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[SL] Rapha Pinheiro: Se adaptando ao Brasil | Vivendo no Rio

VIVENDO NO RIO

Primeiro vídeo da nova série Vivendo no Rio. Vamos trocar uma ideia sobre as diferenças do cotidiano de Angoulême e do Rio.

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

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Twitter: @RaphaCPinheiro

Aquele abraço!

 

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[SL] Você conhece a série e os quadrinhos de Lúcifer?

Lúcifer, a série:

Tom Ellis (da série Rush) estrela no papel-título de Lucifer, que, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno, renuncia o seu trono e abandona o seu reino para ir para a cintilante loucura de Los Angeles, onde ele vai ajudar a polícia local a punir os criminosos.

O elenco conta também com Lauren German (de Chicago Fire) como a detetive de homicídios da LAPD Chloe Dancer, que sente tanto repulsa quanto fascínio por Lucifer; Lesley-Ann Brandt (de Spartacus) como Maze, um demônio feroz que toma a forma humana de uma mulher e que é a melhor amiga de Lucifer; Kevin Alejandro (de Arrow) como Dan, um detetive de homicídios da LAPD bastante desconfiado de Lucifer; D.B. Woodside (de 24 Horas) como Amenadiel, um anjo enviado para Los Angeles para convencer Lúcifer a voltar para o Inferno; e Rachael Harris (de Suits) como Linda, a terapeuta de Lucifer.

Lucifer é baseado nos quadrinhos do selo Vertigo (uma divisão da DC Comics). O personagem participa ativamente da narrativa “Estação das Brumas” de Sandman, do escritor Neil Gaiman, na qual ele deixa a chave do Inferno com Sonho dos Perpétuos. A série é uma produção da Warner Bros. TV, DC Comics e Jerry Bruckheimer Television.

Ela foi renovada!!!!!!! Confira o trailer da 3º Temporada

Sobre o quadrinho:

primeira aparição oficial do personagem foi na revistinha Superman’s Pal Jimmy Olsen #65, onde Jimmy Olsen, em um sonho encontra um homem que se intitula Senhor L, quem pensa ser ancestral de Lex Luthor e faz um trato com ele, porém as consequencias são terriveis ao descobrir que o homem é na verdade o anjo caído Lucifer.

Após isso o personagem foi constantemente modificado, tendo aparecido em Weird Mystery Tales #4, Blue Devil #31, DC Special Series #8, sem falar de várias diferentes versões de Satan que aparecem em diferentes histórias.

Hellblazer

Garth Ennis introduziu um personagem que deveria ser o diabo na série de Constantine, porém com o arco da estação das brumas em Sandman ele teve que remodelar o personagem que passou a ser conhecido como O Primeiro dos Caidos.

O próprio Lucifer é mencionado em algumas histórias, como quando é dito que se Lúcifer ainda comandasse o inferno Constantine não precisaria se preocupar, pois ele provavelmente ficaria entediado e deixaria-o ir, mas o Primeiro dos Caidos era extremamente rancoroso, em outro momento é dito que o verdadeiro motivo pelo qual o Primeiro dos Caidos odiava Lucifer era por sempre perder para ele no Xadrez.

Sandman

Lúcifer é mais conhecido por sua aparição no famoso quadrinho de Neil Gaiman, Sandman onde participa do Triunviráto do Inferno, primeiramente aparece no arco “Prelúdios e Noturnos” Depois, em “Estação das Brumas”, ele aparece com mais ênfase. Aborrecido de sua existencia como Senhor do Inferno, Lúcifer expulsa todos os demonios e almas condenadas do Inferno, para depois fechar suas portas e entregar a chave a Sonho dos Perpétuos (personagem protagonista da série Sandman), obviamente prevendo que a possessão da chave iria colocá-lo em maus lençóis. Entrementes, O Inferno acaba nas mãos de dois anjos, Duma (o anjo do silencio) e Remiel, enquanto que Lúcifer se retira para a Terra, onde se torna pianista.

Lucifer the Morning Star

Uma minissérie de três capítulos chama Operação Estrela da Manhã, foi criada onde o céu manda o anjo Amenadiel para fazer um trato com Lucifer, ele precisava se livrar dos antigos deuses sem nome, mas o céu não quer se envolver diretamente, como pagamento Lucifer exige uma carta de Deus.

 

Fontes:  Wikipedia  / Minha Série

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[SL] K. Relato de uma busca | B. Kucinski

Um retrato da ditadura
Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu

“Pedaço de mim” – Chico Buarque

K. – Relato de uma busca, foi escrito por Bernardo Kucinski e trata-se de uma história que ao mesmo tempo em que é verídica também é uma ficção. O livro retrata a busca incansável de um homem pela sua filha que simplesmente desapareceu da faculdade onde lecionava. A filha era professora de Química e desapareceu durante a Ditadura Militar. O livro é real e também ficcional. Digo isso pela história da irmã do autor que também desapareceu durante a Ditadura Militar.

Esta história se assemelha à de Zuzu Angel, e mostra uma perversidade única na realidade dos “desaparecimentos”. O livro, verdadeiramente, te faz pensar em muitas coisas. Ele é a prova viva de tudo que a gente ouve na escola, de tudo que a gente lê, de tudo que a gente estuda.

