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[SL] Vídeo Resenha: Na Escuridão, Amanhã – Rogério Pereira

Olá amigos, eu sou a Lia do canal Lia o Livro e trouxe uma resenha hoje de um livro nacional.

Título: Na escuridão amanhã
Autor: Rogério Pereira
Editora: Cosac Naify
Ano: 2013
Páginas: 128
Edição: 1

Sinopse:

Ambientada primeiro no campo, no interior de um estado do sul do Brasil, a narrativa desvenda uma roça anti-idílica, sufocante, em que os protagonistas – um casal e seus três filhos – se enredam cada vez mais na ausência de comunicação, perseguidos pela Idea de um Deus sem piedade. Ao migrar para a cidade grande em busca de vida melhor, a família se desgarra e se perde. A escuridão é o fim, o fim dos personagens, dos sonhos, das angústias. Amanhã é a incerteza, a perspectiva de um futuro desconhecido mas certamente ameaçador, pois é impossível que traga algo de bom. Viver é avançar para lugar nenhum. Por mais que invoque a proteção de Deus, não há conforto na experiência amedrontada, desencadeada da vida dos personagens deste livro em que a memória é convocada obsessivamente, como se narrar o que foi vivido pudesse ser uma redenção. O resultado é uma obra surpreendente em sua força claustrofóbica e em sua poesia contundente.

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[SG] SpheraBoards | Summoner Wars

 

Hello pessoas! Laíse Lima de novo na área com mais um review. E hoje nós vamos conhecer um xadrez diferente… ok, não dá para chamar de xadrez, mas parece! Que saber como? Então vamos nessa!

Ficha Técnica:

Produtora: Fantasy Flight Games

Edição Brasileira: Galápagos Jogos

Numero de Jogadores: 2

Tempo de Jogo: 30 minutos em média

 

Objetivo do Jogo:

Em Summoner Wars você assume o comando de um Summoner (Invocador) que é capaz de soltar poderes ou habilidades especiais para afetar os inimigos, além disso também é capaz de invocar criaturas para lutar a seu favor, tentando derrotar o Summoner inimigo. o Objetivo do jogo é simples, eliminar o Summoner inimigo (por isso também lembra o xadez… derrotar o rei e tal).

História do Jogo:

Foi Ret-Talus, o Lorde do Reino dos Mortos, quem encontrou a primeira Pedra de Invocação. A pedra concedeu seus poderes ao rei de coração-escuro, transformando-o no primeiro dos Summoners. Por mil anos, Ret-Talus permaneceu incontestável enquanto ele e seus guerreiros provocavam estragos no mundo de Itharia. O poder da pedra era tão grande que, mesmo com o desafio de exércitos completos do mundo inteiro, Ret-Talus permanecia invencível.

Foi só quando Dane Lightbringer descobriu a segunda Pedra de Invocação, que o reinado de Ret-Talus foi posto em cheque. A descoberta de uma segunda pedra trouxe esperança ao povo de Itharia, não só porque agora o poder de Ret-Talus poderia ser contra-atacado, mas também porque isso provava que a Pedra de Invocação não era única. Se haviam duas, com certeza existiriam mais. Todas as facções de Itharia voltaram suas forças em busca de sua própria Pedra de Invocação.

Mais pedras foram descobertas, e mais Summoners surgiram, mas os Summoners de Itharia não foram capazes de se unir contra o inimigo comum, e deixaram rivalidades antigas e o desejo pelo poder das pedras virarem uns contra os outros. E foi assim que começou… The Summoners Wars!

Conteúdo

Componentes do Jogo:

  1. Tabuleiro: O tabuleiro é composto por diversas “casas” onde as cartas são jogadas e podem “andar” e realizar suas ações, e ao lado de cada jogador, um espaço onde é colocado o Deck, pilha de “Magia” (Pontos necessários para invocar criaturas) e pilha de “Descarte” (Onde são colocadas as cartas, adivinhem o que? Descartadas!) – O tabuleiro é “dividido” em duas partes, exatamente no meio.
  2. Tipos de Cartas: Cada Facção vem com um deck pronto. De 35 a 40 cartas.

