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[SL] Para educar crianças feministas| Chimamanda Ngozi Adichie

Sabe aquele livreto que você deve carregar na bolsa, junto de sua carteira ou mesmo o livro de orações? Chimamanda nos deixa aqui observações aparentemente singelas que podem modificar o mundo com pequenas ações diárias, pequenas mudanças de pensamento que há muito tempo estão enraizados em nossas mentes.

Fui convidada por uma amiga para participar de uma reunião do grupo “Leia Mulheres” que acontece mensalmente aqui em Campinas e em muitas cidades pelo Brasil. O livro escolhido era este pequeno e singelo diamante, que eu de pronto já tinha rotulado de chato e enfadonho porque não gosto de debater sobre feminismo.

A autora recebe uma carta de uma amiga de infância onde a amiga pede conselhos sobre coo criar uma criança feminista. De início, Chimamanda se sente incapaz de responder a esta pergunta, porém desenvolve quinze conselhos para sua amiga Ijewele criar sua filha Chizalum como feminista.

Fiquei envergonhada ao final da leitura. Todos os conselhos são maravilhosos e identifiquei em mim tantas coisas negativas enraizadas devido a criação e vivências que tive, que a primeira reação minha era deixar junto a minha bolsa este livreto  para nunca esquecer destas lições.

Esta palestra foi dada em um evento TEDx local, produzido independentemente das conferências TED.  Nesta palestra sincera e engraçada, Chimamanda Adichie questiona os papéis dos gêneros e sugere uma forma diferente de pensar sobre eles, uma que poderia realmente trazer igualdade.

Título original: DEAR IJEAWELE OR A FEMINIST MANIFESTO
Tradução: Denise Bottmann
Páginas: 96  Lançamento: 24/02/2017
ISBN: 9788535928518    Selo: Companhia das Letras

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #03 – A Sinopse | Escrevendo Quadrinhos

Olá amigos e amigas do Spherageek, com muita alegria que neste mês de Abril trago às 4º feiras  uma série de vídeos do nosso grande amigo e excelente quadrinista Rapha Pinheiro. Já tivemos um encontro com ele no youtube onde abordamos uma série de informações sobre o tema e seus trabalhos.

Hoje na série  “Fazendo Quadrinhos em 7 Passos” com o vídeo 03 falando sobre a Sinopse.

 

 

Quer saber mais sobre os trabalhos do Rapha? Aqui vai a lista de links úteis:

Facebook:
https://www.facebook.com/raphacpinhei…
Instagram:
https://www.instagram.com/raphacpinhe…
Twitter:
https://twitter.com/RaphaCPinheiro

Aquele abraço!

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[SL] Fazendo Quadrinhos em 7 Passos com Rapha Pinheiro: #02 Imersão.

Segundo vídeo da série Fazendo Quadrinhos em 7 Passos.
Hoje a gente conversa sobre como estudar e entender sobre o tema que você vai escrever.
Para se fazer uma obra relevante e bem embasada, é necessário estudar e buscar referências em várias mídias e guardar essas informações do jeito certo.

 

Quer saber mais sobre meu trabalho? Aqui vai a lista de links úteis:

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Aquele abraço!

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[SG] Torre Seu Cérebro e Sua Sanidade – Sanitarium

Olá! Eu sou o Jack e sim, sou viciado em games! Hoje analisarei um jogo que não é tão MainStream assim, o maravilhoso Sanitarium, um jogo Point-And-Click de Terror e Puzzle, lançado em 1998 pela ASC Games e desenvolvido pela DreamForge.

Vamos ao enredo:

O jogo começa com um acidente de carro com o protagonista (controlado por você) desacordado e arrastado por alguém para dentro de um lugar. Ao acordar, ele se percebe em um Sanatório, sem se lembrar de nada, nem seu nome ou porque você está lá. Procurando por respostas, você deve sair do Sanatório. Depois disso, você encontra lugares um mais psicodélico e perturbado que o outro. Desde uma cidade pequena, cheia de crianças deformadas, cultuando uma entidade que chamavam de “Mother”, até um circo perturbado.

