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[#OPodcastÉDelas] SpheraCast Especial #005 -Julie Ramos, Um Bate Papo

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Olá Amigas e Amigos do SpheraGeek,

Fazendo parte do projeto o #OPodcastÉDelas que no mês de março inumdou essa internet coisa linda de Deus, com podcast’s, textos e vídeos voltados para nossas queridas produtoras de conteúdo.

O Sphera não faz diferente e antes de trazer no seu cast principal a matéria do projeto convidamos a cantora Julies Ramos para bater um papo com o nosso Engenheiro Chefa do SpheraGeek Rodrigo Fernandes.

Obs. O som não está em boa qualidade, mas achamos importante em trazer em aúdio em vez de transcrito.

Bom cast!

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#EuNoOscar: Confira os indicados a melhor diretor no Oscar 2017

Olá meus amigos, não deixem de acompanhar este termômetro do Oscar 2017 aqui no Sphera. Já lançamos artigos sobre melhor atriz, ator e agora melhor diretor. Amanhã teremos a lista dos indicados de melhor filme.

Fiquem atentos e não deixem de usar a nossa #EuNoOscar para acompanharmos os palpites de vocês em suas postagens nas redes sociais.

 

Imagem    Barry Jenkins  – “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

É um cineasta norte-americano formado em Cinema e Artes Visuais pela Universidade do Estado da Flórida, em Tallahassee, e iniciou sua carreira com Medicine for Melancholy (2008), trabalho que lhe rendeu indicações para grandes premiações do mundo do cinema, como o Gotham Awards, em 2008, e o Independent Spirit Awards, em 2009.

Oito anos depois, Barry retorna às telonas com o longa-metragem Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016). O filme, que é uma adaptação do livro de Tarell Alvin McCraney, foi elogiado pela crítica especializada e indicado a oito categorias do Oscar 2017, inclusive de melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro adaptado. O segundo filme assinado pelo diretor também rendeu dezenas de nomeações e já carrega um Globo de Ouro.

Imagem    Damien Chazelle – “La La Land: Cantando Estações”

É um cineasta norte-americano que aos 32 anos de idade já foi considerado um prodígio de Hollywood pelos filmes Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) e La La Land – Cantando Estações (2016).
A carreira de Chazelle deu o primeiro passo no mundo da sétima arte com o musical Guy and Madeline on a Park Bench (2009), mas foi com Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) que a carreira do diretor tomou um novo rumo. Apesar de o roteiro do longa só ter ganhado maior visibilidade após sair na Black List 2012, o filme não demorou a ser aclamado pela crítica especializada e ganhou diversos prêmios.
Em 2016, o musical La La Land – Cantando Estações (2016) consolidou a posição de Damien Chazelle como um diretor renomado. Somente no Globo de Ouro, o longa bateu o recorde de filme que mais venceu prêmios na cerimônia, levando sete estatuetas.

 

Imagem    Kenneth Lonergan – “Manchester à Beira Mar”

Nascido em Nova York em 1962, o roteirista e diretor Kenneth Lonergan tem poucas produções em seu currículo, mas já coleciona boas avaliações da crítica e público por algumas produções, como é o caso de Manchester à Beira-Mar (2016), que dirigiu e roteirizou, e recebeu seis indicações no Oscar 2017.

Seu primeiro trabalho com relevância como roteirista foi na comédia Máfia no Divã (1999), estrelada por Robert De Niro e Billy Crystal. Um ano depois, em 2000, foi a vez de Lonergan colocar a mão na massa e dirigir seu primeiro filme, o drama Conte Comigo, protagonizado por Laura Linney e Mark Ruffalo (com quem repetiu a parceria anos depois, em Margaret, de 2011). Nas duas produções, curiosamente, o diretor também atua, fazendo pequenas aparições.
Foi roteirista de mais algumas produções em seguida, como da animação As Aventuras de Alceu e Dentinho (2000), no drama histórico de Martin Scorsese Gangues de Nova York (2002), além de Wild Oats (2016), comédia com Shirley MacLaine e Jessica Lange.  Entre as categorias em que Manchester à Beira-mar foi indicado no Oscar, estão: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (por Casey Affleck), Melhor Ator e Atriz Coadjuvante (por Lucas Hedges e Michelle Williams), e Melhor Roteiro Original.