K. mostra que, de fato, tudo aquilo foi real. A Ditadura aconteceu, as pessoas morreram, as pessoas desapareceram e, muitas delas, até hoje não se sabe o que aconteceu ao certo.
Por outro lado, esta é também uma história do sofrimento judeu, e tudo o que acontece não passa de uma repetição de outros tantos massacres históricos.

Uma marca boa do estilo de Kucinski é a alta variabilidade de gêneros no livro: há cartas, depoimentos… relatórios de informantes. Acho que isso, somado ao fato de que os capítulos são curtos e a história, boa, colabora para o fato de que a leitura flui rápida.

bernardo-kucinski-foto-de-carolina-ribeiro.jpgBernardo Kucinski: (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras.

 

Death-Note

[SC] Questão de Opinião: A produção americana de Death Note

Olá amigos do Sphera, eu sou o Douglas Fonseca e fui convidado pela nossa amiga Arita para trazer ao Spherageek um artigo como colunista convidado. Vamos falar hoje sobre Death Note?

Oh, você também foi “embranquecido”?

A mais recente polêmica cinematográfica é o lançamento do novo filme da Netflix, baseado no mangá mundialmente famoso, escrito por Tsugumi Ohba, Death Note. A adaptação será dirigida por Adam Wingard e contará com autores americanos; se passará em Seattle, nos Estados Unidos. O filme conta a história de Light Turner (Nat Wolff), um adolescente que encontra um misterioso caderno — que pertence ao deus da morte, Ryuk (Willem Dafoe) —, no qual o humano cujo nome escrito nele morrerá.

Nos últimos meses, desde o lançamento do primeiro teaser-trailer da adaptação americana de Death Note, alguns fãs do mangá e do anime vêm comentando a questão do embranquecimento (ou, whitewashing, em inglês). Mas, seria mesmo o embranquecimento o verdadeiro problema? Houve, de fato, o embranquecimento na adaptação americana de Death Note produzida pela Netflix? É disso que iremos comentar neste artigo, levando em consideração todo o valor cultural da obra original e da adaptação americana, assim como também entender melhor o termo whitewashing.

Desde já, gostaria de deixar claro que a minha intenção ao escrever este artigo não é de querer ser a voz da razão ou da verdade. Meu intuito é defender a adaptação americana de Death Note e, consequentemente, criticar adaptações que realmente fizeram o embranquecimento em alguns personagens, propositalmente ou não.

  1. Realmente houve “embranquecimento”, Netflix?

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Eu respondo por ela, e minha resposta é não.

As críticas hostis que o maior serviço em streaming do mundo vem sofrendo é demasiado desnecessário. Por quê? Ora, essa pergunta é fácil: a verdade é que a questão do embranquecimento, hoje em dia, se tornou uma discussão cheia de falácias, ou seja, um argumento que tenta ser convincente quando, na verdade, é inconsistente.

Para entendermos melhor se houve ou não o embranquecimento na adaptação americana de Death Note, devemos primeiro entender esse termo. O termo whitewashing começou a ser usado nos Estados Unidos quando os americanos perceberam que a empresa cinematográfica Hollywood começou a usar pessoas brancas para interpretar personagens de etnias diferentes em seus filmes, excluindo assim toda uma cultura e diminuindo a diversidade no cinema. Portanto, se entende de whitewashing cinematográfica quando uma personagem de uma determinada etnia (africana, asiática, indiana etc) é excluída de seu próprio meio social, sendo substituído por uma personagem de pele branca.

Sendo assim, não houve embranquecimento na adaptação americana de Death Note. Ainda não concorda? Então, pensa com a gente. A história dessa adaptação se passa nos Estados Unidos, diferente da história original que se passa no Japão. Faria sentido se houvesse apenas japoneses no filme, sendo que toda a drama acontece em solo americano? Acho que não. Entendemos de embranquecimento quando, por exemplo, um nativo americano afrodescendente é embranquecido numa adaptação. O embranquecimento, no entanto, acontecerá apenas quando uma pessoa de uma determinada etnia for excluída de sua determinada nação. Para melhor explicar isso, mais à frente, usarei como exemplo um dos últimos papéis da Rooney Mara nos cinemas.

Assim, o filme americano de Death Note se passa apenas de uma adaptação, e não de um embranquecimento. Mudanças serão necessárias, no entanto. Não se trata também da exclusão da cultura oriental, pois vemos no trailer que aparece um shinigami. Essas criaturas são entidades sobrenaturais presentes na mitologia japonesa que conduzem os humanos à morte. Ok, o termo shinigami não é citado durante o trailer, mas traduzimos ele como “deus da morte” que é o mesmo significado. Porém, mesmo que o termo shinigami não seja usado, percebemos no trailer as referências a ele (imagem abaixo). Então, parte da cultura oriental aparentemente não será excluída dessa adaptação americana.

