Cinema

[SC] Lançamentos de Cinema – 20/04/2017

Olá Geeks! Eis os lançamentos da 7º arte para esta semana.

 

Gostosas, lindas e sexies (Ernani Nunes, Brasil)

Paixão Obsessiva (Unforgettable, Denise Di Novi, EUA)

Vida (Life, Daniel Espinosa, EUA)

Paterson (Jim Jarmusch, EUA)

O Sonho de Greta (Girl Asleep, Rosemary Myers, Austrália)

Joaquim (Marcelo Gomes, Brasil, Portugal)

O Profeta das Águas (Leopoldo Nunes, Brasil)

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[SL] Video Resenha -Dobradinha Literária: Os Pequenos Homens Livres – Terry Prachett

– O segredo não é sonhar – sussurrou. – O segredo é acordar. Acordar é mais difícil. Eu acordei e sou real. Eu sei de onde venho e para onde vou. Você não pode mais me enganar. Nem me tocar. Nem tocar qualquer coisa que seja minha.

Tudo é narrado em terceira pessoa e como disse aqui recheada de frases inteligentes, metáforas e analogias reflexivas encaixadas nas entrelinhas (algo bem peculiar a escrita do autor). Terry Pratchett deixa referências mais satirizadas de outros escritores famosos e suas obras de destaque nesta coleção Discworld, nunca esquecendo de mandar seu recado para a nossa sociedade em geral.   A apresentação deste novo mundo é muito bem elaborada! Não deixe de acompanhar esta história.

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#EuNoOscar: Conheça os indicados para melhor Filme

1.   Imagem

Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

2.   Imagem

Interior do Texas, Estados Unidos. Toby (Chris Pine) e Tanner (Ben Foster) são irmãos que, pressionados pela proximidade da hipoteca da fazenda da família, resolvem assaltar bancos para obter a quantia necessária ao pagamento. Com um detalhe: eles apenas roubam agências do próprio banco que está cobrando a hipoteca. Só que, no caminho, eles precisam lidar com um delegado veterano (Jeff Bridges), que está prestes a se aposentar.

3.   Imagem

1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

4.   Imagem

Baseado na aclamada e premiada peça teatral homônima. Um homem (Denzel Washington) que sonhava em se tornar um grande jogador de beisebol durante sua infância, acaba frustrado na vida como um catador de lixo.

 

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Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

 

6.    Imagem

Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfretou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

 

7.   Imagem

Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss (Abdrew Garfield) se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. O que faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso.

8.   Imagem

Lee Chandler (Casey Affleck) é forçado a retornar para sua cidade natal com o objetivo de tomar conta de seu sobrinho adolescente após o pai (Kyle Chandler) do rapaz, seu irmão, falecer precocemente. Este retorno ficará ainda mais complicado quando Lee precisar enfrentar as razões que o fizeram ir embora e deixar sua família para trás, anos antes.

Fonte: Adoro Cinema

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#EuNoOscar: Confira os indicados a melhor diretor no Oscar 2017

Olá meus amigos, não deixem de acompanhar este termômetro do Oscar 2017 aqui no Sphera. Já lançamos artigos sobre melhor atriz, ator e agora melhor diretor. Amanhã teremos a lista dos indicados de melhor filme.

Fiquem atentos e não deixem de usar a nossa #EuNoOscar para acompanharmos os palpites de vocês em suas postagens nas redes sociais.

 

Imagem    Barry Jenkins  – “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

É um cineasta norte-americano formado em Cinema e Artes Visuais pela Universidade do Estado da Flórida, em Tallahassee, e iniciou sua carreira com Medicine for Melancholy (2008), trabalho que lhe rendeu indicações para grandes premiações do mundo do cinema, como o Gotham Awards, em 2008, e o Independent Spirit Awards, em 2009.

