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[SG] Jogos da Plus – Julho 2017

Geeks!!!

 

Enfim valeu a pena a espera por bons jogos. Essas férias não terão fim.

Vamos para a lista:

Obs: Clique no link do jogo para assistir o trailer.

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[SG] Jogos da PLUS e Gold – Abril de 2017 (Playstation / XboxOne)

Geeks e Gamers,

Segue a lista dos jogos que nós assinantes poderemos desfrutar.

 

Lista completa de jogos do Playstation:

  • Drawn To Death (PS4)
  • Lovers in a Dangerous Spacetime (PS4)
  • Invizimals: the Lost Kingdom (PS3)
  • Alien Rage – Extended Edition (PS3)
  • 10 Second Ninja (PS Vita, cross buy PS4)
  • Curses ‘n Chaos (PS Vita, cross buy PS4)

Lista completa de jogos do Xbox:

  • Ryse:Son of Rome (Xone)
  • The Walking Dead: Season Two (Xone)
  • Darksiders (360 retro XOne)
  • Assassin’s Creed Revelations (360 retro XOne)

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Sphera Games #17: Elefante e Pagan Min – Far Cry 4

Olá! Para você que não me conhece eu sou o Jack e sim,sou viciado em games! E a saga que volta a aparecer aqui no Sphera novamente é a adorada saga Far Cry, agora sendo o sucessor de FC 3. Hoje resenharei o jogo Far Cry 4, desenvolvido pela Ubisoft (Mesma desenvolvedora de Assassin’s Creed) no ano de 2014, sendo do gênero de Ação e Aventura e FPS.

Antes de começar a analise do jogo como um todo gostaria de fazer uma pequena observação. Recomendo que você que é um leitor novo, ou que nunca viu a jogabilidade de FC, ou até mesmo não jogou a saga, leia a resenha do Sphera Games #14 sobre o Far Cry 3 pois muitas coisas que eu disse lá serão aplicadas aqui apenas tendo um ou outro comentário a mais sobre a jogabilidade. Lembrando que a história do 4 não tem conexão alguma com a do 3!

O Jogo começa com o protagonista Ajay indo para um lugar fictício que, provavelmente se localizaria no Nepal e
perto do Himalaia (lugar que você visita durante o jogo encontrando até mesmo um Yeti em uma DLC), com um “pequeno bilhete” no começo do jogo que seria o último pedido da Mãe do protagonista, levar suas cinzas para a sua Terra Natal em Kyrat,local onde se ambienta o jogo. logo de cara as coisas já desandam. O transporte de Ajay é interceptado pela “Guarda Real” do suposto vilão Pagan Min.

Por que suposto? Direi no desenrolar da análise.
A guarda faria a vistoria, mas como o ser humano tende a fazer m**da, eles acabam atirando no ônibus, é
nessa hora que aparece nosso querido Min que leva Ajay para seu palácio, alegando que a mãe dele e ele já tiveram uma espécie de caso. Isso rende uma cena particularmente incrível que recomendo as pessoas a verem nem que seja pela internet. Uma coisa muito legal de FC 4 é que nessa cena inicial, quando o palácio é invadido pelo Caminho Dourado (explicações daqui a pouco) Min diz para você: “Não saia dai!”.

Se você realmente esperar lá, sem se mover você desbloqueia um final alternativo. Legal né? O Caminho Dourado foi fundado pelo pai de Ajay, logo ele seria o próximo líder do Caminho Dourado, que é liderado por Sabal e Amita. Durante o jogo nos deparamos com diversas situações que tem dois caminhos a se seguir. O ponto de vista da Amita e de Sabal, que geralmente tende para o lado religioso (Sabal) ou militar (Amita). Quando eu disse que Pagan seria o suposto vilão do game é por conta disso.

Sabal e Amita mesmo sendo os “Mocinhos” da história, querem ajudar Ajay a tirar Min do trono, mas os interesses pessoais de Amita e Sabal sobre o Caminho Dourado acabam tornando-os “lobos em pele de cordeiro”.
Eu “aprecio” muito mais Pagan, que não esconde quem ele realmente é, mostrando-se um maluco psicótico do que alguém com um caráter duvidoso só que se esconde. Mas, não detalharei tanto por conta de spoilers.

O jogo tem a possibilidade de 3 finais, o que eu já comentei anteriormente e outros dois que são definidos
no final do jogo. O jogo falha na ausência de Pagan. Não irei compara-lo com o Vaas, até porque são extremamente diferentes, ambos com seus defeitos e qualidades. Porém, Vaas tem muito mais presença no FC 3 do que o Pagan no FC 4. Pagan mesmo por conta do seu visual WTF tinha um ENORME potencial. Ele tem tiradas boas, porém sua participação foi pífia, ele praticamente só aparecia por rádio entre uma hora ou outra.

Vamos a Gameplay.

