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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 7 – As Cores | Escrevendo Quadrinhos

Finalmente chegamos ao final da série Fazendo Quadrinhos em 7 Passos! Hoje falamos das cores, como e porque eu mudei a técnica que ia usar e quais os passos para fazer uma boa colorização nas suas páginas.

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 6 – A Arte Final | Escrevendo Quadrinhos

Olá Geeks..

Hoje vamos conversar sobre a arte final e como essa etapa é pessoal. Eu também considero letreiramento como arte final então tratamos disso aqui também.

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos: 5 – O Lápis | Escrevendo Quadrinhos

Hoje vamos conversar sobre desenhar o lápis de uma página. Falamos de materiais, técnicas e dicas em geral pra garantir a base para a sua arte final.


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Sem título

[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #03 – A Sinopse | Escrevendo Quadrinhos

Olá amigos e amigas do Spherageek, com muita alegria que neste mês de Abril trago às 4º feiras  uma série de vídeos do nosso grande amigo e excelente quadrinista Rapha Pinheiro. Já tivemos um encontro com ele no youtube onde abordamos uma série de informações sobre o tema e seus trabalhos.

Hoje na série  “Fazendo Quadrinhos em 7 Passos” com o vídeo 03 falando sobre a Sinopse.

 

 

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Aquele abraço!

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #01 A ideia.

Olá amigos e amigas do Spherageek, com muita alegria iniciamos o mês de Abril trazendo às 4º feiras  uma série de vídeos do nosso grande amigo e excelente quadrinista Rapha Pinheiro. Já tivemos um encontro com ele no youtube onde abordamos uma série de informações sobre o tema e seus trabalhos.

Hoje iniciamos a série  “Fazendo Quadrinhos em 7 Passos” com o vídeo 01 falando sobre o primeiro passo para se fazer um quadrinho: A IDEIA.

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Cinema

[SC] Lançamentos do Cinema: 23/02/2017

Olá Geeks e Cinéfilos,

Vamos conhecer as estreias desta semana nas melhores salas de cinema do país?

 

1. Monster Trucks (Chris Wedge, Estados Unidos)

2. A Lei da Noite (Live by night, Ben Affleck, EUA)

3. A Grande Muralha (The Great Wall, Yimou Zhang, EUA)

4. BugiGangue no Espaço (Ale Machado, Brasil)

5. Internet – O Filme (Filippo Capuzzi, Brasil)

6. A Jovem Rainha (The Girl King, Mika Kaurismäki, Finlândia, Alemanha, Canadá, Suécia, França)

7. Moonlight (Barry Jenkins, EUA)

Cinema

[SC] Lançamentos do Cinema – 01/12/2016

Geeks e Cinéfilos,

Mais uma semana recheada de filmes para você!

1. Anjos da Noite – Guerras de Sangue (1h31m)

Sinopse: 

Selene (Kate Beckinsale) é uma guerreira vampira que luta para acabar com a guerra eterna entre o clã Lycan de lobisomens sanguinários e a facção de vampiros que a traiu. Quando um novo levante parece tomar forma, ela irá utilizar sua influência e relacionamento com ambas as partes para negociar um cessar fogo.

 

2. As Aventuras de Robinson Crusoé (1h30m)

Sinopse: 

Em uma pequena e exótica ilha, Tuesday, um papagaio pensa que viver naquele paraíso é muito pouco para ele – e está amadurecendo seu desejo de conhecer o mundo. Depois de uma violenta tempestade, a ilha recebe um refugiado: Robinson Crusoe. O que começa com um jogo de interesses, já que o pássaro vê no rapaz um bilhete para fora da ilha, e o rapaz, em Tuesday, uma forma de sobreviver naquele lugar, vai se desenvolver para uma profunda relação de amizade e companheirismo – que vai ensinar aos dois o poder da parceria.

 

3. Mundos Opostos (2h15m)

Sinopse: 

Numa Grécia assolada pela terrível crise socioeconômica, mas ainda conectada aos seus deuses, em especial Eros, a universitária Daphne (Niki Vakali) é salva de um estupro pelo imigrante ilegal sírio Farris (Tawfeek Barhom), o executivo Giorgios (Christopher Papakaliatis) encara a dissolução da empresa em que trabalha ao mesmo tempo em que se envolve mais do que o esperado com uma consultora estrangeira (Andrea Osvárt), e o historiador Sebastian (J.K. Simmons) tenta se comunicar com uma senhora (Maria Kavoyianni) no mercado.

