Gold Xbox

[SG] Jogos With Gold – Maio (Xbox)

Geeks, Gamers e Xbox Maníacos,

Parece que nesse mês a Dona Microsoft deu uma diminuída na velocidade e colocou alguns jogos mornos.

Vamos para eles:

Obs: Só clicar nos nomes que verás os trailers.

Xbox One

Xbox 360 (Xbox One via retrocompatibilidade)

 

Portal_PsPlus

[SG] Jogos da PLUS e Gold – Abril de 2017 (Playstation / XboxOne)

Geeks e Gamers,

Segue a lista dos jogos que nós assinantes poderemos desfrutar.

 

Lista completa de jogos do Playstation:

  • Drawn To Death (PS4)
  • Lovers in a Dangerous Spacetime (PS4)
  • Invizimals: the Lost Kingdom (PS3)
  • Alien Rage – Extended Edition (PS3)
  • 10 Second Ninja (PS Vita, cross buy PS4)
  • Curses ‘n Chaos (PS Vita, cross buy PS4)

Lista completa de jogos do Xbox:

  • Ryse:Son of Rome (Xone)
  • The Walking Dead: Season Two (Xone)
  • Darksiders (360 retro XOne)
  • Assassin’s Creed Revelations (360 retro XOne)

Battlestar Galactica Daybreak Lançada em 2013

[SG] SpheraBoards –Battlestar Galactica

Hello pessoas, olha eu aqui de novo, Laíse Lima do Boards e books, pra mais um review. No último tivemos um jogo mais leve, agora claro vamos para um mais demorado, mas tão bom e imersivo que a gente não vê o tempo passar!

Falaremos aqui do jogo base, sem entrar nas expansões de fato, que serão apenas citadas. Mais pra frente podemos fazer resenhas apenas das expansões que adicionam elementos importantes ao jogo.

Pensem em uma adaptação cinematográfica de um livro, ou uma coleção de livros. É mais ou menos isso que acontece com a adaptação do Battlestar para o universo dos boards, no jogo básico encontramos elementos da primeira temporada da série, e nas expansões, efeitos e elementos novos encontrados nas temporadas seguintes são adicionados. Vamos às ficha técnica e sinopse!

Ficha Técnica:

Editora: Fantasy Flight Games

Numero de Jogadores: 3-6

Tempo de Jogo: 3h em média

 

História:

Battlestar Galactica Exodus Lançado em 2010            “Os Cylons foram criados para facilitar a vida nas doze colônias. E então veio o dia em que os Cylons decidiram matar seus mestres. Depois de um longo e sangrento esforço, um armistício foi declarado e os Cylons foram deixados. Quarenta anos mais tarde, retornaram, e levaram a humanidade ao limiar da extinção. Os seres humanos restantes, conduzidos pelo grupo do Battlestar Galactica, fugiram na esperança de encontrar uma nova casa, conhecida por Terra. A única esperança da humanidade é encontrar a posição da Terra e lutar contra os destemidos Cylons. Mas os recursos são poucos, e descobre-se que o inimigo pode agora parecer humano e está infiltrado no interior da frota.

O jogo ambienta os participantes no seriado Battlestar Galactica e consegue reproduzir as situações que os personagens da TV sofriam durante os episódios. Cada um joga com um personagem da série, divididos em 4 grupos: Líder Político, Líder Militar, Piloto e Suporte.

O jogo é cooperativo onde todos os participantes fazem parte da tripulação da espaçonave Battlestar Galactica. Como no seriado, a diversão do jogo é a ameaça Cylon e um ou mais dos jogadores está infiltrado na nave para impedir que os humanos cheguem ao planeta Kobol e ganhem a partida. Os Cylons conseguem se passar por humanos e causam intriga na nave, sabotando e dificultando as tarefas dos humanos.”

Para quem não conhece o seriado a tese é a seguinte:

“Os cylons foram criados pelo homem. Eles se rebelaram. Eles evoluíram. Eles parecem e se sentem humanos. Alguns foram programados para pensar que são humanos. Existem muitas cópias. E eles têm um plano.”

Ganhando o Jogo e Objetivos: Battlestar Galactica é um jogo de equipe, com a complicação adicionada de que as equipes são mantidas em segredo. A cada jogador é atribuído secretamente uma equipe no início do jogo. As duas equipes são os humanos e os Cylons, e cada equipe tem um objetivo específico. Os jogadores humanos estão tentando encontrar o mapa da terra, enquanto os jogadores de Cylon querem simplesmente aniquilar a raça humana. O objetivo do jogo depende de que equipe o jogador pertence. A equipe de um jogador é determinada pelas cartas da lealdade que recebe durante todo o jogo. Todos os jogadores humanos ganham o jogo se viajam pelo menos oito unidades de distância e dê um salto final para alcançar a Terra.Ficha de Personagem. Na parte de baixo as habilidades que ele tem.

Todos os jogadores de Cylon ganham o jogo impedindo os seres humanos de alcançar seu objetivo. Realizam este objetivo zerando a cota de recursos (alimento, combustível, moral, ou população), destruindo a Galactica ou invadindo a Galactica com sucesso através dos Centurions.