A jogabilidade de FC 4 não mudou muito do que era anteriormente em FC 3, mas acrescentou uma coisa incrível. Na saga você pode dirigir diversos veículos, mas em FC 4 você pode “dirigir” um ELEFANTE!!!
Isso é maravilhoso, a primeira vez que você monta um elefante é uma sensação incrível. A movimentação do
personagem continua de parabéns, sendo fluída e suave. A IA do jogo continua a mesma da de FC 3, eles não tentam só matar o personagem. A dificuldade do jogo, não é elevada, pois mantém aquele sistema de Perk, então quanto mais você upa mais fácil o jogo ficará, tendo assim muito mais facilidade para matar um inimigo ou invadir um Posto de Controle.

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Falando em posto de controle, eles continuam os mesmos, porém agora existem Fortalezas, cada uma com seu Dono, que podem ser tomadas tanto em uma partida Co-op, com um sistema de mercenários ou até mesmo como eu fiz, sozinho (FUCK YEAH). O Sistema de Torres de Rádios continua o mesmo.

Os gráficos de Far Cry 4 apesar das críticas estão muito bonitos, realmente honrou seu antecessor, estando mais colorido e belo. E nas cenas no Himalaia ou em locais frios dá uma paisagem que é digna de apreciação. A
ambientação e trilha sonora do game também são incríveis, como de praxe dos outros jogos.

O tempo de gameplay é de 14 a 18 horas e para quem buscar platinar ou fazer 100% do jogo pode ir até 40 ou 60
horas. Tenho orgulho de dizer que este foi um dos primeiros jogos do One que eu dei 100%. Futuramente poderei analisar as DLCS se forem do interesse de vocês.

Foi feito uma Arena no jogo que é de certa forma opcional, a não ser em uma parte do jogo que se eu não me engano é obrigatória. Sem falar das diversas Side-Quests do jogo como Salvar Reféns, Conter Comboios e etc. Uma Side-Quest que vale a citação é a de pequenos pedaços de tecido que ao serem encontrados, levam você para uma dimensão paralela onde você seria um lendário herói é como uma pequena história contada por uma tapeçaria, envolvendo misticismo e cultura indochinesa. É bem legal!

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Por mais que muita gente critique o jogo, por supostamente não ser o mesmo nível dos anteriores, posso afirmar a vocês. Far Cry 4 é um jogo muito bom quase ao nível de seu antecessor (ME PAGA UBISOFT!), darei a ele 4/5 por motivos já citados anteriormente, como o mal aproveitamento do Pagan durante a campanha por exemplo. Então, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre o jogo.

Um abraço,

Jack

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Twitter: @JackSpheraGeek

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Sphera Games #13 – O Fantasma De Esparta (God Of War)

Olá!

Para você que não me conhece eu sou o Jack e sim, sou viciado em games!

A saga que irei resenhar (obviamente será um jogo dessa saga por mês, no naipe de MGS) será a consagrada saga God Of War, tradução: Deus da Guerra. É um jogo de visão em terceira pessoa, do gênero Hacking Slash (onde você basicamente anda e bate em tudo que se mexe). Desenvolvido pela empresa Santa Monica e distribuído pela Sony em 2009, se tratando de um exclusivo de PS2 e remasterizado para PS3 posteriormente.

A história de GoW é contada em formato de lembranças, começando do final e contando como tudo foi parar naquele ponto da história assim como aquele filme com o Brad Pitt e Edward Norton: Fight Club onde o protagonista Jack (sim, dai que vem meu nome) está em uma situação extrema e narra a história até aquele ponto.

Em GoW não é diferente. O jogo começa com o protagonista Kratos na beira de um penhasco se lamentando por acontecimentos do passado que até então você não sabe o que é. Ele se joga no que parece ser a morte. Para entender os motivos de Kratos, é necessário visitar o seu passado antes do jogo.

Antes de prosseguir com a história vai um detalhe muito f*da e importante: o jogo inteiro é baseado em mitologia grega, algo que MUITA gente é fascinada (assim como eu). Kratos em grego significa “Poder” ou “Força” só que prestem atenção! Ele não existe na mitologia grega. Cratos é um personagem completamente diferente de Kratos.
“Como assim?”

Bem, Kratos é um personagem inventado e inserido na mitologia, tipo os personagens de Assassin’s Creed e MGS saca. Esse personagem do jogo nasceu e cresceu em Esparta. Vamos a uma pequena aula de história para que vocês entendam o conceito dos Espartanos (muito bem demonstrados no filme 300).

Esparta era uma cidade-estado da Grécia considerada militarista, sendo obediente a ordens e autoridades. Os homens espartanos eram inseridos no exército aos 7 anos de idade! Onde aprendiam a ter disciplina, concentração, estratégia, educação e força. Aos 12 anos eram abandonados para fora da cidade (todos nús) e teriam que viver por conta própria, tendo somente permissão para voltar quando completassem 18 anos. Mesmo assim eles não eram bem tratados! Não tinham voz e nem permissão de votar. Caso eles chegassem aos 30 anos, sua vida apresentaria alguma melhora pois eram promovidos a Oficiais, tendo direito a voto e a casar-se com qualquer mulher de Esparta. E se por um milagre de Zeus eles chegassem aos 60 anos,poderiam se aposentar e seriam idolatrados.

