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#SetembroAmarelo + Sorteio [O último Adeus] | Meros Devaneios

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização da prevenção do suicídio. No Brasil, 32 pessoas tiram a própria vida POR DIA. Faça sua parte e evite que essa estatística aumente! Aproveitando o #SetembroAmarelo, quero compartilhar com vocês uma leitura que eu fiz no ano passado e que entrou pra minha lista de favoritos. Para isso, estou sorteando um exemplar de O último adeus, da Cynthia Hand.

Para participar basta preencher o formulário https://www.rafflecopter.com/rafl/dis… e esperar o resultado que sai no dia 30 de Setembro nas minhas redes sociais.

Regras:

1) Ser inscrito no canal

2) Ter endereço de entrega no Brasil O/a vencedor/a terá um prazo de 48h para responder o meu e-mail. Caso ela não responda no tempo determinado, um novo sorteio será realizado.

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Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 14/09/2017

Olá amigos do Sphera, teremos bons filmes nos lançamentos da semana! Separe a boa e velha pipoca porque serão grandes emoções.

Feito na América (American Made, Doug Liman, EUA)

Amityville: O Despertar (Amityville: The Awakening, Franck Khalfoun, EUA)

O Que Será de Nozes 2 (The Nut Job 2: Nutty by nature, Carl Brunker, Canadá, EUA, Coreia do Sul)

Deserto (Guilherme Weber, Brasil)

Em Defesa de Cristo (The case for Christ, Jon Gunn, EUA)

Glory (Slava, Kristina Grozeva, Petar Valchanov, Hungria)

A Gente (Aly Muritiba, Brasil)

Les grands esprits (Olivier Ayache-Vidal, França)

O Sequestro (Kidnap, Luis Prieto, EUA)

Columbus (Kogonada, EUA)

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44º Salão Internacional de Humor de Piracicaba – Conheça sua História

De 26 de agosto a 12 de outubro 2017

O Salão Internacional de Humor de Piracicaba surgiu em 1974, em meio à ditadura militar, como uma iniciativa corajosa de um grupo de piracicabanos – jornalistas, artistas e intelectuais – que costumavam se reunir num conhecido bar da cidade chamado Café do Bule.

Tudo começou com a ideia de inserir uma mostra de humor gráfico dentro do Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba. A partir daí, esses piracicabanos partiram para uma viagem com destino ao Rio de Janeiro, no ano de 1972. Na capital carioca, Alceu Marozzi Righeto, Adolpho Queiroz e Carlos Colonnese, estabeleceram contato com o jornal “O Pasquim” e apresentaram o projeto ao cartunista Jaguar, que aprovou a iniciativa. Por escrito, Jaguar autorizou a cessão de seus originais em poder da Editora Abril, que não atendeu ao pedido e a mostra não aconteceu.

Após este fato, um grupo maior, encabeçado por Luiz Antônio Lopes Fagundes – na época Secretário Municipal de Turismo de Piracicaba – que contava com Alceu, Adolpho, Colonnese, Roberto Antonio Cêra, Ermelindo Nardin e Luis Mattiazzo (Chefe de Gabinete da Prefeitura), apoiado pelo então Prefeito de Piracicaba, Adilson Benedito Maluf, resolveu criar o Salão de Humor de Piracicaba. Alceu e Cerinha convenceram Fagundes a usar uma verba de 10 mil cruzeiros – a princípio destinada ao Salão de Fotografia – para a organização do I Salão de Humor de Piracicaba.

charge-1-lugarPara tal, teriam que voltar ao Rio de Janeiro e convencer os editores do “O Pasquim” a participarem do empreendimento. Seguiram viagem com a convicção que iam conseguir o seu objetivo. Depois de muita estrada, conversas, confusões e garrafões de pinga, os jovens que desejavam criar, numa cidade do interior de São Paulo, um Salão de Humor Gráfico que mais caberia em uma cidade grande, conseguiram o apoio de Jaguar, Millôr Fernandes, Paulo Francis e Zélio Alves Pinto.

A partir daí, teve início a grande amizade entre Piracicaba e os cartunistas mais festejados do Brasil e no ano de 1974 foi realizado o I Salão de Humor de Piracicaba, com a participação de Millôr, Ziraldo, Zélio, Jaguar, Fortuna e Ciça.