  1. O verdadeiro embranquecimento cinematográfico.

A Princesa Tigrinha (ou, no original, Princess Tiger Lilly) é uma personagem do livro Peter Pan and Wendy, escrito por J. M. Barrie. Para quem não sabe, antes de se tornar Pan na Terra do Nunca, Peter cresceu no parque londrino Kensington Gardens. O garoto, conhecido como “aquele que nunca cresce”, foi criado pelas fadas. Peter in Kensington Gardens foi o primeiro livro escrito por J. M. Barrie, desconhecido por muitos, no qual conta a verdadeira origem de Peter pela primeira vez. A Princesa Tigrinha só aparece no livro Peter Pan and Wendy, quando é capturada pelo Capitão Gancho.

Ela é uma princesa indígena que representa os nativos americanos. Se você não conhece a história dos índios americanos, tente pesquisar um pouco sobre a verdadeira história de Pocahontas (e quando digo “a verdadeira história”, não estou falando da animação da Disney, embora seja uma ótima animação). A história de Pocahontas é um ótimo começo para quem tem interesse em saber um pouco sobre os povos ameríndios. Além disso, Tigrinha e Pocahontas têm algo em comum: são filhas de um chefe indígena.

1Dito isso, em 2015, a Warner Bros. anunciou uma nova adaptação de Peter Pan. Nela, estaria a Rooney Mara como Princesa Tigrinha. Nessa adaptação, no entanto, podemos sim dizer que houve o embranquecimento da personagem, por se tratar de uma índia nativa da América. Para ajudar visualmente, abaixo deixarei duas imagens comparando a verdadeira Princesa Tigrinha com a da Rooney Mara interpretada por ela em 2015. É bom lembrar também que não sabemos se a intenção do diretor (Joe Wright) era, de fato, embranquecer a personagem (mas que ele sabia que Tigrinha era uma índia americana, isso com certeza ele sabia).

O filme Deuses do Egito também sofreu o embranquecimento por conter apenas personagens brancos, quando na verdade os deuses egípcios são negros justamente por serem egípcios e a história toda se passar em terras egípcias! O mesmo acontece na religião cristã, com Jesus (podemos citar a novela Os Dez Mandamentos, da Rede Record, na qual embranqueceu vários personagens egípcios e árabes). Em O Último Mestre do Ar, live-action de Avatar: A Lenda de Aang, houve o embranquecimento de nativos asiáticos por pessoas brancas. Em outro caso, este bem polêmico aqui no Brasil, foi quando o autor Machado de Assis foi representado por um branco no comercial da Caixa Eletrônica. Ora, sabemos que o canônico autor brasileiro era, na verdade, negro. Contudo, na época, o comercial levou tantas críticas que precisou ser retirado da televisão. Há também a novela Caminho das Índias, produzida pela Globo, na qual se passa em solo indiano, mas não há um personagem nativo da Índia sequer como protagonista. Então, se a adaptação americana de Death Note se passa em solo americano, os personagens também serem americanos nativos (brancos ou negros) não quer dizer que foram embranquecidos. Caso a história se passasse no Japão, como na obra original, mas houvesse apenas pessoas brancas americanas, então sim poderíamos dizer que houve o embranquecimento nos personagens.

Deu para entender um pouco melhor a questão do embranquecimento? Se não, eu sinto muito mas acho que você tem sérios problemas em conseguir dividir algumas coisas. Se sim, não me venha com “ah, mas então tudo precisa ser americanizado para ficar bom?”. É preciso ter cuidado! O mesmo que marginaliza, é o mesmo que consome. Digo isso porque consumimos mais filmes hollywoodianos do que filmes bollywoodianos (por exemplo), de Bollywood, uma das maiores empresas cinematográficas do mundo, localizada em Mumbai e desconhecida pela maior parte da população mundial. Acredita-se que cinco a sete por cento de filmes vistos no mundo, são produzidos pela indústria Bollywood.

III. Mas, então, o que seria a adaptação americana de Death Note?

Ora, nada mais do que uma adaptação americana. O que você entende de adaptação? Quando falamos de adaptação, a entendemos como algo que é baseado no original. Uma adaptação nunca será como o original. Quando se traduz uma obra para outra, algumas mudanças são necessárias. Primeiro tivemos o gênero mangá evocando Death Note, após isso surgiu o anime e, em seguida, um par de live-action. Agora, a Netflix investe numa adaptação dessa mesma obra em um único filme. Em todos os casos, o que menos sofreu alterações do original foi o anime, por ser um gênero mais fiel à obra original e mais longa também, dando assim a oportunidade de criar uma adaptação mais desenvolvida.

Ok, aceito isso… Mas, Netflix, cadê a essência dos personagens principais?”. Meu caro, não se trata de essência. Lembra quando eu disse que mudanças precisam ser feitas quando se traduz uma obra para outra? Então.

