1501112879360

[SL] No centenário de morte, primeira autora negra do Brasil ganha reedição

Em 2017 completa-se o centenário da morte da primeira escritora negra do Brasil e primeira autora de romance abolicionista em toda a língua portuguesa. Maria Firmina dos Reis publicou Úrsula em 1859, livro que estava fora de catálogo, mas em setembro desse ano ganha nova edição pela PUC Minas. Eduardo de Assis Duarte, pesquisador da literatura afro-brasileira, autor de livros sobre o tema e doutor em letras, assina o posfácio e escreve sobre a contextualização histórica da obra no conjunto de escritos de escravizados no Ocidente.

Filha de mãe branca e pai negro, provavelmente escravo, Firmina adquiriu, dentro das possibilidades, referências culturais e o domínio da norma culta através da família da mãe, composta de músicos e um primo estudioso. É possível que tal fato proporcionou que escrevesse músicas, sendo a primeira mulher aprovada num concurso público para o magistério em sua terra natal, o Maranhão, e também para que fundasse, mais tarde, a primeira escola mista – com alunos brancos e negros – e gratuita do estado, algo inovador naquele tempo.

Ainda que muito importante, Firmina é pouco citada e conhecida. De acordo com Duarte, no posfácio de uma edição de Úrsula de 2004, os elementos determinantes para o silenciamento foram a ausência de assinatura, a indicação de autoria feminina, a distante localização geográfica e o tratamento inovador dado ao tema da escravidão. Ao contar a história de Úrsula, protagonista branca; Túlio, escravo que se torna livre; Tancredo, que se apaixona por Úrsula; Fernando, o grande vilão; e Susana, que narra suas vivências antes de ter sido trazida como escrava, Firmina busca humanizar o negro através da valorização da memória, algo pouco comum na época. Diferente dela, “os autores defendiam a abolição por que a escravidão corrompia a família branca brasileira, como acontece em As Vítimas-Algozes (1869), de Joaquim Manuel de Macedo e A Escrava Isaura (1875), de Bernardo Guimarães”, explica Duarte.

Apesar da excelente escrita, Firmina omitiu seu nome assinando as obras como “Uma Maranhense”. No prólogo, ainda diz: “Mesquinho e humilde livro é este que vos apresento, leitor”, falando logo em seguida que o mesmo não tem valor por ser de uma mulher. Antigamente, era comum esse “recato literário”, pois a escrita não costumava ser feita por mulheres. “Evidências confirmam que escritoras do século 19 e primeiras décadas do século 20, na produção hispano-americana, apresentaram-se com uma escrita ‘menor’ como estratégia de veiculação e aceitação de suas obras”, explica Luciana Martins Diogo, mestra em Culturas e Identidades Brasileiras pela USP.

Embora existisse o “recato”, Firmina não só publicou como antecedeu diversas questões atuais. Para o professor Duarte, “a autora maranhense, pela primeira vez, constrói a crítica do patriarcado escravista do duplo ponto de vista da vítima, mulher e negra”. Para Luciana, um dos grandes legados da obra firminiana foram “seus questionamentos em relação ao lugar e ao papel da mulher na sociedade”, algo que se percebe, por exemplo, quando a protagonista diz: “Nunca pude dedicar a meu pai amor filial que rivalizasse com aquele que sentia por minha mãe, e sabeis por quê? É que entre ele e sua esposa estava colocado o mais despótico poder: meu pai era o tirano de sua mulher, e ela, triste vítima, chorava em silêncio.”

Em questão histórica, Firmina, no entanto, não foi quem inaugurou a literatura afro-brasileira. Segundo Luciana, essa literatura pode ser entendida como uma interação dinâmica de cinco componentes: temática, autoria, ponto de vista, linguagem e público. Já para Oswaldo de Camargo, jornalista, estudioso da literatura negra e autor dos livros O Negro Escrito, A Descoberta do Frio (ficção) e Carro do Êxito (contos), é fundamental que “o escritor negro se veja como negro, tire as consequências e escreva seu texto. Por isso que um branco não pode fazer literatura negra.” Maria Nilda de Carvalho Mota, a Dinha, poeta e doutoranda de estudos comparados nas letras, que atua nos campos de literatura afro-brasileira e africana, no entanto, acha que é possível, teoricamente, escrever da perspectiva de um negro, mas diz que não tem encontrado. “Noto que as pessoas que não vivem na pele tendem a ser sensacionalistas porque passou pelo estômago, que é a indignação, mas tem que passar pelo coração e pela cabeça.”

Assim, para entender como a história da literatura negra se desenvolveu, é preciso voltar antes mesmo de Firmina. O negro apareceu primeiramente nos poemas (que antecedem os romances na maior parte das literaturas). Oswaldo explica que o primeiro escritor mulato que vai dar “relances de uma literatura voltada para a questão racial” é Domingos Caldas Barbosa, com o livro Viola de Lereno. Oswaldo cita o verso em que se lê: “Ai Céu! / Ela é minha iaiá / O seu moleque sou eu.”

