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[SL] Rapha Pinheiro : Vivendo na França chega ao Fim

O quadro vai chegar ao fim mas vai ser pelo bem maior! Quero a opinião de vocês sobre o que fazer agora no quadro novo.

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Aquele abraço!

 

 

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[ST] Crônicas Vampirescas no Tom

Anne Rice começou suas Crônicas Vampirescas muito antes do que eu pensava.  Em 1976 seu primeiro livro foi publicado “Entrevista com o Vampiro”.  Sua continuação O Vampiro Lestat só foi lançado quase 10 anos depois trazendo muito rock e  deu continuidade à essa trama musical até sua sequência em A Rainha dos Condenados.  Esse rock todo se contrapõe a combinação de jazz e blues que permeiam a maior parte das páginas de Entrevista com o Vampiro por se passar em grande parte em Nova Orleans.
No entanto, se a música só começa a movimentar a trama a partir do segundo volume da série, na literatura, no cinema o rock chegou antes (ainda que só um pouco).  Em 1994 foi lançado “Entrevista com o Vampiro” estrelado por Tom Cruise, Brad Pitt e uma criança chamada Kirsten Dunst.  Essa adaptação conta com uma boa trilha sonora instrumental, mas com um cover inédito de Simpathy for the Devil dos Rolling Stones tocado por um Guns n Roses no auge.

Em 2002 é lançado a nova adaptação da série para os cinemas. Sem o elenco do primeiro, e com uma história fortemente calcada na música, a Warner investe em atores desconhecidos e trilha sonora matadora.  O melhor do New Metal, no auge durante o início dos anos 2000, estava presente na trilha.  Além de músicas de grandes lançamentos do estilo, outras 5 músicas foram compostas para o filme por Jonathan Davis (Korn) e Richard Gibbs (Oingo Boingo).

Entregando o mínimo possível da trama, Lestat se torna uma estrela do rock, um cantor.  No livro uma passagem rápida entrega que uma das características do personagem que o fez ter sucesso seria a tessitura de sua voz, ou seja a capacidade de cobrir um amplo espectro vocal, do mais agudo ao mais grave.  Uma solução seria encontrar um cantor com essa capacidade.  Uma procura rápida me entregou 2 nomes adequados para empreitada com uma tessitura de cinco oitavas segundo a Wikipedia (como isso poderia dar errado) Axl Rose e Corey Taylor.  Axl Rose já havia cantado o single da primeira adaptação inclusive.  Qual o problema disso… ainda estaria dentro do limite humano.  Como solucionar essa questão então?
Para simular o amplo espectro, e riqueza de timbres, que uma voz vampiresca teria foram convidados cinco vocalistas diferentes.  Wayne Static (Static-X), David Draiman (Disturbed), Chester Bennington (Linkin Park), Marilyn Manson e Jay Gordon (Orgy) foram responsáveis pelas interpretações do personagem principal resultando em um dos aspectos mais ricos do filme.
Um outro ponto muito comentado desse filme foi o retorno as telas de Aaliyah para seu segundo filme no papel de Akasha.  A cantora que havia sinalizado a intenção de gravar para a trilha do filme e colaborar com Jonathan Davis morreu durante a pós produção em um acidente de avião.  Pessoalmente, gosto mais da movimentação e gestual ligado aos vampiros representados nesse filme em especial da Aaliyah e Stuart Townsend.  Alguns exemplos dessa movimentação podem ser vistos no trailer acima, mas seu ponto alto se dá nos palcos.
Depois de um longo hiato na série de livros a autora retorna à esse universo em 2012 com uma Graphic Novel, já tendo publicado outros doisromances depois disso.
De resto só posso sugerir que vocês procurem esse filmaço e suas músicas.
Se lembrarem de outros filmes com esforços extraordinários pela música, deixem nos comentários (tenho mais dois e devem virar post qualquer dia desses)
“Come out, come out, wherever you are…”
Rodrigo Fernandes.
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[SL] Vídeo Resenha: Na Escuridão, Amanhã – Rogério Pereira

Olá amigos, eu sou a Lia do canal Lia o Livro e trouxe uma resenha hoje de um livro nacional.