2.1 Summoner: É a carta principal. Ela tem vida, dano e uma habilidade especial. O jogador começa o jogo com ela no tabuleiro.

2.2 Criaturas Comuns: São criaturas que você usa para montar o exército. Tem vida, dano e normalmente algum custo de invocação. Praticamente todas têm alguma habilidade.

2.3 Cartas de Evento: Eventos podem ser invocadas pelo herói em um determinado momento do turno. Não tem custo.

2.4 Campeões: São unidades mais caras, mas consideravelmente mais fortes do que as criaturas comuns.

2.5 Muralha: É a partir dessa carta que o jogador pode invocar criaturas. Qualquer criatura só pode ser invocada adjacente à muralha (Não na diagonal).

Mecânica do Jogo:

Invocação: Para invocar uma criatura, normalmente paga-se um custo de Magia. A magia pode ser conseguida de três formas:

  1. Destruindo uma criatura do adversário;
  2. Descartando cartas da sua mão para a pilha de magia (Acumular Magia);
  3. Algumas cartas mágicas permitem que você tome magia da Pilha de Magia do adversário.

Movimentação: Cada criatura pode mover-se apenas por 3 espaços. Pode-se mover até 3 criaturas por turno.

Combate: Existem criaturas de combate a distância e criaturas de combate corpo-a-corpo. Uma criatura de combate a distância pode atacar a até 2 espaços de distância, e uma criatura de combate corpo-a-acorpo tem que estar adjacente. Quando você declara ataque a alguma criatura, você rola um dado. Se tirar 3-6, o dano é causado, se tirar 1 ou 2 da falha.

Turno:

  1. Compra (ompra até ter 5 cartas na mão. Sempre!)
  2. Invocar (Joga criaturas/Campeões)
  3. Evento (Joga cartas de Evento)
  4. Movimentação (Movimenta até 3 criaturas)
  5. Ataque (Ataca com até 3 criaturas)
  6. Acumular Magia (Descarta cartas da mão para a pilha de magia).

ExpansõesO jogo: A ideia basicamente é o jogador invocar criaturas e montar uma estratégia, enquanto se defende dos ataques inimigos e envia ataques ao inimigo. O jogo é cheio de reviravoltas e a rejogabilidade é altíssima. Ele conta com diversas expansões que ajudam na customização de um deck. Isso mesmo, o deck pode ser completamente personalizado!

Estatísticas do Jogo:

- Apelo a não boardgamers (alto): Como eu falei lá em cima, É só apresentar o jogo como “Um Xadrez com aspectos mais nerds”. Dificilmente alguém nega.

- Complexidade (Média): As regras são aprendidas tranquilamente. A complexidade está na parte estratégica, que é muito bem elaborada

- Independente de idioma? Não. Mas já tem aqui no Brasil.

- Achado no Brasil (sim): É vendido em livrarias como a cultura, em lojas especializadas e pelo site da Galápagos Jogos.

Preço (justo): R$ 69,90 (Set Inicial) – R$ 21,90 (Facções adicionais) – R$19,90 (Pacotes de Reforço).

Opinião: Um jogo que vale a pena ter na coleção. É divertido e com diversas reviravoltas, vem em uma caixa pequena e as demais facções cabem dentro (ou seja, fácil de guardar/transportar). Tem uma mecânica simples (fácil de explicar para jogadores novos) e é dinâmico.  