Escolha dos Personagens: Ao escolher os personagens, é importante diversifica-los com habilidades diferentes. O último jogador, em particular, deve levar em conta as habilidades dos personagens escolhidos anteriormente ao fazer sua escolha. Por exemplo, se ninguém escolheu um com habilidade de engenharia, pode ser interessante escolher um personagem que tenha essa habilidade.

Carta de crise de Verificação de habilidadesCartas de Lealdade:  Antes do jogo em si começar, as cartas de lealdade são distribuídas, uma para cada jogador. Na carta de lealdade é encontrada a equipe do jogador (se ele será um humano ou um Cylon). Essa carta permanece oculta até o fim do jogo a não ser que um Cylon escolha se revelar (a qualquer momento) e a partir daí jogar como Cylon revelado. Na metade do jogo (no quarto salto da frota) novas cartas de habilidades são distribuídas e as circunstancias podem mudar totalmente, novos Cylons podem aparecer.

Turnos do Jogo:

Battlestar Galactica: é jogado em diversos turnos. Começar com o primeiro jogador e prosseguindo no sentido horário, os jogadores completam seus turnos até verificar se houve vitória dos humanos ou cylon. Cada turno consiste nas seguintes etapas, realizadas em ordem:

  1. Etapa receber habilidades: O jogador atual compra o número e os tipos de cartas da habilidade listados em sua ficha de personagem.
  2. Etapa do movimento: O jogador atual pode transportar-se a uma posição diferente. Caso se transporte a uma posição diferente (da Galactica ao Colonial One ou vice-versa), deve descartar uma carta de habilidade da mão. Os personagens humanos não podem se mover para posições de Cylons, e os Cylons revelados só podem ser mover nas posições de Cylons. Se o personagem está pilotando uma Viper, pode transportar-se a uma área de espaço adjacente durante esta etapa, ou pode descartar uma carta da habilidade para transportar-se a uma posição na Galactica ou em Colonial One, e para retornar sua Viper às “reservas.”
  3. Etapa da ação: O jogador atual escolhe uma ação a executar. As opções incluem as ações listadas em suas posições, ficha do personagem, e cartas da habilidade.
  4. Etapa da crise: A carta superior do deck da crise é comprada e resolvida. Há 3 tipos de carta de crise:

Crises de ataque Cylon: Estas cartas da crise mostram uma imagem da Galactica e de algumas naves de cerco.

Crises de verificação de habilidade: Estas cartas da crise listam uma dificuldade e um ou vários tipos da habilidade, listados como caixas coloridas, no canto esquerdo superior.

Eventos: Toda a carta da crise que não for um ataque de Cylon ou uma Skill check é um evento. Estas crises têm as instruções que devem imediatamente ser seguidas.

  1. Etapa ativar naves de Cylon (caso necessário): Se algumas estão no jogo, as naves de Cylon são ativadas de acordo com a carta da crise extraída.
  2. Prepare para a etapa do salto (caso necessário): Se na carta da crise tiver o ícone “se preparar para salto”, o símbolo da frota avança um espaço na trilha da preparação do salto. Se o símbolo alcança a extremidade desta trilha, então a frota salta. Depois da preparação para a etapa do salto, o turno do jogador atual termina, e o jogador a sua esquerda começa seu turno com a etapa das habilidades.

Verificações de Habilidade:Marcadores de recursos na parte superior, Plataforma de salto no meio a direita e invasão dos centurions abaixo da plataforma de saltos.

Boa parte do jogo se dá na descoberta dos Cylons, e uma das partes principais para essa descoberta é na verificação de habilidades na resolução de cartas de crise. Muitas cartas da crise e posições do tabuleiro exigem verificações da habilidade. As verificações da habilidade representam os esforços e os desafios que exigem habilidades para superar. São representadas sempre por um número da dificuldade (listado primeiramente) seguido pelos tipos necessários da habilidade (caixas coloridas). Todas as verificações da habilidade são resolvidas assim:

  1. Leia a carta: O jogador atual lê a carta para todos os jogadores. Os jogadores podem então discutir o que gostariam de fazer. Se a carta exige que o jogador atual, o presidente, ou o almirante façam uma escolha, esta decisão deve ser tomada agora.
  2. Jogo do deck do destino: Duas cartas do deck do destino são entregues com a face para baixo, começando uma pilha comum. Esta pilha pode ser colocada no tabuleiro, ou em alguma área comum que estiver no alcance de todos os jogadores.
  3. Habilidades do jogo: Começando com o jogador que está a esquerda do jogador atual (e terminando com o jogador atual), cada jogador pode jogar qualquer de cartas da habilidade de sua mão com a face para baixo na pilha comum. Alguns textos nas cartas de habilidade jogadas na pilha são ignorados. Somente a força e os tipos de habilidades em cada carta da habilidade são relevantes quando jogados em uma verificação da habilidade.
  4. Embaralhamento e divisão das cartas: Depois que cada jogador teve uma oportunidade de jogar as cartas da habilidade, o jogador atual pega todas as cartas da habilidade da pilha e embaralha. (As cartas são embaralhadas para que nenhum dos jogadores saiba o que cada um jogou na pilha) Então mostra as cartas com a face para cima em duas novas pilhas. Todas as cartas que combinam um tipo da habilidade (cor) listada na carta da crise são colocadas em uma pilha, e todas as cartas restantes são colocadas em outra pilha.
  5. Força total: A força total (número esquerdo superior) de cada pilha da carta é totalizada. A força total da pilha não utilizada é subtraída da força total da pilha utilizada (combina a cor), dando força final.
  6. Determine o resultado: Se a força final é igual ou maior do que a dificuldade da verificação da habilidade, o resultado da “passagem” da verificação da habilidade é realizado. Se não, o resultado da “falha” é seguido. Todas as cartas da habilidade que contribuíram para a verificação da habilidade e as rejeitadas vão então para a pilha apropriada.