Maria Firmina dos Reis (6)

“Manuel Bandeira fala que nossa poesia vai começar com Domingos Barbosa, porque sua linguagem usa pela primeira vez palavras brasileiras. Quando ele fala moleque, isso tem uma conotação, porque moleque era sempre preto. Muito tenuamente, está insinuando também uma condição racial.” Mas, segundo Oswaldo, o primeiro autor que usa o eu negro para escrever foi Luiz Gama, com o livro Primeiras Trovas de Getulino, de 1859. Um dos poemas, conhecido como Bodarrada, diz: “Se negro sou, ou sou bode, / pouco importa. O que isso pode? / Bodes há de toda a casta, / pois que a espécie é muito vasta…”

Ou seja, no mesmo ano em que Gama torna-se o primeiro negro a se dizer como tal em São Paulo, Maria Firmina, anonimamente, torna-se a primeira mulher a fazer literatura negra no Maranhão. “Bode quer dizer mulato. Então é um passo grande entre Caldas Barbosa e Luiz Gama, que vai responder à sociedade da Pauliceia mostrando que nossa sociedade está cheia de bodes, mas todos tentando esconder a sua parte negra. Alguns conseguiram”, explica Oswaldo.

Para o escritor e estudioso, não é à toa que o negro não costumava ser visto ou citado sequer pelos mulatos. “A primeira coisa que um pardo ou mulato fazia era passar a linha de cor porque ser negro era sinônimo de escravo. A partir daí há um embranquecimento social muito sério. Então, o próprio branco, quando uma pessoa escura ascendia, queria tirá-lo do rol de pessoas negras.” Não é à toa que até hoje o rosto verdadeiro de Maria Firmina é desconhecido. O branqueamento da imagem foi sendo construído ao longo desses anos com base em um equívoco. Um retrato existente na Câmara dos Vereadores de Guimarães foi inspirado na imagem de uma escritora branca gaúcha, que acreditava-se ser Firmina. O busto que está no Museu Histórico do Maranhão também reproduz a imagem de uma branca.

Apesar das tentativas de se ocultar o negro da história, muitos outros nomes surgiram, como o mulato Francisco de Paula Brito, o primeiro editor do Brasil. Considerado um dos precursores do conto, além disso, editou O Filho do Pescador (1843), primeiro romance do País, escrito pelo mulato Antônio Gonçalves Teixeira e Souza. Outros nomes são Cruz e Souza, filho de ex-escravos e que fez literatura negra; Lima Barreto, que se assume como mulato e é o homenageado da Flip em 2017; Lino Guedes, que é o primeiro autor negro a escrever mirando o público da mesma cor; isso sem citar Machado de Assis e Mário de Andrade. Paralelamente a eles, outros escritores surgem colocando o negro em suas obras, nem sempre de modo positivo.

Segundo estudos da pesquisadora Maria Nazareth Soares Fonseca (2011), os negros na literatura, quando vistos como objeto, podem ser agrupados do seguinte modo: escravos e ex-escravos, como em Gregório de Matos (século 17); branqueamento, como em O Mulato (1881), de Aluísio de Azevedo; vítima, como em O Navio Negreiro (1869), de Castro Alves; negro ruim, como em Bom-Crioulo (1895), de Adolfo Caminha; negro como depravado, em A Carne (1888), de Júlio Ribeiro; negro como inferioridade, como em O Demônio Familiar (1857), de José de Alencar.

A partir de 1870, o negro é tema constante na pena de quase todos os poetas do Brasil e, desde o início da década de 1980, há um aumento da produção de escritores que “vinculam a noção de sujeito à de etnia afrodescendente”, como explica Duarte. Com a primeira edição de Cadernos Negros, em 25 de novembro de 1978, pelo grupo Quilombhoje, que proporcionou a autores negros a possibilidade de terem textos publicados, de preferência com a temática negra, as mulheres finalmente voltam a aparecer. “Os escritores e escritoras negras existiam, mas não tinham meios de publicar”, informa Maria Nilda. A iniciativa ainda existe e já revelou diversos autores e autoras consagradas, como Conceição Evaristo, que publicou seu primeiro poema em uma edição dos Cadernos e hoje é uma das principais expoentes da literatura afro-brasileira.

Outros nomes atuais ou recentes na nossa literatura são Carolina Maria de Jesus,que publicou Quarto de Despejo (1960), um diário em que registrava o dia a dia como catadora de latas na favela do Canindé, em São Paulo; Joel Rufino dos Santos, vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura; Ana Maria Gonçalves, com Um Defeito de Cor, Prêmio Casa de las Américas de 2007; e Cuti (Luiz Silva), com mais de 20 títulos publicados abrangendo poesia, contos, dramaturgia e crítica. Para Maria Nilda, que também escreve “a gente é mais comercializável do que no passado. Mas ainda falta muito, né?”