O que quero dizer é que quando se tira uma essência, outra é criada. Não ficou convencido? Tudo bem, mas quero só ver você dizendo que odeia a franquia americana Power Rangers. A série, que ficou famosa pelo mundo inteiro e que recentemente ganhou uma nova adaptação cinematográfica pela Lionsgate, foi baseada e inspirada na franquia japonesa Super Sentai, produzida pela Toei Company. Essa franquia é uma série, e todo ano — até nos dias de hoje — é lançado uma nova temporada. É com muito prazer que apresento para vocês o Esquadrão Secreto Gorenger! (ou, no original, Himitsu Sentai Gorenger), a primeira temporada de Super Sentai, escrita pelo mangaka Shôtarô Ishinomori:

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Os Super Sentais eram interpretados por japoneses nativos. Quando a empresa Saban Entertainment criou Power Rangers, ela acabou mudando algumas coisas, como por exemplo a etnia dos personagens. Claro, a adaptação americana de Super Sentai aconteceria em solo americano, então isso não teria problema. Houve também a troca de gênero: todos os Sentais Amarelos foram homens, enquanto os Rangers dessa mesma cor eram mulheres. Essa mudança foi criada para diminuir a proporção de diferença de gênero entre os heróis e as heroínas (viu como os americanos nem sempre são malvados?).

Mesmo assim, você — meu leitor — deve estar me criticando dizendo: “bléh! Os americanos adaptaram e até mudaram o nome de Power Rangers, mas nunca a caracterização dos personagens… Então, a essência continua!”. Sim, concordo. Mas, assim como concordo com você, meu leitor, você também deveria concordar que na adaptação americana de Death Note a essência continua a mesma! Os personagens foram trocados, mas ainda temos um caderno da morte, um shinigami e os mesmos personagens que na obra original. A única coisa que mudou foi a personalidade e a caracterização desses personagens. Lawliet se tornou negro (talvez, se importando com a questão de inclusão de diversidade) e “cabeça quente”, entretanto seu papel na história continua a mesma: de ser o antagonista de “Kira”, pois suas ações contradiz os planos de Light. Então, ele realmente perdeu a total essência? Acho que não.

Mas não era possível a Netflix criar algo original, mudando assim o nome da adaptação e tornar isso somente deles? Primeiramente, essa adaptação já pertence somente à Netflix. E não, não seria possível fazer isso por causa da possibilidade de apontamento de plágio. Na linguística textual, chamamos essas alusões a outras obras de intertextualidade. Tudo que existe no mundo remete a algo que já existe. Porém, é preciso apontar a intertextualidade no determinado texto, reconhecer e argumentar as diferenças. É claro que o que entendemos de texto é tudo aquilo que tem textura, por isso chamamos de texto. Na adaptação americana de Death Note, por exemplo, caso essa intertextualidade não fosse apontada, chamaríamos de intertextualidade implícita, que é quando a fonte não é mencionada. Muitos consideram isso como plágio; então, todo o cuidado antes de criar algo “original”, usando referências de outras obras, é pouco. É por isso que em uma adaptação sempre terá a frase “baseado em tal obra”. Como sabemos, a ideia de um caderno da morte é bem única de Death Note; seria estranho caso aparecesse algo bem semelhante na Netflix, não é mesmo?

Mas está parecendo um filme de ação! Death Note é uma obra de suspense e investigação.”  Essa foi uma das primeiras críticas ao primeiro trailer oficial, quando lançou há alguns dias atrás, por conter cenas de ações como bombardeios, prédios sendo demolidos, armas, confusão em uma roda gigante etc. No entanto, já parou para pensar se aquelas cenas não seriam cenas de ataques terroristas ou de bandidos sendo capturados os quais Light Turner mais tarde os mataria com seu caderno da morte? Além disso, tanto no anime quanto no mangá existem sim cenas de ações. É algo a se considerar, levando em conta que o filme ainda nem foi lançado e que é muito cedo para tirar conclusões… Até mesmo essas, que acabei de fazer vocês lerem.

De fato, ainda é cedo para tirar conclusões. Entretanto, uma adaptação americana de Death Note não quer dizer que excluirá a obra original como um todo. Ela continuará existindo e sendo a melhor, justamente por ser a original. Devemos considerar também que é uma adaptação (americana da Netflix) de um mangá com doze volumes; é quase impossível fazer que a drama se desenvolva da mesma maneira que se desenvolveu no mangá ou no anime. O tão difícil deve fazer isso? Uma produção cinematográfica não é nada fácil, acredite. Por fim, não é porque que haverá mudanças na adaptação americana que ela deixará de ser ruim. Mudanças, às vezes, podem ser positivas e não necessariamente estragará a adaptação propriamente dita ou a obra original.

É possível gostar das duas coisas: da obra original e da obra adaptada. É possível sim reconhecer que ambas podem ser boas, em níveis diferentes. O que não é possível é confundir a questão de embranquecimento com adaptação. Não houve embranquecimento no Death Note da Netflix. Mas, então, por que a Netflix não fez um filme em solo oriental? É o que os americanos fazem, afinal. Eles trazem tudo para o solo deles. Mas o que podemos fazer se nós colaboramos para com isso, consumindo muito mais coisas feitas nos Estados Unidos do que em qualquer outra nação? Como eu disse, o mesmo que criminaliza, é o mesmo que consome. Antes de tudo, deveríamos nos culpar por isso.

 

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[SC] Ideias de presentes que vão enlouquecer qualquer fã da Mulher-Maravilha

Não dá para negar: apenas duas semanas depois de estrear nos cinemas, a Mulher-Maravilha já dominou o mundo! Crianças fofas estão se inspirando na heroína, garotas de todas as idades estão comentando sobre o filme e até os homens já incluíram a personagem entre os seus super-heróis favoritos.