Vista do jogoObjetivo Humano:

Para que os jogadores humanos ganhem o jogo, devem com sucesso saltar a frota várias vezes e alcançar Kobol. Uma vez que a frota alcançou Kobol, os humanos ganham imediatamente o jogo. A frota salta a uma posição nova em uma de duas maneiras.

  1. O símbolo da frota é movido para o espaço Auto Jump na trilha da preparação do salto;
  2. Um jogador ativa a posição do controle FTL. Se a frota salta desta maneira, alguma população pode ser perdida.

A Carta Kobol possui duas informações importantes: quando as cartas adicionais da lealdade são distribuídas e como os humanos podem ganhar o jogo. Quando a frota realiza o 4º salto os jogadores executam a seguinte instrução.

  • Agentes adormecidos: as cartas restantes da lealdade são distribuídas.

Quando a Frota Salta 8 vezes acontece o seguinte:

  • Alcance Kobol: os humanos estão somente a um salto de ganhar o jogo. A próxima vez que os humanos saltam, não compra uma carta do destino e vencem o jogo (contanto que cada recurso for maior do que 0).

Objetivo Cylon:

Para que os jogadores de Cylon ganhem o jogo, devem impedir que os humanos terminem o objetivo de Kobol. Há três maneiras possíveis de fazer isto:

  • Acabar com um recurso: Se um recurso chegar a 0 ou menos no fim do turno de um jogador, os jogadores de Cylon ganham. Esta é a maneira a mais comum dos Cylons de ganhar.
  • Invasão do Centurion: Se pelo menos um marcador do centurion alcança a extremidade da trilha do partido do embarque, então o grupo de Galactica morre e a vitória é dos Cylons.
  • Galactica destruida: Se seis ou mais posições na Galactica têm símbolos de dano neles ao mesmo tempo, então a Galactica é destruída e a vitória é dos Cylons

Este foi apenas um apanhado geral e superficial das regras e objetivos do Battlestar Galactica. Além do jogo base temos as expansões (Mostrar fotos das expansões aqui):

Estatísticas do Jogo:

- Apelo a não boardgamers (alto): Para os fãs da série, ver o um jogo completamente ambientado e que traz um clima extremamente imersivo nos acontecimentos da série é alucinante! Eu mesma comprei no início da minha coleção, foi um dos meus primeiros jogos, só por causa da série. O tema de futurismo e ficção cientifica também é um grande atrativo mesmo para os que não conhecem o seriado, e um toque especial fica pelo clima de traição no decorrer do jogo.

- Complexidade (Alta): É, ele é complexo. Precisa ter alguém que entenda do jogo no meio para ninguém ficar perdido. São muitas regrinhas e tabelas a serem seguidas.

- Independente de idioma (não): Não, tem muita carta, com muito texto, todos em inglês. Tem algumas traduções disponíveis na internet.

- Achado no Brasil (não): Pois é, você só vai achar ele importando ou comprando usado por aqui.

Preço (Justo): O jogo base pode ser encontrado por volta de R$220,00.

Opinião: Ai vem uma pessoa suspeita pra falar. Sou fã da série e o jogo consegue, de forma incrível, dar o clima de tensão que vemos no seriado. É completamente imersivo. Ponto fraco: Não vê muita mesa, é difícil arrumar um grupo pra jogar, principalmente entre iniciantes, pois é um jogo muito, muito, muito longo. No mínimo 3h de duração.

 

Links relacionados ao jogo:

Ludopedia do Redomanet: http://www.ludopedia.com.br/search?nm_jogo=battlestar+galactica

 

Laíse Lima – Boards e books

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[SG] Stone Age

Hello pessoas, olha eu aqui de novo, Laíse Lima do Boards e books, pra mais um review. Vamos falar de um jogo da categoria dos Eurogames (em breve farei um post explicando detalhadamente o que é isso). Um jogo de administração de recursos que reconta as desventuras da Idade da Pedra.

Ficha Técnica:
Editora: Rio Grande Games
Editora no Brasil: Devir
Numero de Jogadores: 2-4
Tempo de Jogo: 90min em média

História:
​Cada jogador representa uma tribo de homens das cavernas desejando prosperar sua vila, construindo cabanas e adquirindo progresso através de cartas especiais. Esses são os dois meios que concederão pontos de vitória para um jogador vencer no final da partida, mas para isso será necessário obter recursos para construção, sem falar na coleta de comida para alimentar o seu povo.