Oito anos depois, Barry retorna às telonas com o longa-metragem Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016). O filme, que é uma adaptação do livro de Tarell Alvin McCraney, foi elogiado pela crítica especializada e indicado a oito categorias do Oscar 2017, inclusive de melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro adaptado. O segundo filme assinado pelo diretor também rendeu dezenas de nomeações e já carrega um Globo de Ouro.

Imagem    Damien Chazelle – “La La Land: Cantando Estações”

É um cineasta norte-americano que aos 32 anos de idade já foi considerado um prodígio de Hollywood pelos filmes Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) e La La Land – Cantando Estações (2016).
A carreira de Chazelle deu o primeiro passo no mundo da sétima arte com o musical Guy and Madeline on a Park Bench (2009), mas foi com Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) que a carreira do diretor tomou um novo rumo. Apesar de o roteiro do longa só ter ganhado maior visibilidade após sair na Black List 2012, o filme não demorou a ser aclamado pela crítica especializada e ganhou diversos prêmios.
Em 2016, o musical La La Land – Cantando Estações (2016) consolidou a posição de Damien Chazelle como um diretor renomado. Somente no Globo de Ouro, o longa bateu o recorde de filme que mais venceu prêmios na cerimônia, levando sete estatuetas.

 

Imagem    Kenneth Lonergan – “Manchester à Beira Mar”

Nascido em Nova York em 1962, o roteirista e diretor Kenneth Lonergan tem poucas produções em seu currículo, mas já coleciona boas avaliações da crítica e público por algumas produções, como é o caso de Manchester à Beira-Mar (2016), que dirigiu e roteirizou, e recebeu seis indicações no Oscar 2017.

Seu primeiro trabalho com relevância como roteirista foi na comédia Máfia no Divã (1999), estrelada por Robert De Niro e Billy Crystal. Um ano depois, em 2000, foi a vez de Lonergan colocar a mão na massa e dirigir seu primeiro filme, o drama Conte Comigo, protagonizado por Laura Linney e Mark Ruffalo (com quem repetiu a parceria anos depois, em Margaret, de 2011). Nas duas produções, curiosamente, o diretor também atua, fazendo pequenas aparições.
Foi roteirista de mais algumas produções em seguida, como da animação As Aventuras de Alceu e Dentinho (2000), no drama histórico de Martin Scorsese Gangues de Nova York (2002), além de Wild Oats (2016), comédia com Shirley MacLaine e Jessica Lange.  Entre as categorias em que Manchester à Beira-mar foi indicado no Oscar, estão: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (por Casey Affleck), Melhor Ator e Atriz Coadjuvante (por Lucas Hedges e Michelle Williams), e Melhor Roteiro Original.

Imagem  Mel Gibson – “Até o Último Homem”

Nascido em Peekskill, Nova York, em 1956, o ator, produtor e diretor de cinema norte-americano é o 6º filho de um total de 11 do casal Hutton Gibson e Anne Patricia. Considerado uma dos principais rostos dos grandes filmes de ação produzidos nos anos 1980 e 1990, Gibson teve seu primeiro papel de destaque na famosa franquia Mad Max (1979). No mesmo ano, também fez uma aparição no drama australino Tim – Anjos de Aço, dirigido por Michael Pate.    Sua aparência física, considerada uma mistura de Clark Gable e Humphrey Bogart no ínicio de sua carreira, foi responsável pela escalação do ator para franquias que se tornariam grande sucesso de público, sendo uma das maiores a série de filmes Máquina Mortífera (1987), Máquina Mortífera 2 (1989), Máquina Mortífera 3 (1992) e Máquina Mortífera 4 (1998).

Porém, antes disso, protagonizou também as sequências de Mad Max, intituladas Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981) e Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985). Em 1981, fez o papel de Frank Dunne no drama histórico Gallipoli e, no ano seguinte, foi responsável por dar vida a Guy Hamilton no longa O Ano Que Vivemos em Perigo (1982).   Em 1984, protagonizou ao lado de Anthony Hopkins a aventura Rebelião em Alto-Mar e fez par com Diane Keaton em Mrs. Soffel – Um Amor Proibido. Com Michelle Pfeiffer e Kurt Russel, completou o elenco do eletrizante Conspiração Tequila (1988). Entrando na década de 1990 querendo mudar seu espectro de personagens, ele expandiu e variou seu tipo de atuação na adaptação do drama shakespeariano Hamlet (1990), com Glenn Close e Alan Bates, e também nas comédias Air América – Loucos Pelo Perigo (1990) e Eternamente Jovem (1992).