Em pleno regime militar, com o receio de ter suas portas lacradas no primeiro dia, o Salão ultrapassou todas as expectativas iniciais. Ninguém imaginaria que a partir da terceira edição, o evento se tornaria internacional, transformando Piracicaba em uma espécie de capital do humor para a qual anualmente tem os olhos de artistas do mundo inteiro voltados para si.

1-caetano_cury_nardi_-_brasil01Conhecidos cartunistas brasileiros contribuíram para a transformação do Salão de Piracicaba num dos mais importantes encontros do humor gráfico do Brasil e exterior, entre eles: Ziraldo, Fortuna, Millôr, Zélio, Henfil, Jaguar, Luis Fernando Veríssimo, Paulo e Chico Caruso, Miguel Paiva, Angeli, Laerte, Glauco, Edgar Vasques, Jaime Leão, Gual e Jal.

Realizado a 44 anos e considerado um dos Salões mais importantes do mundo no universo das artes gráficas, continua cumprindo seu papel na valorização da arte do desenho de humor: um espaço de reflexão e fruição do belo, revelando talentos, mostrando os profissionais consagrados e resgatando autores e obras históricas.

 

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[SC] Séries e Livros Impactantes: O Conto da Aia (The Handmaid’s Tale) por Domenica Mendes

Bom dia amigos, apresento nossa convidada de hoje para esta resenha especial. Sim!!!! Domenica Mendes, veio especialmente do podcast Perdidos na Estante para nos deixar suas impressões sobre este livro tão importante e sobre a série que tem mexido com as entranhas da sociedade… kkkk

Para encontrar o Perdidos na Estante acesse o link ok?

O Livro

download“O Conto da Aia” (The Handmaid’s Tale) é uma daquelas obras que vai mudar a sua vida e a forma como você vê e vivencia suas experiências. Escrito por Margareth Atwood em 1985, a obra chegou a ser aclamada e igualmente proibida dentro de escolas, tamanha a reflexão e incômodo que promove. É quase um ato de rebeldia contra atitudes machistas e governos autoritários que destroem o nosso poder feminino e feminista.

A obra se passa em um Estados Unidos distópico, cuja data não sabemos ao certo, porém é não é muito distante da nossa realidade. Em parte do país, foi instaurada a República de Gilead, uma resposta criada para lidar com um problema de nível mundial: a falta da capacidade de procriação humana.

Em Gilead, todos têm obrigações e protocolos a cumprir bastante específicos e as mulheres são divididas em castas, de acordo com a sua utilidade. As mulheres comuns levam uma vida regrada e com obrigações, porém não são o centro da sociedade. As inférteis são chamadas de “Martha”, trabalhando na casa de famílias de poder, sendo responsáveis por cuidar da manutenção do lar. As férteis, ah!, a essas é dado um destino cruel: elas se tornam “Aias”.

Separadas de suas famílias e filhos, as Aias se tornam propriedade do estado, cujo destino é oferecer filhos para a manutenção da República de Gilead. É justamente pelo olhar de uma dessas mulheres que conhecemos a realidade dessa sociedade no livro e, posteriormente, na série.

A experiência de leitura e de seriadora

“O Conto da Aia” foi recentemente adaptada para uma série dramática, produzida e veiculada pelo Hulu, um streaming americano. A adaptação foi tão bem recebida pelo público e pela crítica que ela foi renovada para a segunda temporada antes mesmo de ser finalizada a sua primeira e recebeu diversas indicações ao Emmy de 2017.

Conhecer esse universo pelas letras é uma experiência de amadurecimento. A leitura não é difícil, pelo contrário, é extremamente humana e de fácil entendimento. Difícil mesmo é lidar com nossos sentimentos de repulsa e ansiedade criados pela possibilidade de nos vermos naquela situação ou em situações parecidas. E, neste ponto, a série merece palmas: é absurdamente bem feita e bem apresentada!

Compreendo que nem todas as pessoas gostem de livros distópicos ou obras provocantes, porém no momento histórico que vivemos é preciso cair de cabeça no universo criado por Atwood. Por isso, eu te peço: leia “O Conto da Aia” ou, se preferir, assista à série “The Handmaid’s Tale”.