Para termos uma dimensão melhor dos tempos atuais, há a pesquisa de Regina Dalcastagnè, presente no livro Literatura Brasileira Contemporânea: Um Território Contestado (2012), que analisou 258 romances publicados no período de 1990 a 2004 pelas editoras Companhia das Letras, Record e Rocco. De acordo com os dados, no romance brasileiro atual, apenas 7,9% das personagens são negras. Desse pequeno universo, 20,4% são bandidos, 12,2% empregados e 9,2% são escravos. Entre as causas de morte, 61,1% das personagens negras são assassinadas pelos escritores em seus romances, enquanto apenas 28,1% das personagens brancas são vítimas de assassinatos.

Para Oswaldo, a dificuldade do autor negro hoje em dia é apostar em uma temática que não é conhecida. “O importante não é, de fato, ser lembrado como um grande autor. Não são citados tanto agora? Não importa. O benefício que estão fazendo com seus textos, não dá para mensurar. A literatura não é feita só com grandes autores, é feita com arroz e feijão também.” Já para Maria Nilda, a literatura atual vive um momento “revolucionário”, que está mudando as formas, linguagens, conteúdos e sujeitos. “Escritoras novas são impulsionadas pelas mais velhas, mas a gente também as promove. É dialético esse movimento. Elas nos dão referência e a gente lhes dá sustentabilidade.”

Assim, cem anos depois da morte de Firmina, a situação mudou, mas a voz da escritora e de tantos outros que vieram depois ainda ecoa em um país que pouco conhece a história e a cor de seus escritores e escritoras do passado e presente. Como diria Firmina em seu livro: “Quando calará no peito do homem a tua sublime máxima – ama a teu próximo como a ti mesmo – e deixará de oprimir com tão repreensível injustiça ao seu semelhante!… Aquele que também era livre no seu país… Aquele que é seu irmão?”

Fonte: Estadão

photo

[SL] Rapha Pinheiro: Visitando Angoulême | Vivendo na França

VIVENDO NA FRANÇA

Último vídeo do quadro Vivendo na França. Não podia deixar de fazer um vídeo sobre a cidade onde aprendi tanto. Foi um prazer inenarrável e até a próxima!

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

Meu Site: https://www.raphapinheiro.com/
Facebook: https://www.facebook.com/raphacpinhei
Instagram: @RaphaCPinheiro
Twitter: @RaphaCPinheiro

Aquele abraço!

 

 

Chacrinha_1

[SC] Globo e Canal Viva fazem homenagem ao centenário de Chacrinha

Em homenagem ao centenário de Chacrinha (1917-1988), a Globo e o Viva preparam o inédito Chacrinha, o Eterno Guerreiro.  Assim como no teatro, Stepan Nercessian se encarregará de interpretar Abelardo Barbosa.

Com direção artística de Rafael Dragaud e direção-geral de Daniela Gleiser, o programa fará uma reverência ao ‘Velho Guerreiro’ e vai celebrar a atmosfera do inesquecível Cassino do Chacrinha, misturando elementos da época com a tecnologia atual.

Stepan-Nercessian

O cenógrafo Mario Monteiro modernizou o palco, mantendo os tubos que imitam metal, mas acrescentando 7 telões de LED e videografismos, que vão alternar diversas imagens.

Chacretes, plateia com caravanas e jurados também estarão presentes. Dani Calabresa e Marcelo Adnet estarão no elenco.

Passam pelo palco cantores que conheceram o apresentador e também quem sempre sonhou em estar ao lado de Chacrinha, como Roberto Carlos, Sidney Magal, Fábio Júnior, Ney Matogrosso, Alcione, Ivete Sangalo, Anitta e Marília Mendonça.

Vai ao ar em agosto no Viva, e em setembro na Globo.

José Abelardo Barbosa de Medeiros, mais conhecido como Chacrinha (Surubim, 30 de setembro de 1917 — Rio de Janeiro, 30 de junho de 1988), foi um comunicador de rádio e televisão do Brasil, apresentador de programas de auditório de grande sucesso das década de 1950 a 1980. Foi o autor da célebre frase: “Na televisão, nada se cria, tudo se copia”. Em seus programas de televisão, foram revelados para o país inteiro nomes como Roberto Carlos, Perla, Paulo Sérgio e Raul Seixas, e muitos outros.

Desde a década de 1970 era chamado de Velho Guerreiro, conforme homenagem feita a ele por Gilberto Gil que assim se referiu a Chacrinha numa conhecida letra de canção que compôs chamada “Aquele Abraço”.