Mas a verdadeira guinada em sua vida veio com a estreia na direção de filmes, o que o fez render diversas críticas positivas, não muito comuns em boa parte de seus filmes anteriores. O primeiro longa na direção foi O Homem Sem Face (1993). Foi diretor também do bem avaliado Coração Valente (1995), e de um dos filmes religiosos mais conhecidos de todos os tempos, A Paixão de Cristo (2004), já com sequência confirmada em A Paixão de Cristo 2, em produção em 2017. Também teve boa recepção do público e crítica Até o Último Homem (2016).  Como ator, também teve papéis em filmes como O Fim da Escuridão (2010), Um Novo Despertar (2011), Plano de Fuga (2012) e na terceira parte da franquia Mercenários, em Mercenários 3 (2014).
De prêmios, os mais notáveis que ganhou foram os dois Oscars por Coração Valente, nas categorias Melhor Filme e Melhor Diretor. Pelo mesmo filme, também levou um Globo de Ouro por sua direção.

Imagem  Denis Villeneuve – “A Chegada”

Nascido em 1967, em Quebec, no Canadá, o cineasta coleciona excelentes avaliações em produções que dirigiu. Em sua obra mais recente, A Chegada (2016), conseguiu oito indicações ao Oscar 2017, nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Melhor Design.  Bem antes disso, Villeneuve teve seu primeiro trabalho como diretor no curta-metragem documental Rew FFWd (1994), sobre um jovem fotógrafo em trabalho na Jamaica. Em seguida, dirigiu um dos trechos do longa Cosmos (1996), dividindo o posto com outros cinco realizadores. Mas o primeiro filme para chamar de seu foi o drama 32 de Agosto na Terra (1998).

Depois foi a vez de roteirizar e dirigir Redemoinho (2000) e, depois de um hiato de alguns anos, Polytechnique (2009), drama com Maxim Gaudette e Karine Vanasse. O reconhecimento chegou de vez em 2011, com Incêndios, indicado na categoria Melhor Filme Estrangeiro no Oscar.  A partir daí, ao iniciar os trabalhos em língua inglesa, o sucesso se instalou na carreira de Villeneuve, através da produção de grandes filmes, comofoi o caso de Os Suspeitos (2013), com Hugh Jackman, Viola Davis e Jake Gyllenhaal (com quem repetiu a parceira em O Homem Duplicado, no mesmo ano). Em 2015, porém, a recepção do suspense Sicario: Terra de Ninguém não foi tão boa quanto a dos anteriores, o que por sorte não se repetiu com bem-sucedido A Chegada (2016).

Para 2017, o diretor assumiu o comando da tão aguardada sequência de Blade Runner, intitulada Blade Runner 2049, que contará com Harrison Ford e Ryan Gosling no elenco.

 

Fonte: Adoro Cinema

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[SL] Confira a lista dos livros mais vendidos em Janeiro 2017

Alô, Alô amigos!! Vamos conferir a lista dos livros mais vendidos de Janeiro/ 2017 na Amazon Brasil?

São eles:

Ranking Geral

Lançamentos 2017

HQs e Mangás

Autores Nacionais

Editora Companhia das Letras

Editora Cosac Naify

Editora Intrínseca

Editora Harper Collins

 

 

SC Clube do Livro Especial - Dia do Podcast 2016 Q cópia

SC Clube do Livro Especial – Dia do Podcast

Feed / iTunes / Android / Download / Como Assinar um Podcast

Geeks, Podcasters e Booklovers,

Depois de sofremos com furacões, seguido de um ataque alienígenas, conseguimos enfim fazer uma homenagem para uma parcela de nossos amiguinhos que fazem parte de mundo podosférico.