Título: Na escuridão amanhã
Autor: Rogério Pereira
Editora: Cosac Naify
Ano: 2013
Páginas: 128
Edição: 1

Sinopse:

Ambientada primeiro no campo, no interior de um estado do sul do Brasil, a narrativa desvenda uma roça anti-idílica, sufocante, em que os protagonistas – um casal e seus três filhos – se enredam cada vez mais na ausência de comunicação, perseguidos pela Idea de um Deus sem piedade. Ao migrar para a cidade grande em busca de vida melhor, a família se desgarra e se perde. A escuridão é o fim, o fim dos personagens, dos sonhos, das angústias. Amanhã é a incerteza, a perspectiva de um futuro desconhecido mas certamente ameaçador, pois é impossível que traga algo de bom. Viver é avançar para lugar nenhum. Por mais que invoque a proteção de Deus, não há conforto na experiência amedrontada, desencadeada da vida dos personagens deste livro em que a memória é convocada obsessivamente, como se narrar o que foi vivido pudesse ser uma redenção. O resultado é uma obra surpreendente em sua força claustrofóbica e em sua poesia contundente.

Me acompanhe nas redes por ai..

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[SE] Evento da Ed. Rouxinol e nossa amiga Arita agora é Autora!!!

Olá Geeks,

Neste último sábado (1 de julho) no Shopping Dom Pedro em Campinas/SP, a Editora Roxinol juntou alguns de seus escritores para um bate papo sobre as Tradições e Influências nos livros nacionais e seus principais lançamentos.

O que nos traz aqui a comentar sobre este evento é a participação da nossa “Salve, Salve e idolatrada”  Arita Rigonato que oficialmente terá seu conto publicado em setembro na antologia de contos “Por baixo d´água” sobre seres fantásticos. (Palmas!!!)

São muitas emoções até lá, mas fica aqui o nosso carinho e certeza que o cenário brasileiro ganha mais uma grande autora.

Até…

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[SL] Dobradinha Literária | AS Esganadas – Jô Soares

Rio de Janeiro, 1938.
Um perigoso assassino está solto nas ruas tendo como alvo mulheres jovens bonitas e gordas.

Com requintes de crueldade gastronômica, ele mata sem piedade suas vítimas e depois expõe seus cadáveres escarnecendo as autoridades.

Acompanhe o delegado Noronha, seu ajudante Calixto e o detetive Esteves para desvendar este mistério.

Cinema

[SC] Lançamentos da Semana – 15/06/2017

Olá Geeks! Nossa dica da semana aponta para o lançamento de um filme nacional muito gracioso. Um tio quase perfeito vem aquecer os tambores para o período de férias que se aproxima.

Fiquem atentos e privilegiem a sétima arte.

 

À Sombra de Duas Mulheres (L’ombre des femmes, Philippe Garrel, França, Suíça)

Baywatch (Seth Gordon, Estados Unidos)

Um Tio Quase Perfeito (Pedro Antônio, Brasil)

David Lynch: A Vida de Um Artista (David Lynch: The Art Life, Jon Nguyen, Rick Barnes, EUA, Dinamarca)

 

Tudo e Todas as Coisas (Everything, everything, Stella Meghie, EUA)

Colossal (Nacho Vigalondo, Canadá)

Os Transgressores (Luis Erlanger, Brasil)

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A Terra Vermelha (La tierra roja, Diego Martinez Vignatti, Bélgica, Brasil, Argentina)

Sepultura Endurance (Otavio Juliano, Brasil)

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[SL] O Corcunda de Notre Dame | Clube de Leitura e Escrita (Maio/2017)

O nome original deste livro é Notre-Dame de Paris e foi  escrito em homenagem ao aniversário de Notre Dame.