Fases do Jogo:
Alocação de trabalhadores: Em ordem, cada jogador escolhe uma das áreas abaixo para mandar seus trabalhadores. Depois que cada jogador escolheu uma área, o jogador que iniciou a rodada volta a escolher outra área disponível, caso ainda tenha trabalhadores. Isto é feito até que nenhum jogador tenha como alocar homens das cavernas nas áreas do tabuleiro.

  • Agricultura: Na fase de resolução aumentará em 1 a produção de comida automática daquele jogador.
  • Cabana do Amor: Na fase de resolução aumentará em 1 a quantidade total de homens das cavernas.
  • Campo de caça: Na fase de resolução o jogador rola um dado para cada trabalhador que colocou nessa área. Soma-se o valor dos dados e divide-se por 2 (arredondado para menos). Essa é a quantidade de comida obtida.
  • Floresta: Igual ao campo de caça, só que se obtém madeira e divide a soma dos dados por 3.
  • Poço de argila: Igual ao campo de caça, só que se obtém barro e divide a soma dos dados por 4.
  • Pedreira: Igual ao campo de caça, só que se obtém pedra e divide a soma dos dados por 5.
  • Garimpo: Igual ao campo de caça, só que se obtém ouro e divide a soma dos dados por 6.

imagesExemplo de extrativismo: No inicio da rodada, um jogador colocou quatro homens das cavernas na floresta. Na fase seguinte ele rola quatro dados e obtêm-se os valores de 1, 3, 4 e 6. Somam-se os dados e divide o valor por três (14/3 = 4, arredondado pra menos). O jogador obteve 4 madeiras.

  • Produção de ferramentas: Na fase de resolução obtém-se uma ferramenta. Durante a vez de um jogador, APÓS ele rolar os dados, ele pode gastar uma ou mais peças de ferramenta (ele não perde, apenas usa) para adicionar o seu valor impresso na rolagem. No exemplo acima, se o jogador tivesse uma ferramenta de valor 1, ele poderia usá-la para adicionar “1” ao valor total, antes de ser dividido. No caso, 14+1 = 15, que dividido por três (no caso da extração de madeira) rende cinco madeiras ao invés de quatro.
  • Construção de cabana: Cada cabana tem um custo em materiais na parte inferior da peça, enquanto no canto superior direito há o valor em pontos de vitória imediatos que ela concede. Na fase de resolução, se um jogador tiver os recursos necessários, ele paga e obtém a cabana e os pontos de vitória.
  • Compra de cartas de civilização: Ao ocupar uma carta de civilização com um trabalhador, na fase de resolução o jogador pode pagar o seu custo respectivo e ganhar esta carta. Toda carta tem dois benefícios. Na parte superior da carta mostra que benefício imediato o jogador recebe ao comprá-la, enquanto na porção inferior mostra que benefício de fim de jogo ele receberá. As cartas de civilização são vitais na estratégia! É possível um jogador estar bem atrás nos pontos de vitória durante uma partida para disparar no final do jogo se tiver uma boa combinação de cartas. Há dois tipos de bônus de fim de jogo. O primeiro tipo são as cartas que apresentam um multiplicador, que dão pontos de vitória baseados na quantidade de ferramentas, trabalhadores, cabanas ou agricultura. O segundo tipo são as cartas que tem um símbolo que tematicamente representa um avanço da civilização. Há 8 tipos de símbolo em Stone Age e um jogador recebe um bônus de pontos de vitória igual ao quadrado de símbolos diferentes (64 pontos no máximo).

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​Resolução das Ações: A fase seguinte consiste na resolução dos trabalhadores de cada jogador. O jogador vai retirando seus homens das cavernas do tabuleiro e resolvendo área por área, na ordem que quiser.​

​Alimentação da Tribo: Depois da resolução de ações, é hora de alimentar a tribo. Cada jogador precisa pagar 1 de comida por cada trabalhador que tiver. Caso falte 1 ou mais comidas, o jogador tem duas opções: ou paga a diferença que falta com recursos ou perde 10 pontos de vitória. Feito tudo isto, a rodada termina.

Fim de jogo

Stone Age termina de duas formas: ou quando se esgota uma das pilhas de cabanas que podem ser construídas ou quando não se consegue repor as cartas de civilização. Cada jogador então mostra as cartas que comprou, obtém-se os pontos de final de jogo de cada carta, além de receber 1 ponto de vitória por cada recurso (exceto comida) que sobrou em sua cartela. Quem conseguir o maior número de pontos de vitória, vence.

Estatísticas do Jogo:

​- Apelo a não boardgamers (moderado): O jogo tem uma arte bonita, peças atraentes e uma mecânica divertida, porém pode ser um pouco lento para quem não tem experiência com Board Games.

​- Complexidade (baixa): Stone Age é bastante simples em termos de regras e dinâmica.

​- Independente de idioma (não): E já existe o jogo na versão em português.

​- Achado no Brasil (sim): Você pode encontra-lo em lojas de Board Games modernos ou no site da própria editora.