O enredo é muito bom. Ele te prende MUITO e tem várias explosões de cabeça, sem falar do ambiente gótico e perturbador de cada cenário.

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A jogabilidade é muito boa, já que é quase um adventure game, sendo controlado somente pelo seu mouse. O jogo conta com uma visão quase isométrica, sendo tudo visto de cima.

O jogo trabalha com puzzles, cujas soluções são inesperadas às vezes, fazendo você fritar o seu cérebro. Uma coisa que você constantemente repete no jogo é: “O que c**alhos tenho que fazer aqui?”, a solução, muitas vezes, só vem depois de horas se matando no puzzle ou abrindo vários diálogos com os NPC’s do local, que deixam certas dicas sobre o que você tem que fazer, procurar ou acionar.

A ambientação do jogo é incrível, se encaixa bem com a premissa e plot do jogo, já que a maioria dos cenários é de um caráter gótico, perturbado e insano. Um bom exemplo é a cidade do segundo cenário, que é aquela típica cidade do interior do USA, tendo até aquelas capelas pequeninas, porém cheia de crianças deformadas que cultuam sem saber uma entidade que está presa na cidade, essa que matou todos os adultos da cidade. Louco né?

A trilha sonora é bem semelhante às músicas do canal Myuuji, ou seja, é bem creepy mesmo.

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Eu darei a Sanitarium a nota de 4.0/5, já que apresenta um ótimo jogo de horror, com puzzles extremamente difíceis e um ambiente que deixa qualquer um arrepiado.

Enfim, espero que vocês tenham gostado e adquirido certo conhecimento sobre o jogo.

 

 

Dúvidas, críticas, correções e sugestões vocês podem enviar para o e-mail de contato e para me encontrar na rede  acesse:

contato@spherageek.com

Twitter: @JackSpheraGeek

jackspherageek@gmail.com

Um abraço,

Jack

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[SL] Vídeo Resenha: Senhor das Moscas de William Golding

Olá, eu sou a Lia, do Canal Lia o Livro, e trago hoje a vídeo resenha do livros Senhor das Moscas do escritor  William Golding.

Título: Senhor das moscas
Autor: William Golding      Editora: Alfaguara
Ano: 2013                           Páginas: 224      Edição: 1

Sinopse: Publicado originalmente em 1954, “Senhor das Moscas” é um dos romances essenciais da literatura mundial. Adaptado duas vezes para o cinema, traduzido para 35 idiomas, o clássico de William Golding — que já foi visto como uma alegoria, uma parábola, um tratado político e mesmo uma visão do apocalipse — vendeu, só em língua inglesa, mais de 25 milhões de exemplares. Durante a Segunda Guerra Mundial, um avião cai numa ilha deserta, e seus únicos sobreviventes são um grupo de meninos em idade escolar. Eles descobrem os encantos desse refúgio tropical e, liderados por Ralph, procuram se organizar enquanto esperam um possível resgate. Mas aos poucos — e por seus próprios desígnios — esses garotos aparentemente inocentes transformam a ilha numa visceral disputa pelo poder, e sua selvageria rasga a fina superfície da civilidade, que mantinham como uma lembrança remota da vida em sociedade. Ao narrar a história de meninos perdidos numa ilha paradisíaca, aos poucos se deixando levar pela barbárie, Golding constrói uma história eletrizante, ao mesmo tempo uma reflexão sobre a natureza do mal e a tênue linha entre o poder e a violência desmedida. A nova tradução para o português mostra como Senhor das Moscas mantém o mesmo impacto desde o seu lançamento: um clássico moderno; um livro que retrata de maneira inigualável as áreas de sombra e escuridão da essência do ser humano.