Tudo se passa na Paris da segunda metade do século XV, um período medieval, durante o reinado de Luís XI (época em que a cidade é tomada por ciganos, artistas de rua, mendigos, etc.) e as construções são góticas, e as vielas estreitas.  Victor Hugo critica e ironiza a justiça, critica as desigualdades e as penalidades, o autoritarismo e o clero. Fala do perigo das generalizações e fala de preconceitos.

O ano é 1482 e não existe um personagem principal, como pode sugerir o título, mas vários. O Corcunda de Notre Dame nos fala não só do corcunda Quasímodo, mas também da cigana Esmeralda, do poeta pobretão Gringoire, do capitão mau caráter Phoebus e, principalmente, do arquidiácono Claude Frollo.

O livro tem personagens bem marcantes e bem construídos. Como é de praxe nas obras de Victor Hugo, este livro é recheado de passagens filosóficas, históricas e uma detalhada descrição da arquitetura tanto da catedral como da cidade na época, não searte_OCorcundaNeNotreDame_bolso esquecendo dos personagens, desde os pedintes e ciganos até o rei e a nobreza, que eram destaque nesse tempo. São  capítulos inteiros descrevendo a cidade ou a catedral, e ele interrompe  a história para explicar como funcionavam as coisas na época em questão (o que pode ser cansativo para alguns leitores). 

O Corcunda de Notre Dame fala de amor, de amores, dos vários tipos de amor. Fala do amor de mãe, eterno, único, incondicional, o maior de todos. Fala do amor de um filho renegado para com o pai que o criou. Fala de amor romântico, utópico, sonhador e cego. Fala de amor não correspondido e como cada um reage diferente a ele. Fala do amor obsessivo, cruel, do amor que não é amor. Fala do amor entre irmãos, de compaixão e do amor desprendido, do amor que não quer nada em troca, que deseja a felicidade do outro acima de tudo.

quasimodoNesse contexto vivem Esmeralda, uma linda cigana que ganha a vida fazendo apresentações de dança nos espaços públicos; o arcediago Claudio Frollo que adotou Quasímodo, um rapaz coxo, corcunda e caolho, que ficou surdo de tanto tocar os sinos da catedral de Notre-Dame. Ao ver Esmeralda dançar na rua, Claudio Frollo se apaixona por ela, de maneira possessiva e violenta. Quasímodo também se apaixona por Esmeralda, mas de maneira platônica e inocente. Porém, a jovem gosta mesmo é de Febo, um membro da guarda real que já está comprometido e tem apenas a intenção de se aproveitar dela. Resumindo a estória, Esmeralda é acusada de uma tentativa de assassinato da qual ela é inocente. Para impedir a morte dela, Quasímodo a leva para a catedral de Notre-Dame, local que não poderá ser violado pela justiça. Porém, as coisas fogem ao controle e muita coisa vai rolar envolvendo esses personagens.

Victor Hugo é extremamente detalhista, especialmente na primeira metade do livro. Ele fala de arquitetura, de como ela era uma forma de se contar e de se registrar uma história, ou a História. Descreve a catedral, as ruas e os prédios de Paris minuciosamente.

Eis um grande passaporte cultural que não pode ser esquecido nas estantes.

Conheça uma animação em 3D que mostra esta Paris medieval.

 

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[SL] O Problema do Quadrinho Independente | Rapha Pinheiro

Hoje falamos do problema que assola o mercado independente e, se possível, propor soluções para ele.

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Aquele abraço!

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[SL] Para educar crianças feministas| Chimamanda Ngozi Adichie

Sabe aquele livreto que você deve carregar na bolsa, junto de sua carteira ou mesmo o livro de orações? Chimamanda nos deixa aqui observações aparentemente singelas que podem modificar o mundo com pequenas ações diárias, pequenas mudanças de pensamento que há muito tempo estão enraizados em nossas mentes.

Fui convidada por uma amiga para participar de uma reunião do grupo “Leia Mulheres” que acontece mensalmente aqui em Campinas e em muitas cidades pelo Brasil. O livro escolhido era este pequeno e singelo diamante, que eu de pronto já tinha rotulado de chato e enfadonho porque não gosto de debater sobre feminismo.