Imagem  Mel Gibson – “Até o Último Homem”

Nascido em Peekskill, Nova York, em 1956, o ator, produtor e diretor de cinema norte-americano é o 6º filho de um total de 11 do casal Hutton Gibson e Anne Patricia. Considerado uma dos principais rostos dos grandes filmes de ação produzidos nos anos 1980 e 1990, Gibson teve seu primeiro papel de destaque na famosa franquia Mad Max (1979). No mesmo ano, também fez uma aparição no drama australino Tim – Anjos de Aço, dirigido por Michael Pate.    Sua aparência física, considerada uma mistura de Clark Gable e Humphrey Bogart no ínicio de sua carreira, foi responsável pela escalação do ator para franquias que se tornariam grande sucesso de público, sendo uma das maiores a série de filmes Máquina Mortífera (1987), Máquina Mortífera 2 (1989), Máquina Mortífera 3 (1992) e Máquina Mortífera 4 (1998).

Porém, antes disso, protagonizou também as sequências de Mad Max, intituladas Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981) e Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985). Em 1981, fez o papel de Frank Dunne no drama histórico Gallipoli e, no ano seguinte, foi responsável por dar vida a Guy Hamilton no longa O Ano Que Vivemos em Perigo (1982).   Em 1984, protagonizou ao lado de Anthony Hopkins a aventura Rebelião em Alto-Mar e fez par com Diane Keaton em Mrs. Soffel – Um Amor Proibido. Com Michelle Pfeiffer e Kurt Russel, completou o elenco do eletrizante Conspiração Tequila (1988). Entrando na década de 1990 querendo mudar seu espectro de personagens, ele expandiu e variou seu tipo de atuação na adaptação do drama shakespeariano Hamlet (1990), com Glenn Close e Alan Bates, e também nas comédias Air América – Loucos Pelo Perigo (1990) e Eternamente Jovem (1992).

Mas a verdadeira guinada em sua vida veio com a estreia na direção de filmes, o que o fez render diversas críticas positivas, não muito comuns em boa parte de seus filmes anteriores. O primeiro longa na direção foi O Homem Sem Face (1993). Foi diretor também do bem avaliado Coração Valente (1995), e de um dos filmes religiosos mais conhecidos de todos os tempos, A Paixão de Cristo (2004), já com sequência confirmada em A Paixão de Cristo 2, em produção em 2017. Também teve boa recepção do público e crítica Até o Último Homem (2016).  Como ator, também teve papéis em filmes como O Fim da Escuridão (2010), Um Novo Despertar (2011), Plano de Fuga (2012) e na terceira parte da franquia Mercenários, em Mercenários 3 (2014).
De prêmios, os mais notáveis que ganhou foram os dois Oscars por Coração Valente, nas categorias Melhor Filme e Melhor Diretor. Pelo mesmo filme, também levou um Globo de Ouro por sua direção.

Imagem  Denis Villeneuve – “A Chegada”

Nascido em 1967, em Quebec, no Canadá, o cineasta coleciona excelentes avaliações em produções que dirigiu. Em sua obra mais recente, A Chegada (2016), conseguiu oito indicações ao Oscar 2017, nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Melhor Design.  Bem antes disso, Villeneuve teve seu primeiro trabalho como diretor no curta-metragem documental Rew FFWd (1994), sobre um jovem fotógrafo em trabalho na Jamaica. Em seguida, dirigiu um dos trechos do longa Cosmos (1996), dividindo o posto com outros cinco realizadores. Mas o primeiro filme para chamar de seu foi o drama 32 de Agosto na Terra (1998).

Depois foi a vez de roteirizar e dirigir Redemoinho (2000) e, depois de um hiato de alguns anos, Polytechnique (2009), drama com Maxim Gaudette e Karine Vanasse. O reconhecimento chegou de vez em 2011, com Incêndios, indicado na categoria Melhor Filme Estrangeiro no Oscar.  A partir daí, ao iniciar os trabalhos em língua inglesa, o sucesso se instalou na carreira de Villeneuve, através da produção de grandes filmes, comofoi o caso de Os Suspeitos (2013), com Hugh Jackman, Viola Davis e Jake Gyllenhaal (com quem repetiu a parceira em O Homem Duplicado, no mesmo ano). Em 2015, porém, a recepção do suspense Sicario: Terra de Ninguém não foi tão boa quanto a dos anteriores, o que por sorte não se repetiu com bem-sucedido A Chegada (2016).