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As mulheres espartanas não tinham “mamata” não! Eram criadas desde pequenas para serem inteligentes, praticavam danças, esportes e lutas, para gerarem filhos saudáveis e perpetuassem a linhagem espartana. Em Esparta as mulheres tinham respeito e voz! Diferente de outras cidades em que a mulher era basicamente um objeto de reprodução (ridículo, mas ok). Depois de casada a mulher poderia ter relações com qualquer homem da cidade enquanto seus maridos se ausentavam em guerras. Quantos mais filhos saudáveis uma mulher tivesse, mais respeitada e desejada ela era. Esparta criava homens e mulheres fortes e respeitáveis, mas a formação ideal para tal era cruel.

Kratos cresceu nesse fundamento, sendo assim frio e amargo apenas respeitando um ou outro. Ele se destacava entre os “destaques”, logo sse tornando “o cara”. Seus feitos em batalha eram lendários (era também um singelo pegador, tido como escenten amante). Mas, uma pequena observação de algo que aconteceu com Kratos e que com certeza acontecerá contigo se você for homem. Por mais que você seja o cara, sempre terá uma mulher que irá te derrubar, o seu coraçãozinho vai fraquejar por ela. E quando você estiver na balada com outra, não vai ser naquela que você irá pensar e sim em outra. Tenso né?

Isso não foi diferente com nosso Espartano, ele conheceu uma mulher chamada Lisandra com que se casou e teve uma filha chamada Caliope (se eu errei na escrita me perdoem). Ela nasceu com uma doença de pele e aos olhos de Esparta ela era uma criança fraca e deveria ser morta. Porém, Kratos não aceitou o destino de sua filha e soube de um Elixir chamado Ambrosia que poderia cura-la. Ele pediu um prazo para o rei para que pudesse buscar essa cura. O rei ficou com certo receio por medo de perder um de seus melhores homens, mas em honra a suas conquistas ele permitiu.

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Kratos badass foi até lá e conseguiu curar sua filha, sendo promovido a capitão pela sua bravura. Anos depois Kratos já era um general e estava em
meio a uma batalha contra os bárbaros. Os bárbaros eram completamente o oposto dos espartanos, eles não tinham organização, respeito ou disciplina. Só matavam e espalhavam o caos por onde passavam (no naipe daqueles personagens de Hermanoteu saca? Vide Hermanoteu na Terra de Godah).
O inesperado ocorreu, o exercito de Kratos foi massacrado e ele ficou aos pés do Rei dos Bárbaros.

Em um momento de aflição ele roga o Deus Ares, oferecendo sua alma e lealdade em troca de sua vitória em batalha. Ares ouve o chamado e envia as Harpias ao campo que lhe fornecem a Lâmina do Caos (a arma que usamos ao longo do jogo) as correntes ficam presas aos braços do portador pela eternidade, ou até que Ares as retire. Essas lâminas se incendeiam quando usadas em combate e com elas Kratos decapita o Rei Bárbaro e passsando a servir Ares. Com essa temível arma e Ares ao seu lado Kratos passou a ser imbatível!

Conquistava cidades promovendo sempre violência e morte de inocentes. Todo o respeito e honra Espartana foram abandonadas. Tudo para servir a Ares por puro medo de sua fúria. Lisandra dizia que ele havia mudado, dizendo que sua sede de matança um dia acabaria com ele, mesmo asim não deu ouvidos. Um dia recebeu um comando de Ares para dizimar uma vila de seguidores da Deusa Atena (Deusa da Guerra Estratégica) e no meio do banho de sangue ele acaba matando sem perceber sua esposa e filha Esta era uma armadilha de Ares.

A oráculo da vila o amaldiçoa grudando a cinza de sua mulher e filha em sua pele. Daquele dia em diante, ele não conseguiria dormir por conta dos
constantes pesadelos que teria sobre este fatídico dia. Ele se torna o Fantasma De Esparta.  Ares fez isso por um simples motivo: Ele achava que a família de Kratos era o que o impedia de ser o soldado perfeito.

Mas nada seguiu como ele planejou! Kratos tomado pela vingança (o sentimento mais demonstrado nos jogos da série) se revoltou e confrontou o Deus Da Guerra. Ele procurou os outros Deuses para o perdão de seus pecados. Sua guia durante 10 anos foi a Deusa Atena, que um dia confrontada por Kratos disse que sua cruzada estava chegando ao fim e que seus pecados e pesadelos sumiriam. Porém, ele teria uma última missão, mandar Ares para “PQP” kk. Os Deuses ofereceram ajuda, mas ele teria que fazer isso sozinho.

A única chance de derrota-lo seria conseguir a Caixa De Pandora Nesta caixa, haveria poderes que seriam maiores que a dos Deuses, este poder seria a Chama do Olimpo. Com medo, Hefesto fez uma fortaleza para essa Caixa amarrando-a nas costas do Titã Cronos, condenando-o a carrega-la pela eternidade. Se ele conseguisse os poderes da Caixa, poderia assim, matar Ares. E é ai que o jogo começa.