A autora recebe uma carta de uma amiga de infância onde a amiga pede conselhos sobre coo criar uma criança feminista. De início, Chimamanda se sente incapaz de responder a esta pergunta, porém desenvolve quinze conselhos para sua amiga Ijewele criar sua filha Chizalum como feminista.

Fiquei envergonhada ao final da leitura. Todos os conselhos são maravilhosos e identifiquei em mim tantas coisas negativas enraizadas devido a criação e vivências que tive, que a primeira reação minha era deixar junto a minha bolsa este livreto  para nunca esquecer destas lições.

Esta palestra foi dada em um evento TEDx local, produzido independentemente das conferências TED.  Nesta palestra sincera e engraçada, Chimamanda Adichie questiona os papéis dos gêneros e sugere uma forma diferente de pensar sobre eles, uma que poderia realmente trazer igualdade.

Título original: DEAR IJEAWELE OR A FEMINIST MANIFESTO
Tradução: Denise Bottmann
Páginas: 96  Lançamento: 24/02/2017
ISBN: 9788535928518    Selo: Companhia das Letras

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[SC] Confira os trailers que mais estão bombando por aí

Olá amigos do sphera, eu sou o Sr. Cuca Fresca e hoje trouxe alguns trailers de futuros lançamentos  que estão bombando por aí. Estou ansioso para conferir especialmente a Torre Negra e os Defensores. Não podemos esquecer também das séries temáticas como House of Cards. Confere aí e deixe nos comentários sua sugestão ok?

A Torre Negra

Sinopse: Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Título original: The Dark Tower
Elenco: Idris Elba, Matthew McConaughey, Tom Taylor (IV)
Lançamento previsto: 27 de julho

Os Defensores – Marvel

Sinopse: A série Marvel – Os Defensores reúne Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones). Quatro heróis extraordinários com um objetivo comum – salvar Nova York. A saga de personagens solitários atormentados por angústias particulares, mas que percebem como podem ser mais poderosos quando lutam juntos. A série original da Netflix tem estreia mundial em 18 de agosto.

Título original: The Defenders
Elenco: Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter
Lançamento previsto: 2017

It a Coisa

Sinopse: Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do “Losers Club” acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

Elenco: Bill Skarsgård, Jaeden Lieberher, Finn Wolfhard
Lançamento: 2017

 

House of Cards | 5 Temporada

O vídeo apresenta uma série de cenas de impacto, revelando a maneira como Frank Underwood (Kevin Spacey) e Claire Underwood (Robin Wright) mostram-se unidos publicamente, apesar de o casal enfrentar uma crise nos bastidores. A intenção é se manter no poder, o máximo possível.

 

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[SL]Clube de Leitura e Escrita – Abril: Paris é uma festa – Ernest Hemingway

Oi gente!!

Encerramos no mês de abril a leitura de Paris é uma festa. Foi muito gratificante a companhia de vocês e todas as dicas que recebemos para nosso clube de leitura. O livro escolhido para o mês de maio é O Corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo.

Dando continuidade à renovação da identidade visual das obras de Ernest Hemingway, o livro Paris é uma festa é relançado no Brasil, um dos principais livros de sua carreira. Segundo título mais vendido do autor no Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1964. O livro revela um Hemingway diferente. Em Paris, aos 22 anos, ele lê, pela primeira vez, clássicos como Tolstói, Dostoievski e Stendhal. Convive com Gertrude Stein, James Joyce, Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald, figuras polêmicas e encantadoras para o jovem autor. A cidade e esses “companheiros de viagem” deram-lhe nova dimensão do humano e maior sensibilidade para alcançar os seus dois objetivos primordiais na vida: ser um bom escritor e viver em absoluta fidelidade consigo próprio. Há, em Paris é uma festa, momentos de suave melancolia, alternados com outros de cortante, quase selvagem crueldade.