Thiago Simão e Mario Márcio Felix indicam livros, jogos ou filmes para alguns podcasts ou podcasters.

Bom Cast!

 

Links

Leitor CabulosoCast Dia do Podcast

Os 12 Trabalhos do EscritorCast do Dia do Podcast

Ponto GCast do Dia do Podcast

Mundo Freak ShowCast Dia do Podcast

Mitografia – Cast Dia do Podcast

Covil de LivrosCast do Dia do Podcast

Literário Cast

Livro Cast

Luís Beber

Coluna do Mario – Canivete Suiço

 Sobre a Promoção de aniversário

 Beijos!

Galera do Rau

AntiCast

Minuto de Silêncio

Diário do Menestrel 

Mamilos

Papo de Gordo

Podcast Los Chicos

Radiofobia

Giro MB

Sexta sem Edição

Pixel Velho

PQP Cast

Coca Tech

Rede Geek

 

Sphera na Rede
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Aerosmith

[SC] Canivete Suiço: SpheraSmith

Olá Geeks dessa Spheraiada!! Nessa quinzena, aqui no Canivete Suíço, iremos falar sobre o show do Aerosmith! Sim, meus queridos geeks, sábado passado, no meu dia, dia dos professores, foi dia de Rock!

Nós no show 1

Fomos a São Paulo, especificamente ao Allianz Park, o novo estádio do Palmeiras ou Parmera ou Porco ou etc etc etc…para o que pensávamos ser o último show da carreira da banda. Sim, foi uma pegadinha do malandro… Eles acertaram com o Rock in Rio 2017 bem depois de termos comprado os ingressos, por um preço salgadinho!!!

A chegada foi bem organizada, fomos de Uber até quase a porta do estádio e entramos sem fila nem nada. Estava cheio, mas não impossível de se curtir um bom som. A banda de abertura foi a Sioux 66, banda relativamente recente no mercado do metal (2011). Eu, particularmente, fã de metal que sou, não me empolguei muito com a banda. Não foi pelo fato de eles estarem cantando metal em português, pois essa pegada é interessante, mas o fato dos graves estarem estourando nas caixas e o agudo do vocalista ter me incomodado.

O Aerosmith compareceu com uma pontualidade ímpar. O show rolou suave, bem produzido e com o repertório clássico da banda, emplacando músicas como Dream On, Pink, Crazy e Cryin’. Para quem conheceu Steven Tyler na boa forma, pode ter notado um pouquinho de fraqueza vocal. Aquele agudo não é mais como antigamente, também, o coroa está com 69 anos com um pique desgracento! Será que as drogas o conservaram tão bem assim? Acho que sim.

A volta ao Hostel foi um pouco conturbada, pela primeira vez na vida tive problemas com a Uber, pois o punhado de motoristas que pegamos em Sampa era um tanto quanto estranhos. Porém problemas maiores foram aqui na volta ao Rio. Enfim, prefiro esquecer essa volta. Mas, um agradecimento sem jabá que faço aqui, é ao São Paulo Hostel Downtown que fica no Largo do Arouche. É a segunda vez que nos hospedamos lá e não nos arrependemos.
Nós com a rede geekAntes de terminar, gostaria de deixar um abraço aos meninos da Rede Geek, que me receberam muito bem lá na Casa Geek, como sempre, e me levaram ao Juventus da Moóca! Tato Tarcan, Professor Maury, Carol Lohmann, Rafa Lohmann e Carrasco da Cavalaria Geek: Muito Obrigado! São Paulo não seria tão bom sem encontra-los. Mais abraços ao Mundo Freak e ao Ponto G, nas pessoas do Andrei Fernandes e da Ira Croft (chefa da dona Beatriz, minha noiva) que também nos encontraram para um almoço excelente no bairro da Liberdade.