Links importantes:
– documentário sobre sr das moscas (discovery civilization): https://youtu.be/YMBPfsbUbXE
– Golding falando sobre lord of the flies: https://youtu.be/vYnfSV27vLY
– Animação sobre livro: https://youtu.be/-tXpA3dIEtI

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[#OPodcastÉDelas] SpheraCast Especial #005 -Julie Ramos, Um Bate Papo

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Olá Amigas e Amigos do SpheraGeek,

Fazendo parte do projeto o #OPodcastÉDelas que no mês de março inundou essa internet coisa linda de Deus, com podcast’s, textos e vídeos voltados para nossas queridas produtoras de conteúdo.

O Sphera não faz diferente e antes de trazer no seu cast principal a matéria do projeto convidamos a cantora Julies Ramos para bater um papo com o nosso Engenheiro Chef do SpheraGeek Rodrigo Fernandes.

Obs. O som não está em boa qualidade, mas achamos importante em trazer em aúdio em vez de transcrito.

Bom cast!

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#EuNoOscar: Confira os indicados a melhor diretor no Oscar 2017

Olá meus amigos, não deixem de acompanhar este termômetro do Oscar 2017 aqui no Sphera. Já lançamos artigos sobre melhor atriz, ator e agora melhor diretor. Amanhã teremos a lista dos indicados de melhor filme.

Fiquem atentos e não deixem de usar a nossa #EuNoOscar para acompanharmos os palpites de vocês em suas postagens nas redes sociais.

 

Imagem    Barry Jenkins  – “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

É um cineasta norte-americano formado em Cinema e Artes Visuais pela Universidade do Estado da Flórida, em Tallahassee, e iniciou sua carreira com Medicine for Melancholy (2008), trabalho que lhe rendeu indicações para grandes premiações do mundo do cinema, como o Gotham Awards, em 2008, e o Independent Spirit Awards, em 2009.

Oito anos depois, Barry retorna às telonas com o longa-metragem Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016). O filme, que é uma adaptação do livro de Tarell Alvin McCraney, foi elogiado pela crítica especializada e indicado a oito categorias do Oscar 2017, inclusive de melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro adaptado. O segundo filme assinado pelo diretor também rendeu dezenas de nomeações e já carrega um Globo de Ouro.

Imagem    Damien Chazelle – “La La Land: Cantando Estações”

É um cineasta norte-americano que aos 32 anos de idade já foi considerado um prodígio de Hollywood pelos filmes Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) e La La Land – Cantando Estações (2016).
A carreira de Chazelle deu o primeiro passo no mundo da sétima arte com o musical Guy and Madeline on a Park Bench (2009), mas foi com Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014) que a carreira do diretor tomou um novo rumo. Apesar de o roteiro do longa só ter ganhado maior visibilidade após sair na Black List 2012, o filme não demorou a ser aclamado pela crítica especializada e ganhou diversos prêmios.
Em 2016, o musical La La Land – Cantando Estações (2016) consolidou a posição de Damien Chazelle como um diretor renomado. Somente no Globo de Ouro, o longa bateu o recorde de filme que mais venceu prêmios na cerimônia, levando sete estatuetas.

 

Imagem    Kenneth Lonergan – “Manchester à Beira Mar”

Nascido em Nova York em 1962, o roteirista e diretor Kenneth Lonergan tem poucas produções em seu currículo, mas já coleciona boas avaliações da crítica e público por algumas produções, como é o caso de Manchester à Beira-Mar (2016), que dirigiu e roteirizou, e recebeu seis indicações no Oscar 2017.