Chamada do Programa no canal Viva

Sandra de Sá no programa

 

Fonte: Jornal Estadão

k-de-bernardo-kucinski

[SL] K. Relato de uma busca | B. Kucinski

Um retrato da ditadura
Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu

“Pedaço de mim” – Chico Buarque

K. – Relato de uma busca, foi escrito por Bernardo Kucinski e trata-se de uma história que ao mesmo tempo em que é verídica também é uma ficção. O livro retrata a busca incansável de um homem pela sua filha que simplesmente desapareceu da faculdade onde lecionava. A filha era professora de Química e desapareceu durante a Ditadura Militar. O livro é real e também ficcional. Digo isso pela história da irmã do autor que também desapareceu durante a Ditadura Militar.

Esta história se assemelha à de Zuzu Angel, e mostra uma perversidade única na realidade dos “desaparecimentos”. O livro, verdadeiramente, te faz pensar em muitas coisas. Ele é a prova viva de tudo que a gente ouve na escola, de tudo que a gente lê, de tudo que a gente estuda.

K. mostra que, de fato, tudo aquilo foi real. A Ditadura aconteceu, as pessoas morreram, as pessoas desapareceram e, muitas delas, até hoje não se sabe o que aconteceu ao certo.
Por outro lado, esta é também uma história do sofrimento judeu, e tudo o que acontece não passa de uma repetição de outros tantos massacres históricos.

Uma marca boa do estilo de Kucinski é a alta variabilidade de gêneros no livro: há cartas, depoimentos… relatórios de informantes. Acho que isso, somado ao fato de que os capítulos são curtos e a história, boa, colabora para o fato de que a leitura flui rápida.

bernardo-kucinski-foto-de-carolina-ribeiro.jpgBernardo Kucinski: (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras.

 

5

Momento Cuca Fresca: Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Para o momento cuca fresca de hoje, trago um artigo muito legal que encontrei na super interessante. Também deixo uma lista de filmes que causaram muito medo nos espectadores de cinema

Filmes que deram mais medo no público em geral:

10) Atividade Paranormal (2007)

Os segredo dos sustos de Atividade Paranormal está no fato de que o filme é gravado como se fosse amador, mesmo que tudo seja encenado. Lançado originalmente em 2007, o filme já está na sua quarta continuação. O roteiro, instigante e assustador, aposta no sobrenatural para assustar os espectadores.

9) Poltergeist (1982)

O clássico do terror dos anos 1980 continua assustando através de gerações. É a história de uma família aterrorizada por fantasma, que tem o seu auge quando a filha caçula é sequestrada através do televisor. Misturando elementos da ficção científica, o filme consagrou-se como um dos mais assustadores de todos os tempos.

8) O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Baseado em uma história real, O Exorcismo de Emily Rose garante a sua tensão intercalando a história da garota com julgamento do padre acusado de matá-la (já que Rose morrera durante o exorcismo). Com direito a todos os elementos mais assustadores de filmes de possessões demoníacas, o longa foi responsável por noites aterrorizantes para todo mundo que o assistiu.

7) A Profecia (1976)

Outro clássico do terror, A Profecia traz o imaginário do Anticristo, reencarnado em uma criança que nada se parece com os garotos de sua idade. É que após ver seu filho morrer no parto, a personagem de Gregory Peck sequestra um bebê na maternidade sem saber a sua real identidade.

6) O Orfanato (2007)

A gente tem que admitir: os espanhóis arrasam quando o assunto é filme de terror! Apresentado pelo mestre Guillermo Del Toro, O Orfanato é uma história tão instigante, que mantêm os olhos grudados na tela do começo ao fim. Definitivamente não é para os fracos.

5) O Chamado (2002)

Mesmo que hoje em dia O Chamado tenha virada chavão, é inegável que o filme nos assustou (e muito) quando foi lançado – lá no começo dos anos 2000. É que o filme é baseado em um longa japonês, outros mestres no quesito terror. Se o seu telefone tocou enquanto você estava assistindo, meu caro, você conheceu o que é passar medo de verdade!

4) Horror em Amityville (2005)

Outro filme baseado em fatos reais (isso aumenta a tensão, não é mesmo?), Horror em Amityville deixou todo mundo eletrizado e isso ninguém pode negar. É que a fórmula casa mal-assombrada, por mais clichê que seja, sempre acaba assustando. O filme de 2005 é um remake do clássico de 1979, tão assustador quanto.

3) A Casa (2010)

Completamente independente, este filme uruguaio foi a grande surpresa do Festival de Cannes em 2010. Com um orçamento de apenas $ 6 mil, o longa foi gravado em apenas 4 dias. A Casa foi baseada em um misterioso crime do país e, acreditem, dá muito, muito medo!