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[SC] Digimon – A volta da franquia

Por Kaká (Renaldo Freitas),

A série animada Digimon (digital monster) comemora este ano seu 15° aniversário e para não ficar atrás do seu grande rival, o Pokémon, lançou e ainda esta lançando ovas da continuação do primeiro anime lançado Digimon Adventure, mas vamos ver direitinho desde o início…O anime criado por Akiyoshi Hongo e distribuído pela Bandai e logo depois pela Saban, por adquirir todos os direitos da franquia (menos no Japão), começou como o virtual pet, ou mais conhecido como Tamagotchi, em 1997 e no ano seguinte foi lançado um jogo chamado Digital Monster para Sega Saturn.

Em seis de março de 1999, foi lançado o primeiro filme da franquia, tendo em seguida no mesmo mês o lançamento do anime Digimon, em que nele um grupo de crianças de férias para acidentalmente num mundo digital chamado digimundo através de um portal, onde conhecem seus parceiros digimons. E o que seria o digimundo vira um mundo digital (ciberespaço)-descoberta que os telespectadores fazem junto com as crianças e é a partir dai que a aventura começa. As crianças têm que descobrir como voltar para o mundo real e também ajudar seus parceiros digimons a salvarem o seu mundo.

Digimon Adventure teve uma temporada com 54 episódios e depois do seu término foi lançado um segundo filme para assim, iniciar sua sequência Digimon Adventure 2 com 50 episódios. Nesta segunda temporada, a aventura se passa três anos após os eventos da primeira temporada e apresenta quatro novas crianças que irão compor o grupo. Este grupo que agora se encontra mais velho passa a fazer participações especiais durante a temporada, com exceção do Takeru “T.K.” Takaishi e Patamon e da Hikari “Kari” Kamiya e Tailmon, que continuam sua jornada ao lado dos novos integrantes, agora podendo acessar o digimundo sempre que quiser através de qualquer computador utilizando seus novos “digivaices”, aparelhos que são dados às crianças para auxiliar seus parceiros digimons a evoluir em vários níveis diferentes durante as batalhas. A partir do término da segunda temporada, a franquia Digimon muda o seu rumo criando outras histórias sobre o digimundo e seus habitantes digimons, mas sempre com a mesma premissa em que crianças são escolhidas e estas teriam seus companheiros digimons com os quais lutariam juntos para salvar o digimundo e o mundo real. Foram lançadas depois mais cinco temporadas em que cada uma possuía um título diferente e uma história toda nova, dizendo onde se passaria o enredo, digimundo ou mundo real, novos meios de batalha dos digimons e novas criaturas também. São eles: Digimon Tamers, Digimon Frontier, Digimon Savers, Digimon Xros Wars (este possui dois arcos de temporada, uma no seu lançamento 2010 e sua continuação em 2012), Digimon Universe: Appli Monsters.

No evento do 15º aniversário de Digimon Adventure em agosto de 2014, foi anunciado que seria feito uma nova série do Digimon para comemorar o aniversário da franquia. Alguns detalhes básicos da história foram revelados em setembro de 2014 depois que uma quantidade de fãs jogou um jogo no site oficial. Em dezembro de 2014 a Toei Animation anunciou o título completo da série, Digimon Adventure Tri e do elenco que retornava a franquia, sim, as crianças da primeira temporada sendo uma continuação direta do Digimon Adventure.

A história agora se passa três anos após o enredo do Digimon Adventure 2 e as crianças, agora bem mais velhas, já se encontravam cada um seguindo o rumo de sua vida. Esta “nova temporada” foi divida em quatro filmes, tendo o primeiro filme com título Reunião (lançado em 21 de novembro de 2015), o segundo filme foi Determinação (lançado em 12 de março de 2016), o terceiro filme foi Confissão (lançado em 24 de setembro de 2016) e o quarto filme será Perda (este será lançado em 25 de fevereiro de 2017). Estes filmes foram lançados no cinema japonês, mas em sites streamings, eles foram divididos em episódios constando em 13 no seu total até agora. Nele vemos uma nova ameaça surgindo no mundo real e os digimons vindo do digimundo para encontrar com seus parceiros, ajudar a lutar contra digimons que estão aparecendo no mundo real e causando grandes destruições e também para desvendar o mistério que é apresentado durante o decorrer da história, com isso, uma nova digiescolhida (sendo ela a nona criança escolhida, além das quatro apresentadas em Digimon Adventure 2) é inserida no anime.