Se você também não resistiu a esse hype, confira algumas ideias de presentes que vão enlouquecer qualquer fã da Mulher-Maravilha (para todos os bolsos):

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Pop! Funko Bombshells

R$ 99,90 na Limited Edition

 

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  Camiseta masculina oficial DC Comics

  R$ 69,90 na Loja Oficial DC Comics

 

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Bolsa de mão

US$ 44.99 Big Bad Toy Store (entrega no Brasil)

 

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Havaianas

R$ 44,90 na Havaianas

 

Confira também o trailer desse lançamento das telonas:

 

Fonte: Guia Mais

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[SL] Book Tag: Totalmente Desnecessário

Olá amigos, eu sou a Lia, do Canal Lia o Livro e trouxe uma tag para vocês.

– Quem criou a TAG: https://goo.gl/ZlFdHF
– Quem traduziu a TAG: https://goo.gl/IXrkSr
– Quem me marcou na TAG: https://www.youtube.com/user/oromuloos

Perguntas:
1. Totalmente desnecessário ter uma continuação
2. Totalmente desnecessário ter mais de um ponto de vista
3. Totalmente desnecessário ter uma capa igual à original
4. Totalmente desnecessário ter um triângulo amoroso
5. Totalmente desnecessário ter esse livro adicionado à serie
7. Totalmente desnecessário ter somente um ponto de vista
8. Totalmente desnecessária toda a hype
9. Totalmente desnecessário ficar comparando um livro com outro
10. Totalmente desnecessário ter lido…

PS: Só depois percebi que falta o item 6… mas como o Romulo também não respondeu, eu deixei quieto! kkkkk

Blog: http://liaolivro.blogspot.com.br/
instagram: @liaolivro
Twitter: @mayumilia
email: liamayumii@gmail.com
caixa postal 81693-cep: 04378-971-São Paulo/SP

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[SG] SpheraBoards | Summoner Wars

 

Hello pessoas! Laíse Lima de novo na área com mais um review. E hoje nós vamos conhecer um xadrez diferente… ok, não dá para chamar de xadrez, mas parece! Que saber como? Então vamos nessa!

Ficha Técnica:

Produtora: Fantasy Flight Games

Edição Brasileira: Galápagos Jogos

Numero de Jogadores: 2

Tempo de Jogo: 30 minutos em média

 

Objetivo do Jogo:

Em Summoner Wars você assume o comando de um Summoner (Invocador) que é capaz de soltar poderes ou habilidades especiais para afetar os inimigos, além disso também é capaz de invocar criaturas para lutar a seu favor, tentando derrotar o Summoner inimigo. o Objetivo do jogo é simples, eliminar o Summoner inimigo (por isso também lembra o xadez… derrotar o rei e tal).

História do Jogo:

Foi Ret-Talus, o Lorde do Reino dos Mortos, quem encontrou a primeira Pedra de Invocação. A pedra concedeu seus poderes ao rei de coração-escuro, transformando-o no primeiro dos Summoners. Por mil anos, Ret-Talus permaneceu incontestável enquanto ele e seus guerreiros provocavam estragos no mundo de Itharia. O poder da pedra era tão grande que, mesmo com o desafio de exércitos completos do mundo inteiro, Ret-Talus permanecia invencível.

Foi só quando Dane Lightbringer descobriu a segunda Pedra de Invocação, que o reinado de Ret-Talus foi posto em cheque. A descoberta de uma segunda pedra trouxe esperança ao povo de Itharia, não só porque agora o poder de Ret-Talus poderia ser contra-atacado, mas também porque isso provava que a Pedra de Invocação não era única. Se haviam duas, com certeza existiriam mais. Todas as facções de Itharia voltaram suas forças em busca de sua própria Pedra de Invocação.

Mais pedras foram descobertas, e mais Summoners surgiram, mas os Summoners de Itharia não foram capazes de se unir contra o inimigo comum, e deixaram rivalidades antigas e o desejo pelo poder das pedras virarem uns contra os outros. E foi assim que começou… The Summoners Wars!

Conteúdo

Componentes do Jogo:

  1. Tabuleiro: O tabuleiro é composto por diversas “casas” onde as cartas são jogadas e podem “andar” e realizar suas ações, e ao lado de cada jogador, um espaço onde é colocado o Deck, pilha de “Magia” (Pontos necessários para invocar criaturas) e pilha de “Descarte” (Onde são colocadas as cartas, adivinhem o que? Descartadas!) – O tabuleiro é “dividido” em duas partes, exatamente no meio.
  2. Tipos de Cartas: Cada Facção vem com um deck pronto. De 35 a 40 cartas.

2.1 Summoner: É a carta principal. Ela tem vida, dano e uma habilidade especial. O jogador começa o jogo com ela no tabuleiro.

2.2 Criaturas Comuns: São criaturas que você usa para montar o exército. Tem vida, dano e normalmente algum custo de invocação. Praticamente todas têm alguma habilidade.