2) Invocação do Mal (2013)

Invocação do Mal estreou em 2013 mostrando que Hollywood ainda sabe fazer bons filmes de terror. Invocando todos os elementos clássicos do gênero, o longa não cai em clichês e prende a atenção do começo ao fim. Não precisa nem falar que, também, foi baseado em casos reais.

1) O Iluminado (1980)

No topo da nossa lista não poderia deixar de estar O Iluminado. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa, baseado no livro de Stephen King, mistura elementos do sobrenatural, da loucura e dos filmes de assassinato. Eu que não queria estar naquele hotel sendo perseguido pelo louco do Jack Torrance!

 

Gosto tanto de ter medo? O que nos leva a querer senti-lo?

Diversos fatores neuropsicológicos e culturais (mais presentes em certas pessoas do que noutras) levam-nos a procurarmos o que provoca medo, um impulso que alimenta a indústria do ócio.

O pintor belga René Magritte (1898–1967) afirmou um dia: “A pessoa não pode falar acerca do mistério, ela deve ser cativada por ele.” Ao longo da história da humanidade, milhões de pessoas sucumbiram a um prazer paradoxal: aproximar-se do desconhecido e apreciar o temor que lhes produz. Embora o derradeiro objetivo da sensação de pânico seja o desassossego, muitas pessoas conseguem deleitar-se com o medo desde que o experimentem numa situação controlada.

No século VIII a.C., encontramos um exemplo precoce do gosto pelo sinistro. Homero relata na Odisseia: “Andavam em grupos por aqui e por acolá, de um e do outro lado do fosso, com um clamor sobrenatural, e a mim afligiu-me o pálido terror.” Depois, surgem os seguintes ingredientes: cabeças que falam quando se aproximam de sangue, mortos-vivos que querem acabar com o seu tormento, o espanto diante da Górgona… A narrativa das andanças de Ulisses foi transmitida por tradição oral: se o texto não foi esquecido, é porque muitos encontraram prazer em recitá-lo.

Desde então, milhares de obras literárias, pictóricas e, nos tempos modernos, cinematográficas exploraram esse prazer paradoxal. A partir do apogeu da literatura gótica, em finais do século XVIII, o terror transformou-se em gênero. Um fato demonstra a sua importância: em todas as épocas posteriores, podemos encontrar alguma narrativa apavorante, transformada em fenômeno de massas. Desde os clássicos Drácula e Frankenstein, há um contínuo que culmina, hoje, no êxito das atuais séries de terror (The Walking Dead, American Horror Story, Penny Dreadful…), e em êxitos de bilheteira como Paranormal altActivity 4, que arrecadou mais de cem milhões de dólares na estreia, apesar de se ter considerado que era uma fórmula esgotada.

Hiperativação física

A pintura, os parques de diversões, a música e a banda desenhada também nos convidam, nestes últimos anos, a sentir arrepios de medo, sabendo que muitos responderão ao seu apelo. Porquê? Como acontece com qualquer fenómeno psicológico de massas, há uma confluência de causas distintas.

Um dos fatores mais referidos está relacionado com a hiperativação física: muitas vezes, as pessoas que gostam destas sensações apenas experimentam uma descarga de adrenalina, e não verdadeiro medo. O nosso mecanismo cerebral de alarme situa-se, principalmente, na amígdala, um centro do sistema límbico encarregado de reagir perante as emoções.

Experiências como as desenvolvidas por Daniel Schacter, professor de psicologia na Universidade de Harvard (Estados Unidos), demonstram que os pacientes com lesões nessa área recordam a associação entre determinados acontecimentos e um estímulo negativo, mas não se produz qualquer efeito emocional. Quando é ativada, gera reações fisiológicas como a subida da pressão arterial e do metabolismo celular. Acarreta também uma libertação de catecolaminas, grupo de neurotransmissores que inclui a adrenalina e a dopamina e que é responsável pela sensação de euforia que sentimos depois de passar um mau bocado.

altNo mesmo sentido, o investigador Jeffrey Goldstein, professor de psicologia social na Universidade de Utrecht (Países Baixos), defende que o gênero de terror proporcionaria uma diversão violenta socialmente aceite. Trata-se, em definitivo, de ativar as hormonas extremas (testosterona, adrenalina, cortisol…), e uma forma de consegui-lo é sentir calafrios e angústia numa situação controlada.

Libertar maus sentimentos

Os partidários desta teoria recordam que as histórias de meter medo permitiram, desde tempos remotos, libertar sentimentos politicamente incorretos incrustados no nosso hardware biológico. Um exemplo é a vingança: a história da vítima que regressa do mundo dos mortos para ajustar contas transformou-se num tópico. Gostamos de sentir a adrenalina de acompanhar o fantasma justiceiro, num campo em que essas paixões negativas são permitidas.