Os traços do desenho estão bem diferentes da primeira temporada e de todas as outras, indicando o quanto o anime evoluiu com o passar dos anos e com isso, mostra o quanto as crianças amadureceram fisicamente. O enredo se mostra bem envolvente e aborda temas mais sérios, mas sem perder o tom do anime que conquistou os telespectadores, para mostrar que o anime não é só para os fãs mirins, mas também para aquela geração que acompanham a franquia desde o início e viram as crianças crescerem desde quando foram para o digimundo na primeira temporada. A série está sendo dirigida por Keitaro Motonaga, com roteiros de Yuuko Kakihara e design de personagens por Atsuya Uki.

A franquia possui hoje diversos brinquedos, jogos eletrônicos, mangás e outros filmes derivados de suas temporadas, sendo uma febre mundial e um grande rival de Pokémon.

 

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Cartaz Koutetsujou

[SA] Kabaneri of The Iron Fortress

Olá eu sou o Nelson …

A primeira coisa que vem à mente quando se vê a abertura ou qualquer imagem de Koutetsujou no Kabaneri (ou Kabaneri of The Iron Fortress se você preferir inglês) é de como o visual dele é bonito e interessante, o que em um anime representa muita coisa. A obra incorpora vários elementos do Steampunk misturados com ambientes do Japão feudal. Se fosse para classificar de maneira resumida, diria que é uma animação de zumbis num Japão da revolução industrial. Mas afinal, do que se trata a história?

O mundo foi assolado por um vírus que transforma humanos em criaturas vorazes com o único objetivo de se alimentar de tudo que tiver sangue correndo pelas veias. Em Hinomoto, país situado numa ilha, essas criaturas são chamadas de Kabane. A solução encontrada para evitar os estragos foi construir estações de trem fortificadas para abrigar o que resta da civilização. O único meio de transporte seguro entre essas fortificações seriam os Hayajiro, que são locomotivas encouraçadas.

MumeiLogo no começo, já vemos que existe um sistema de classes sociais bem rígido com os nobres e militares no topo e o restante servindo na base. A postura da classe trabalhadora é de completa submissão, o estado crítico de sobrevivência apenas reforça isso já que essas pessoas dependem dos soldados para protegê-las. Todos vivem aterrorizados pelos Kabanes, pois desconhecem a origem e a verdadeira natureza dessas criaturas. Alguém infeliz o suficiente para ser infectado pelo vírus, geralmente através da mordida, acaba com poucas opções. A mais bem vista pela comunidade é o suicídio através de um dispositivo explosivo aplicado direto no coração.

AyameÉ nesse contexto que conhecemos o protagonista, Ikoma. Ele é um rapaz que vive na estação Aragane e trabalha como ferreiro e mecânico. É bastante engenhoso e hábil com máquinas, sua maior obsessão é construir uma arma realmente eficaz contra os kabanes que possuem uma espécie de couraça muito dura envolvendo seu único ponto vital. O que mais gostei nele é a noção de racionalidade que guia as suas ações no anime, quando a maioria enlouquece logo que é confrontada pela ameaça dos monstros. Ele também meio que “caga e anda” para convenções sociais e senso comum, o que o deixa em situações difíceis e eventualmente trágicas.

É numa dessas situações que o rapaz conhece Ayame Yomogawa, primogênita da família que governa a estação Aragane e Kurusu, o bushi guarda costas da moça. Ayame é a típica donzela misericordiosa enquanto Kurusu é o cão de guarda que parece se importar apenas com o bem estar da dona.

Nosso querido protagonista desacata alguns bushis por testemunhar um ato de arbitrariedade e despreparo deles ao lidar com um possível infectado. Enquanto Ikoma está preso,  as coisas vão pro caralho e a estação é invadida por uma horda de kabanes. No meio desse inferno ele consegue testar sua muito eficiente e estilosa arma anti-kabanes, uma espécie de bate-estaca explosivo capaz de perfurar o núcleo dos monstros. Ele é mordido na luta e decide que não quer morrer e tão pouco se transformar, então através de um procedimento cirúrgico improvisado na hora do desespero ele consegue conter o avanço da transformação. Enquanto isso, em outra parte da estação, as pessoas tomam conhecimento da personagem super fofa e super fodonica do anime, Mumei. Os habitantes da estação são obrigados e embarcar no Koutetsujou e fugir para sobreviver. Ikoma descobre, por intermédio de Mumei, que ele agora não é mais um humano comum e sim um Kabaneri assim como ela. Os kabaneri têm capacidade sobre-humana e precisam se alimentar do sangue de pessoas para não enlouquecer de fome e se transformar completamente em kabane.