A campanha dura em torno de 10 horas e não existe dificuldade muito elevada. É basicamente andar e bater no que se mexe. A única dificuldade real do jogo são alguns “quebra cabeças” de uma fase no “Templo de Pandora” que são muito chatos. Os gráficos são maravilhosos para a época, sendo bem na vibe de DMC e MGS ou até mesmo Shadows Of The Colossus. Isso se aplica na ambientação também que é riquíssima!

A trilha sonora do jogo é maravilhosa como de praxe de jogos da Sony. A jogabilidade é simples é basicamente só esmagar os botões, você também pode dar pulos duplos e como a visão é em terceira pessoa, vira e mexe você se embanana com câmera do jogo e isso é irritante para caramba. A recepção do jogo foi extremamente aceita pela crítica gerando assim uma sequencia, sendo um dos melhores jogos de PS2 já feitos e com certeza se encaixa no meu top 10 jogos da minha vida.

Dou 4.0/5.0 para o jogo por motivos simples: A câmera no jogo para uma pessoa estabanada como eu é horrível.Então, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre o jogo.

Para me encontrar na rede e enviar seu email acesse:
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Twitter: @JackSpheraGeek

Um abraço,

Jack

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SpheraGames: Jogos da PLUS e da withGOLD – Março de 2016

Geeks e Gamers,

Fechamos o primeiro trimentre de 2016 sem muita empolgação com a Sony e a Microsoft em relação ao conteúdo para a nova geração.

Vamos para a parte III de 2016, tanto da Sony (Plus) e da Microsoft (WithGOLD), que ainda continuam fracas. Segue a lista de jogos:

Lista Completa PLUS (Sony):

  • The Last Guy, PS3
  • Super Stardust HD, PS3
  • Broforce, PS4
  • Galak-Z, PS4
  • Flame Over, PS Vita
  • Reality Fighters, PS Vita

Lista Completa GOLD (Microsoft):

  • Sherlock Holmes: Crimes & Punishments, XONE (1º-31/Março)
  • Lords of the Fallen, XONE (16/3 a 15/4)
  • Supreme Commander 2XBOX 360 (1º-15/Março)
  • BorderlandsXBOX 360 (16-31/Março)

Plus Março 2016

 

Gold Março 2016

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SpheraGames: Jogos da PLUS e da withGOLD – Fevereiro de 2016

Geeks e Gamers,

Começamos o ano e o que podemos esperar de 2016 de jogos dos nossos consoles do coração?

Vamos para a parte II de 2016, tanto da Sony (Plus) e da Microsoft (WithGOLD), que ainda continuam fracas. Segue a lista de jogos:

Lista Completa PLUS (Sony):

  • Grid Autosport, PS3
  • Helldivers: Democracy Strikes Back , PS4, PS3, PS Vita
  • Lemmings Touch, PS Vita
  • Nom Nom Galaxy, PS4
  • Nova-111, PS Vita
  • Persona 4 Arena Ultimax, PS3

Lista Completa GOLD (Microsoft):

  • Hand of Fate, XONE (Mês todo)
  • Styx: Master of Shadows, XONE (2ª quinzena de fevereiro e 1ª quinzena de março)
  • Sacred Citadel, XBOX 360 (1ª quinzena)
  • Gears of War 2, XBOX 360 (2ª quinzena)

 

Plus Fev 2016

 

Gold Fev 2016

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SpheraGames: Jogos da PLUS e da withGOLD – Janeiro de 2016

Geeks e Gamers,

Começamos o ano e o que podemos esperar de 2016 de jogos dos nossos consoles do coração?

O ponta pé inicial tando da Sony (Plus) e da Microsoft (WithGOLD) é morno então vamos para a lista de jogos:

Lista Completa PLUS (Sony):

  • Dragon Age: Origins, PS3
  • Grim Fandango Remastered, PS4, PS Vita
  • Hardware: Rivals, PS4
  • Legends of War Patton, PS Vita
  • Medal of Honor Warfighter, PS3
  • Nihilumbra, PS Vita

Lista Completa GOLD (Microsoft):

  • Killer Instinct: Season 1 Ultra Edition, XONE (1ª quinzena)
  • Zheros, XONE (2ª quinzena)
  • DiRT Showdown, XBOX 360 (1ª quinzena)
  • Deus Ex: Human Revolution, XBOX 360 (1ª quinzena)

 

Plus Jan 2016

 

Gold Jan 2016

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SpheraRetro #03 – Assassin’sCreed 3: A questão da maçonaria. (eX-SpheraPlay)

Por Ricardo Lopes,

Em Assassin’s Creed 2 e suas sequências envolvendo Ezio Auditore, muito foi revelado dos grandes antagonistas da franquia: os Cavaleiros Templários. Pequenas citações aqui e ali de outros períodos históricos, como a na Revolução Russa que deu origem às minisséries em quadrinhos A Queda e futura a ser lançada no Brasil The Chain. Assassin’s Creed Brotherhood e Revelations mostraram muito do renascimento no Século XX da Ordem dos Templários de seu momento frágil após as falhas dos romanos como a corporação multinacional Abstergo Industries. Porém, mesmo com o lançamento de Assassin’s Creed 3 tão próximo, muitas lacunas existem sobre o período de transição entre essas duas eras. Particularmente sobre o período histórico em que o novo game se passa abre uma grande questão envolvendo os vilões Templários e a sociedade da Maçonaria.