Links relacionados ao jogo:

https://loja.galapagosjogos.com.br/t/franquia/summoner-wars  (venda)

 

Laíse Lima – Boards e books

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #04 Storyboard | Escrevendo Quadrinhos

Olá amigos do Spherageek! No quarto passo para fazer quadrinhos, conversamos sobre a montagem das páginas.
Essa é a parte mais desafiadora, a parte que vai exigir mais da sua capacidade de trabalhar com arte sequencial. Espero poder ajudar a desbravar essa etapa e enriquecer seu processo.
Nesse vídeo eu uso imagens do storyboard do meu quadrinho Salto que está em desenvolvimento para ilustrar alguns dos pontos.

 

 

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

Meu Site:
https://www.raphapinheiro.com/

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[SL] Confira a lista dos livros mais vendidos em Janeiro 2017

Alô, Alô amigos!! Vamos conferir a lista dos livros mais vendidos de Janeiro/ 2017 na Amazon Brasil?

São eles:

Ranking Geral

Lançamentos 2017

HQs e Mangás

Autores Nacionais

Editora Companhia das Letras

Editora Cosac Naify

Editora Intrínseca

Editora Harper Collins

 

 

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[SE] EXTRA! EXTRA! EXTRA! Novidades na CPBR 2017!

​Salve, salve minha Spheraiada campuseira!

Em edição extraordinária venho fazer uma pergunta a todos vocês: Já garantiram a sua barraca na Campus Party Brasil 2017?

​Creio que muitos de vocês, assim como eu, são fãs de streaming. Nossa geração não é mais aficionada pelas novelas de televisão. Somos mais globalizados e internacionalizados consumimos TV por assinatura, passamos pelos torrentes de internet e culminamos nos fornecedores de filmes e séries via streaming. São conteúdos que todos gostamos de acompanhar e passamos horas a fio fazendo maratonas intermináveis na tentativa de deixar tudo em dia.

​Desde 1997, a Campus Party reúne jovens geeks para uma experiência única de um festival de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e universo digital. Desde 2007 no Brasil, a CP bate recorde atrás de recorde. Somente este ano foram mais de 82 mil visitantes, 8 mil campuseiros vindos de 24 Estados brasileiros. Ao longo de uma semana, os participantes ficaram instalados em mais de 6,5 mil barracas e contaram com uma internet de 40 gigabytes para aproveitar mais de 700 horas de atividades e conteúdos.

​E se eu te dissesse que a CPBR trará, pela primeira vez no Brasil para abrilhantar a comemoração de 10 anos do evento, um dos responsáveis por tudo isso? É simplesmente um sonho!

​Mitch Lowe, cofundador da Netflix, na edição de 10 anos do evento!!!!!! Lowe é atualmente CEO da MoviePass, empresa pioneira em assinatura de ingresso para cinemas. Desde o final de 2011, atua como um consultor independente para empreendedores e startups. Tem mais de 25 anos na indústria de locadoras e venda de fitas VHS, incluindo cargos executivos em duas grandes empresas do mercado de entretenimento doméstico da década de 80. Em 1998, foi um dos responsáveis pela criação da Netflix em que atuou também como _Entertainment Domain Expert_ e Vice President of Business Development & Strategic Alliances.

Mitch estará na Campus Party, na sexta-feira, 3 de fevereiro, às 13h. A CPBR10 ocorrerá entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro, no Centro de Exposições do Anhembi.

É realmente um evento que não dá pra perder. Garanta já a sua barraca e se joga no universo geek!

retrospectiva

[SE] Retrospectiva SpheraGeek 2016

Amigos do SpheraGeek e Parceiros,

Enfim chegamos ao final de 2016 e com muita alegria anuncio que esse ano crescemos muito.

Isso se deu devido as parcerias, a nossa equipe e claro a você que acessa o SpheraGeek.

Por isso, nada melhor do que relembrarmos as postagens mais lidas, os podcats mais ouvidos e os vídeos mais assistidos aqui no site.

E ano que vem muitas surpresas e promoções.

Feliz 2017!!!