IkomaComo podem perceber o enredo e os personagens seguem alguns clichês básicos, no entanto a parte estética e a ação são ótimos, os personagens evoluem de uma maneira satisfatória, alguns outros secundários aparecem e tudo vai bem até uma certa altura, lá pelo episódio 5. A introdução de um determinado personagem coloca a série num rumo que não me agradou. O personagem em questão é o vilão da história, e tudo nele parece bobo e genérico, desde o visual até as motivações. O final do anime chega com uma resolução apressada e nada satisfatória, a possibilidade de uma segunda temporada fica balançando no ar.

Mas afinal de contas, vale a pena ver esse troço? Digo que vale sim. A série tem 12 episódios e se comete o pecado de ser boba em vários momentos, pelo menos nunca fica chata. Outro fator positivo é que as personagens femininas não são muito sexualizadas, o anime é bem contido no fanservice. Diferente de outra animação com zumbis do mesmo diretor, que tem uma quantidade ridícula de momentos zé punhetinha.

Koutetsujou no Kabaneri é um daqueles animes que tinha potencial para ser memorável, contando com a produção do mesmo estúdio e o mesmo diretor do aclamado Shingeki no Kyojin e uma estética muito bacana no estilo steampunk. Uma pena acabar como mais uma série mediana.

SC Clube do Livro 04 - Jogador n1

SC Clube do Livro #04 – Jogador Nº01

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Atenção jogadores,  preparem seu login e senha para conexão!

Fechamos com chave de ouro nossa temporada 2015 com a  indicação de Thiago Simão.

Thiago Simão e Arita Rigonato se unem para discutir o excepcional, maravilhoso e instigante título de Ernest Cline, Jogador Número 01.

Agradecemos a todos que estiveram nesta temporada, que deixaram seu feedback ou de alguma maneira um sinal de fumaça opinando aqui com gente.

E se você também quiser entrar em contato conosco envie um email para clubedolivro@spherageek.com

Preparados?? Vamos nessa.

Mural de Recados
Beijos e agradecimentos:
Murakami
Petrus Dávi Podcast Conversa Nerd e Geek / Fora da Caixa
Fabiana Machado
Rodrigo Pinto
Hess Wits
Guilherme B
Em especial para Bruno Audi do Podcast Los Chicos 
Sphera na Rede
Instagram e Twitter : @spherageek
Snapchat: spherageek

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SpheraRetro #04 – Homens de Preto III // Men in Black III (eX-SpheraView)

Sinopse:

Em ‘Homens de Preto 3‘, os agentes J (Will Smith) e K (Tommy Lee Jones) estão de volta… no tempo. J já viu algumas coisas inexplicáveis nos seus 15 anos com os Homens de Preto, mas nada, nem mesmo aliens, o deixa tão perplexo quanto o seu parceiro reticente, K. Mas quando a vida de K e o destino do planeta são colocados em jogo, o Agente J vai viajar no tempo para colocar as coisas no lugar. J descobre que há segredos no universo que J nunca contou – segredos que vão ser revelados quando ele se une ao jovem Agente K (Josh Brolin) para salvar seu parceiro, a agência e o futuro da humanidade.

Geeks dos Céus,

No dia 25 de maio de 2012 foi lançado “O FILME” que faz parte de uma das melhores franquias do mundo cinematográfico.

Sim , caros amigos Cinélilos Geeks, “HOMENS DE PRETO III” ou simplesmente “MIB³” um dos filmes mais esperados desse milênio.

Sua produção era conturbada, e isso gerou vários atrasos e rumores de que não iriam mais filmar. Tudo soprava contra, inclusive alguns espíritos sem luz diziam que este filme poderia ser o pior da franquia, batendo o numero II. Contudo, se deram mal.

O retorno de nossos amigos de terno preto ocorre depois de 15 anos do lançamento do Men In Black 01 , e mostrou a força da franquia que arrecadou em torno de 620 milhões de dólares, sendo gastos em seu orçamento 225 milhões. Não ficando muito atrás dos medalhões lançados no mesmo ano como Os Vingadores, O Incrível Homem Aranha e Batman O Cavaleiro das Trevas Ressurge (*.*). Outro dado importante é que o número III da Franquia conseguiu uma maior arrecadação até que o MIB (587 milhões de doláres) e o MIIB (440 milhões).

Sua história ousou em ir para o passado e não errou no tom. A Organização MIB ficou muito bem estilizada para o final da década de 60 e chamou atenção pelos souvenirs usados na época. Chama atenção o celular usado na época o tijolão, que começou realmente a ser usado na década de 70 no nosso cotidiano.