2.3 Cartas de Evento: Eventos podem ser invocadas pelo herói em um determinado momento do turno. Não tem custo.

2.4 Campeões: São unidades mais caras, mas consideravelmente mais fortes do que as criaturas comuns.

2.5 Muralha: É a partir dessa carta que o jogador pode invocar criaturas. Qualquer criatura só pode ser invocada adjacente à muralha (Não na diagonal).

Mecânica do Jogo:

Invocação: Para invocar uma criatura, normalmente paga-se um custo de Magia. A magia pode ser conseguida de três formas:

  1. Destruindo uma criatura do adversário;
  2. Descartando cartas da sua mão para a pilha de magia (Acumular Magia);
  3. Algumas cartas mágicas permitem que você tome magia da Pilha de Magia do adversário.

Movimentação: Cada criatura pode mover-se apenas por 3 espaços. Pode-se mover até 3 criaturas por turno.

Combate: Existem criaturas de combate a distância e criaturas de combate corpo-a-corpo. Uma criatura de combate a distância pode atacar a até 2 espaços de distância, e uma criatura de combate corpo-a-acorpo tem que estar adjacente. Quando você declara ataque a alguma criatura, você rola um dado. Se tirar 3-6, o dano é causado, se tirar 1 ou 2 da falha.

Turno:

  1. Compra (ompra até ter 5 cartas na mão. Sempre!)
  2. Invocar (Joga criaturas/Campeões)
  3. Evento (Joga cartas de Evento)
  4. Movimentação (Movimenta até 3 criaturas)
  5. Ataque (Ataca com até 3 criaturas)
  6. Acumular Magia (Descarta cartas da mão para a pilha de magia).

ExpansõesO jogo: A ideia basicamente é o jogador invocar criaturas e montar uma estratégia, enquanto se defende dos ataques inimigos e envia ataques ao inimigo. O jogo é cheio de reviravoltas e a rejogabilidade é altíssima. Ele conta com diversas expansões que ajudam na customização de um deck. Isso mesmo, o deck pode ser completamente personalizado!

Estatísticas do Jogo:

- Apelo a não boardgamers (alto): Como eu falei lá em cima, É só apresentar o jogo como “Um Xadrez com aspectos mais nerds”. Dificilmente alguém nega.

- Complexidade (Média): As regras são aprendidas tranquilamente. A complexidade está na parte estratégica, que é muito bem elaborada

- Independente de idioma? Não. Mas já tem aqui no Brasil.

- Achado no Brasil (sim): É vendido em livrarias como a cultura, em lojas especializadas e pelo site da Galápagos Jogos.

Preço (justo): R$ 69,90 (Set Inicial) – R$ 21,90 (Facções adicionais) – R$19,90 (Pacotes de Reforço).

Opinião: Um jogo que vale a pena ter na coleção. É divertido e com diversas reviravoltas, vem em uma caixa pequena e as demais facções cabem dentro (ou seja, fácil de guardar/transportar). Tem uma mecânica simples (fácil de explicar para jogadores novos) e é dinâmico.  

Links relacionados ao jogo:

https://loja.galapagosjogos.com.br/t/franquia/summoner-wars  (venda)

 

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[SL] Rapha Pinheiro: Introdução à Perspectiva | Escrevendo Quadrinhos

Hoje vamos começar a série sobre perspectiva. Antes de começar a desenhar, precisamos conversar sobre alguns conceitos básicos pra estarmos em sintonia na hora de botar a mão na massa.

Se você está começando a estudar perspectiva, esse é o vídeo pra você.
Se você já tem alguma noção de leve, esse também é o lugar pra você.
Se você já domina, talvez esse vídeo seja uma abordagem diferente que pode ser interessante, não custa nada ;)

P.S: Eu upei esse vídeo por engano na semana passada por algumas horas hahahaha Desculpe pela galera que viu a notificação e depois quando foi procurar pra assistir ele não tava mais lá =P

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Momento Cuca Fresca: Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Para o momento cuca fresca de hoje, trago um artigo muito legal que encontrei na super interessante. Também deixo uma lista de filmes que causaram muito medo nos espectadores de cinema

Filmes que deram mais medo no público em geral:

10) Atividade Paranormal (2007)

Os segredo dos sustos de Atividade Paranormal está no fato de que o filme é gravado como se fosse amador, mesmo que tudo seja encenado. Lançado originalmente em 2007, o filme já está na sua quarta continuação. O roteiro, instigante e assustador, aposta no sobrenatural para assustar os espectadores.

9) Poltergeist (1982)

O clássico do terror dos anos 1980 continua assustando através de gerações. É a história de uma família aterrorizada por fantasma, que tem o seu auge quando a filha caçula é sequestrada através do televisor. Misturando elementos da ficção científica, o filme consagrou-se como um dos mais assustadores de todos os tempos.

8) O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Baseado em uma história real, O Exorcismo de Emily Rose garante a sua tensão intercalando a história da garota com julgamento do padre acusado de matá-la (já que Rose morrera durante o exorcismo). Com direito a todos os elementos mais assustadores de filmes de possessões demoníacas, o longa foi responsável por noites aterrorizantes para todo mundo que o assistiu.