É bastante conhecida a noção de que a Maçonaria é uma recriação dos Cavaleiros Templários, com vários de seus ritos e filosofias encontrando paralelos com o cristianismo e com as figuras dos templários. Também é conhecido que os fundadores e 14 dos presidentes americanos eram maçons, incluindo figuras que aparecerão no game, como George Washington e Benjamin Franklin.

O esquadro e compasso, símbolo dos maçons livres .

A Ubisoft já afirmou que o foco da história é no conflito entre os assassinos e os templários e não na Revolução Americana propriamente dita, e é fato que dificilmente a Ubisoft faria um game aonde as mais icônicas figuras históricas americanas e a fundação do país chave para o mercado da indústria dos vídeo games fosse associada diretamente aos vilões da série. Dessa forma, uma interessante ambiguidade e aura de mistério se formam com os vilões e personagens da franquia novamente, como foi no primeiro game.

A conexão entre os templários e a maçonaria: Historicamente é conhecido que a maçonaria teve sua origem em 1717, com a fundação da Grande Loja de Londres, fato amparado por farta documentação. No entanto, como dito anteriormente, essa irmandade possui conceitos, ritos e tradições que antecedem sua existência, o que leva a eras passadas e algumas lendas.

A Cruz símbolo dos templários.

Uma das mais conhecidas influências na origem da Maçonaria, foi a construção do Templo de Salomão. Na época das Cruzadas, os templários tiveram em seu poder o espaço cedido pelo Rei Balduíno II da mesquita de Al Aqsa, onde era acreditado ter sido construído o Templo de Salomão. Os templários investigando este espaço descobriram vários segredos, dando origem a algumas lendas conhecidas. Esses segredos constituem alguns icônicos símbolos religiosos como a Vera Cruz, o Santo Graal, a Arca da Aliança e ossegredos da construção do templo. Este conhecimento seriam princípios herdado pelos maçons, descendentes dos construtores do templo, os quais usaram para adquirir sua influência. O rito principal de iniciação maçom passado é a reconstituição do assassinato do arquiteto do Templo de Salomão Hiram-Abif, o qual morreu para proteger os segredos da construção do templo.

Insígnia dos Assassinos.

No primeiro Assassin’sCreed, logo na primeira fase do game, Altair invade o Templo de Salomão atrás do tesouro dos templários. Na câmara principal ele achou o vilão Grão Mestre dos Templários Robert de Sable a ponto de pegar de uma então chamada Arca Aliança – a qual Altair já desmitifica por ser um mito – contendo um Pedaço do Eden, depois descoberta como uma Maçã do Eden, a qual é entregue ao mentor Al Mualim por Malik, desencadeando toda a trama do game.

Em 1307, o Rei Felipe IV da França prendeu os líderes dos Cavaleiros Templários e tomou posse de seus bens. Durante esta repressão o Grande Mestre dos Templários Jacques de Molay foi queimado em fogueira. Segundo a mitologia de Assassin’sCreed, antes da sua morte ele confiou os antigos segredos da Ordem a seus nove discípulos mais confiáveis com instruções de espalhar sua influência no mundo. Alguns historiadores especulam que eles ficaram ocultos até ressurgirem nos 1700s como os maçons livres.

Na Revolução Americana:Figuras proeminentes na irmandade secreta maçom durante a Revolução Americana incluem George Washington, Benjamin Franklin, John Hancock, Joseph Warren, e Paul Revere.

Connor cavalgando ao lado de George Washington.

Em imagens e informações de divulgação do game, é dito que o protagonista Connor Kenway associa-se a ambos George Washington (que segundo informações vistas em Assassin’sCreed 2, eventualmente tem uma Maçã do Eden em seu poder) e Benjamin Franklin, o que poderia implicar numa aliança entre os revolucionários com os assassinos, o que faz esta versão da história da Maçonaria muito confusa até o momento e não é possível ter uma posição desta quanto ao conflito entre os Assassinos e os Templários, ainda mais pela óbvia semelhança entre a insígnia dos assassinos e da Maçonaria. O mais provável é que a conexão mais forte venha por um personagem que incorpore a ambiguidade, obsessão por um ideal próprio fora do conflito e que não necessariamente tome partido por nenhum dos lados da guerra. Esse personagem talvez seja Charles Lee.

Charles Lee em Assassin’sCreed3

Charles Lee foi um soldado britânico que serviu como general no exército continental durante a Revolução Americana. Muitos políticos acreditavam que ele seria uma escolha muito melhor do que Washington para liderar o exército Americano, mas Lee exigiu dinheiro pelo cargo, além de se recusar a desistir de suas terras britânicas.