Seu primeiro trabalho com relevância como roteirista foi na comédia Máfia no Divã (1999), estrelada por Robert De Niro e Billy Crystal. Um ano depois, em 2000, foi a vez de Lonergan colocar a mão na massa e dirigir seu primeiro filme, o drama Conte Comigo, protagonizado por Laura Linney e Mark Ruffalo (com quem repetiu a parceria anos depois, em Margaret, de 2011). Nas duas produções, curiosamente, o diretor também atua, fazendo pequenas aparições.
Foi roteirista de mais algumas produções em seguida, como da animação As Aventuras de Alceu e Dentinho (2000), no drama histórico de Martin Scorsese Gangues de Nova York (2002), além de Wild Oats (2016), comédia com Shirley MacLaine e Jessica Lange.  Entre as categorias em que Manchester à Beira-mar foi indicado no Oscar, estão: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (por Casey Affleck), Melhor Ator e Atriz Coadjuvante (por Lucas Hedges e Michelle Williams), e Melhor Roteiro Original.

Imagem  Mel Gibson – “Até o Último Homem”

Nascido em Peekskill, Nova York, em 1956, o ator, produtor e diretor de cinema norte-americano é o 6º filho de um total de 11 do casal Hutton Gibson e Anne Patricia. Considerado uma dos principais rostos dos grandes filmes de ação produzidos nos anos 1980 e 1990, Gibson teve seu primeiro papel de destaque na famosa franquia Mad Max (1979). No mesmo ano, também fez uma aparição no drama australino Tim – Anjos de Aço, dirigido por Michael Pate.    Sua aparência física, considerada uma mistura de Clark Gable e Humphrey Bogart no ínicio de sua carreira, foi responsável pela escalação do ator para franquias que se tornariam grande sucesso de público, sendo uma das maiores a série de filmes Máquina Mortífera (1987), Máquina Mortífera 2 (1989), Máquina Mortífera 3 (1992) e Máquina Mortífera 4 (1998).

Porém, antes disso, protagonizou também as sequências de Mad Max, intituladas Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981) e Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985). Em 1981, fez o papel de Frank Dunne no drama histórico Gallipoli e, no ano seguinte, foi responsável por dar vida a Guy Hamilton no longa O Ano Que Vivemos em Perigo (1982).   Em 1984, protagonizou ao lado de Anthony Hopkins a aventura Rebelião em Alto-Mar e fez par com Diane Keaton em Mrs. Soffel – Um Amor Proibido. Com Michelle Pfeiffer e Kurt Russel, completou o elenco do eletrizante Conspiração Tequila (1988). Entrando na década de 1990 querendo mudar seu espectro de personagens, ele expandiu e variou seu tipo de atuação na adaptação do drama shakespeariano Hamlet (1990), com Glenn Close e Alan Bates, e também nas comédias Air América – Loucos Pelo Perigo (1990) e Eternamente Jovem (1992).

Mas a verdadeira guinada em sua vida veio com a estreia na direção de filmes, o que o fez render diversas críticas positivas, não muito comuns em boa parte de seus filmes anteriores. O primeiro longa na direção foi O Homem Sem Face (1993). Foi diretor também do bem avaliado Coração Valente (1995), e de um dos filmes religiosos mais conhecidos de todos os tempos, A Paixão de Cristo (2004), já com sequência confirmada em A Paixão de Cristo 2, em produção em 2017. Também teve boa recepção do público e crítica Até o Último Homem (2016).  Como ator, também teve papéis em filmes como O Fim da Escuridão (2010), Um Novo Despertar (2011), Plano de Fuga (2012) e na terceira parte da franquia Mercenários, em Mercenários 3 (2014).
De prêmios, os mais notáveis que ganhou foram os dois Oscars por Coração Valente, nas categorias Melhor Filme e Melhor Diretor. Pelo mesmo filme, também levou um Globo de Ouro por sua direção.