A verdade é que sempre houve diversões arrepiantes para elites cultas. Nos anos 20, havia um lugar na moda em Paris, o teatro Grand Guignol, onde se encenavam pequenas histórias com marionetas que sangravam ou perdiam membros de forma convincente. Os seus mórbidos sofrimentos eram escritos por conhecidos intelectuais da época. O psicólogo Alfred Binet (1857–1911), um dos pais do teste de inteligência, engendrou o seguinte argumento: prestes a abandonar uma instituição de saúde mental, uma jovem é atacada por outras três doentes que acreditam que há um pássaro escondido por detrás dos seus olhos. Para libertá-lo, utilizam uma agulha de tricot

O mais interessante é que esse tipo de atrocidades atraiu líderes nazis, chefes da Resistência francesa e generais das forças aliadas, como George Patton.

Fonte: Super Interessante / site Oba oba

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 18/05/2017

Filmes de ótima qualidade para esta semana! Aproveitem.

Rei Arthur – A Lenda da Espada (King Arthur, Guy Ritchie, Estados Unidos)

Collide (Eran Creevy, Reino Unido, Alemanha)

O Rastro (J.C. Feyer, Brasil)

A Vida Após a Vida (Zhang Hanyi, China)

Um Casamento (Mônica Simões, Brasil)

Más Notícias Para O Sr. Mars (Des Nouvelles De La Planète Mars, Dominik Moll, França, Bélgica)

Um homem de família (The Headhunter’s Calling, Mark Williams, EUA)

Real – o plano por trás da história (Rodrigo Bittencourt, Brasil)

Corra! (Get Out, Jordan Peele, EUA)

 

turismo

[SC] Questão de opinião: Microfranquia de turismo é opção para investir gastando menos?

A microfranquia, que tem limite de investimento inicial de R$ 85 mil”, explica José Rubens Rodrigues, diretor de microfranquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF). No caso da franquia da Patrícia de Paula, a Clube Turismo, o investimento para abrir seu escritório em casa não chega a R$ 4 mil, mas é possível encontrar no site da ABF franquias com investimento de até R$ 10 mil nas áreas de estética e informática. “Mas o franqueado precisa fazer a sua parte, pois nem as franquias estão livres de riscos”, alerta José.

Cuidados ao investir no setor de turismo

 aeroporto-de-dourados-ms2Com o aumento do dólar e a incerteza na política do país, a tendência é que os gastos com viagens diminuam neste ano. Mas, se você pretende abrir uma franquia nesse ramo, existem maneiras de contornar esse quadro. “Antes de fazer o investimento, procure ter dinheiro para o capital de giro, que são os gastos necessários para manter o negócio rodando mesmo se você não fizer nenhuma venda. Essa quantia deve ser suficiente para bancar os custos de, no mínimo, três meses”, explica Marcelo Sinelli, consultor do Sebrae-SP. Isso significa que, na hora de comprar a franquia, é preciso levar em conta o investimento inicial e o dinheiro que você deverá usar para bancar os custos mesmo sem faturamento nenhum.

Quem vai trabalhar em casa deve considerar as contas que precisam ser pagas no final do mês, como o aumento do uso de telefone e internet, e a comissão cobrada mensalmente pela franqueadora. Além disso, prepare-se para ter um retorno do investimento em um prazo maior do que o prometido pela franqueadora, “pois o lucro deverá diminuir por conta do cenário financeiro atual”, alerta Marcelo.

Você tem perfil pra ser um franqueado?

O que devo me perguntar?

Quanto tempo posso dedicar ao negócio?
“Os primeiros dois ou três anos exigem muita dedicação do dono para que a franquia dê resultado. É preciso estar presente o tempo todo”, explica Marcelo Sinelli, do Sebrae-SP

Quanto dinheiro vou investir?
Não leve em conta somente o valor inicial. Coloque no papel outros custos, como as contas a ser pagas e as comissões cobradas pela franqueadora.

Eu tenho postura de empreendedor?
Isso significa ter autoconfiança, persistência e organização, além de flexibilidade para aceitar as regras impostas pela franqueadora. “Você não pode mudar o que quiser. Existe um padrão que todo franqueado deve seguir, concordando com ele ou não”, lembra Marcelo.

Fonte: Revista Sou mais eu

 

filme-it-a-coisa-2017-de-andres-muschietti-1484075577046_v2_1920x1080

[SC] Confira os trailers que mais estão bombando por aí

Olá amigos do sphera, eu sou o Sr. Cuca Fresca e hoje trouxe alguns trailers de futuros lançamentos  que estão bombando por aí. Estou ansioso para conferir especialmente a Torre Negra e os Defensores. Não podemos esquecer também das séries temáticas como House of Cards. Confere aí e deixe nos comentários sua sugestão ok?