Para 2017, o diretor assumiu o comando da tão aguardada sequência de Blade Runner, intitulada Blade Runner 2049, que contará com Harrison Ford e Ryan Gosling no elenco.

 

Fonte: Adoro Cinema

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[SE] Covers que Faltam Com o Respeito

Fala Galera,

Acredito que todos nós conhecemos pelo menos um punhado de bandas covers…De bares na noite, passando por colegas de trabalho que se juntam para umas cervejas e umas músicas na garagem aos fins de semana, até de supergrupos como o reunido para regravar os covers, em sua maioria, que eram tocados pelos Beatles no começo da carrreira (a Backbeat Band incluindo membros do REM, Soul Asylum, Sonic youth e Nirvana).

Apesar dessa diversidade, a maioria das versões não caem muito longe da sua origem. Procurando, é possível encontrar versões revolucionárias que vão dar uma nova roupagem a música é a transformam em algo diferente (não necessariamente melhor ou pior).  O objetivo desta lista é apresentar versões que deram esse novo significado às músicas para mim, e eu tenho certeza que além de trazer um sorriso ao seu rosto quando identificar a música, deve fazer você lembrar de alguns casos semelhantes que foram relevantes para você.  Se esse é o caso, nos deixe saber pelos comentários…

De todo jeito aqui vão meus covers, quase inéditos (a ordem é a melhor para a narrativa e não está ligado a qualquer tipo de predileção… eu acho).

 

Take on Me – Reel Big Fish

Ska é um estilo com alguma tradição de covers inusitados.  Com guitarras bem características, e frequentemente um marcante naipe de metais, tudo pode virar Ska.  Uma das mais divertidas apresentações do estilo pode ser encontrado nesse rapidíssimo cover do clássico pop:

 

Smells Like Teen Spirit – Tori Amos

Toda a raiva adolescente encontrada no que deve ser o primeiro grande hino Grunge se torna uma angustiante bad trip na voz e piano de Tori Amos:

 

Ryan Adams – Taylor Swift / Wonderwall

Depois do grande sucesso, entre suas próprias músicas, um cover de Wonderwall do Oasis Ryan Adams abraçou um dos mais ambiciosos projetos covers que eu conheço.  Taylor Swift deve ser, atualmente, a mais bem sucedida estrela Pop.  Tudo que ela toca dá certo, desde o início de sua carreira.  Ela deve ser o maior encadeamento de empreendimentos duvidosos, bem sucedidos, já visto.  Quando a cantora deu uma guinada ainda mais forte em seu estilo no álbum 1989 (ano em que a cantora nasceu), foi muito criticada…teria ela se rendido aos colaboradores, produtores, dinheiro, sucesso…? Logo a doce cantora de um suave pop country vinda de uma pequena e pobre cidade da Pensilvânia…

Em pouco tempo, Ryan Adams apareceu para defendê-la.  Toda a genialidade dos outros discos estava lá e ele provaria regravando todo o disco enquanto ele, em sua forma Pop original, continuava uma trajetória de grande scesso apesar das críticas.

Taylor Swift, longe de criticar, processar ou dar qualquer tipo de piti abraçou a ideia, ajudou a divulgar e agradeceu a iniciativa. Ambos os discos são enormemente bem sucedidos… mas só um pode entrar nessa lista: 1989 – Ryan Adams!

Depois da gravação a GQ ainda promoveu uma entrevista feita por Ryan Adams com a cantora.  Infelizmente não encontrei uma versão legendada…

 

Toda a trilha do Moulin Rouge

E quando um diretor resolve subverter todas as músicas em sua obra, tudo bem não foram todas, mas passou perto, como Baz Luhrman fez em Moulin Rouge??  Ainda que o filme divida opiniões, é inegável o nível de rebeldia em transformar The Police em Tango ou Madonna em uma espécie de Ópera Bufa, porém seu auge pode ser encontrado, na minha opinião, na colagem de músicas feita em Elephant Medley para construir o diálogo que constitui um dos pontos altos do filme sobre um Elefante (cenográfico).