Vamos a lista:

Sobre o Blog:

Postagem do Blog mais lida:  SpheraCine #15 – Mogli: O Menino Lobo

Postagem de Games mais lida: #08 – Lendas Não Queimam Vilas: The Elder Scroll V – Skyrim

Postagem de Literatura mais lida: #43 : Transformações – Simone Andreazzi

 

Sobre o Podcast:

Spheracast mais ouvido: #10 – Mario, 30 anos: Parte I

Clube do Livro mais ouvido: Especial – Dia do Podcast

SpheraCast Especial mais ouvido: #004 – Precisamos Falar das Eleições Municipais

Papo Randômico mais ouvido: #10,5 – Cadê o Podcast?, Bienal SP, Encontro Cabuloso e Toca Livro

15 minutos na Literatura mais ouvido: #08 – A Fantástica Fábrica de Chocolate

 

 

Sobre os Vídeos do YouTube:

SpheraGeek

Dobradinha Literária

 

Boads e Books

Lia o Livro

 

Meros Devaneios

Whistleblower_promo

[SG] A Maravilhosa mente de Jack : Sozinho Em Um Hospício – Outlast

Olá para você que não me conhece eu sou o Jack, e sim! Sou viciado em Games. Como Outubro é o mês do Halloween, o jogo que irei resenhar para vocês será com o tema: “Terror”.

Hoje trago a vocês o elogiado Outlast. Lançado em 2013 pela desenvolvedora Red Barrel Studios, para as plataformas de PS4, Xbox One, WiiU e PC.  Vamos ao enredo.
O jogo começa com um jornalista indo fazer uma matéria sobre um Hospício Abandonado (ótima ideia!), trazendo apenas uma câmera filmadora e algumas pilhas para possíveis recargas. Seu objetivo era filmar a situação que o hospício se encontrava, mas o que seria algo extremamente simples e fácil acaba se tornando um pesadelo. Ele encontra um padre louco que fez experimentos doentios com seus pacientes, deixando-os visualmente horríveis e mentalmente insanos.  Claro, que você ficou preso lá, junto com muita gente maluca que quer arrancar seus dedos, comer ou queimar você vivo.

imagesO jogo se passa inteiro em primeira pessoa. Podemos utilizar a visão noturna (aquela famosa “tela verde”) ou somente a câmera. O uso da câmera ajuda muito, visto que ela ilumina todo seu caminho, funcionando a pilhas que podem ser encontradas no decorrer do jogo. Uma dica para quando for jogar Outlast: NUNCA deixe a câmera ligada direto, quando você for precisar, pode ser que ela não ligue.

A ambientação do jogo é ótima, passando a maior parte em ambientes escuros, úmidos, corredores do hospício e esgotos. Vale lembrar que algumas cenas fortes de rituais podem ser encontradas nos dando assim, uma bizarrice extra. O jogo também funciona em um esquema de Found Fotage (estilo Bruxa de Blair), ou seja, com a câmera ligada, como se você realmente estivesse gravando.  A trilha sonora é o silêncio (como em Slender), porém quando você topa com algum “Monstro” toca uma música que só aumenta sua aflição e desespero.

Outlast como um todo é um excelente jogo de terror, porém peca em alguns aspectos, como ambientes em que você pode facilmente se perder, distrair e se frustrar algumas vezes e o final do jogo também me deixou um pouco desapontado.k2rjjUM

Eu daria a note 4.2/5  pelos sustos e espasmos que o jogo me causou por um bom tempo. Enfim, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre este clássico.

Dúvidas, críticas, correções e sugestões vocês podem enviar para o e-mail de contato e para me encontrar na rede  acesse:
contato@spherageek.com
Twitter: @JackSpheraGeek

Um abraço,

Jack

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[SC] Lançamentos do Cinema – Semana 27/10/2016

Geeks e Cinéfilos,

Confira os lançamentos da semana. Bons filmes e novas histórias a todos!

 1 – Trolls

Ramo (Justin Timberlake) parte para uma jornada de descobertas e aventuras ao lado de Poppy (Anna Kendrick), líder dos Trolls. Inicialmente inimigos, conforme os desafios são superados eles descobrem que no fundo combinam.