7) A Profecia (1976)

Outro clássico do terror, A Profecia traz o imaginário do Anticristo, reencarnado em uma criança que nada se parece com os garotos de sua idade. É que após ver seu filho morrer no parto, a personagem de Gregory Peck sequestra um bebê na maternidade sem saber a sua real identidade.

6) O Orfanato (2007)

A gente tem que admitir: os espanhóis arrasam quando o assunto é filme de terror! Apresentado pelo mestre Guillermo Del Toro, O Orfanato é uma história tão instigante, que mantêm os olhos grudados na tela do começo ao fim. Definitivamente não é para os fracos.

5) O Chamado (2002)

Mesmo que hoje em dia O Chamado tenha virada chavão, é inegável que o filme nos assustou (e muito) quando foi lançado – lá no começo dos anos 2000. É que o filme é baseado em um longa japonês, outros mestres no quesito terror. Se o seu telefone tocou enquanto você estava assistindo, meu caro, você conheceu o que é passar medo de verdade!

4) Horror em Amityville (2005)

Outro filme baseado em fatos reais (isso aumenta a tensão, não é mesmo?), Horror em Amityville deixou todo mundo eletrizado e isso ninguém pode negar. É que a fórmula casa mal-assombrada, por mais clichê que seja, sempre acaba assustando. O filme de 2005 é um remake do clássico de 1979, tão assustador quanto.

3) A Casa (2010)

Completamente independente, este filme uruguaio foi a grande surpresa do Festival de Cannes em 2010. Com um orçamento de apenas $ 6 mil, o longa foi gravado em apenas 4 dias. A Casa foi baseada em um misterioso crime do país e, acreditem, dá muito, muito medo!

2) Invocação do Mal (2013)

Invocação do Mal estreou em 2013 mostrando que Hollywood ainda sabe fazer bons filmes de terror. Invocando todos os elementos clássicos do gênero, o longa não cai em clichês e prende a atenção do começo ao fim. Não precisa nem falar que, também, foi baseado em casos reais.

1) O Iluminado (1980)

No topo da nossa lista não poderia deixar de estar O Iluminado. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa, baseado no livro de Stephen King, mistura elementos do sobrenatural, da loucura e dos filmes de assassinato. Eu que não queria estar naquele hotel sendo perseguido pelo louco do Jack Torrance!

 

Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Diversos fatores neuropsicológicos e culturais (mais presentes em certas pessoas do que noutras) levam-nos a procurarmos o que provoca medo, um impulso que alimenta a indústria do ócio.

O pintor belga René Magritte (1898–1967) afirmou um dia: “A pessoa não pode falar acerca do mistério, ela deve ser cativada por ele.” Ao longo da história da humanidade, milhões de pessoas sucumbiram a um prazer paradoxal: aproximar-se do desconhecido e apreciar o temor que lhes produz. Embora o derradeiro objetivo da sensação de pânico seja o desassossego, muitas pessoas conseguem deleitar-se com o medo desde que o experimentem numa situação controlada.

No século VIII a.C., encontramos um exemplo precoce do gosto pelo sinistro. Homero relata na Odisseia: “Andavam em grupos por aqui e por acolá, de um e do outro lado do fosso, com um clamor sobrenatural, e a mim afligiu-me o pálido terror.” Depois, surgem os seguintes ingredientes: cabeças que falam quando se aproximam de sangue, mortos-vivos que querem acabar com o seu tormento, o espanto diante da Górgona… A narrativa das andanças de Ulisses foi transmitida por tradição oral: se o texto não foi esquecido, é porque muitos encontraram prazer em recitá-lo.

Desde então, milhares de obras literárias, pictóricas e, nos tempos modernos, cinematográficas exploraram esse prazer paradoxal. A partir do apogeu da literatura gótica, em finais do século XVIII, o terror transformou-se em gênero. Um fato demonstra a sua importância: em todas as épocas posteriores, podemos encontrar alguma narrativa apavorante, transformada em fenômeno de massas. Desde os clássicos Drácula e Frankenstein, há um contínuo que culmina, hoje, no êxito das atuais séries de terror (The Walking Dead, American Horror Story, Penny Dreadful…), e em êxitos de bilheteira como Paranormal altActivity 4, que arrecadou mais de cem milhões de dólares na estreia, apesar de se ter considerado que era uma fórmula esgotada.

Hiperativação física

A pintura, os parques de diversões, a música e a banda desenhada também nos convidam, nestes últimos anos, a sentir arrepios de medo, sabendo que muitos responderão ao seu apelo. Porquê? Como acontece com qualquer fenómeno psicológico de massas, há uma confluência de causas distintas.

Um dos fatores mais referidos está relacionado com a hiperativação física: muitas vezes, as pessoas que gostam destas sensações apenas experimentam uma descarga de adrenalina, e não verdadeiro medo. O nosso mecanismo cerebral de alarme situa-se, principalmente, na amígdala, um centro do sistema límbico encarregado de reagir perante as emoções.