Estamos próximos do Dia do Podcast. Se você chegou até aqui é porque já deve conhecer algum. Então, dando parabéns a todos nós, deixo a recomendação dos Podcasts acima, cada minuto de áudio desses programas vale a pena!

Um abraço a todos e até a próxima quinzena!

 

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[SL]: Vídeo Resenha A ilha – Aldous Huxley

Olá amigos do Sphera,

Eu sou a Lya do Canal Lia o Livro (youtube) e trago para hoje a vídeo resenha de A Ilha, do escritor Aldous Huxley.
Neste seu último romance, datado do início dos anos 60, Aldous Huxley volta a falar de uma sociedade idealizada, como fizera em ‘Admirável Mundo Novo’, escrito três décadas antes. Em vez de situar seus personagens em um futuro sombrio, dominado pelo consumo e por sofisticados mecanismos de controle social, o autor elegeu uma fictícia ilha como palco de uma civilização que persegue serenamente a felicidade. Lá a autopia da existência plena é possível, e esse é o grande tema da discussão proposta nesta obra de Huxley.

Aldous Leonard Huxley nasceu em 26 de julho de 1894, na Inglaterra. Em 1916, publica seu primeiro livro, uma coletânea de poemas. A partir de 1921, sua reputação literária se estabelece, através de Crome yellow. Em seguida, escreve Antic hay (1923), Folhas inúteis (1925) eContraponto (1928), sátiras onde analisa de modo espirituoso e implacável os dissabores do mundo moderno. No período anterior à Segunda Guerra Mundial, sua obra adquire tons mais sombrios, incluindo o célebre romance Admirável mundo novo (1932), antiutopia que descreve a desumanizada sociedade do futuro, e Sem olhos em Gaza (1936), uma novela pacifista. Em 1937, deixa a Europa e se muda para a Califórnia. Além de ensaios sobre assuntos tanto culturais quanto religiosos, em que se nota a forte influência da mística oriental, Huxley publicou O tempo deve parar (1944), O macaco e a essência (1949), A ilha (1962) e As portas da percepção (1954), onde descreve suas experiências com a mescalina. Aldous Huxley faleceu em 22 de novembro de 1963, curiosamente mesmo dia do assassinato de John Fitzgerald Kennedy.

Título: A ilha           Autor: Aldous Huxley
Editora: globo        Ano: 1980
Páginas: 404          Edição: 1

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SpheraGames [Resenha]: “Kept you waiting huh?” – Metal Gear Solid: Peace Walker.

Olá eu sou o Jack e sou viciado em games. Hoje tenho o prazer de anunciar a vocês que essa será minha primeira resenha dupla! Sim! Analisarei para vocês o jogo da saga MGS: Peace Walker e Ground Zero. Produzidos pelo mestre Hideo Kojima, distribuído pela Konami. A história de Peace Walker é de certa forma confusa, recomendo vocês lerem a analise #14 sobre o MGS 3 para melhor compreensão do enredo.

ATENÇÃO! ESSA RESENHA IRÁ CONTER ALGUNS SPOILERS DA SAGA MGS! LEIA POR SUA CONTA E RISCO!

No final de MGS 3 Snake consegue matar sua mentora e concluir sua missão, ainda resgata uma parte do Legado dos Philosofers, porém EVA conta através de uma gravação os verdadeiros motivos de The Boss fazer o que ela fez(Desertar para a URSS), que tudo isso era sua missão, morrer pelo seu país. E que ela seria lembrada pelos historiadores como uma traidora. 

Snake, agora chamado de Big Boss (seus soldados o chamam de Victory Boss pelo sua importante vitória em sua missão), se torna o vilão dos próximos jogos. Para  cumprir o que chamam de Boss Wish – o último desejo de Boss (que era um mundo vivendo em comunhão), surge o MSF (Militaries Sans Frontier ou Militares sem fronteiras, sim é uma referência aos médicos sem fronteiras). Estes militares que não servem ao país ou ideologia alguma, levam suas forças onde são necessários. Este grupo não é nada mais que um grupo enorme de mercenários.

