Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema | 10/08/2017

Vamos as pérolas da semana.

 

Valerian e a cidade dos mil planetas (Valerian and the city of a thousand planets, Luc Besson, França)

Loucos e Perigosos (Once Upon a Time in Venice, Mark Cullen, Robb Cullen, EUA)

Malasartes e o duelo com a morte (Paulo Morelli, Brasil)

Lady Macbeth (William Oldroyd, Reino Unido)

O Reino Gelado: Fogo e Gelo (Snezhnaya koroleva 3, Aleksey Tsitsilin, Rússia)

O Estranho Que Nós Amamos (The Beguiled, Sofia Coppola, EUA)

A Viagem de Fanny (Le voyage de Fanny, Lola Doillon, França, Bélgica)

O Auge do Humano (el auge del humano, Eduardo Williams, Argentina, Brasil)

 

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[SL] Vídeo Resenha | Os olhos do dragão – Stephen King

Olá amigos eu sou a Lia, do canal Lia o livro e trouxe uma vídeo resenha do mestre Stephen King.

Título: Os olhos do dragão
Autor: Stephen King
Editora: Viking Press
Ano:1987
Páginas:
Edição: 1

Sinopse: Um conto de fadas escrito pelo mestre do terror? Pode parecer estranho, mas o ‘Os Olhos do Dragão’ é um livro de características bem diferentes das demais obras de Stephen King. Segundo o escritor, esse romance surgiu do desejo de criar algo especial para a sua pequena filha, Naomi. Surgiu, então, a idéia de uma fábula. O resultado é uma história sobre o amor fraternal na qual o autor se dirige ao leitor como se estivesse contando uma lenda em voz alta.

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Death-Note

[SC] Questão de Opinião: A produção americana de Death Note

Olá amigos do Sphera, eu sou o Douglas Fonseca e fui convidado pela nossa amiga Arita para trazer ao Spherageek um artigo como colunista convidado. Vamos falar hoje sobre Death Note?

Oh, você também foi “embranquecido”?

A mais recente polêmica cinematográfica é o lançamento do novo filme da Netflix, baseado no mangá mundialmente famoso, escrito por Tsugumi Ohba, Death Note. A adaptação será dirigida por Adam Wingard e contará com autores americanos; se passará em Seattle, nos Estados Unidos. O filme conta a história de Light Turner (Nat Wolff), um adolescente que encontra um misterioso caderno — que pertence ao deus da morte, Ryuk (Willem Dafoe) —, no qual o humano cujo nome escrito nele morrerá.

Nos últimos meses, desde o lançamento do primeiro teaser-trailer da adaptação americana de Death Note, alguns fãs do mangá e do anime vêm comentando a questão do embranquecimento (ou, whitewashing, em inglês). Mas, seria mesmo o embranquecimento o verdadeiro problema? Houve, de fato, o embranquecimento na adaptação americana de Death Note produzida pela Netflix? É disso que iremos comentar neste artigo, levando em consideração todo o valor cultural da obra original e da adaptação americana, assim como também entender melhor o termo whitewashing.

Desde já, gostaria de deixar claro que a minha intenção ao escrever este artigo não é de querer ser a voz da razão ou da verdade. Meu intuito é defender a adaptação americana de Death Note e, consequentemente, criticar adaptações que realmente fizeram o embranquecimento em alguns personagens, propositalmente ou não.

  1. Realmente houve “embranquecimento”, Netflix?

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Eu respondo por ela, e minha resposta é não.

As críticas hostis que o maior serviço em streaming do mundo vem sofrendo é demasiado desnecessário. Por quê? Ora, essa pergunta é fácil: a verdade é que a questão do embranquecimento, hoje em dia, se tornou uma discussão cheia de falácias, ou seja, um argumento que tenta ser convincente quando, na verdade, é inconsistente.

Para entendermos melhor se houve ou não o embranquecimento na adaptação americana de Death Note, devemos primeiro entender esse termo. O termo whitewashing começou a ser usado nos Estados Unidos quando os americanos perceberam que a empresa cinematográfica Hollywood começou a usar pessoas brancas para interpretar personagens de etnias diferentes em seus filmes, excluindo assim toda uma cultura e diminuindo a diversidade no cinema. Portanto, se entende de whitewashing cinematográfica quando uma personagem de uma determinada etnia (africana, asiática, indiana etc) é excluída de seu próprio meio social, sendo substituído por uma personagem de pele branca.