A Torre Negra

Sinopse: Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Título original: The Dark Tower
Elenco: Idris Elba, Matthew McConaughey, Tom Taylor (IV)
Lançamento previsto: 27 de julho

Os Defensores – Marvel

Sinopse: A série Marvel – Os Defensores reúne Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones). Quatro heróis extraordinários com um objetivo comum – salvar Nova York. A saga de personagens solitários atormentados por angústias particulares, mas que percebem como podem ser mais poderosos quando lutam juntos. A série original da Netflix tem estreia mundial em 18 de agosto.

Título original: The Defenders
Elenco: Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter
Lançamento previsto: 2017

It a Coisa

Sinopse: Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do “Losers Club” acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

Elenco: Bill Skarsgård, Jaeden Lieberher, Finn Wolfhard
Lançamento: 2017

 

House of Cards | 5 Temporada

O vídeo apresenta uma série de cenas de impacto, revelando a maneira como Frank Underwood (Kevin Spacey) e Claire Underwood (Robin Wright) mostram-se unidos publicamente, apesar de o casal enfrentar uma crise nos bastidores. A intenção é se manter no poder, o máximo possível.

 

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 04/05/2017

Olá Geeks! Vamos renovar os ares desta semana com as estreias de cinema ?

 

Ninguém entra ninguém sai (Hsu Chien, Brasil)

Melhores Amigos (Little Men, Ira Sachs, EUA)

Rock Dog – No faro do sucesso (Rock dog, Ash Brannon, China, EUA)

Mimosas (Oliver Laxe, França, Marrocos, Espanha)

Norman – Confie em Mim (Norman: The Moderate Rise and Tragic Fall of a New York Fixer, Joseph Cedar, EUA)

A Autópsia (The autopsy of Jane Doe, André Øvredal, Reino Unido, EUA)

Sobre Viagens e Amores (L’estate Adosso, Gabriele Muccino, EUA, Itália)

A Filha (The Daughter, Simon Stone, Austrália)

Clash (Eshtebak, Mohamed Diab, Egito, França)

images

[SG] SpheraBoards – Jogos Cooperativos

 

Fala pessoas, Laíse do Boards e books (B&B) de volta pra falar mais sobre Jogos de Tabuleiro, e hoje é dia de TOP 5! Muitos conhecem os clássicos jogos de guerra, ou até mesmo os jogos 1X1 como o xadrez e os investigativos detetive e Scotland Yard, todos eles competitivos. Mas claro Laíse, jogos não são feitos para serem competitivos…? Não necessariamente!

Nesse TOP 5 mostrarei para vocês meus boards cooperativos favoritos. Mas antes, vamos a uma resumida explicação do que são os Jogos de Tabuleiro cooperativos. Nestes os jogadores trabalham juntos para atingirem um objetivo em comum, a cooperação toma o lugar da competição e tipicamente os participantes jogam contra o jogo em si ao invés de uns contra os outros…Então, vamos ao Ranking?!!

 

Lugar – Elder Sign

Elder Sing Um jogo da linha especial para os fãs de Lovecraft! É um jogo de dados sobre intrigas sobrenaturais, criado por Richard Launius e Kenvin Wilson, para 1 a 8 jogadores. Os Jogadores assumem o papel de investigadores correndo contra o tempo para evitar o eminente retorno de O Antigo. Os investigadores devem colocar em teste sua sanidade e energia enquanto se aventuram para encontrar os Sinais Antigos (Elder Signs), os símbolos místicos usados para selar O Antigo e ganhar o jogo.

Para localizar os Elder Signs, investigadores devem suportar as aventuras no museu e seus arredores. Uma mecânica de contagem regressiva faz com que O Antigo apareça caso os investigadores não sejam rápidos o suficiente. Se isso acontecer, os investigadores deverão lutar contra O Antigo e não será uma batalha fácil.

O jogo dura de 60 a 120 minutos e é de fácil assimilição, contando com a clássica mecênica geralmente presente nos cooperativos: personagens com habilidades individuais. Não subiu muito no ranking, pois o fator sorte presente na rolagem de dados pode ser um fator determinante para a frustração de alguns jogadores.

 

Lugar Zombicide: Black Plague

 Zombicide Black Plague

Lançado aqui no Brasil em 2016 pela Galápagos Jogos, Zombicide: Black Plague leva o apocalipse zumbi para um cenário medieval! Os poderes arcanos dos Necromantes desencadearam uma invasão de zumbis na idade das espadas e feitiçaria, e cabe ao grupo de sobreviventes ficarem vivos, ter de volta o reino e punir os responsáveis pelo Apocalipse!

Os jogadores podem assumir o controle de paladinos, anões, cavaleiros e magos, empunhando espadas poderosas, bestas e, até mesmo, magias para derrotar as hordas de zumbis e seus senhores Necromantes. Black Plague é uma adaptação do já conhecido Zombicide, porém suas regras clássicas foram renovadas, mantendo a ação ininterrupta, clima tenso e fácil aprendizado.