Temos que elevar o Josh Brolin como o Jovem Agente K, que merece o Oscar pela imitação plena de nosso querido Tommy Lee Jones, o Agente K. No filme, se não soubéssemos que são atores diferentes poderíamos até nos enganar, até  nos trejeitos o Josh copiou muito bem o Tommy Lee. Fica imperceptivel no filme que são pessoas diferentes.

Sobre a idade atual dos nossos agentes o diretor Barry Sonnenfeld (A Família Adams 1991) soube adaptar muito bem e mostrou que não estão mais jovens. O agente K é o que mais sofre com o tempo e o Tommy Lee realmente parece que esta em fim de carreira neste filme. O Will Smith não pode mais sair correndo que nem um louco atrás de alguém. Pontos para o diretor.

Não vale a pena dar muita atenção para o vilão, pois ele só esta ali porque precisamos de um, mas não é nada especial.

Vale a pena ressaltar algumas piadinhas bem colocadas e sabermos mais sobre a vida do pacato Agente K foi uma sacada importante, ou seja, ter o K como foco foi muito bom.

Sobre o final, podemos dizer que revela-se em muitas situações deixadas em aberto nos outros filmes da franquia, dando um desfecho dramático pegando a maioria do público desprevenido. Reza a lenda que viram  lágrimas saindo do meu globo ocular, mas deve ter sido um cisco.

Observações:

  1. Descobrimos que a Babá Nanny McPhee (Emma Thompson) é a Agente  O (Sabia que os poderes dela tinham haver com tecnologia alienígena).
  2. Tenha o lencinho para chorar no final.
  3. Vale a pena assistir em família.

Trailer

SpheraView #77 – A Dona da Poltrona e os desenhos Disney

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Olá, geeks cinéfilos!

Vocês têm visto bons filmes?
Hoje vamos falar do universo dos desenhos. Eles não são mais o prato principal para as crianças, viraram aperitivos também de adultos. E são produzidos para eles também, mesmo que não tenham filhos, mas tenham sobrinhos ou não tenham desculpa para assisti-los, assistam com amigos, mesmo.  Amo os desenhos Disney. Fui nos parques da Disney World pela primeira vez em 1991 e foi a minha primeira viagem internacional. Isso me marcou demais.  Essa semana, falarei dos meus desenhos Disney preferidos na nossa coluna semanal A Dona da Poltrona. Vamos enumerar os meus desenhos favoritos de todos os tempos.
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5- A pequena sereia
Ariel é uma sereia bastante independente que quer ser humana. E luta a todo custo por isso. Foi o primeiro desenho Disney a ganhar mais notoriedade na época dos grandes investimentos. Toda a vez que vejo, me lembro da minha irmã Renata.
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4- A Bela e a Fera
Bela ama os livros. Acaba encontrando a Fera que é um príncipe enfeitiçado. Eles acabam se apaixonando. É um desenho maravilhoso e foi nele que descobri Celine Dion que canta a música-tema com Peabo Bryson. O desenho é cativante. Me identifico com Bela.
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3- Pocanhontas
Adoro tudo que tenha a ver com a cultura indígena e Pocahontas é uma índia decidida que encontra o amor no inglês John Smith. Amor entre duas pessoas de mundos completamente diferentes. E uma história que fala do colonizador e do colonizado. Me lembro da minha irmã Selma por causa do cabelo da Pocahontas.
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2- Aladdin
Amo as Mil e uma noites e tudo da cultura árabe. Por muito tempo foi o meu desenho favorito. A whole new world é uma das minhas canções favoritas. Admiro o fato de Jasmine questionar o pai e não aceitar o príncipe que o pai quer impor a ela. É a princesa disney mais independente de todas. Ela até foge do palácio.
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1- Frozen
Amor entre irmãs. Um assunto que me toca bastante. Apesar da minha irmã ser mais nova, Tais, achei-a muito parecida com a princesa Elsa. E tem uma outra princesa com o meu nome, Anna. É um filme que me emocionou bastante e não canso de rever. Primeiro desenho que uma princesa fica sozinha, no caso de Elsa. E primeira vez que uma outra princesa se engana de primeira a respeito do primeiro amor: Anna em relação a Hans. Também adoro contos nórdicos. O desenho é fabuloso e tem uma trilha sonora estupenda. Atente para Let it go e em português para Você quer brincar na neve. Amei. Super recomendo.
Corra para ver quaisquer dos desenhos Disney acima mencionados. É uam experiência única.
Grande abraço!
Até a próxima,
Anna.