Sendo assim, não houve embranquecimento na adaptação americana de Death Note. Ainda não concorda? Então, pensa com a gente. A história dessa adaptação se passa nos Estados Unidos, diferente da história original que se passa no Japão. Faria sentido se houvesse apenas japoneses no filme, sendo que toda a drama acontece em solo americano? Acho que não. Entendemos de embranquecimento quando, por exemplo, um nativo americano afrodescendente é embranquecido numa adaptação. O embranquecimento, no entanto, acontecerá apenas quando uma pessoa de uma determinada etnia for excluída de sua determinada nação. Para melhor explicar isso, mais à frente, usarei como exemplo um dos últimos papéis da Rooney Mara nos cinemas.

Assim, o filme americano de Death Note se passa apenas de uma adaptação, e não de um embranquecimento. Mudanças serão necessárias, no entanto. Não se trata também da exclusão da cultura oriental, pois vemos no trailer que aparece um shinigami. Essas criaturas são entidades sobrenaturais presentes na mitologia japonesa que conduzem os humanos à morte. Ok, o termo shinigami não é citado durante o trailer, mas traduzimos ele como “deus da morte” que é o mesmo significado. Porém, mesmo que o termo shinigami não seja usado, percebemos no trailer as referências a ele (imagem abaixo). Então, parte da cultura oriental aparentemente não será excluída dessa adaptação americana.

  1. O verdadeiro embranquecimento cinematográfico.

A Princesa Tigrinha (ou, no original, Princess Tiger Lilly) é uma personagem do livro Peter Pan and Wendy, escrito por J. M. Barrie. Para quem não sabe, antes de se tornar Pan na Terra do Nunca, Peter cresceu no parque londrino Kensington Gardens. O garoto, conhecido como “aquele que nunca cresce”, foi criado pelas fadas. Peter in Kensington Gardens foi o primeiro livro escrito por J. M. Barrie, desconhecido por muitos, no qual conta a verdadeira origem de Peter pela primeira vez. A Princesa Tigrinha só aparece no livro Peter Pan and Wendy, quando é capturada pelo Capitão Gancho.

Ela é uma princesa indígena que representa os nativos americanos. Se você não conhece a história dos índios americanos, tente pesquisar um pouco sobre a verdadeira história de Pocahontas (e quando digo “a verdadeira história”, não estou falando da animação da Disney, embora seja uma ótima animação). A história de Pocahontas é um ótimo começo para quem tem interesse em saber um pouco sobre os povos ameríndios. Além disso, Tigrinha e Pocahontas têm algo em comum: são filhas de um chefe indígena.

1Dito isso, em 2015, a Warner Bros. anunciou uma nova adaptação de Peter Pan. Nela, estaria a Rooney Mara como Princesa Tigrinha. Nessa adaptação, no entanto, podemos sim dizer que houve o embranquecimento da personagem, por se tratar de uma índia nativa da América. Para ajudar visualmente, abaixo deixarei duas imagens comparando a verdadeira Princesa Tigrinha com a da Rooney Mara interpretada por ela em 2015. É bom lembrar também que não sabemos se a intenção do diretor (Joe Wright) era, de fato, embranquecer a personagem (mas que ele sabia que Tigrinha era uma índia americana, isso com certeza ele sabia).