​Preço (Justo): Um pouco caro, mas vale a pena o investimento. O jogo base sai por volta de R$280,00.

​Opinião: Um jogo leve, gostoso de jogar, que atrai não gamers e que tem uma mistura perfeita de tema e mecânica. ​

Links relacionados ao jogo:

Jogo disponível para androide: Clique aqui

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capaBio

[SG] A Maravilhosa Mente de Jack: Você tem medo de Deus? – Bioshock Infinite.

Olá! Para você que não me conhece eu sou o Jack e sim! Sou viciado em games.

O jogo que trarei hoje é a continuação de Bioshock 1, mesmo não sendo direta, hoje trago a vocês Bioshock
Infinite. Lançado em Março de 2013, desenvolvido e distribuído pela 2K Games e Irrational Games.
É um jogo de FPS, só que com o foco na história, diferente de um BF ou CoD, cujo foco é o Multiplayer.

Vamos ao enredo.

ATENÇÃO! ESSA RESENHA TERÁ SPOILERS DE BIOSHOCK! LEIA POR SUA CONTA E RISCO!

iniciobioO jogo começa com o protagonista, Booker DeWitt em uma pequena balsa rumo a um farol. Duas pessoas remarão o
barco (“Um Cavalheiro” e “Uma Dama”), até um farol.
Sua missão será simples. Ir para a cidade acima das nuvens, trazer a garota e pegar suas dividas.
Só que nem tudo é tão simples. Ao chegar em Columbia (a cidade que está acima das nuvens), conheceremos o seu controlador,um líder religioso chamado Father Comstock.

Você encontrará uma série de problemas do tipo: A tatuagem que seu personagem tem na mão direita, o deixa conhecido como o Falso Pastor. Todos os elementos desse Bioshock são inversos do primeiro jogo, mesmo a premissa sendo a mesma (isso é explicado no final do jogo).
Por exemplo:
Rapture de Andrew Ryan é uma cidade submersa, já Columbia de Comstock é uma cidade acima das nuvens.
O “personagem protetor” deste jogo é o Songbird, ele desempenha função parecida ao do Big Daddy do primeiro
jogo, proteger não importa o que custar.

O final desse jogo é tão impactante, talvez até mais, do que o do primeiro. Enquanto no final do primeiro é revelado que nosso personagem não passava de um clone programado para obedecer todo comando que começasse com “Would you kindly”, nesse teremos coisas como viagem no tempo e loopings infinitos (como o dia da marmota de Twilight Zone).
Esses que envolvem totalmente uma habilidade que Elizabeth tem que é a de abrir fendas temporais e espaciais. Também envolve os irmãos Lutece, que acompanham você pelo jogo inteiro, fazendo perguntas enigmáticas e até mesmo de cunho filosóficas.

meiobioA ambientação do jogo é incrível, cada cenário é uma obra de arte, deixa muito o jogador no clima daquela cidade
religiosa dos anos 20. A trilha sonora nem se fala, principalmente se tratando da música que a Elizabeth canta no jogo: “Will the circle be unbroken” (https://www.youtube.com/watch?v=0e4Crth_Hb8). A IA do jogo é maravilhosa!

A escolta da Elizabeth não é nada complicada, pelo simples fato dela saber se defender sozinha, se escondendo de tiros. Ela também é útil, podendo encontrar dinheiro, vigor e vida para dar suporte a você, não é uma personagem tipo a Ashley que mais atrapalha do que ajuda.
No jogo anterior, tinha uma mecânica herdada do System Shock que é a de usar Magia e a Arma, nesse não poderia
ser diferente, você tem o chamado “Vigor” que podem ser combados com suas armas e entre si.

finalbio

Bioshock Infinite é um jogo maravilhoso e desafiador, tendo uma história que deixa você curioso sobre o que virá pela frente e honra o nome do primeiro jogo da franquia, por isso dou a ele 4.8/5 spheras.

Enfim, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre o jogo.

Dúvidas, críticas, correções e sugestões vocês podem enviar para o e-mail de contato e para me encontrar na rede  acesse:
contato@spherageek.com
Twitter: @JackSpheraGeek

jackspherageek@gmail.com

Um abraço,
Jack

coração-gamer

[SG] Lançamentos de Games – Fevereiro de 2017

Geeks e Gamers,

Estamos começando a esquentar com lançamentos de peso neste mês.

E aí, vai comprar algum?

 

03/02/17

Pooch & Yoshi’s Woolly World (Nintendo 3DS)
09/02/17

Nioh (PlayStation 4)
14/02/17

For Honor (PC / PlayStation 4 / Xbox One)
Persona 5 (PlayStation 3 e 4)
Sniper Elite 4 (PC / PlayStation 4 / Xbox One)
21/02/17

Halo Wars 2 (PC / Xbox One)

Horizon Zero Dawn (PlayStation 4)

psn-codes-online

[SG] Jogos da PLUS – Fevereiro de 2017 (Playstation)

Geeks e Gamers,

No dia 07 de fevereiro estará liberado mais joguinhos para aproveitarmos esse início de ano!