Isso tudo é antes do jogo começar. O jogo começa com Vic Boss e seu companheiro Kazuhira “Kaz” Miller (que ficará com ele até o final do jogo e dos jogos procedentes) se encontram em uma espécie de bar quando aparecem dois personagens que são essenciais no enredo. Um KGB que você a principio conhece apenas como “Professor” e uma menina da Costa Rica que se chama Paz. Eles querem contratar o serviço do MSF por uma suspeita de conter armamento Nuclear em uma região da Costa Rica ou Nicaragua.  Kaz fica interessado – até porque eles ofereceram em troca uma Mother Base para os MSF – mas Snake não partilha do mesmo interesse, até surgir uma gravação recente do que seria a voz da The Boss deixando Snake catatônico e fazendo com que ele aceite a missão. E então o jogo começa.

Não quero me aprofundar tanto na história para não dar spoilers sobre o PW que é um jogo SENSACIONAL!!! Recomendo jogá-lo de qualquer forma possível.  O Metal Gear desse jogo não é construído pelos vilões (na teoria), é construído na própria Mother Base. Calma que irei explicar todas as mecânicas da Mother Base futuramente na análise.

O Peace Walker – que são 3 estágios HORRÍVEIS de serem derrotados – não é o metal gear e sim o ZEKE. O vilão desse jogo é um belo de um FDP por um motivo simples: ele quer lançar mísseis nucleares nos USA, porém como se fosse a URSS, fazendo com que eles retaliassem fazendo o mundo acabar em um holocausto nuclear pois em sua mente só assim conseguiria-se a paz.
O interessante desse enredo é que ele não se prende a ser apenas um jogo de ação, Kojima sempre colocou um ‘quê filosófico” e ‘questionador” em seu enredo, tornando a saga muito mais profunda. Esses eventos realmente ocorreram na vida real, só que de outra forma.meioMGS

Durante a Guerra Fria, um radar russo captou vários misseis vindo em direção a Rússia, uma discussão se iniciou se eles retaliariam ou não, porém um homem chamado Stanislav Petrov decidiu não retaliar. Acontece que ocorreu uma falha no radar e aquilo era um alarme falso, então o homem literalmente salvou o mundo com essa decisão. E é isso que PW te questiona, até onde você iria para salvar o mundo?

Bem, a jogabilidade do jogo é extremamente fluída no ps3, porém no PSP é meio ruim de jogar pela falta do outro joystick (quem jogou no PSP vai entender isso), mesmo assim não atrapalha durante o jogo, apenas em partes muito difíceis como em Boss por exemplo. Novidades foram acrescentadas, como nocautear o inimigo e capturar ele por uma espécie de balãozinho que leva o inimigo para sua Mother Base. Isso é algo muito legal do jogo, todos os inimigos tem alguma profissão, desde médico até engenheiro, sendo muito mais vantagem você mandar ele para a MB para compor seu exercito do que matar ele ou deixa-lo morrer. Os membros da MB tem que se alimentar de alguma forma, até porque eles são humanos, então você tem que descartar alguns soldados que não são tão uteis assim.

Conforme você vai conseguindo soldados para a mother base você começa a adquirir diversos privilégios, desde armas novas até itens que recuperam mais vidas. Isso é um recurso do jogo muito f**a, por um motivo simples, você passa horas montando a MB e acredite isso vai afetar muito na história, até porque os seus amigos de hoje serão os inimigos dos jogos posteriores. Quando você começa o jogo a MB está minúscula e ao terminar o jogo ela está gigantesca! Você realmente se prende a sua MB. FimMGS (1)

A ambientação do jogo é linda, desde florestas até bases dignas de filmes de ação. Não precisa nem falar da trilha sonora, que é sensacional como todos os jogos da Konami.
Uma curiosidade do jogo é que você pode contratar o Hideo Kojima para sua mother base! Isso mesmo! Em uma cut scene interativa você tem que achar um caminhão com dispositivos nucleares e se você olhar todos os caminhões, você encontrará o Kojima, fazendo com que ele seja parte de sua mother base.