O filme Deuses do Egito também sofreu o embranquecimento por conter apenas personagens brancos, quando na verdade os deuses egípcios são negros justamente por serem egípcios e a história toda se passar em terras egípcias! O mesmo acontece na religião cristã, com Jesus (podemos citar a novela Os Dez Mandamentos, da Rede Record, na qual embranqueceu vários personagens egípcios e árabes). Em O Último Mestre do Ar, live-action de Avatar: A Lenda de Aang, houve o embranquecimento de nativos asiáticos por pessoas brancas. Em outro caso, este bem polêmico aqui no Brasil, foi quando o autor Machado de Assis foi representado por um branco no comercial da Caixa Eletrônica. Ora, sabemos que o canônico autor brasileiro era, na verdade, negro. Contudo, na época, o comercial levou tantas críticas que precisou ser retirado da televisão. Há também a novela Caminho das Índias, produzida pela Globo, na qual se passa em solo indiano, mas não há um personagem nativo da Índia sequer como protagonista. Então, se a adaptação americana de Death Note se passa em solo americano, os personagens também serem americanos nativos (brancos ou negros) não quer dizer que foram embranquecidos. Caso a história se passasse no Japão, como na obra original, mas houvesse apenas pessoas brancas americanas, então sim poderíamos dizer que houve o embranquecimento nos personagens.

Deu para entender um pouco melhor a questão do embranquecimento? Se não, eu sinto muito mas acho que você tem sérios problemas em conseguir dividir algumas coisas. Se sim, não me venha com “ah, mas então tudo precisa ser americanizado para ficar bom?”. É preciso ter cuidado! O mesmo que marginaliza, é o mesmo que consome. Digo isso porque consumimos mais filmes hollywoodianos do que filmes bollywoodianos (por exemplo), de Bollywood, uma das maiores empresas cinematográficas do mundo, localizada em Mumbai e desconhecida pela maior parte da população mundial. Acredita-se que cinco a sete por cento de filmes vistos no mundo, são produzidos pela indústria Bollywood.

III. Mas, então, o que seria a adaptação americana de Death Note?

Ora, nada mais do que uma adaptação americana. O que você entende de adaptação? Quando falamos de adaptação, a entendemos como algo que é baseado no original. Uma adaptação nunca será como o original. Quando se traduz uma obra para outra, algumas mudanças são necessárias. Primeiro tivemos o gênero mangá evocando Death Note, após isso surgiu o anime e, em seguida, um par de live-action. Agora, a Netflix investe numa adaptação dessa mesma obra em um único filme. Em todos os casos, o que menos sofreu alterações do original foi o anime, por ser um gênero mais fiel à obra original e mais longa também, dando assim a oportunidade de criar uma adaptação mais desenvolvida.

Ok, aceito isso… Mas, Netflix, cadê a essência dos personagens principais?”. Meu caro, não se trata de essência. Lembra quando eu disse que mudanças precisam ser feitas quando se traduz uma obra para outra? Então.

O que quero dizer é que quando se tira uma essência, outra é criada. Não ficou convencido? Tudo bem, mas quero só ver você dizendo que odeia a franquia americana Power Rangers. A série, que ficou famosa pelo mundo inteiro e que recentemente ganhou uma nova adaptação cinematográfica pela Lionsgate, foi baseada e inspirada na franquia japonesa Super Sentai, produzida pela Toei Company. Essa franquia é uma série, e todo ano — até nos dias de hoje — é lançado uma nova temporada. É com muito prazer que apresento para vocês o Esquadrão Secreto Gorenger! (ou, no original, Himitsu Sentai Gorenger), a primeira temporada de Super Sentai, escrita pelo mangaka Shôtarô Ishinomori:

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Os Super Sentais eram interpretados por japoneses nativos. Quando a empresa Saban Entertainment criou Power Rangers, ela acabou mudando algumas coisas, como por exemplo a etnia dos personagens. Claro, a adaptação americana de Super Sentai aconteceria em solo americano, então isso não teria problema. Houve também a troca de gênero: todos os Sentais Amarelos foram homens, enquanto os Rangers dessa mesma cor eram mulheres. Essa mudança foi criada para diminuir a proporção de diferença de gênero entre os heróis e as heroínas (viu como os americanos nem sempre são malvados?).

Mesmo assim, você — meu leitor — deve estar me criticando dizendo: “bléh! Os americanos adaptaram e até mudaram o nome de Power Rangers, mas nunca a caracterização dos personagens… Então, a essência continua!”. Sim, concordo. Mas, assim como concordo com você, meu leitor, você também deveria concordar que na adaptação americana de Death Note a essência continua a mesma! Os personagens foram trocados, mas ainda temos um caderno da morte, um shinigami e os mesmos personagens que na obra original. A única coisa que mudou foi a personalidade e a caracterização desses personagens. Lawliet se tornou negro (talvez, se importando com a questão de inclusão de diversidade) e “cabeça quente”, entretanto seu papel na história continua a mesma: de ser o antagonista de “Kira”, pois suas ações contradiz os planos de Light. Então, ele realmente perdeu a total essência? Acho que não.

