.

A Princesa Tigrinha (ou, no original, Princess Tiger Lilly) é uma personagem do livro Peter Pan and Wendy, escrito por J. M. Barrie. Para quem não sabe, antes de se tornar Pan na Terra do Nunca, Peter cresceu no parque londrino Kensington Gardens. O garoto, conhecido como “aquele que nunca cresce”, foi criado pelas fadas. Peter in Kensington Gardens foi o primeiro livro escrito por J. M. Barrie, desconhecido por muitos, no qual conta a verdadeira origem de Peter pela primeira vez. A Princesa Tigrinha só aparece no livro Peter Pan and Wendy, quando é capturada pelo Capitão Gancho.

Ela é uma princesa indígena que representa os nativos americanos. Se você não conhece a história dos índios americanos, tente pesquisar um pouco sobre a verdadeira história de Pocahontas (e quando digo “a verdadeira história”, não estou falando da animação da Disney, embora seja uma ótima animação). A história de Pocahontas é um ótimo começo para quem tem interesse em saber um pouco sobre os povos ameríndios. Além disso, Tigrinha e Pocahontas têm algo em comum: são filhas de um chefe indígena.

1Dito isso, em 2015, a Warner Bros. anunciou uma nova adaptação de Peter Pan. Nela, estaria a Rooney Mara como Princesa Tigrinha. Nessa adaptação, no entanto, podemos sim dizer que houve o embranquecimento da personagem, por se tratar de uma índia nativa da América. Para ajudar visualmente, abaixo deixarei duas imagens comparando a verdadeira Princesa Tigrinha com a da Rooney Mara interpretada por ela em 2015. É bom lembrar também que não sabemos se a intenção do diretor (Joe Wright) era, de fato, embranquecer a personagem (mas que ele sabia que Tigrinha era uma índia americana, isso com certeza ele sabia).

O filme Deuses do Egito também sofreu o embranquecimento por conter apenas personagens brancos, quando na verdade os deuses egípcios são negros justamente por serem egípcios e a história toda se passar em terras egípcias! O mesmo acontece na religião cristã, com Jesus (podemos citar a novela Os Dez Mandamentos, da Rede Record, na qual embranqueceu vários personagens egípcios e árabes). Em O Último Mestre do Ar, live-action de Avatar: A Lenda de Aang, houve o embranquecimento de nativos asiáticos por pessoas brancas. Em outro caso, este bem polêmico aqui no Brasil, foi quando o autor Machado de Assis foi representado por um branco no comercial da Caixa Eletrônica. Ora, sabemos que o canônico autor brasileiro era, na verdade, negro. Contudo, na época, o comercial levou tantas críticas que precisou ser retirado da televisão. Há também a novela Caminho das Índias, produzida pela Globo, na qual se passa em solo indiano, mas não há um personagem nativo da Índia sequer como protagonista. Então, se a adaptação americana de Death Note se passa em solo americano, os personagens também serem americanos nativos (brancos ou negros) não quer dizer que foram embranquecidos. Caso a história se passasse no Japão, como na obra original, mas houvesse apenas pessoas brancas americanas, então sim poderíamos dizer que houve o embranquecimento nos personagens.

Deu para entender um pouco melhor a questão do embranquecimento? Se não, eu sinto muito mas acho que você tem sérios problemas em conseguir dividir algumas coisas. Se sim, não me venha com “ah, mas então tudo precisa ser americanizado para ficar bom?”. É preciso ter cuidado! O mesmo que marginaliza, é o mesmo que consome. Digo isso porque consumimos mais filmes hollywoodianos do que filmes bollywoodianos (por exemplo), de Bollywood, uma das maiores empresas cinematográficas do mundo, localizada em Mumbai e desconhecida pela maior parte da população mundial. Acredita-se que cinco a sete por cento de filmes vistos no mundo, são produzidos pela indústria Bollywood.

III. Mas, então, o que seria a adaptação americana de Death Note?

Ora, nada mais do que uma adaptação americana. O que você entende de adaptação? Quando falamos de adaptação, a entendemos como algo que é baseado no original. Uma adaptação nunca será como o original. Quando se traduz uma obra para outra, algumas mudanças são necessárias. Primeiro tivemos o gênero mangá evocando Death Note, após isso surgiu o anime e, em seguida, um par de live-action. Agora, a Netflix investe numa adaptação dessa mesma obra em um único filme. Em todos os casos, o que menos sofreu alterações do original foi o anime, por ser um gênero mais fiel à obra original e mais longa também, dando assim a oportunidade de criar uma adaptação mais desenvolvida.

Ok, aceito isso… Mas, Netflix, cadê a essência dos personagens principais?”. Meu caro, não se trata de essência. Lembra quando eu disse que mudanças precisam ser feitas quando se traduz uma obra para outra? Então.