 

2 – A Garota no trem

Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.

 

3 – Jonas

Em pleno Carnaval um rapaz (Jesuíta Barbosa) sequestra a filha da patroa da sua mãe, por quem sempre foi apaixonado, e a mantém refém dentro de um carro alegórico em forma de baleia. Presos na “barriga” do animal, eles iniciam um romance.

 

4 – Satânico

Quatro jovens buscando muita aventura e ocultismo decidem parar em Los Angeles, tudo para encontrar locais onde foram realizados atos de satanismo. Mas as coisas ficam complicadas quando eles se envolvem em um misterioso culto, onde uma menina que seria morta em um ritual. O problema é que a jovem é mais perigosa do que imaginavam, e irá colocá-los em um caminho sem volta.

 

5 – Amnésia

Martha (Marthe Keller) vive sozinha de frente para o mar em Ibiza e sua vida começa a mudar quando surge uma amizade inesperada entre ela e Jo (Max Riemelt), um músico de 20 anos que sonha em ser contratado como DJ na famosa boate berlinesa Amnesia.

 

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[SG] SpheraBoards: Citadels

 

Hello pessoas!

Olha eu aqui de novo, Laíse Lima do Boards e books! Depois do primeiro post de apresentação da Sphera Boards- já foi lá ver? Vamos começar já falando do que interessa…Jogos, jogos, jogos…. Esse é nosso primeiro Review. Eu não poderia começar com outro jogo, que não um dos meus xodós! Sem mais enrolação, vamos nessa!

Ps: No final de cada review você verá as conclusões finais com minhas opiniões sobre o jogo e mais lugares onde buscar informação sobre eles.

Ficha Técnica:

Editora: Fantasy Flight Games

Edição Brasileira: Galápagos Jogos

Numero de Jogadores: 3-8

Tempo de Jogo: 1:30 em média

 

História:

Em Citadels, cada jogador governa uma cidade e busca fazê-la prosperar com a construção de novos distritos. A partida termina assim que um dos jogadores constrói seu oitavo distrito, e o vencedor é aquele cuja cidade vale mais pontos. No entanto, construir a cidade mais impressionante não é uma tarefa fácil. Somente influenciando nobres, comerciantes e outros personagens poderosos do reino é que você vai alcançar sucesso.

 

Turnos do Jogo:

Escolha dos Personagens: O jogador que possui a Coroa (ou seja, o jogador inicial), neste turno, pega o Baralho de Personagens, olha as cartas e secretamente escolhe um dos personagens disponíveis (a depender do número de jogadores, alguns personagens aleatórios nãos estarão disponíveis no início de cada rodada). A seguir, este jogador passa as cartas de personagem restantes para o jogador à sua esquerda que, também secretamente, escolhe uma carta e passa as cartas restantes para o jogador à sua esquerda e assim por diante. Este processo continua até que todos os jogadores tenham escolhido uma carta do Baralho de Personagens. Após o último jogador ter escolhido sua carta, sempre sobrará uma que será colocada, pelo último jogador a escolher seu personagem, no centro da mesa com a face virada para baixo.

Cada personagem exerce um papel (tem uma habilidade específica) no jogo. Segue abaixo a especificação dos personagens do jogo base:

Ps: Existe, já incluso na versão brasileira, a expansão “Cidade Sombria” que inclui outros personagens que substituem os do jogo base e outras cartas de distrito.

Assassino: Anuncia o título de outro personagem que deseja matar. O jogador cujo personagem foi assassinado não deve dizer nada e deve permanecer em silêncio quando o personagem assassinado for chamado para realizar seu turno. O personagem assassinado perde seu turno.

Ladrão: Anuncia o título de outro personagem de quem deseja roubar. Quando o jogador que possui este personagem é chamado para realizar seu turno, o Ladrão rouba todas as suas moedas de ouro imediatamente.