Mas não era possível a Netflix criar algo original, mudando assim o nome da adaptação e tornar isso somente deles? Primeiramente, essa adaptação já pertence somente à Netflix. E não, não seria possível fazer isso por causa da possibilidade de apontamento de plágio. Na linguística textual, chamamos essas alusões a outras obras de intertextualidade. Tudo que existe no mundo remete a algo que já existe. Porém, é preciso apontar a intertextualidade no determinado texto, reconhecer e argumentar as diferenças. É claro que o que entendemos de texto é tudo aquilo que tem textura, por isso chamamos de texto. Na adaptação americana de Death Note, por exemplo, caso essa intertextualidade não fosse apontada, chamaríamos de intertextualidade implícita, que é quando a fonte não é mencionada. Muitos consideram isso como plágio; então, todo o cuidado antes de criar algo “original”, usando referências de outras obras, é pouco. É por isso que em uma adaptação sempre terá a frase “baseado em tal obra”. Como sabemos, a ideia de um caderno da morte é bem única de Death Note; seria estranho caso aparecesse algo bem semelhante na Netflix, não é mesmo?

Mas está parecendo um filme de ação! Death Note é uma obra de suspense e investigação.”  Essa foi uma das primeiras críticas ao primeiro trailer oficial, quando lançou há alguns dias atrás, por conter cenas de ações como bombardeios, prédios sendo demolidos, armas, confusão em uma roda gigante etc. No entanto, já parou para pensar se aquelas cenas não seriam cenas de ataques terroristas ou de bandidos sendo capturados os quais Light Turner mais tarde os mataria com seu caderno da morte? Além disso, tanto no anime quanto no mangá existem sim cenas de ações. É algo a se considerar, levando em conta que o filme ainda nem foi lançado e que é muito cedo para tirar conclusões… Até mesmo essas, que acabei de fazer vocês lerem.

De fato, ainda é cedo para tirar conclusões. Entretanto, uma adaptação americana de Death Note não quer dizer que excluirá a obra original como um todo. Ela continuará existindo e sendo a melhor, justamente por ser a original. Devemos considerar também que é uma adaptação (americana da Netflix) de um mangá com doze volumes; é quase impossível fazer que a drama se desenvolva da mesma maneira que se desenvolveu no mangá ou no anime. O tão difícil deve fazer isso? Uma produção cinematográfica não é nada fácil, acredite. Por fim, não é porque que haverá mudanças na adaptação americana que ela deixará de ser ruim. Mudanças, às vezes, podem ser positivas e não necessariamente estragará a adaptação propriamente dita ou a obra original.

É possível gostar das duas coisas: da obra original e da obra adaptada. É possível sim reconhecer que ambas podem ser boas, em níveis diferentes. O que não é possível é confundir a questão de embranquecimento com adaptação. Não houve embranquecimento no Death Note da Netflix. Mas, então, por que a Netflix não fez um filme em solo oriental? É o que os americanos fazem, afinal. Eles trazem tudo para o solo deles. Mas o que podemos fazer se nós colaboramos para com isso, consumindo muito mais coisas feitas nos Estados Unidos do que em qualquer outra nação? Como eu disse, o mesmo que criminaliza, é o mesmo que consome. Antes de tudo, deveríamos nos culpar por isso.

 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 13/07/2017

Carros 3 volta às telonas neste mês. Esta é uma boa dica para levar as crianças ao cinema.

Fique atento e aproveite suas férias!!