O que quero dizer é que quando se tira uma essência, outra é criada. Não ficou convencido? Tudo bem, mas quero só ver você dizendo que odeia a franquia americana Power Rangers. A série, que ficou famosa pelo mundo inteiro e que recentemente ganhou uma nova adaptação cinematográfica pela Lionsgate, foi baseada e inspirada na franquia japonesa Super Sentai, produzida pela Toei Company. Essa franquia é uma série, e todo ano — até nos dias de hoje — é lançado uma nova temporada. É com muito prazer que apresento para vocês o Esquadrão Secreto Gorenger! (ou, no original, Himitsu Sentai Gorenger), a primeira temporada de Super Sentai, escrita pelo mangaka Shôtarô Ishinomori:

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Os Super Sentais eram interpretados por japoneses nativos. Quando a empresa Saban Entertainment criou Power Rangers, ela acabou mudando algumas coisas, como por exemplo a etnia dos personagens. Claro, a adaptação americana de Super Sentai aconteceria em solo americano, então isso não teria problema. Houve também a troca de gênero: todos os Sentais Amarelos foram homens, enquanto os Rangers dessa mesma cor eram mulheres. Essa mudança foi criada para diminuir a proporção de diferença de gênero entre os heróis e as heroínas (viu como os americanos nem sempre são malvados?).

Mesmo assim, você — meu leitor — deve estar me criticando dizendo: “bléh! Os americanos adaptaram e até mudaram o nome de Power Rangers, mas nunca a caracterização dos personagens… Então, a essência continua!”. Sim, concordo. Mas, assim como concordo com você, meu leitor, você também deveria concordar que na adaptação americana de Death Note a essência continua a mesma! Os personagens foram trocados, mas ainda temos um caderno da morte, um shinigami e os mesmos personagens que na obra original. A única coisa que mudou foi a personalidade e a caracterização desses personagens. Lawliet se tornou negro (talvez, se importando com a questão de inclusão de diversidade) e “cabeça quente”, entretanto seu papel na história continua a mesma: de ser o antagonista de “Kira”, pois suas ações contradiz os planos de Light. Então, ele realmente perdeu a total essência? Acho que não.

Mas não era possível a Netflix criar algo original, mudando assim o nome da adaptação e tornar isso somente deles? Primeiramente, essa adaptação já pertence somente à Netflix. E não, não seria possível fazer isso por causa da possibilidade de apontamento de plágio. Na linguística textual, chamamos essas alusões a outras obras de intertextualidade. Tudo que existe no mundo remete a algo que já existe. Porém, é preciso apontar a intertextualidade no determinado texto, reconhecer e argumentar as diferenças. É claro que o que entendemos de texto é tudo aquilo que tem textura, por isso chamamos de texto. Na adaptação americana de Death Note, por exemplo, caso essa intertextualidade não fosse apontada, chamaríamos de intertextualidade implícita, que é quando a fonte não é mencionada. Muitos consideram isso como plágio; então, todo o cuidado antes de criar algo “original”, usando referências de outras obras, é pouco. É por isso que em uma adaptação sempre terá a frase “baseado em tal obra”. Como sabemos, a ideia de um caderno da morte é bem única de Death Note; seria estranho caso aparecesse algo bem semelhante na Netflix, não é mesmo?

Mas está parecendo um filme de ação! Death Note é uma obra de suspense e investigação.”  Essa foi uma das primeiras críticas ao primeiro trailer oficial, quando lançou há alguns dias atrás, por conter cenas de ações como bombardeios, prédios sendo demolidos, armas, confusão em uma roda gigante etc. No entanto, já parou para pensar se aquelas cenas não seriam cenas de ataques terroristas ou de bandidos sendo capturados os quais Light Turner mais tarde os mataria com seu caderno da morte? Além disso, tanto no anime quanto no mangá existem sim cenas de ações. É algo a se considerar, levando em conta que o filme ainda nem foi lançado e que é muito cedo para tirar conclusões… Até mesmo essas, que acabei de fazer vocês lerem.

De fato, ainda é cedo para tirar conclusões. Entretanto, uma adaptação americana de Death Note não quer dizer que excluirá a obra original como um todo. Ela continuará existindo e sendo a melhor, justamente por ser a original. Devemos considerar também que é uma adaptação (americana da Netflix) de um mangá com doze volumes; é quase impossível fazer que a drama se desenvolva da mesma maneira que se desenvolveu no mangá ou no anime. O tão difícil deve fazer isso? Uma produção cinematográfica não é nada fácil, acredite. Por fim, não é porque que haverá mudanças na adaptação americana que ela deixará de ser ruim. Mudanças, às vezes, podem ser positivas e não necessariamente estragará a adaptação propriamente dita ou a obra original.

É possível gostar das duas coisas: da obra original e da obra adaptada. É possível sim reconhecer que ambas podem ser boas, em níveis diferentes. O que não é possível é confundir a questão de embranquecimento com adaptação. Não houve embranquecimento no Death Note da Netflix. Mas, então, por que a Netflix não fez um filme em solo oriental? É o que os americanos fazem, afinal. Eles trazem tudo para o solo deles. Mas o que podemos fazer se nós colaboramos para com isso, consumindo muito mais coisas feitas nos Estados Unidos do que em qualquer outra nação? Como eu disse, o mesmo que criminaliza, é o mesmo que consome. Antes de tudo, deveríamos nos culpar por isso.

 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 20/07/2017

A franquia Transformers nos traz a saga do último cavaleiro e nas produções nacionais, os Detetives do Prédio Azul  promete sucesso entre a garotada.

Transformers: o último cavaleiro (Transformers: the last knight, Michael Bay, Estados Unidos)

Detetives do Prédio Azul (André Pellenz, Brasil)

Love Film Festival (Manuela Dias, Brasil)