Dou a MGS PW uma nota de 5/5 sendo um dos melhores jogos da minha vida, estando certamente no meu top 5 jogos da minha life e criou um hype enorme para o próximo MGS que supostamente seria o Phantom Pain. Mas…


A DLC Sem Jogo – Metal Gear Solid V: Ground Zero

Constantemente pediam para Kojima liberar uma demonstração do que seria o Phantom Pain e como resposta ele lançou esse jogo, que é uma pequena campanha de 40 minutos que nos dá um pequeno gostinho. O enredo é simples.

Após os eventos de PW, Kaz e Snake mandaram construir o ZEKE, um Metal Gear nuclear. Snake recebe a missão de invadir uma base para resgatar Chico e Paz, enquanto Kaz esconde o ZEKE de uma suposta inspeção da ONU. Dá uma m*rda enorme na MB,  porque quando Snake retorna para a MB ela está em chamas.

Sabe aquelas horas que você passou montando a MB? Então, ela foi destruída em uma gameplay de 40 minutos!! Isso é revoltante e f*da ao mesmo tempo, porque Kojima planta uma raiva enorme dentro de você!! E unindo esta raiva  a de Snake, você compreende o cara !! e até partilha de sua raiva  pensando: “Okay! Quero matar todo mundo que fez isso!”.
Acontece que uma organização que só conheceremos no MGS Phantom Pain, chamada XOF (FOX ao contrário) foi destruir a MB fingindo ser a ONU. Até que ocorre o plot twist final.

Sabe a Paz? A menina que você salvou? Tinha uma bomba nela e ela praticamente EXPLODE o helicóptero, mesmo ela se jogando  antes de explodir. Esse jogo foi praticamente um prólogo de Phantom Pain, sendo vendido a preço de jogo AAA! O que eu acho uma pequena sacanagem das lojas. De qualquer forma é um ótimo “jogo” para quem quer ter uma base para jogar Phantom Pain.

Uma observação final…

 A Konami lançou um teaser do novo jogo do Metal Gear, dizendo que agora teria uma pegada diferente de survival, sem a participação do Kojima no Game.  Querida Konami, apenas deixo essa imagem para vocês:  

ParaAObservaçãoFinal
Enfim, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre os jogos.

Dúvidas, críticas, correções e sugestões vocês podem enviar para meu e-mail:
Para me encontrar na rede e enviar seu email acesse:
contato@spherageek.com
Twitter: @JackSpheraGeek


Um abraço,
Jack

 

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Dobradinha Literária : A Galinha Degolada – Horácio Quiroga

O  uruguaio Horácio Quiroga (1879-1937) teve uma vida marcada por várias tragédias sempre ligadas ao suicídio, desde seu pai a suas filhas e também não traz em sua história de vida grandes romances que deram certo.

A Galinha Degolada e outros contos — é lançada em conjunto com Heroísmos (Biografias exemplares), publicados como um único livro de bolso pela L&PM Pocket. É uma seleção de seis contos e de alguns artigos escritos pelo autor em uma revista portenha.  Justamente neste conto (que leva o mesmo nome do livro) podemos conhecer as características que mais perseguem o autor uruguaio, lembrando em muito suas tragédias pessoais.

 

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SpheraLiterária #75: Harry Potter and the Cursed Child – J.K Rolling

Olá amigos do Spherageek!!!

Me chamo William Mezzina e sou do canal QG Geek e trarei mensalmente dicas literárias para vocês. Nesta estréia, trago a resenha de Harry Potter and the Cursed Child da escritora J.K Rolling.
Um grande abraço.

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SpheraCine #31 “Chá com Pipoca” : Eu assisti Stranger Things – Canal Meros Devaneios

Olá amigos, nosso convidado Diego, do canal Meros Devaneios traz suas impressões desta série que está bombando no Netflix.

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