Vamos para a lista:

  • LittleBigPlanet 3 (PS4)
  • Not a Hero (PS4)
  • Starwhal (PS3 cross buy PS4)
  • Anna — Extended Edition (PS3)
  • Ninja Senki DX (PS Vita, cross buy PS4)
  • TorqueL (PS Vita, cross buy PS4)

psn-codes-online

[SG] Jogos da PLUS – Janeiro de 2017 (Playstation)

Geeks e PSManíacos,

Listamos hoje os primeiros jogos de 2017 para os assinantes da PLUS (PSN).

Cada link dos jogos relatados abaixo levará ao seu respectivo trailer.

E aí o que acharam, a Sony começou com o pé direito ou não?

Até mês que vem.

 

- PS4

+ Day of The Tentacle Remastered

This War of Mine: The Little Ones

 

- PS3

Blazerush

The Swindle

 

- PSVita

Azkend 2

Titan Souls

Gold Xbox

[SG] Games With Gold – Janeiro 2017

Olá Geeks e Xbox Fãs,

Estamos a porta de 2017 e já temos a lista de jogos para os assinantes da withGOLD da Live.

Vamos a lista de jogos:

- XONE

+ World of Van Helsing: Deathtrap (01 a 30 de janeiro)

+ Killer Instinct Season 2 Ultra Edition (15 de janeiro a 15 de fevereiro)

– Xbox 360

+ The Cave (01 a 15 de janeiro)

+ Rayman Origins (16 a 30 de janeiro)

 

rio2016

SpheraEventos – Roteiro Olimpíadas 2016

Geeks, Atletas e Fãs das Olimpíadas,

Hoje estamos aqui para falar de um amor internacional. Sim! As olimpíadas, que este ano estará ocorrendo no nosso amado Rio de Janeiro, justamente em nosso “QG”. Não poderíamos deixar nossos amiguinhos (os turistas) de lado e por isso montamos um mini roteiro.

Bom jogo!

20160729_0908231 – Transporte

Para você participante, fique atento, pois alguns tipos de transportes estarão exclusivos para as olimpíadas como por exemplo a linha 4 do metrô, que só estará disponível para aqueles que comprarem o Bilhete de passagem dos jogos no valor de R$25 reais por dia. Existem placas informando sobre todos os acessos e quais transportes estão disponíveis para chegar ao seu evento.

2 – Lojas

Em cada metrô, nos locais dos eventos e em alguns pontos específicos do Rio, estão instalados quiosques de venda de itens exclusivos das olimpíadas. Vale ressaltar que os preços estão exorbitantes a exemplo do boneco mascote que está custando R$100 reais.(Caro não é?)

 

3 – Onde ficar ?

Os hotéis no Rio de Janeiro estão parcialmente lotados, mesmo com as altas dos preços. Qual é a dica então? Albergues, hostels e em algumas cidades próximas como Niterói.  Existe a opção dos campings que possuem espaços para barracas e trailers.

4 – Existem alguns jogos que posso assistir sem pagar?

Alguns eventos de ruas e praias, na zona sul e na Barra da Tijuca.

5 – Dica de Restaurantes (alimentação em geral)

Seguindo a super inflação, alguns restaurantes estão caríssimos!!! Mas  existe salvação.

Procurando bem encontra-se algumas franquias, a exemplo do fast food, que não mudam o valor dos lanches e alguns estabelecimentos tradicionais que manterão o valor para que  os “pobres mortais” podem pagar.

6 – Cuidados e recepção

A mídia gosta muito de colocar o Rio de Janeiro como uma cidade violenta. Os dados nos mostram que  o estado do Rio não é o mais violento do mundo e muito menos do Brasil. Atenção nunca é demais.. Existem  sim, pontos da cidade que possuem  uma presença  maior dos assaltantes, mas vale relembrar que esta situação não é restrita somente a nós, mas sim a vários lugares no mundo.

Seja cuidadoso e aproveite a calorosa recepção dos Cariocas.

7- Links

 Site oficial

 

Um grande abraço e que OS JOGOS COMECEM!! 

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Sphera Games #07 – Metal Gear Solid 3: A Mente Por Trás de Hideo Kojima

Bom dia amigos do Sphera!! Apresentamos nosso mais novo convidado para resenhar sobre games conosco. Conheçam nosso amigo Jack.

Olá, para você que não me conhece eu sou o Jack e sou viciado em games. Hoje irei resenhar o jogo “Metal Gear Solid 3- Snake Eater” desenvolvido pelo gênio Hideo Kojima, dos estúdios da konami, lançado em 17 de novembro de 2004.
É um jogo de elemento stealth e ação. Então, pegue o sua sua caixa de papelão (caso não tenha jogado, essa referencia será esclarecida no decorrer da analise), seu Codex e vamos para o jogo.

 

Antes de contar a história, controles, gráficos e tudo mais, tenho que explicar a cronologia maluca de Metal Gear Solid. O jogo começa no Terceiro, por isso optei em analisá-lo primeiro, além dele ser o meu favorito, pois mostra o Breaking Bad de Naked Snake ou somente The Big Boss, como ele se torna o vilão. Bem, segue então: Portable Ops, Peace Walker, Ground Zero, Phantom Pain, Metal Gear, Metal Gear 2, MGS 1, MGS 2: Sons Of Liberty, MGS IV Guns Of The Patriots.