Historicamente, durante a guerra, Lee se casou com uma filha de um chefe moicano e deu origem à gêmeos. Poderia Connor ser filho de Lee? A lealdade nacional de Lee é pouco clara já que além dele ter tomado o lado dos colonos durante a guerra,sempre se especulou a possibilidade de ele ter dividido segredos com os britânicos durante seu rapto. Além disso, a forte oposição à liderança de George Washington talvez fosse motivada por diferentes ideais de um bem maior para o Novo Mundo e diferentes planos para a guerra. A Ubisoft certamente poderia preencher essas lacunas com sua ficção e fazer dele um Templário e parte da Maçonaria Americana.

Para terminar, a Ubisoft já mencionou que apesar de algumas semelhanças apontadas, eles não seguirão a linha de ficção dos templários e maçons de Dan Brown em Assassin’sCreed3, e que “temos uma descrição muito precisa dos maçons no nosso jogo, e isso é tudo que eu posso dizer”, diz o principal escritor do game Corey May.

Assassin’s Creed 3 tem data de lançamento para 30/10 nas plataformas Xbox 360 e  Playstation 3. A versão PC não tem data definida mas a Ubisoft garantiu que será lançado até do Natal. Existe também uma versão para WiiU a caminho mas sem data definida.

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SpheraGames #02 – The Unfinished Swan (PS3/PS4/PSVITA)

Geeks e Gamers,

E tudo começou assim:

Acessei o jogo e estava tudo em branco. Depois de apertar alguns botões o jogo me respondia jogando uma bola preta e manchando o cenário. Pensei que o jogo estivesse com defeito e fechei o mesmo.

Fui mostrar aos meus amigos e para minha surpresa vi que tinha barreiras e dava para seguir um caminho. Assim começou a minha jornada e a vergonha na frente dos meus amigos.

Sobre a História:

“Um dia, desaparece o cisne inacabado em uma pintura de sua falecida mãe, e portando outro presente dela, um pincel. Monroe aventura-se atrás do tal cisne. Tendo como referência apenas pegadas douradas dele, Monroe deve construir seu caminho até a escorregadia ave e desbravar a história de um Rei excêntrico.”

Jogando:

O bom de ser um jogador com vários anos de experiência/consumista é que ainda vemos jogos que nos surpreende.

The Unfinished Swan é uma obra de arte e nos faz adentrar numa jornada incrível. Somos convidados pela Giant Sparrow a completar um mundo abandonado pelo rei.

A sua jogabilidade inova, ousa, e somente com pulos e um canhão de tinta, que tinge o ambiente te mostrando a arquitetura existente. E ainda de quebra você realizará vários quebra cabeças.

The Unfinished Swan está dividido em 4 capítulos, e todos eles com narrativas antes e durante a missão, o que o torna um jogo rápido.

Brincar com o vazio, preenchê-lo e dar sentido ao ambiente faz parte do game que ainda nos faz curtir várias cores e estilos da arte. Assim somos convidados a criar a nossa própria arte.

Observações:

1 – Jogo criativo, aproveite bem a paisagem e a dinâmica dele.

2 – Os balões soltos nos cenários liberam itens colecionáveis importantes.

3- Poderia ter uma duração maior.

4- Se você tem PlayStation®Move, pode jogar com ele.

 Posto isto, dou 3 / 5 Spheras para o jogo.

Rain

SpheraGames #02 – Rain (PS3)

 

 

Geeks e Gamers,

Em julho de 2015 tive o prazer de ter contato com esse maravilhoso jogo exclusivo para PS3, da Sony Japan.

Uma experiência única propõe esse maravilhoso jogo, no qual atrás da história de duas crianças iremos adentrar a um mundo belo, simples e perigoso.

Imagine você acordar num dia chuvoso, e ao olhar pela janela ver um vulto de uma menina sendo perseguida por um ser estranho e amedrontador. Sua primeira ação é ir atrás dessa menina perseguida. Mas o que te surpreende ao sair de sua casa é perceber que você também é um vulto e que de alguma forma você e a menina estão entrelaçados a esse destino. 

Me sentindo dentro de uma história de ninar li, ouvi e vivi cada palavra do locutor. Senti medo, alívio, abandono e felicidade. Toda essa confusão de sentimentos são seguidos de uma bela paisagem combado com sua ótima trilha sonora.

Baseado em pequenos puzzles, o jogo estabelece uma dinâmica bem simples em relação ao cenário dark e as dificuldades impostas, e deixa claro que qualquer deslize por sua parte você perderá. (You Die!!!)

Durante o jogo temos leves progressões nas habilidades e aparecimentos de novos personagens, que não deixam  o jogo ficar monótomo.

O fato de ser uma criança desarmada e que sua principal solução é saber fugir e gerar armadilhas foi uma experiência diferente para mim e muito atrativa.

Com aproximadamente 3 horas de jogo você vivencia na veia um jogo indie. Mesmo aqueles gamers que não deram boas notas elogiaram suas ideias e a vontade de inovar a mesmice do mundo dos games.

Posto isto, dou 3,5 / 5 Spheras para o jogo.

Spheraplay #11 – South Park: The Stick of Truth ou O Cetro/O Pauzinho da Verdade

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Geeks, Gammers e Sir’s Babacas,

Preparem-se para uma das melhores experiências inter-mídias feitas até o dia de hoje.

Preparamos não só um “review” e sim um guia de dicas para o jogo.