 

Lugar – Eldritch Horror

Eldrith Horror

Pode parecer redundante, mas sim, sou fã de Lovecraft, e lógico, dos jogos que trazem seus mitos. A linha de jogos inspirados nos mitos de Lovecraft é vasta e nos trazem suas histórias com todo o clima sombrio e estranho, característico do escritor. Eldritch Horror é um irmão moderado do Elder Sing, já mencionado anteriormente, e possui total imersão nos escritos de Lovecraft, as cartas que compõem o jogo contém, muitas vezes, trechos dos próprios contos e mitos. Um universo inspirador que promete muitas horas de diversão. Muito mais desafiador  que o Elder Sing, mas talvez não tão rápido, e não tem a sorte como fator tão determinante.

Lugar – Robinson Crusoé: Adventure on the Cursed Island

Robinson Crusoe

Já mencionei ele em um dos TOP 5 aqui do Sphera, mas preciso falar de novo. Robinson Crusoé: Adventure on the Cursed Island, criado por Ignacy Trzewiczek, transporta os jogadores para uma ilha deserta, onde eles serão os sobreviventes de um naufrágio confrontados por uma aventura extraordinária. Os jogadores serão confrontados com os desafios da construção de um abrigo, encontrar comida, lutar contra animais selvagens, e se proteger das mudanças climáticas. Construção de muros em torno de suas casas, a domesticação de animais, a construção de armas e ferramentas e muito mais esperam por eles na ilha. Os jogadores decidem em qual direção o jogo vai se desenrolar e – depois de várias semanas de muito trabalho no jogo – como será sua adaptação na ilha. Este é um jogo cooperativo de 1 à 4 jogadores. O mais interessante, é que no modo solo o jogador pode controlar o cachorro e o Sexta-Feira, personagens icônicos do livro!

 

Lugar – Pandemic

Pandemic

Lógico, não posso deixar de falar do meu xodó, e colocá-lo em primeiríssimo lugar!!! Em Pandemic, várias doenças virulentas eclodiram simultaneamente em todo o mundo! Os jogadores combatem a doença, assumindo o papel de especialistas cuja missão é tratar os focos enquanto pesquisam a cura para cada uma das quatro pragas.

O tabuleiro do jogo mostra vários grandes centros populacionais na Terra. Em cada turno, um jogador pode utilizar até quatro ações para viajar entre cidades, tratar populações infectadas, descobrir uma cura, ou construir uma estação de pesquisa. Tomando um papel único dentro da equipe, os jogadores devem planejar a sua estratégia para combinar suas forças de especialistas, a fim de curar as doenças. Se uma ou mais doenças se espalha além da recuperação ou se decorrido muito tempo, todos os jogadores perdem. Se curarem as quatro doenças, todos eles ganham! Nunca pensei que um jogo sobre medicina e ciência seria tão divertido, mas não canso de jogar o Pademic…É sempre uma experiência diferente!

 

Esse foi nosso terceiro TOP 5! Quem quiser mais, diz ai o que deseja ver por aqui! E não esquece de me acompanhar nas redes sociais, tamo junto!! E vamo que vamo!!

 

Laíse Lima – Boards e books

Acompanhe pelas redes sociais:
Fanpage Boards e books – boardsebooks
Oficinas Lúdicas – oficinasludicas
Twitter: @lailima19
Instagram: @lailima19
Ludopedia: lailima19
Snapshat: lailima19
Skoob: http://www.skoob.com.br/usuario/1236487

Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 20/04/2017

Olá Geeks! Eis os lançamentos da 7º arte para esta semana.

 

Gostosas, lindas e sexies (Ernani Nunes, Brasil)

Paixão Obsessiva (Unforgettable, Denise Di Novi, EUA)

Vida (Life, Daniel Espinosa, EUA)

Paterson (Jim Jarmusch, EUA)

O Sonho de Greta (Girl Asleep, Rosemary Myers, Austrália)

Joaquim (Marcelo Gomes, Brasil, Portugal)

O Profeta das Águas (Leopoldo Nunes, Brasil)

Sem título

[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #03 – A Sinopse | Escrevendo Quadrinhos

Olá amigos e amigas do Spherageek, com muita alegria que neste mês de Abril trago às 4º feiras  uma série de vídeos do nosso grande amigo e excelente quadrinista Rapha Pinheiro. Já tivemos um encontro com ele no youtube onde abordamos uma série de informações sobre o tema e seus trabalhos.

Hoje na série  “Fazendo Quadrinhos em 7 Passos” com o vídeo 03 falando sobre a Sinopse.

 

 

Quer saber mais sobre os trabalhos do Rapha? Aqui vai a lista de links úteis:

Facebook:
https://www.facebook.com/raphacpinhei…
Instagram:
https://www.instagram.com/raphacpinhe…
Twitter:
https://twitter.com/RaphaCPinheiro

Aquele abraço!