Em tempos onde as minorias começaram a se (re)erguer e manifestar suas dores, exigindo seus direitos e lutando para reaver seus espaços cruelmente tirados pelo decorrer da história, as maiorias tiraram suas máscaras para gritar, bater, espancar, estuprar, torturar e matar a quem está querendo igualdade.

Todo esse processo que vivemos não é novo na História. E o “Conto da Aia” é uma obra que nos lembra disso. Margareth Atwood não criou um mundo fictício, pelo contrário, ela se baseou na História mundial para pegar elementos que já aconteceram e ainda acontecem a milhões de pessoas no mundo todo para mostrar o que é possível quando uma sociedade aceita uma mudança de governo em silêncio, mesmo sabendo que isso parece um pouco suspeito ou estranho.

É mais uma prova que nos mostra nossa grandiosidade e fragilidade enquanto sociedade. Dentro de nossas vidas particulares, costumamos nos esquecer do todo. Felizes somos nós que temos escritoras incríveis por Margareth Atwood que nos mostra o que é possível de nos acontecer caso desistamos de nossa sociedade e nós mesmos.

Obrigada, Atwood, por nos fazer mulheres mais fortes! Nolite te bastardes carborundorum*.

*Não deixe que os bastardos te derrubem.

 

Já renovada para a segunda temporada, “The Handmaid’s Tale” vem colecionando elogios…Vamos aguardar as novidades.

 

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[SC] “Bingo – O Rei das Manhãs” não é filme para crianças…

Quando Daniel Rezende decidiu que faria da história de Arlindo Barreto – um dos primeiros e mais escandalosos atores a incorporarem o palhaço Bozo na televisão brasileira – seu primeiro longa como diretor, ele sabia que teria uma missão quase pioneira: mostrar a cultura pop nacional como ela realmente é, ou como foi nos loucos e incontroláveis anos 80.

Rezende tem intimidade com o tema: ele é um dos responsáveis pela fase mais pop do cinema nacional, tendo trabalhado como montador em “Cidade de Deus”, nos dois “Tropa de Elite” e também em “Ensaio Sobre a Cegueira” e “RoboCop”, ambos produzidos nos Estados Unidos, mas dirigidos por brasileiros.

Em “Bingo – O Rei das Manhãs”, o montador deixou de lado a mesa de edição e decidiu confiar a tesoura às mãos de Márcio Hashimoto (“Faroeste Caboclo” e “O Rastro”), na certeza de que o cinema não é trabalho de um homem só. “Como montador, sempre gostei do que eu pude proporcionar para os filmes, de poder trazer um olhar fresco, poder contestar o diretor e poder trazer uma outra visão. Então eu não queria perder isso, e foi muito prazeroso para mim poder olhar o material sendo transformado por outra pessoa”, explica, orgulhoso do resultado final.

Rezende, então, concentrou suas energias em contar essa história, tão nossa e tão escondida debaixo do tapete, como se o povo e os cineastas tivessem vergonha de coisas como Bozo, Xuxa e Conga Conga Conga. “Acho que o nosso cinema olha pouco para a nossa cultura pop. A gente olha para os nossos problemas sociais, a gente olha para as nossas culturas regionais… Mas a nossa cultura pop a gente não explora tanto”, pondera, lado a lado com um pôster estampado com Emanuelle Araújo no vestido curtíssimo e cor-de-rosa de Gretchen, descendo até o chão.

A cantora, aliás, é a única figura histórica que teve seu nome mantido no filme. Arlindo virou Augusto, Márcia (a mãe) virou Marta, Xuxa virou Lulu (ou algo assim) e até as redes de televisão tiveram seus nomes ligeiramente alterados. Ainda bem, porque as alfinetadas são distribuídas sem moderação e os processos, logo começariam a se empilhar.

O filme acompanha a trajetória do ator, de estrela pornô a apresentador do programa infantil, quando a marca internacional “Bingo” estava sendo trazida para o Brasil. Apesar do sucesso na TV, o artista foi proibido por contrato de revelar sua identidade em público e esse anonimato quase o levou à loucura.