Vamos para o que interessa!!!

Sinopse

O mundo poderá acabar e isso é consequência de uma série de problemas gerados em South Park.

Contudo você que acabou de se mudar para essa pequena cidade é a maior esperança de todos nós.

Guerra, “ aliens”, mendigos e o facebook esperam por você!

Ass. Cartman, Rei dos Feiticeiros

Análise

Lançado para pc, ps3 e xbox 360 em 04 de março de 2014, depois de alguns percalços como a falência da sua desenvolvedora a THQ. Sai enfim depois de muitos rumores e medos esta bela edição pela Ubisoft.

Em poucas palavras o jogo faz você entrar neste mundo e ser parte de mais um capítulo do desenho. Só que agora você é o personagem principal e detentor das mudanças da vida de todos os membros deste episódio.

A fidelidade ao desenho é extrema, o mapa da cidade é idêntico juntamente com todos os personagens, não fugindo daquilo que eles são. Isso se dá porque o roteiro todo é montado pelos criadores de South Park, Trey Parker e Matt Stone.

Aqueles que assistem ao desenho sentirão uma nostalgia enorme, pois a toda hora as situações estão “linkadas” à vários episódios do desenho.

Direção artística impecável, seguindo o roteiro dos episódios do desenho. Jogabilidade , trilha e humor extraordinários.

Qualquer um pode jogar mesmo aquele que nunca jogou um game no estilo RPG. Pois ele é altamente explicativo, o tempo todo, sem poluir o jogo. Sua interface é bem simples e intuitiva.

E o melhor de tudo é seguir a sua história, e vale ressaltar a homenagem feita ao país Canadá.

Guia

Criamos aqui um mapa do tesouro para você não perder nada deste incrível jogo:

1 – Assista o Desenho

A imersão e o entendimento de várias situações/piadas no jogo só será entendida se você tiver um feedback do desenho.

2 – Escolha o personagem.

Muito importante você escolher a classe  do seu personagem dentro da sua preferência. Há o Ladino (Furtividade), Guerreiro (Força), Mago (Magia) e o Judeu (Magia).

3 – Fale com todos e entre em tudo.

Dentro e fora das missões,  você conseguirá amigos para o seu face no jogo e ao atingir um numero X de seguidores, fará gerar pontos que poderá atribuir às habilidades do seu personagem.

Atenção! Pois atrás de árvores e no esgoto haverá entradas também.

4 – Quebrar e pegar.

Bata em tudo e cate tudo o que puder, pois futuramente as coisas que estão na sua lixeira poderão ser vendidas/trocadas por dinheiro.

Os arbustos escondem sacolas de prêmios, e não deixe de quebrar as coisas (latas de lixo por exemplo) pois em quase tudo você pegará objetos.

5 – Utilização do Mapa e do Jimmy

No mapa da cidade você tem acesso a todas as missões em andamento e através do poste-com-a-bandeira-vermelha conseguirá se movimentar mais rápido.

Vale ressaltar que na Floresta não existe mapa, pois ela é randômica!Lol

6 – Missão Principal

Ela que dá o tom principal do jogo e faz o seu personagem avançar ou não. Cada vez que você completar uma etapa desta missão vira o dia liberando novas missões secundárias. E a utilização de suas Summons.

7 – Missões Secundárias

Se quiser pode optar em não faze-las e seguir a história principal, contudo você perde várias recompensas e risadas.

8 – Chinpokomon

Muito importante pegar esses bichinhos para completar a sua lista de amigos. Eles estão por todos os lugares, em locais inóspitos também.

Clique aqui para pegar a lista dos locais e visualizar aqueles que você não conseguiu achar.

9 – Inventário

Tenha sempre poções de cura e principalmente de velocidade, esta última faz você ter dois ataques no mesmo turno da luta.

Na parte de equipamentos fique atento ao level das habilidades que elas te darão para você poder trocá-las por uma melhor.

10 – Acompanhantes

A escolha importará o quanto a batalha será rápida, ou não. De longe acho o Gordo Safado do Cartman o melhor!

11 – Finais

Aqui você terá a opção de entrar em um anús/reto/intestino grosso para salvar o mundo ou ver um dos finais, se você optar por não fazer isso.

12 – Tradução

Infelizmente a Ubisoft não se preocupou em fazer uma tradução oficial, contudo, porém, entretanto a internet é dos manos logo clique aqui para baixar a legenda em Pt-Br.

13 – Zerar pela segunda vez

Os criadores do desenho/jogo indicam para você que zerou o jogo, que nem eu, fazendo TUDO zera-lo novamente jogando somente as missões principais para perceber o humor do jogo em modo 100%.

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DLC e o Segundo Jogo

Até o momento sairam duas DLC’s que estão explicadas abaixo e sobre o 2 da franquia a uma animação muito grande para se realizar o próximo, conforme relataram os criadores.

Super Samurai Spaceman Pack – 3 novas roupas: Super herói, Samurai e Astronauta, cada uma delas com sua habilidades e particularidades.