 

Francine Quinn – Suicide Squad

A desconhecida cantora criou muita curiosidade com sua voz na trilha sonora do filme Esquadrão Suicida.  Ela também é responsável pela música tema de Assassin’s Creed.

Menção honrosa precisa ser feita à Brian Setzer’s Orchestra que regravou versões Big Band de uma série de músicas clássicas no memorável, e inusitado, Wolfgang’s Big Night Out, recomendo…

E para encerrar essa lista de 5 covers inusitados (com algumas “trapaças” para garantir que ninguém fique de fora) trago Dotô Jeka, a única banda nacional.

A primeira vez que ouvi a banda ela atendia por Dr.Jekyll e fazia um som fortemente influenciado pelo Hard rock dos anos 90 (em especial do GnR ao que me pareceu).  O show de abertura para o Rolling Stones Cover transcorria normalmente quando de repente, vindo de lugar nenhum, entrou uma versão hard rock de Romaria.

Aquilo agitou muito o show e a banda ganhou a galera ali.  Algum tempo depois, a banda Dr.Jekyll se tornou Dotô Jeka no cast da Vigin com o disco Tia Marieta.  A piada foi repetida à exaustão e, ainda que boa, a banda não durou.  Alguns membros da banda continuam no mundo musical até hoje com destaque para Tuia, o vocalista, com um interessante e reconhecido trabalho autoral, e Ricardo Takamatsu, baixista em atividade na região do Vale do Paraíba até hoje.

E é isso… Como falei lá em cima conte aí o cover que você lembrou, nos comentários.  Faça sua própria lista… Trapaceie também…Lembre de cada surpresa que puder, por que cada uma delas vale muito a pena!!!!

Abraços,

Rodrigo Fernandes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aerosmith

[SC] Canivete Suiço: SpheraSmith

Olá Geeks dessa Spheraiada!! Nessa quinzena, aqui no Canivete Suíço, iremos falar sobre o show do Aerosmith! Sim, meus queridos geeks, sábado passado, no meu dia, dia dos professores, foi dia de Rock!

Nós no show 1

Fomos a São Paulo, especificamente ao Allianz Park, o novo estádio do Palmeiras ou Parmera ou Porco ou etc etc etc…para o que pensávamos ser o último show da carreira da banda. Sim, foi uma pegadinha do malandro… Eles acertaram com o Rock in Rio 2017 bem depois de termos comprado os ingressos, por um preço salgadinho!!!

A chegada foi bem organizada, fomos de Uber até quase a porta do estádio e entramos sem fila nem nada. Estava cheio, mas não impossível de se curtir um bom som. A banda de abertura foi a Sioux 66, banda relativamente recente no mercado do metal (2011). Eu, particularmente, fã de metal que sou, não me empolguei muito com a banda. Não foi pelo fato de eles estarem cantando metal em português, pois essa pegada é interessante, mas o fato dos graves estarem estourando nas caixas e o agudo do vocalista ter me incomodado.

O Aerosmith compareceu com uma pontualidade ímpar. O show rolou suave, bem produzido e com o repertório clássico da banda, emplacando músicas como Dream On, Pink, Crazy e Cryin’. Para quem conheceu Steven Tyler na boa forma, pode ter notado um pouquinho de fraqueza vocal. Aquele agudo não é mais como antigamente, também, o coroa está com 69 anos com um pique desgracento! Será que as drogas o conservaram tão bem assim? Acho que sim.

A volta ao Hostel foi um pouco conturbada, pela primeira vez na vida tive problemas com a Uber, pois o punhado de motoristas que pegamos em Sampa era um tanto quanto estranhos. Porém problemas maiores foram aqui na volta ao Rio. Enfim, prefiro esquecer essa volta. Mas, um agradecimento sem jabá que faço aqui, é ao São Paulo Hostel Downtown que fica no Largo do Arouche. É a segunda vez que nos hospedamos lá e não nos arrependemos.
Nós com a rede geekAntes de terminar, gostaria de deixar um abraço aos meninos da Rede Geek, que me receberam muito bem lá na Casa Geek, como sempre, e me levaram ao Juventus da Moóca! Tato Tarcan, Professor Maury, Carol Lohmann, Rafa Lohmann e Carrasco da Cavalaria Geek: Muito Obrigado! São Paulo não seria tão bom sem encontra-los. Mais abraços ao Mundo Freak e ao Ponto G, nas pessoas do Andrei Fernandes e da Ira Croft (chefa da dona Beatriz, minha noiva) que também nos encontraram para um almoço excelente no bairro da Liberdade.