Vladimir Brichta é quem veste o nariz vermelho e a peruca azul. Segunda opção para Rezende, depois da desistência de Wagner Moura por conflito de agendas, Brichta se mostra, depois de poucos minutos, a única opção possível. Sua pinta de galã ajuda a dar credibilidade ao lado mulherengo e “vida louca” do personagem, enquanto sua experiência com humor faz doer o estômago de tanto rir. Mas é no drama que o artista mostra a sua cara e, entre uma piada suja no palco infantil e uma ordem de restrição sobre o filho longe dali, o público devora as unhas e sente cada pontada no coração do palhaço-homem.

Para o ator, o objetivo era esse: mostrar as contradições de um palhaço, figura de extremos que personifica nossas emoções. “Não é só sobre um ‘palhaço triste’…”, reflete, tentando encontrar a imagem perfeita… “É um pouco por quê que o Robin Williams se matou.” – e encontra. “Essa pergunta afeta todo mundo, é um cara que faz a alegria das pessoas, mas tem um lado tão sofrido, tão desajustado… Acho que o palhaço, aquela boca, aqueles olhos, são lente de aumento sobre isso. É um aumento daquela alegria, mas parece que, na mesma proporção, também é um aumento da tristeza, da inquietação, da amargura, da incompreensão… E isso é humano, é de todos nós.”

Quem ajudou a encontrar esse palhaço, no ator e nas telas, foi a dupla Domingos Montagner e Fernando Sampaio, artistas circenses desde os anos 90 e referências no humor de picadeiro. Este será o último trabalho de Montagner a ser mostrado ao público nos cinemas, após sua morte acidental há quase exatamente um ano, durante as gravações de uma telenovela. O ator tem uma curta participação no filme como um palhaço mais experiente, que se torna mentor do protagonista.

Ambos participaram do desenvolvimento do roteiro como consultores e também estiveram presentes na preparação do personagem, ajudando Brichta, segundo ele, a “se aceitar” como palhaço – ele que sempre teve o instinto para a comédia, mas não se considerava digno do título. E agora?, lhe perguntam, ao que hesita só um pouco e responde, aliviado: “Agora, posso dizer que sou um palhaço”.

Pois o palhaço Bingo e sua história quase real chegam aos cinemas no 24 de agosto. E, não custa avisar, não é um filme para crianças. 

Fonte: Guia da Semana

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 31/08/2017

Bora lá dar boas risadas com os lançamentos dessa semana?

 

Emoji – O Filme (The Emoji Movie: Express Yourself, Anthony Leondis, EUA)

David Lynch: A Vida de Um Artista (David Lynch: The Art Life, Jon Nguyen, Rick Barnes, EUA, Dinamarca)

Os Guardiões (Zashchitniki, Sarik Andreasyan, Rússia)

Dupla Explosiva (The Hitman’s Bodyguard, Patrick Hughes, EUA)

Atômica (Atomic Blonde, David Leitch, EUA)

Como Nossos Pais (Laís Bodanzky, Brasil)

O Acampamento (Killing ground, Damien Power, Austrália)

150 miligramas (La fille de brest, Emmanuelle Bercot, França)

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[SC] Sem Pablo Escobar: O que esperar da 3º temporada de Narcos?

A 3º temporada de Narcos, da Netflix, promete ser muito mais imprevisível.

Segundo Pedro Pascal, em entrevista ao Cinema Blend, a temporada 3 de Narcos será diferente das anteriores. Isso porque há menos informações a respeito do Cartel de Cali, tema da terceira temporada de Narcos. Isso fará com que a série seja mais surpreendente.

“As pessoas realmente assistiam a série como se não pudessem encontrar a história no Google. Você basicamente pode procurar tudo o que aconteceu. Com o Cartel de Cali é um pouco diferente, porque você tem que se esforçar mais. Procurar coisas sobre Pablo Escobar é trabalhar com um foco específico, você está olhando para o rei. Com Cali é diferente, nem todo mundo sabe quem eram eles ou quantos eles eram. Porque mesmo baseado em fatos, você não consegue prever o que acontecerá. É uma experiência imprevisível assistir à terceira temporada que não tivemos na primeira e na segunda.”

A série que retornará no dia 1° de setembro terá a ausência do protagonista Pablo Escobar, por motivos óbvios, das duas primeiras temporadas.