Experiências como as desenvolvidas por Daniel Schacter, professor de psicologia na Universidade de Harvard (Estados Unidos), demonstram que os pacientes com lesões nessa área recordam a associação entre determinados acontecimentos e um estímulo negativo, mas não se produz qualquer efeito emocional. Quando é ativada, gera reações fisiológicas como a subida da pressão arterial e do metabolismo celular. Acarreta também uma libertação de catecolaminas, grupo de neurotransmissores que inclui a adrenalina e a dopamina e que é responsável pela sensação de euforia que sentimos depois de passar um mau bocado.

altNo mesmo sentido, o investigador Jeffrey Goldstein, professor de psicologia social na Universidade de Utrecht (Países Baixos), defende que o gênero de terror proporcionaria uma diversão violenta socialmente aceite. Trata-se, em definitivo, de ativar as hormonas extremas (testosterona, adrenalina, cortisol…), e uma forma de consegui-lo é sentir calafrios e angústia numa situação controlada.

Libertar maus sentimentos

Os partidários desta teoria recordam que as histórias de meter medo permitiram, desde tempos remotos, libertar sentimentos politicamente incorretos incrustados no nosso hardware biológico. Um exemplo é a vingança: a história da vítima que regressa do mundo dos mortos para ajustar contas transformou-se num tópico. Gostamos de sentir a adrenalina de acompanhar o fantasma justiceiro, num campo em que essas paixões negativas são permitidas.

A verdade é que sempre houve diversões arrepiantes para elites cultas. Nos anos 20, havia um lugar na moda em Paris, o teatro Grand Guignol, onde se encenavam pequenas histórias com marionetas que sangravam ou perdiam membros de forma convincente. Os seus mórbidos sofrimentos eram escritos por conhecidos intelectuais da época. O psicólogo Alfred Binet (1857–1911), um dos pais do teste de inteligência, engendrou o seguinte argumento: prestes a abandonar uma instituição de saúde mental, uma jovem é atacada por outras três doentes que acreditam que há um pássaro escondido por detrás dos seus olhos. Para libertá-lo, utilizam uma agulha de tricot

O mais interessante é que esse tipo de atrocidades atraiu líderes nazis, chefes da Resistência francesa e generais das forças aliadas, como George Patton.

Fonte: Super Interessante / site Oba oba

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[SL] A Guardiã de Muiraquitãs | Gustavo Rosseb

Neste segundo volume da série As Aventuras de Tibor Lobato, Sátir desaparece e seu irmão Tibor Lobato, junto com o amigo Rurique, partem em busca de pistas, numa jornada que envolve viagens subaquáticas, cidades fantasmas, ataques de lobisomens, botos e filhotes de saci.

Quando os garotos pensam que as coisas não podem piorar, recebem um aviso da Guardiã de Muiraquitãs de que o último amuleto, que poderia garantir a vitória sobre a Cuca, foi roubado. Os rumores são de que o suposto ladrão é um forasteiro que ronda a Vila Serena, gerando muitas suspeitas e ainda mais mistérios. É chegada a hora de enfrentar a quaresma mais uma vez onde tentar sair ileso é uma tarefa quase impossível.

Ele deveria ter tomado mais cuidado com seus desejos…

Aventura / Fábula / Fantasia / Ficção / Infantojuvenil
Ano: 2016 / Páginas: 336
Idioma: português
Editora: Jangada

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[SL] Para educar crianças feministas| Chimamanda Ngozi Adichie

Sabe aquele livreto que você deve carregar na bolsa, junto de sua carteira ou mesmo o livro de orações? Chimamanda nos deixa aqui observações aparentemente singelas que podem modificar o mundo com pequenas ações diárias, pequenas mudanças de pensamento que há muito tempo estão enraizados em nossas mentes.

Fui convidada por uma amiga para participar de uma reunião do grupo “Leia Mulheres” que acontece mensalmente aqui em Campinas e em muitas cidades pelo Brasil. O livro escolhido era este pequeno e singelo diamante, que eu de pronto já tinha rotulado de chato e enfadonho porque não gosto de debater sobre feminismo.

A autora recebe uma carta de uma amiga de infância onde a amiga pede conselhos sobre coo criar uma criança feminista. De início, Chimamanda se sente incapaz de responder a esta pergunta, porém desenvolve quinze conselhos para sua amiga Ijewele criar sua filha Chizalum como feminista.

Fiquei envergonhada ao final da leitura. Todos os conselhos são maravilhosos e identifiquei em mim tantas coisas negativas enraizadas devido a criação e vivências que tive, que a primeira reação minha era deixar junto a minha bolsa este livreto  para nunca esquecer destas lições.

Esta palestra foi dada em um evento TEDx local, produzido independentemente das conferências TED.  Nesta palestra sincera e engraçada, Chimamanda Adichie questiona os papéis dos gêneros e sugere uma forma diferente de pensar sobre eles, uma que poderia realmente trazer igualdade.

Título original: DEAR IJEAWELE OR A FEMINIST MANIFESTO
Tradução: Denise Bottmann
Páginas: 96  Lançamento: 24/02/2017
ISBN: 9788535928518    Selo: Companhia das Letras

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 7 – As Cores | Escrevendo Quadrinhos

Finalmente chegamos ao final da série Fazendo Quadrinhos em 7 Passos! Hoje falamos das cores, como e porque eu mudei a técnica que ia usar e quais os passos para fazer uma boa colorização nas suas páginas.

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

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Aquele abraço!