Tendo isso em mente, vamos para o jogo.

O jogo é ambientado durante a Guerra Fria, que foi a época pós guerra em que o mundo se dividiu em dois, leste e oeste, capitalista e socialista. Jack é um agente da unidade de espionagem FOX Hound, que ainda não era “oficial” dos USA. Sua missão, dada pelo seu líder Major Zero, era infiltrar-se em uma base Russa, onde um suposto engenheiro estaria trabalhando em uma arma que poderia decidir o rumo da corrida bélica, tendo que resgatá-lo para ele desertar para os EUA.

Essa missão, foi chamada de Virtous Mission. Seu codinome era Naked Snake, tradução Cobra Pelada (japoneses…), ou só Snake, esse codinome não é só troll do Kojima, mas sim por dois motivos:

* Naked – Por conta dele ter que ir sem equipamentos ofensivos, pois como estavam na guerra fria, se qualquer coisa fosse descoberta, poderia criar uma tensão entre a URSS e os Estados Unidos.

* Snake – Por sua grande capacidade de camuflagem e por conta de que em seu treinamento de sobrevivência, ele devorava cobras para não morrer de fome.

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Nessa missão é apresentado o primeiro Plot (reviravolta) da história. O engenheiro Sokolov realmente trabalhava em um projeto nuclear, um tanque com armamento nuclear chamado Shagohod, o Metal Gear desse jogo. Quando ele se dirigia para o ponto de extração, sua antiga mentora da Fox Hound é apresentada pela primeira vez na saga.

Vemos a figura física de The Boss, a Soldada Perfeita, líder do grupo The Cobras,  os responsáveis pela  vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Nessa cut-scene, The Boss dá duas ogivas nucleares de presente ao recém apresentado vilão do jogo “Colonel Volgin”, que deserta para a URSS e então, sequestra novamente Sokolov.

Boss, praticamente joga Snake em um rio (já que estavam sob uma ponte mesmo), Snake pega a bandana de Boss, que vira uma marca para o personagem durante a saga. Snake é resgatado via Codex pela personagem Paramedic e em seguida extraído e salvo pelo seu líder. Esse é só o prelúdio do jogo, sendo praticamente só a sua primeira meia hora.

Uma nova missão é definida, com o nome de Snake Eater. Ele deve fazer duas coisas: Resgatar Sokolov e destruir Shagohod e matar sua mentora The Boss. O nome Snake Eater, como tudo feito por Kojima não é gratuito. Ele recebe esse nome pois apenas “uma cobra” sobreviveria e alcançaria o título de “The Boss”.

Ao final da resenha, analisarei os personagens principais, como a própria Boss e o The Cobras.  O Gameplay é inovador para a época, pois você tinha a opção de interagir com o hardware do jogo.

“Como assim ????” Simples! Eu explicarei.
No jogo, você pode matar cobras e come-las para recuperar vidas. Se você mudar o calendário do seu PS3 (2 na época) ou o console que está utilizando, a sua comida apodrece. Desde o MGS de play 1, Kojima gosta dessa interação ou até mesmo formas diferentes de derrotar Chefes como The Sorrow e The End por exemplo (mas, deixarei isso para o final da resenha).

No jogo você pode correr, andar,agachar ou se arrastar. E é claro, existe a famosa caixa de papelão que você acha pelo cenário, equipa e sai andando sendo seu “uniforme” stealth. Eu não recomendo você matar NINGUÉM em nenhum MGS (somente se for necessário) pois isso só piora o seu rank no final do jogo.

download (3)

Ao ver um soldado inimigo, você pode aplicar um golpe de CQC (calma!! isso não é uma referência ao programa da Band TV) que consiste em nocautear o inimigo. Existe a opção de faze-lo desmaiar com uma pistola  cuja munição consiste num tranquilizador, ou você pode rende-lo, ao apontar alguma arma para ele. Assim,  Snake dirá: “Freeze” e o inimigo se irá se render.

Os gráficos até hoje são considerados lindos pra época!! As florestas de MGS, bases,
expressões!!! Kojima sempre capricha nos gráficos, sempre a frente de sua época (não sei como está o de MGS V Phantom Pain, mas deve estar maravilhoso também). E a trilha sonora então?

O que eu vou falar agora serve para todos os jogos: a trilha é INCRÍVEL! O tema do jogo (Snake Eater) chega a arrepiar quando ouço. Me permitam um comentário:  só as músicas que tocaram nos teasers de MGS V Phantom Pain, lançadas no ano passad,o já me deixaram feliz  Isso é rock!! E rock dos bons!

A recepção da critica sobre MGS 3 com certeza deve ter deixado tanto Kojima quanto a Konami muito felizes. O jogo foi um sucesso e vendeu 3,96 milhões de cópias ao redor do mundo, recebendo nota de 9,6 pela IGN e 8/10 na EDGE.

Eu daria 4,8/5 em MGS Snake Eater, por conta da queda de Frames por segundo (sendo inferior ao seu antecessor MGS 2).