 

Carros 3 (Cars 3, Estados Unidos)

A luta de Steve (Gleason, J. Clay Tweel, EUA)

7 Desejos (Wish Upon, John R. Leonetti, EUA)

O Futuro Perfeito (El futuro perfecto, Nele Wohlatz, Argentina)

Fala comigo (Felipe Sholl, Brasil)

Cartas da Guerra (Felipe Sholl, Brasil)

Cinema

[SC] Lançamento de Cinema – 29/06/2017

Olá Geek´s..vamos aos lançamentos desta última semana de junho? Este mês tivemos muitos lançamentos importantes que marcaram a presença de remakes e dos quadrinhos nas telonas.

Um Instante de Amor (Mal de Pierres, Nicole Garcia, França)

Meu Malvado Favorito 3 (Despicable Me 3, Kyle Balda, Pierre Coffin, EUA)

Introdução à música do sangue (Luiz Carlos Lacerda, Brasil)

Uma família de dois (Demain tout commence, Hugo Gélin, França, Reino Unido)

Deserto (Guilherme Weber, Brasil)

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[SC] Revelados novos detalhes sobre a série live-action de Os Jovens Titãs

Depois de muitos problemas e negociações, parece que a série live-action sobre Os Jovens Titãs finalmente está saindo do papel! E as primeiras informações sobre a escalação do elenco, divulgadas pelo That Hashtag Show, revelam detalhes sobre os protagonistas.

Obviamente, os nomes verdadeiros dos personagens não são revelados, mas, mesmo com os codinomes, fãs dos quadrinhos conseguiram reconhecer que as descrições são de Dick Grayson/Asa Noturna, Ravena, Estelar e Mutano, respectivamente. Confira abaixo:

– “John Crossland” (cotado Asa Noturna) é um policial (por volta dos 30 anos) charmoso e distante, dono de belo sorriso, mas com olhos cansados. Traumatizado pela morte da família e cheio de cicatrizes, ele é um vigilante das sombras “com a convicção de um artista e a graça brutal de um dançarino”.

 – “Sarah” (cotada Ravena) é uma adolescente solitária, se sentindo mais confortável dentro de seu capuz do que tentando fazer amigos. Atormentada por uma força obscura dentro de si, ela experimenta grandes episódios violentos que não consegue explicar. A jovem também sofre de pesadelos e busca ajuda.

– “Casey” (cotada Estelar) é dona de uma beleza fora dos padrões humanos. Elegante, misteriosa e fatal, está tentando descobrir quem está tentando matá-la.

– “Jax” (cotado Mutano) é um jovem engraçado e charmoso, que esconde suas inseguranças e dores. Ladrão amador, ele teve que aprender a sobreviver nas ruas com pensamentos rápidos e sagacidade.

Com produção executiva de Akiva Goldsman, Geoff Johns, Greg Berlanti e Sarah Schechter, as filmagens de Titans devem começar em setembro. Ainda não há previsão de estreia, mas a série vai ser exibida em um canal de streaming da própria DC Comics.

Fã trailler:

Fonte Adoro Cinema

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[SC] Ideias de presentes que vão enlouquecer qualquer fã da Mulher-Maravilha

Não dá para negar: apenas duas semanas depois de estrear nos cinemas, a Mulher-Maravilha já dominou o mundo! Crianças fofas estão se inspirando na heroína, garotas de todas as idades estão comentando sobre o filme e até os homens já incluíram a personagem entre os seus super-heróis favoritos.

Se você também não resistiu a esse hype, confira algumas ideias de presentes que vão enlouquecer qualquer fã da Mulher-Maravilha (para todos os bolsos):

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Pop! Funko Bombshells

R$ 99,90 na Limited Edition

 

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  Camiseta masculina oficial DC Comics

  R$ 69,90 na Loja Oficial DC Comics

 

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Bolsa de mão

US$ 44.99 Big Bad Toy Store (entrega no Brasil)

 

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Havaianas

R$ 44,90 na Havaianas

 

Confira também o trailer desse lançamento das telonas:

 

Fonte: Guia Mais

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[SC] Disney divulga calendário com lançamentos até 2021

Mulan”, “Mary Poppins”, “O Rei Leão”, “Indiana Jones”…  Em que ano estamos mesmo? A verdade é que, de olho num público cada vez mais nostálgico, a Walt Disney vem investindo em remakes e sequências de seus antigos sucessos e divulgou nesta sexta-feira (19) uma lista com todos os seus lançamentos planejados para os cinemas até 2021.