Imagem  Denis Villeneuve – “A Chegada”

Nascido em 1967, em Quebec, no Canadá, o cineasta coleciona excelentes avaliações em produções que dirigiu. Em sua obra mais recente, A Chegada (2016), conseguiu oito indicações ao Oscar 2017, nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Melhor Design.  Bem antes disso, Villeneuve teve seu primeiro trabalho como diretor no curta-metragem documental Rew FFWd (1994), sobre um jovem fotógrafo em trabalho na Jamaica. Em seguida, dirigiu um dos trechos do longa Cosmos (1996), dividindo o posto com outros cinco realizadores. Mas o primeiro filme para chamar de seu foi o drama 32 de Agosto na Terra (1998).

Depois foi a vez de roteirizar e dirigir Redemoinho (2000) e, depois de um hiato de alguns anos, Polytechnique (2009), drama com Maxim Gaudette e Karine Vanasse. O reconhecimento chegou de vez em 2011, com Incêndios, indicado na categoria Melhor Filme Estrangeiro no Oscar.  A partir daí, ao iniciar os trabalhos em língua inglesa, o sucesso se instalou na carreira de Villeneuve, através da produção de grandes filmes, comofoi o caso de Os Suspeitos (2013), com Hugh Jackman, Viola Davis e Jake Gyllenhaal (com quem repetiu a parceira em O Homem Duplicado, no mesmo ano). Em 2015, porém, a recepção do suspense Sicario: Terra de Ninguém não foi tão boa quanto a dos anteriores, o que por sorte não se repetiu com bem-sucedido A Chegada (2016).

Para 2017, o diretor assumiu o comando da tão aguardada sequência de Blade Runner, intitulada Blade Runner 2049, que contará com Harrison Ford e Ryan Gosling no elenco.

 

Fonte: Adoro Cinema

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[SE] Covers que Faltam Com o Respeito

Fala Galera,

Acredito que todos nós conhecemos pelo menos um punhado de bandas covers…De bares na noite, passando por colegas de trabalho que se juntam para umas cervejas e umas músicas na garagem aos fins de semana, até de supergrupos como o reunido para regravar os covers, em sua maioria, que eram tocados pelos Beatles no começo da carrreira (a Backbeat Band incluindo membros do REM, Soul Asylum, Sonic youth e Nirvana).

Apesar dessa diversidade, a maioria das versões não caem muito longe da sua origem. Procurando, é possível encontrar versões revolucionárias que vão dar uma nova roupagem a música é a transformam em algo diferente (não necessariamente melhor ou pior).  O objetivo desta lista é apresentar versões que deram esse novo significado às músicas para mim, e eu tenho certeza que além de trazer um sorriso ao seu rosto quando identificar a música, deve fazer você lembrar de alguns casos semelhantes que foram relevantes para você.  Se esse é o caso, nos deixe saber pelos comentários…

De todo jeito aqui vão meus covers, quase inéditos (a ordem é a melhor para a narrativa e não está ligado a qualquer tipo de predileção… eu acho).

 

Take on Me – Reel Big Fish

Ska é um estilo com alguma tradição de covers inusitados.  Com guitarras bem características, e frequentemente um marcante naipe de metais, tudo pode virar Ska.  Uma das mais divertidas apresentações do estilo pode ser encontrado nesse rapidíssimo cover do clássico pop:

 

Smells Like Teen Spirit – Tori Amos

Toda a raiva adolescente encontrada no que deve ser o primeiro grande hino Grunge se torna uma angustiante bad trip na voz e piano de Tori Amos:

 

Ryan Adams – Taylor Swift / Wonderwall

Depois do grande sucesso, entre suas próprias músicas, um cover de Wonderwall do Oasis Ryan Adams abraçou um dos mais ambiciosos projetos covers que eu conheço.  Taylor Swift deve ser, atualmente, a mais bem sucedida estrela Pop.  Tudo que ela toca dá certo, desde o início de sua carreira.  Ela deve ser o maior encadeamento de empreendimentos duvidosos, bem sucedidos, já visto.  Quando a cantora deu uma guinada ainda mais forte em seu estilo no álbum 1989 (ano em que a cantora nasceu), foi muito criticada…teria ela se rendido aos colaboradores, produtores, dinheiro, sucesso…? Logo a doce cantora de um suave pop country vinda de uma pequena e pobre cidade da Pensilvânia…

Em pouco tempo, Ryan Adams apareceu para defendê-la.  Toda a genialidade dos outros discos estava lá e ele provaria regravando todo o disco enquanto ele, em sua forma Pop original, continuava uma trajetória de grande scesso apesar das críticas.