A trama não terá um protagonista de destaque, o que deve gerar o aumento da dimensão humana da trama, explorando dilemas morais de um delator. O agente Murphy também não estará na terceira temprada e será narrada pelo agente Javier Peña, que é vivido pelo próprio Pedro Pascal.

Os chefões do Cartel de Cali preenchem o espaço deixado por Wagner Moura na série. O Cartel colombiano tomou conta do narcotráfico no país, após a morte do maior traficante da história.

Parece que Wagner Moura estava certo, e a Netflix lança teaser confirmando 3ª e 4ª temporada de Narcos. Pois é, parece que Narcos não se acaba com a morte de Pablo Escobar, afinal, o tráfico de drogas tem muita história pra contar. O teaser lançado nesta terça-feira (06) mostra Pablo Escobar (Wagner Moura), e depois um dos chefões do Cartel de Cali.

Os grandes inimigos de Pablo Escobar foram os irmãos Orijuela, e o sócio Pacho Herrera, que juntos comandaram o Cartel e foram responsáveis pela queda fatal dos grandes traficantes de cocaína da Colômbia.

Neste teaser, um trocadilho anuncia a continuidade da história: “A carreira tem que continuar”. No final do vídeo, aparece Gilberto Rodriguez Orijuela (Damián Alcazar). A produção da série continua sob a responsabilidade de José Padilha e Eric Newman.

Ainda não se sabe se os policiais da DEA Javier Peña e Steve Murphy vão voltar à trama. A Netflix também afirmou que, além da terceira temporada em 2017, haverá uma quarta temporada, que continuará mostrando a expansão da cocaína pelo mundo e o enriquecimento desenfreado dos Narcos, além da morte de milhares de pessoas.

Fonte: Optclean 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema | 17/08/2017

Temos boas promessas para esta semana…!

Annabelle 2 (David F. Sandberg, Estados Unidos)

João: O Maestro (Mauro Lima, Brasil)

O Jantar (The Dinner, Oren Moverman, EUA)

Uma Família Feliz (Happy Family, Holger Tappe, Alemanha)

Corpo elétrico (Marcelo Caetano, Brasil)

The Paris Opera (L’Ópera, Jean-Stéphane Bron, França)

Glory (Slava, Kristina Grozeva, Petar Valchanov, Hungria)

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema | 10/08/2017

Vamos as pérolas da semana.

 

Valerian e a cidade dos mil planetas (Valerian and the city of a thousand planets, Luc Besson, França)

Loucos e Perigosos (Once Upon a Time in Venice, Mark Cullen, Robb Cullen, EUA)

Malasartes e o duelo com a morte (Paulo Morelli, Brasil)

Lady Macbeth (William Oldroyd, Reino Unido)

O Reino Gelado: Fogo e Gelo (Snezhnaya koroleva 3, Aleksey Tsitsilin, Rússia)

O Estranho Que Nós Amamos (The Beguiled, Sofia Coppola, EUA)

A Viagem de Fanny (Le voyage de Fanny, Lola Doillon, França, Bélgica)

O Auge do Humano (el auge del humano, Eduardo Williams, Argentina, Brasil)

 

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[SL] Vídeo Resenha | Os olhos do dragão – Stephen King

Olá amigos eu sou a Lia, do canal Lia o livro e trouxe uma vídeo resenha do mestre Stephen King.

Título: Os olhos do dragão
Autor: Stephen King
Editora: Viking Press
Ano:1987
Páginas:
Edição: 1

Sinopse: Um conto de fadas escrito pelo mestre do terror? Pode parecer estranho, mas o ‘Os Olhos do Dragão’ é um livro de características bem diferentes das demais obras de Stephen King. Segundo o escritor, esse romance surgiu do desejo de criar algo especial para a sua pequena filha, Naomi. Surgiu, então, a idéia de uma fábula. O resultado é uma história sobre o amor fraternal na qual o autor se dirige ao leitor como se estivesse contando uma lenda em voz alta.

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Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 20/07/2017

A franquia Transformers nos traz a saga do último cavaleiro e nas produções nacionais, os Detetives do Prédio Azul  promete sucesso entre a garotada.

Transformers: o último cavaleiro (Transformers: the last knight, Michael Bay, Estados Unidos)

Detetives do Prédio Azul (André Pellenz, Brasil)

Love Film Festival (Manuela Dias, Brasil)