Até lá, podemos esperar por novos títulos da Marvel (como “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”) e da LucasFilm (“Han Solo” e “Star Wars Ep. IX”), além de versões em live action dos clássicos animados da marca (“Mulan” e “O Rei Leão”), entre outras novidades mais interessantes (como a adaptação de “A Wrinkle in Time” por Ava DuVernay ou a animação original “Gigantic”).

Confira a lista completa e prepare-se para uma invasão Disney nos cinemas:

2017

  • Piratas Do Caribe: A Vingança De Salazar -25/05
  • Filhos De Bach- 08/06
  • Carros 3- 13/07
  • Thor: Ragnarok- 26/10
  • Star Wars The Last Jedi- 14/12

2018

  • Viva – A Vida É Uma Festa -04/01
  • Pantera Negra- 15/02
  • A Wrinkle In Time- 29/03
  • Magic Camp- 12/04
  • Avengers: Infinity War Part I- 26/04
  • Han Solo- 24/05
  • Os Incríveis 2- 24/05
  • Homem Formiga E A Vespa- 05/07
  • Mulan- 01/11
  • Mary Poppins Returns- 28/12

2019

  • Detona Ralph 2 -03/01
  • Captain Marvel- 28/02
  • Star Wars: Episode Ix- 23/05
  • The Lion King Live Action- 18/07

2020

  • Frozen 2 -02/01
  • Indiana Jones 5- 09/07

2021

  • Gigantic -07/01

 

Fonte: site Guia da Semana

Cinema

[SC] Lançamentos da Semana – 01/06/2017

Olá geeks e cinéfilos, vamos conferir os lançamentos da semana? O trailer mais esperado é sem dúvida  Mulher Maravilha.

Mulher-Maravilha (Wonder Woman, Patty Jenkins, EUA)

Z – A cidade perdida (The Lost City of Z, James Gray, EUA)

Inseparáveis (Inseparables, Marcos Carnevale, Argentina)

Amor.com (Anita Barbosa, Brasil)

As Aventuras de Ozzy (Ozzy, Alberto Rodriguez, Nacho La Casa, Espanha)

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Momento Cuca Fresca: Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Para o momento cuca fresca de hoje, trago um artigo muito legal que encontrei na super interessante. Também deixo uma lista de filmes que causaram muito medo nos espectadores de cinema

Filmes que deram mais medo no público em geral:

10) Atividade Paranormal (2007)

Os segredo dos sustos de Atividade Paranormal está no fato de que o filme é gravado como se fosse amador, mesmo que tudo seja encenado. Lançado originalmente em 2007, o filme já está na sua quarta continuação. O roteiro, instigante e assustador, aposta no sobrenatural para assustar os espectadores.

9) Poltergeist (1982)

O clássico do terror dos anos 1980 continua assustando através de gerações. É a história de uma família aterrorizada por fantasma, que tem o seu auge quando a filha caçula é sequestrada através do televisor. Misturando elementos da ficção científica, o filme consagrou-se como um dos mais assustadores de todos os tempos.

8) O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Baseado em uma história real, O Exorcismo de Emily Rose garante a sua tensão intercalando a história da garota com julgamento do padre acusado de matá-la (já que Rose morrera durante o exorcismo). Com direito a todos os elementos mais assustadores de filmes de possessões demoníacas, o longa foi responsável por noites aterrorizantes para todo mundo que o assistiu.

7) A Profecia (1976)

Outro clássico do terror, A Profecia traz o imaginário do Anticristo, reencarnado em uma criança que nada se parece com os garotos de sua idade. É que após ver seu filho morrer no parto, a personagem de Gregory Peck sequestra um bebê na maternidade sem saber a sua real identidade.

6) O Orfanato (2007)

A gente tem que admitir: os espanhóis arrasam quando o assunto é filme de terror! Apresentado pelo mestre Guillermo Del Toro, O Orfanato é uma história tão instigante, que mantêm os olhos grudados na tela do começo ao fim. Definitivamente não é para os fracos.