Mago: A qualquer momento durante seu turno, pode trocar todas as cartas da sua mão com as cartas da mão de outro jogador ou colocar qualquer quantidade de cartas da sua mão embaixo do Baralho de Distritos, com as faces viradas para baixo e comprar a mesma quantidade de cartas do topo do Baralho.

Rei: Recebe uma moeda de ouro para cada distrito nobre (amarelo) em sua cidade. Quando o Rei é chamado, imediatamente recebe a Coroa. Agora, você será o primeiro jogador a escolher seu personagem na próxima rodada.

Bispo: Recebe uma moeda de ouro para cada distrito religioso (azul) em sua cidade. Seus distritos não podem ser destruídos pelo Mercenário.

Comerciante: Recebe uma moeda de ouro para cada distrito comercial (verde) em sua cidade. Após realizar uma ação, você recebe uma moeda de ouro adicional (sim, simplesmente por ser o comerciante…. o cara é mais ladrão do que o ladrão).

Arquiteto: Após realizar uma ação, compra duas cartas de distrito adicionais e coloca ambas em sua mão. Pode construir até três distritos durante seu turno (pela regra só pode ser construído 1 distrito por rodada, o arquiteto é a exceção).

Mercenário: Recebe uma moeda de ouro para cada distrito militar (vermelho) em sua cidade. Ao final de seu turno, pode destruir um distrito à sua escolha pagando uma moeda de ouro a menos que o custo do distrito.

Realizando as Ações: Uma vez que todos os jogadores escolheram uma carta de personagem, o jogador com a Coroa chama o nome dos personagens, um por vez, de acordo com a ordem numérica de classificação. “Assassino” (1), depois o “Ladrão” (2) etc.  Quando o nome da sua carta de personagem é chamado, você deve revelar sua carta de personagem, e começa seu turno.

imagesEm seu turno, primeiro você deve realizar uma ação e depois você pode construir uma carta de distrito. Você deve fazer uma das seguintes ações: Pegar duas moedas de ouro do banco ou pegar carta de distrito do Baralho de Distritos.

Feito isso, você pode construir uma Carta de Distrito, ou seja, colocar a carta da sua mão sobre a mesa. Para tanto, você deve pagar o custo do distrito em moedas de ouro para o banco. Se preferir, você pode não construir uma carta de distrito. O custo em ouro para construir uma carta de distrito equivale à quantidade de moedas de ouro localizadas na parte superior da carta. Não se pode ter dois distritos iguais na mesma cidade.

Vence o jogador com o maior número de pontos. Em caso de empate, o jogador com a maior quantidade de moedas de ouro vence a partida.

 

Estatísticas do Jogo:

- Apelo a não boardgamers (alto): Ele é um jogo que agrada a praticamente todo mundo, sério!!!! Inclusive aos gamers que gostam de jogos pesados e looooongos. O Citadels agrada por poder ser jogado entre uma partida leve e outra mais pesada. Quanto aos “não boardgamers”, é um jogo ideal para quem está começando agora. Simplesmente o pessoal vicia (isso aconteceu no grupo que eu iniciei, virou o vício da galera). Um card interativo, dinâmico e simples, muito bom pra relaxar e rir (principalmente quando marcam alguém e essa pessoa é alvo do assassino o tempo inteiro… rsrsrs tem dessas).

- Complexidade (baixa): Simples, extremamente simples. O mais complexo pra o pessoal que começa a jogar é lembrar a ordem dos personagens e no que isso pode influenciar em ações no decorrer do jogo, mas depois de um tempo isso fica automático.

- Independente de idioma (sim): Se você comprar a versão internacional não. Ele tem texto nas cartas de personagem e em algumas cartas de distrito (que são ocultas), então tem que saber inglês (um inglês básico dá pra o gasto). Mas já tem versão nacional.