Taylor Swift, longe de criticar, processar ou dar qualquer tipo de piti abraçou a ideia, ajudou a divulgar e agradeceu a iniciativa. Ambos os discos são enormemente bem sucedidos… mas só um pode entrar nessa lista: 1989 – Ryan Adams!

Depois da gravação a GQ ainda promoveu uma entrevista feita por Ryan Adams com a cantora.  Infelizmente não encontrei uma versão legendada…

 

Toda a trilha do Moulin Rouge

E quando um diretor resolve subverter todas as músicas em sua obra, tudo bem não foram todas, mas passou perto, como Baz Luhrman fez em Moulin Rouge??  Ainda que o filme divida opiniões, é inegável o nível de rebeldia em transformar The Police em Tango ou Madonna em uma espécie de Ópera Bufa, porém seu auge pode ser encontrado, na minha opinião, na colagem de músicas feita em Elephant Medley para construir o diálogo que constitui um dos pontos altos do filme sobre um Elefante (cenográfico).

 

Francine Quinn – Suicide Squad

A desconhecida cantora criou muita curiosidade com sua voz na trilha sonora do filme Esquadrão Suicida.  Ela também é responsável pela música tema de Assassin’s Creed.

Menção honrosa precisa ser feita à Brian Setzer’s Orchestra que regravou versões Big Band de uma série de músicas clássicas no memorável, e inusitado, Wolfgang’s Big Night Out, recomendo…

E para encerrar essa lista de 5 covers inusitados (com algumas “trapaças” para garantir que ninguém fique de fora) trago Dotô Jeka, a única banda nacional.

A primeira vez que ouvi a banda ela atendia por Dr.Jekyll e fazia um som fortemente influenciado pelo Hard rock dos anos 90 (em especial do GnR ao que me pareceu).  O show de abertura para o Rolling Stones Cover transcorria normalmente quando de repente, vindo de lugar nenhum, entrou uma versão hard rock de Romaria.

Aquilo agitou muito o show e a banda ganhou a galera ali.  Algum tempo depois, a banda Dr.Jekyll se tornou Dotô Jeka no cast da Vigin com o disco Tia Marieta.  A piada foi repetida à exaustão e, ainda que boa, a banda não durou.  Alguns membros da banda continuam no mundo musical até hoje com destaque para Tuia, o vocalista, com um interessante e reconhecido trabalho autoral, e Ricardo Takamatsu, baixista em atividade na região do Vale do Paraíba até hoje.

E é isso… Como falei lá em cima conte aí o cover que você lembrou, nos comentários.  Faça sua própria lista… Trapaceie também…Lembre de cada surpresa que puder, por que cada uma delas vale muito a pena!!!!

Abraços,

Rodrigo Fernandes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aerosmith

[SC] Canivete Suiço: SpheraSmith

Olá Geeks dessa Spheraiada!! Nessa quinzena, aqui no Canivete Suíço, iremos falar sobre o show do Aerosmith! Sim, meus queridos geeks, sábado passado, no meu dia, dia dos professores, foi dia de Rock!

Nós no show 1

Fomos a São Paulo, especificamente ao Allianz Park, o novo estádio do Palmeiras ou Parmera ou Porco ou etc etc etc…para o que pensávamos ser o último show da carreira da banda. Sim, foi uma pegadinha do malandro… Eles acertaram com o Rock in Rio 2017 bem depois de termos comprado os ingressos, por um preço salgadinho!!!