Estamos próximos do Dia do Podcast. Se você chegou até aqui é porque já deve conhecer algum. Então, dando parabéns a todos nós, deixo a recomendação dos Podcasts acima, cada minuto de áudio desses programas vale a pena!

Um abraço a todos e até a próxima quinzena!

 

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[SL] Vídeo Resenha : O Encontro Marcado, de Fernando Sabino

Olá geeks, eu sou a Nina do canal Nina e suas letras (youtube) e fui convidada para apresentar uma resenha do livro Encontro Marcado, do escritor Fernando Sabino.

Um grande abraço.

Sinopse:

O Encontro Marcado é a história de Fernando Sabino? Sim, mas não se trata de uma autobiografia. É a história atormentada de toda uma geração, naquilo que ela tem de essencialmente dramático. No meio das confusões da vida, procura-se um valor que dê sentido à desconcertante experiência pessoal de quem trava um duelo de morte com a vocação furtiva. História de adolescência e juventude, de prazeres fugidios, desespero, cinismo, desencanto, melancolia, tédio, que se acumulam no espírito do jovem escritor Eduardo Marciano, um jovem que amadurece num mundo desorientado. Ele vê seu matrimônio quebrar-se quando já não pode abdicar; por força de sua própria experiência, o suicídio deixa de ser uma solução. Nessa paisagem atormentada, ele deve renunciar a si mesmo, para comparecer ao encontro com uma antiga verdade.

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SpheraLiterária: [Vídeo Resenha] Half Bad de Sally Green

Olá amigos eu sou o Diego do canal Meros Devaneios (youtube) e hoje eu trouxe para vocês o vídeo resenha do livro Half Bad da escritora Sally Green.

Um grande abraço.

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Dobradinha Literária : Pistoia – Cecília Meireles

A obra “Pistoia – Cemitério Brasileiro” traz um curto poema escrito por Cecília Meireles, na cidade de Florença, na Itália. Pistoia foi um cemitério na região da Toscana, onde foram enterrados corpos de soldados brasileiros que fizeram parte da FEB (Força Expedicionária Brasileira), atuante na Segunda Guerra Mundial. Um poema repleto de ternura pelo heroísmo de nossos soldados que morreram em solo europeu.

“Este cemitério tão puro
É um dormitório de meninos:
E as mães de muito longe chamam,
Entre as mil cortinas do tempo,
Cheias de lágrimas, seus filhos.”

Esta 2ª edição é um fac-símile da primeira, publicada em 1955 pela lendária Philobiblion, e preserva assim aquele requinte gráfico e as xilogravuras de Manuel Segalá. Em 1967, no lugar do cemitério, foi erguido um monumento votivo projetado por Olavo Redig de Campos, discípulo de Oscar Niemeyer. Até 20 de junho de 1962, ali repousavam os restos de 462 soldados, transferidos depois para o Brasil.

 

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SpheraCine Especial: O adeus à Gene Wilder

Morreu na noite de domingo (28), aos 83 anos, o ator americano Gene Wilder. Seu nome verdadeiro era  Jerome Silberman. Willy Wonka do musical infantil “A fantástica fábrica de chocolate”, de 1971, foi um dos mais marcantes em sua carreira. Gene Wilder morreu em casa, no estado de Connecticut, de complicações decorrentes da doença de Alzheimer.

Sempre fui uma apaixonada por seu trabalho. Não falo devido ao seu papel como Willy Wonka mas sim, pelas tardes que passei na minha infância assistindo aos seus filmes na tão famosa “Sessão da Tarde” rindo muito com o filme Surdos, Cegos e Loucos  (uma bela dobradinha com o ator Richard Pryor) e admirando seu personagem no longa  A dama de vermelho com sua cena clássica  do vestido no circulador de ar.

Saudades serão eternas daqueles que marcam nossas vidas!

Veja algumas de suas produções :

Dirigindo:

diretor

Atuando:

filmografia gene wilder

Roteirista:

roteirista

Fontes:

AdoroCinema e Jornal Nacional

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Dobradinha Literária: Você conhece uma webcomic? Então apaixone-se por Bear.