            – É achado no Brasil?? (sim): O Citadels foi lançado pela Galápagos jogos e pode ser adquirido no site da própria editora. Ele também pode ser encontrado em algumas grandes livrarias como a Cultura e em lojas especializadas em Board games e geeks.

            -Preço (relativamente baixo): Super acessível. Ele não sai por mais de R$100,00 se você souber procurar direitinho, principalmente se for usado.

-Opinião: É um jogo que cativa pela simplicidade e habilidades diferentes de personagens. Não enjoa fácil pela boa rejogabilidade, além de ser muito interativo. Enfim, um dos preferidos da galera aqui.

 

Links relacionados ao jogo:

Site da Galápagos Jogos: http://www.galapagosjogos.com.br/

Vídeo explicativo do Nerds Overview: https://www.youtube.com/watch?v=xIZMhcVQmpU

Vídeo explicativo do Aboardgames: https://www.youtube.com/watch?v=6jhgnBkCpYg

 

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Aerosmith

[SC] Canivete Suiço: SpheraSmith

Olá Geeks dessa Spheraiada!! Nessa quinzena, aqui no Canivete Suíço, iremos falar sobre o show do Aerosmith! Sim, meus queridos geeks, sábado passado, no meu dia, dia dos professores, foi dia de Rock!

Nós no show 1

Fomos a São Paulo, especificamente ao Allianz Park, o novo estádio do Palmeiras ou Parmera ou Porco ou etc etc etc…para o que pensávamos ser o último show da carreira da banda. Sim, foi uma pegadinha do malandro… Eles acertaram com o Rock in Rio 2017 bem depois de termos comprado os ingressos, por um preço salgadinho!!!

A chegada foi bem organizada, fomos de Uber até quase a porta do estádio e entramos sem fila nem nada. Estava cheio, mas não impossível de se curtir um bom som. A banda de abertura foi a Sioux 66, banda relativamente recente no mercado do metal (2011). Eu, particularmente, fã de metal que sou, não me empolguei muito com a banda. Não foi pelo fato de eles estarem cantando metal em português, pois essa pegada é interessante, mas o fato dos graves estarem estourando nas caixas e o agudo do vocalista ter me incomodado.

O Aerosmith compareceu com uma pontualidade ímpar. O show rolou suave, bem produzido e com o repertório clássico da banda, emplacando músicas como Dream On, Pink, Crazy e Cryin’. Para quem conheceu Steven Tyler na boa forma, pode ter notado um pouquinho de fraqueza vocal. Aquele agudo não é mais como antigamente, também, o coroa está com 69 anos com um pique desgracento! Será que as drogas o conservaram tão bem assim? Acho que sim.

A volta ao Hostel foi um pouco conturbada, pela primeira vez na vida tive problemas com a Uber, pois o punhado de motoristas que pegamos em Sampa era um tanto quanto estranhos. Porém problemas maiores foram aqui na volta ao Rio. Enfim, prefiro esquecer essa volta. Mas, um agradecimento sem jabá que faço aqui, é ao São Paulo Hostel Downtown que fica no Largo do Arouche. É a segunda vez que nos hospedamos lá e não nos arrependemos.
Nós com a rede geekAntes de terminar, gostaria de deixar um abraço aos meninos da Rede Geek, que me receberam muito bem lá na Casa Geek, como sempre, e me levaram ao Juventus da Moóca! Tato Tarcan, Professor Maury, Carol Lohmann, Rafa Lohmann e Carrasco da Cavalaria Geek: Muito Obrigado! São Paulo não seria tão bom sem encontra-los. Mais abraços ao Mundo Freak e ao Ponto G, nas pessoas do Andrei Fernandes e da Ira Croft (chefa da dona Beatriz, minha noiva) que também nos encontraram para um almoço excelente no bairro da Liberdade.

Estamos próximos do Dia do Podcast. Se você chegou até aqui é porque já deve conhecer algum. Então, dando parabéns a todos nós, deixo a recomendação dos Podcasts acima, cada minuto de áudio desses programas vale a pena!