A chegada foi bem organizada, fomos de Uber até quase a porta do estádio e entramos sem fila nem nada. Estava cheio, mas não impossível de se curtir um bom som. A banda de abertura foi a Sioux 66, banda relativamente recente no mercado do metal (2011). Eu, particularmente, fã de metal que sou, não me empolguei muito com a banda. Não foi pelo fato de eles estarem cantando metal em português, pois essa pegada é interessante, mas o fato dos graves estarem estourando nas caixas e o agudo do vocalista ter me incomodado.

O Aerosmith compareceu com uma pontualidade ímpar. O show rolou suave, bem produzido e com o repertório clássico da banda, emplacando músicas como Dream On, Pink, Crazy e Cryin’. Para quem conheceu Steven Tyler na boa forma, pode ter notado um pouquinho de fraqueza vocal. Aquele agudo não é mais como antigamente, também, o coroa está com 69 anos com um pique desgracento! Será que as drogas o conservaram tão bem assim? Acho que sim.

A volta ao Hostel foi um pouco conturbada, pela primeira vez na vida tive problemas com a Uber, pois o punhado de motoristas que pegamos em Sampa era um tanto quanto estranhos. Porém problemas maiores foram aqui na volta ao Rio. Enfim, prefiro esquecer essa volta. Mas, um agradecimento sem jabá que faço aqui, é ao São Paulo Hostel Downtown que fica no Largo do Arouche. É a segunda vez que nos hospedamos lá e não nos arrependemos.
Nós com a rede geekAntes de terminar, gostaria de deixar um abraço aos meninos da Rede Geek, que me receberam muito bem lá na Casa Geek, como sempre, e me levaram ao Juventus da Moóca! Tato Tarcan, Professor Maury, Carol Lohmann, Rafa Lohmann e Carrasco da Cavalaria Geek: Muito Obrigado! São Paulo não seria tão bom sem encontra-los. Mais abraços ao Mundo Freak e ao Ponto G, nas pessoas do Andrei Fernandes e da Ira Croft (chefa da dona Beatriz, minha noiva) que também nos encontraram para um almoço excelente no bairro da Liberdade.

Estamos próximos do Dia do Podcast. Se você chegou até aqui é porque já deve conhecer algum. Então, dando parabéns a todos nós, deixo a recomendação dos Podcasts acima, cada minuto de áudio desses programas vale a pena!

Um abraço a todos e até a próxima quinzena!

 

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[SL] Vídeo Resenha : O Encontro Marcado, de Fernando Sabino

Olá geeks, eu sou a Nina do canal Nina e suas letras (youtube) e fui convidada para apresentar uma resenha do livro Encontro Marcado, do escritor Fernando Sabino.

Um grande abraço.

Sinopse:

O Encontro Marcado é a história de Fernando Sabino? Sim, mas não se trata de uma autobiografia. É a história atormentada de toda uma geração, naquilo que ela tem de essencialmente dramático. No meio das confusões da vida, procura-se um valor que dê sentido à desconcertante experiência pessoal de quem trava um duelo de morte com a vocação furtiva. História de adolescência e juventude, de prazeres fugidios, desespero, cinismo, desencanto, melancolia, tédio, que se acumulam no espírito do jovem escritor Eduardo Marciano, um jovem que amadurece num mundo desorientado. Ele vê seu matrimônio quebrar-se quando já não pode abdicar; por força de sua própria experiência, o suicídio deixa de ser uma solução. Nessa paisagem atormentada, ele deve renunciar a si mesmo, para comparecer ao encontro com uma antiga verdade.

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SpheraLiterária: [Vídeo Resenha] Half Bad de Sally Green

Olá amigos eu sou o Diego do canal Meros Devaneios (youtube) e hoje eu trouxe para vocês o vídeo resenha do livro Half Bad da escritora Sally Green.

Um grande abraço.

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