Vamos então aos personagens e suas curiosidades.

O Grupo é formado por 5 membros:

  • The Boss ou The Joy (Alegria),
  • The Sorrow (Tristeza),
  • The Fear (O Medo),
  • The Fury (A Raiva)
  • The End (O Fim).

Qualquer semelhança com Inside Out, é mera coincidência. Vale citar alguns membros:

The Boss – A Lenda viva! Suas habilidades em campo e intelectuais são incríveis, sendo considerada a soldada perfeita. Treinou o jovem prodígio Jack. A relação dos dois, é um dos principais motivos da revolta e Breaking Bad de Snake (a conclusão desse jogo e sua explicação do chamado “Desejo de Boss” fez rolar uma lágrima aqui). Ao analisar o Peace Walker, terei de “spoilar” sobre isso! Mas relaxa pessoal, quem sabe um dia!! Nada de spoilers por hoje).

The Sorrow – A forma de derrotar esse boss, é muito criativa pois não há batalha, você só o derrota se você morrer. Sim, você
morre, toma uma pílula, e pronto! Você terá uma “Morte falsa”.

The End – Um sniper idoso, porém é extremamente habilidoso quando em combate. Existe três formas de derrota-lo. Você pode
avançar duas semanas em seu hardware, fazendo- o morrer de velhice, em sua primeira aparição atirar em seu papagaio para que The End morra  ou  ter uma batalha normal.

Revolver Ocelot – A apresentação a figura jovem, arrogante e Badass de Ocelot. Um pistoleiro russo com habilidades totalmente
OPS com a pistola, sendo capaz de fazer uma roleta russo com 3 armas, fazendo malabares. Um easter egg muito épico envolvendo Ocelot é que na primeira missão, quando ele aparece, Snake dá um belo “chute na bunda” de Ocelot por conta de sua arrogância (convenhamos que  Ocelot é badass, mas Snake é mais) e ele ficará nocauteado no chão. Se você o matar terá um Game Over chamado: Time Paradox. Pois, como ele é MUITO importante para a história, matá-lo causaria um paradoxo temporal. Legal não?

Volgin: Um dos vilões mais f*das de MGS. Um russo que possui poderes de eletricidade e que desencadeia uma das melhores Boss Battles de toda a franquia (de 10 batalhas épicas de MGS, no mínimo umas 5 são de MGS 3). Quando você pensa que o derrotou, Shagohod aparece novamente.

Essa foi minha resenha de Metal Gear Solid 3 – Snake Eater. Espero que tenham gostado e adquirido certo background para
jogar a saga MGS 3, ou até mesmo que você tenha adquirido curiosidade para começar a jogar essa maravilhosa franquia do gênio Hideo Kojima (que merece um texto a parte só sobre sua história.  Aguardem.

“Lutamos quando necessário!” We are a Legion!!!
Um grande abraço..

Jack

 

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Twitter: @JackSpheraGeek

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SpheraGames #04 – O Fantástico e Virtuoso Mundo dos Joguinhos Eletrônicos

Olá, geeks,

Eu sou Erik de Oliveira, e a partir da data de publicação deste artigo, estarei ajudando o pessoal do Sphera Geek nesta coluna sobre o fantástico e virtuoso mundo dos joguinhos eletrônicos.

Antes de qualquer coisa, permitam que eu me apresente: tenho 23 anos, moro em São Paulo/SP, e, durante o horário comercial, trabalho como analista de marketing/designer gráfico/ilustrador. Na internet, conduzo o podcast Los Nachos, residente no site nobarquinho.com, onde falamos de assuntos da cultura pop de uma forma bem humorada e despojada, além de integrar a equipe de “tripulantes” do próprio site “No Barquinho“.

Terminadas as devidas apresentações, vamos ao que interessa: o que eu tô fazendo aqui? Já adianto que, no mundo dos jogos, não passo de um entusiasta, que se aventura em conhecer um pouco as novidades desse mundo que me absorveu desde que eu era um pequeno younglin, fissurado em jogar meu Nintendo 64 depois da escola. Portanto, você, meu querido geek de carterinha, vai poder encontrar aqui um bom apanhado do que acontece no mercado dos games, sejam eles AAA, sejam eles Indies, sempre com uma abordagem simples, direta, sem muita linguagem técnica, mas com a seriedade e a empolgação que todo gamer espera de um artigo sobre jogos.

Considerando o panorama do mercado em que este ano começa, posso adiantar que veremos muito jogos independentes despontando por aqui, vindos das crescentes ondas de inovação e empreendedorismo iniciadas em 2014, e alimentadas no ano passado, e esperadas para 2016. Empresas novas colocaram as mãos na massa, sem medo de errar, e acabaram quase que parelhando seus projetos com muitos dos maiores lançamentos (que foram muito bons, também) nos últimos anos.

Muito bem, dito isto, eu me despeço de vocês, deixando a promessa de um bom, informativo e divertido conteúdo, marcas já cultivadas por toda a equipe do Sphera Geek, ao longo de sua jornada na web. Não deixem de acompanhar a minha coluna, que sairá quinzenalmente aqui no spherageek.com