Um abraço a todos e até a próxima quinzena!

 

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[SC] Canivete Suiço – STARGEEK TROOPERS

Olá a todos os geeks dessa Spheraiada!

É neste post de estreia aqui no SG – antes Sphera Geek, quem me dera Star Gate – e, se não for destruído pelos malditos insetos, vocês continuarão a me ver por aqui. Meu nome é Mario Marcio Felix, o MM, o Felix, ou o @MMFelix.

Para começarmos nossas conversas, queria trazer aquela ficção científica moleque, aquela FC de raiz, que joga na várzea de pé descalço e fez com que eu me apaixonasse perdidamente pelo tema. É sim, é Starship Troopers seus malditos insetos, outros planetas, viagens espaciais, tiros e outras coisas… Então aqui vai algo saudosista, que faz palpitar o coração mesmo com possíveis furos na adaptação das diversas mídias.

Em 1959, Robert A. Heinlen idealiza uma sociedade em que o cidadão só exerce seus plenos direitos através de um serviço militar voluntário. No desenrolar da trama, somos invadidos por uma sociedade formada por insetos que tem a missão de destruir tudo o que vê pela frente. Isso dá tanto pano pra manga que podemos destrinchar melhor toda filosofia por trás da obra, se vocês quiserem, em outro post. Nesse, são as memórias de um geek saudosista e órfão do finado USA Channel.

Starship 02

Como tive meu primeiro contato com a obra de Heinlen? Lendo? Nada! Conheci através de um pioneiro desenho animado feito em computação gráfica. Eram os idos de 1999 e o USA Channel havia lançado o Roughnecks:Starship Trooper Chronicles. Junto, descobri o filme que fora lançado dois anos antes, cujo nome era o mesmo que o livro. Posteriormente, este filme ganhou mais três continuações: Heroes of the Federation (2004), Marauder (2008) e Invasion (2012). Infelizmente só as descobri faz pouco.

Essa paixão por armaduras cibernéticas está em mim desde cedo, começou pela minha paixão pela idade média e romances de cavalaria. Não penso em armaduras somente pela aplicação bélica, mas pelos avanços tecnológicos que elas trazem no campo da proteção pessoal e do aumento do desempenho humano. O mais legal é que uma boa parcela desses avanços científicos começam na imaginação de um simples autor, de alguém que sonhou, imaginou e traduziu em palavras. Eles inspiram outros geeks a tornar realidade àquilo que foi imaginado. É fantástica essa possibilidade que a literatura proporciona a quem ousa fazer dela uma parceira.

Starship 04

Sendo bastante sincero, a galera que nasceu sob o signo da internet tem maior facilidade em descobrir conteúdos novos e voltados para nosso nicho. Na minha época, não digo que era mais roots, que era melhor, mas a gente tinha que ralar para ter um bom entretenimento que não era o de massa. Por essas e outras, tenho saudades da Manchete.

Ficou curioso? “Você quer saber mais?” Corre e dá uma buscada que é entretenimento certo! Leia o livro antes, eu recomendo muito! A editora Aleph fez uma edição muito bacana do livro. A literatura ainda vale muito a pena e ela será tema recorrente aqui na nossa coluna, onde ela terá como parceira a tecnologia. Por fim, veja os filmes e a série animada, pois, pra quem é experiente como eu, é uma viagem no tempo; pra que é novinho, é ver as origens de algo que gostamos tanto. Estou aqui para instigar a todos, vamos (re)descobrir coisas e gostos.

Starship 01

Pra início de conversa, acho que está ótimo o que vocês me dizem? Vamos fazer deste um espaço colaborativo!! Você me encontra nas reder sociais como @MMFelix no Twitter e como felixliteratura no Instagram. Lá, sempre posto algo sobre literatura, respondo a dúvidas e dou indicação de livros.

Como diz o poeta, toca o barco!

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