Ultimate Fellowship Pack – Desbloqueia a irmandade suprema com este pack de pré-encomenda para todos dominar! Escolhe a tua classe e benefício com quatro fatos exclusivos do Stick of Truth equipados com habilidades especiais. Veste-te como o Necromancer Sorcerer para aumentar o dano provocado pelo fogo, ganha ouro extra com o fato do Rogue Assassin, causa dano extra com as armas vestido como o Ranger Elf ou aumenta a tua defesa com o fato do Holy Defender. A escolha é tua, Miúdo Novo. Conquista o Reino de South Park!

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Fontes

Eu mesmo / Site oficial / Techtudo / Uol Games / Steam / Kotaku US e BR

 

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Nota

 

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“Rei Babaca…”

SpheraPlay #07 – Resident Evil 6: Polêmicas e vendas.

O criador recomenda que esta postagem seja lida ao som de:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qBfsAUFifOo]

Em 2004, foi lançado Resident Evil 4, trazendo diversas mudanças nesta tradicional série do gênero survival-horror, não somente na jogabilidade, mas também no seu ambiente, trazendo não mais os tradicionais zumbis e alguns ambientes claros ao game. A recepção foi majoritariamente positiva, recebendo notas altíssimas, prêmios de jogo do ano e vendas calorosas. Resident Evil 5 seguiu os passos do game anterior, trazendo a jogabilidade do quarto game com uma novidade: co-op. Seguindo uma vertente mais voltada para a ação, o game dividiu os fãs e crítica como nunca trazendo reações mistas de contentamento e desapontamento. Agora em 2012, o sexto game da série parece seguir os passos do último.

Resident Evil 6 foi lançado em 02/10/12, trazendo três campanhas com personagens diferentes e novamente algumas mudanças na jogabilidade. Agora o jogador pode andar e atirar, o combate melee foi retrabalhado e o game conta um novo sistema de menus que deixou o manejamento de itens mais simples. Ficou a natureza co-op das campanhas e a ambientação voltada para a ação, deixando de lado a atmosfera mais voltada para o terror, à exceção da campanha de Leon/Helena.

Pouco antes do lançamento, os reviews começaram à pipocar na internet. Para a surpresa, ou não, de alguns, o game é o que possui as opiniões mais polarizadas da série até então, com notas do agregador Metacritics que variam de 9,5 à  3,0, alcançando uma média de 6,6 no Xbox 360 e 7,7 no Playstation 3. A média de usuários do site chegou em absurdos 0,8 de média.

Porém, parece que toda controvérsia quanto à qualidade do game não impediu que houvesse uma alta demanda dos lojistas, o game já soma mais de 4,5 milhões de cópias enviadas às lojas do mundo todo, um novo recorde estabelecido para a Capcom. Apesar deste número não representar unidades vendidas, a Capcom espera que ao menos 7 milhões de unidades sejam comercializadas até o final do primeiro trimestre de 2013.

A Capcom veio à público rebater às críticas dos fãs com declarações do produtor do game Hiroyuki Kobayashi em entrevista: “é nosso trabalho para criar uma nova experiência de jogo e oferecer-lhes algo que é novo e desafiador. Nós queremos ter certeza de que o que fazemos agrada a eles, mas a reação inicial pode não ser sempre positivo. Nós ouvir os fãs, mas não podemos ser obrigado a eles, a cada passo ou eu não acho que nós vamos sempre fazer progresso em termos de desenvolvimento da série.” Em seguida, em declaração ao site 1up, defendeu as decisões de design da série, que caminha para mais para o gênero de ação do que horror em busca de apelo maior às massas: “Estamos fazendo jogos e precisamos ter apelo de mercado de massa, a fim de sobreviver. Torna-se um problema de buscar uma maneira ou de outra. Até onde é que vamos entrar em horror, antes de perder o apoio do jogador médio? Até onde é que vamos diminuir os elementos de horror sob o risco de perder os fãs de nicho, incluindo os fãs de Resident Evil? Onde está o diagrama de Venn que mostra o meio termo dessas coisas? O desafio é tentar empurrá-lo perto das bordas de qualquer forma para que possamos satisfazer ambos os grupos de pessoas. Acho que podemos fazer isso. Pessoalmente falando, eu realmente gosto de horror. Eu gosto como um gênero. Eu estou bem com  isso, empurrando-se até o máximo em termos de horror. Mas talvez isso não é o que podemos fazer e ainda ser vendável.”

Ao que parece, a Capcom não parece temer arriscar-se em caminhos novos para a série Resident Evil ao custo de perder os fãs antigos se isto vai lhes trazer vendas milionárias. Mais uma vez parece ser uma grande distribuidora atrás dos fãs casuais de ação da série Call of Duty. É sobre vendas, e não qualidade. Todos os reviews parecem apontar para problemas de câmera e AI. No entanto, ao jogar a demo, na opinião deste que vos escreve, o game parece ser mais uma agradável experiência co-op que vale a pena jogar com um amigo, ainda mais com a duração das campanhas passando de 20 horas combinadas. Não importando o gênero ou os problemas, parece ser um bom jogo, não condizente com as notas baixíssimas que recebeu. Eu, como um fã casual da série, quero jogar Resident Evil 6.

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