5) O Chamado (2002)

Mesmo que hoje em dia O Chamado tenha virada chavão, é inegável que o filme nos assustou (e muito) quando foi lançado – lá no começo dos anos 2000. É que o filme é baseado em um longa japonês, outros mestres no quesito terror. Se o seu telefone tocou enquanto você estava assistindo, meu caro, você conheceu o que é passar medo de verdade!

4) Horror em Amityville (2005)

Outro filme baseado em fatos reais (isso aumenta a tensão, não é mesmo?), Horror em Amityville deixou todo mundo eletrizado e isso ninguém pode negar. É que a fórmula casa mal-assombrada, por mais clichê que seja, sempre acaba assustando. O filme de 2005 é um remake do clássico de 1979, tão assustador quanto.

3) A Casa (2010)

Completamente independente, este filme uruguaio foi a grande surpresa do Festival de Cannes em 2010. Com um orçamento de apenas $ 6 mil, o longa foi gravado em apenas 4 dias. A Casa foi baseada em um misterioso crime do país e, acreditem, dá muito, muito medo!

2) Invocação do Mal (2013)

Invocação do Mal estreou em 2013 mostrando que Hollywood ainda sabe fazer bons filmes de terror. Invocando todos os elementos clássicos do gênero, o longa não cai em clichês e prende a atenção do começo ao fim. Não precisa nem falar que, também, foi baseado em casos reais.

1) O Iluminado (1980)

No topo da nossa lista não poderia deixar de estar O Iluminado. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa, baseado no livro de Stephen King, mistura elementos do sobrenatural, da loucura e dos filmes de assassinato. Eu que não queria estar naquele hotel sendo perseguido pelo louco do Jack Torrance!

 

Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Diversos fatores neuropsicológicos e culturais (mais presentes em certas pessoas do que noutras) levam-nos a procurarmos o que provoca medo, um impulso que alimenta a indústria do ócio.

O pintor belga René Magritte (1898–1967) afirmou um dia: “A pessoa não pode falar acerca do mistério, ela deve ser cativada por ele.” Ao longo da história da humanidade, milhões de pessoas sucumbiram a um prazer paradoxal: aproximar-se do desconhecido e apreciar o temor que lhes produz. Embora o derradeiro objetivo da sensação de pânico seja o desassossego, muitas pessoas conseguem deleitar-se com o medo desde que o experimentem numa situação controlada.

No século VIII a.C., encontramos um exemplo precoce do gosto pelo sinistro. Homero relata na Odisseia: “Andavam em grupos por aqui e por acolá, de um e do outro lado do fosso, com um clamor sobrenatural, e a mim afligiu-me o pálido terror.” Depois, surgem os seguintes ingredientes: cabeças que falam quando se aproximam de sangue, mortos-vivos que querem acabar com o seu tormento, o espanto diante da Górgona… A narrativa das andanças de Ulisses foi transmitida por tradição oral: se o texto não foi esquecido, é porque muitos encontraram prazer em recitá-lo.

Desde então, milhares de obras literárias, pictóricas e, nos tempos modernos, cinematográficas exploraram esse prazer paradoxal. A partir do apogeu da literatura gótica, em finais do século XVIII, o terror transformou-se em gênero. Um fato demonstra a sua importância: em todas as épocas posteriores, podemos encontrar alguma narrativa apavorante, transformada em fenômeno de massas. Desde os clássicos Drácula e Frankenstein, há um contínuo que culmina, hoje, no êxito das atuais séries de terror (The Walking Dead, American Horror Story, Penny Dreadful…), e em êxitos de bilheteira como Paranormal altActivity 4, que arrecadou mais de cem milhões de dólares na estreia, apesar de se ter considerado que era uma fórmula esgotada.

Hiperativação física

A pintura, os parques de diversões, a música e a banda desenhada também nos convidam, nestes últimos anos, a sentir arrepios de medo, sabendo que muitos responderão ao seu apelo. Porquê? Como acontece com qualquer fenómeno psicológico de massas, há uma confluência de causas distintas.