Webcomics, ou quadrinhos on-line, ou ainda web comics, são quadrinhos cuja publicação é veiculada exclusivamente pela Internet, apesar de existirem muitos quadrinhos consagrados à moda tradicional que são disponibilizados de forma digital. Bianca Pinheiro Cristaldi da Silva é uma quadrinhista, ilustradora brasileira e  criadora da webcomic Bear.

Bianca é radicada em Curitiba, formou-se em Artes Gráficas pela UTFPR. Fez pós-graduação em Histórias em Quadrinhos pela Opet. Começou a publicar webcomics em 2012.

Sinopse : A pequena Raven tem um problema: de algum modo ela conseguiu se perder de seus pais e de seu lar. Em sua busca, ela se depara com um urso marrom (ou seria alaranjado?) que, apesar de rabugento, aceita ajudá-la nessa empreitada. A jornada desses dois acaba de começar.

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Cheia de graciosidade, Bear ganhou o coração de muitos  na web. Em minha opinião, mesmo tendo todo seu jeitinho para o publico infantil, Bear tem uma temática para o público adulto, proporcionando  reflexões muito interessantes.

Veja abaixo o testemunhal da autora e se você gostou, vá ao site e acompanhe esta webcomic.

site: Bear

 

 

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SpheraCine #Lançamentos do Cinema – Semana 04/08/2016

Olá Geeks!! Fiquem atentos as estreias desta semana ok?

01. Esquadrão Suicida

O governo dos Estados Unidos ordena o recrutamento dos piores criminosos para uma importante missão, que visa acabar com uma entidade misteriosa e aparentemente impossível de se derrotar. É justamente isso que o governo precisa, de bandidos que praticamente não têm nada a perder. Mas será que eles estão dispostos a arriscarem suas vidas em nome da lei?

02. A Intrometida

Marnie Minervini (Susan Sarandon) está desolada com a morte de seu marido. Ela está solitária e sem rumo na casa onde vive em Nova York. A viúva, então, decide se mudar para Los Angeles, onde a filha única, Lori (Rose Byrne), vive para escrever um novo capítulo na sua vida.

03. A Loucura entre nós

Documentário acompanha a rotina de um hospital psiquiátrico e também a vida de mulheres internadas. Cada uma delas conta sua história, os motivos que a levaram a ficar lá e o que pensa da vida.

04. Fome

Em São Paulo, um morador de rua (Jean-Claude Bernardet), que no passado foi professor universitário, anda pelas ruas sem rumo. Ele busca água, comida e um pouco de conversa. Nessas suas caminhadas, o morador conhece uma pesquisadora, que fica fascinada com sua história de vida.

05. Negócio das Arábias

Alan Clay (Tom Hanks) é um homem de negócios que viu sua fortuna ruir nos Estados Unidos. Ele é um homem de visão empreendedora e tem o plano ambicioso de partir para a Arábia Saudita para vender um holograma para um rei saudita e refazer a sua fortuna.

06. O Monstro de Mil Cabeças

Um homem está à beira da morte e o plano de saúde se nega a arcar com as despesas do tratamento. Desesperada, a esposa dele, munida de uma arma, decide tomar as devidas providências para conseguir salvá-lo.

07. Os Cavaleiros Monstros

um amor a alturaJacques Arnault (Vincent Lindon) é presidente de uma ONG que auxilia crianças em dificuldade. Sua próxima e ambiciosa ação consiste em resgatá-las.

 

 

 

08. Um amor à altura

A advogada Diane (Virginie Efira) conhece o arquiteto Alexandre (Jean Dujardin), que encontrou o celular perdido dela. Ela o acha um homem muito gentil pelo telefone e ao encontrá-lo se surpreende com o fato dele ter pouco mais de 1,30m. Diane fica encantada com Alexandre, mas fica em dúvidas por causa da altura dele.

09. Vidas Partidas

Nos anos 1980, Raul (Domingos Montagner) e Graça (Naura Schneider) se casaram e tiveram duas filhas. Ele perde o emprego e sua esposa decide pedir ajuda ao amigo e ex-marido para conseguir um novo trabalho para Raul. O casal começa a receber o mesmo salário e ele se sente mais poderoso e fica agressivo com Graça, que passa a sofrer nas mãos de Raul.

 

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