Um dos fatores mais referidos está relacionado com a hiperativação física: muitas vezes, as pessoas que gostam destas sensações apenas experimentam uma descarga de adrenalina, e não verdadeiro medo. O nosso mecanismo cerebral de alarme situa-se, principalmente, na amígdala, um centro do sistema límbico encarregado de reagir perante as emoções.

Experiências como as desenvolvidas por Daniel Schacter, professor de psicologia na Universidade de Harvard (Estados Unidos), demonstram que os pacientes com lesões nessa área recordam a associação entre determinados acontecimentos e um estímulo negativo, mas não se produz qualquer efeito emocional. Quando é ativada, gera reações fisiológicas como a subida da pressão arterial e do metabolismo celular. Acarreta também uma libertação de catecolaminas, grupo de neurotransmissores que inclui a adrenalina e a dopamina e que é responsável pela sensação de euforia que sentimos depois de passar um mau bocado.

altNo mesmo sentido, o investigador Jeffrey Goldstein, professor de psicologia social na Universidade de Utrecht (Países Baixos), defende que o gênero de terror proporcionaria uma diversão violenta socialmente aceite. Trata-se, em definitivo, de ativar as hormonas extremas (testosterona, adrenalina, cortisol…), e uma forma de consegui-lo é sentir calafrios e angústia numa situação controlada.

Libertar maus sentimentos

Os partidários desta teoria recordam que as histórias de meter medo permitiram, desde tempos remotos, libertar sentimentos politicamente incorretos incrustados no nosso hardware biológico. Um exemplo é a vingança: a história da vítima que regressa do mundo dos mortos para ajustar contas transformou-se num tópico. Gostamos de sentir a adrenalina de acompanhar o fantasma justiceiro, num campo em que essas paixões negativas são permitidas.

A verdade é que sempre houve diversões arrepiantes para elites cultas. Nos anos 20, havia um lugar na moda em Paris, o teatro Grand Guignol, onde se encenavam pequenas histórias com marionetas que sangravam ou perdiam membros de forma convincente. Os seus mórbidos sofrimentos eram escritos por conhecidos intelectuais da época. O psicólogo Alfred Binet (1857–1911), um dos pais do teste de inteligência, engendrou o seguinte argumento: prestes a abandonar uma instituição de saúde mental, uma jovem é atacada por outras três doentes que acreditam que há um pássaro escondido por detrás dos seus olhos. Para libertá-lo, utilizam uma agulha de tricot

O mais interessante é que esse tipo de atrocidades atraiu líderes nazis, chefes da Resistência francesa e generais das forças aliadas, como George Patton.

Fonte: Super Interessante / site Oba oba

Cinema

[SC] Lançamentos da Semana – 25/05/2017

Uma franquia que conquistou o coração do público volta para arrasar nos lançamentos dessa semana. Fique atento e confira!

 

Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (Pirates of the Caribbean: Dead men tell no tales, Joachim Rønning, Espen Sandberg, Estados Unidos

A Vida Após a Vida (Zhang Hanyi, China)

Punhos de sangue (The Bleeder, Philippe Falardeau, EUA)

Faces de Uma Mulher (Orpheline, Arnaud des Pallières, França)

Dégradé (Arab Nasser, Tarzan Nasser, França, Palestina, Qatar)

Real – o plano por trás da história (Rodrigo Bittencourt, Brasil)

Reset (Relève: Histoire d’une création, Thierry Demaizière, Alban Teurlai, França)

Comeback: um matador nunca se aposenta (Erico Rassi, Brasil)

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 18/05/2017

Filmes de ótima qualidade para esta semana! Aproveitem.

Rei Arthur – A Lenda da Espada (King Arthur, Guy Ritchie, Estados Unidos)

Collide (Eran Creevy, Reino Unido, Alemanha)

O Rastro (J.C. Feyer, Brasil)

A Vida Após a Vida (Zhang Hanyi, China)

Um Casamento (Mônica Simões, Brasil)

Más Notícias Para O Sr. Mars (Des Nouvelles De La Planète Mars, Dominik Moll, França, Bélgica)

Um homem de família (The Headhunter’s Calling, Mark Williams, EUA)

Real – o plano por trás da história (Rodrigo Bittencourt, Brasil)

Corra! (Get Out, Jordan Peele, EUA)